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A Assembleia Geral das cooperativas paraenses reelegeu por aclamação unânime Ernandes Raiol da Silva como presidente do Sistema OCB/PA.

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Os 950 metros quadrados da nova Casa do Cooperativismo foram poucos para conter sentimentos como orgulho, realização e felicidade.

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As cooperativas analisaram o mapa estratégico, discutiram entre si e fizeram contribuições que serão incluídas na diretriz de trabalho.

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Neste mês, cooperativistas de todo o Estado se encontrarão em Belém para participar de programações decisivas para os rumos do setor.

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O curso é um desdobramento do Seminário de ramo promovido pelo Sistema OCB/PA em 2017. As cooperativas solicitaram formação continuada.

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DESENVOLVIMENTO EM FOCO
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Cooperativas



Quando nem o poder público nem as empresas se interessavam em levar luz ao interior do país, foram as cooperativas de infraestrutura que permitiram a troca de lampiões e lamparinas pela eletricidade. Essas cooperativas oferecem os serviços de energia e telefonia principalmente em pequenas comunidades rurais.

De grande impacto social e econômico, as cooperativas de infraestrutura são responsáveis por distribuir e gerar energia elétrica, além de fornecer telecomunicação a mais de 800 municípios brasileiros, geralmente no interior do país. Prestando serviços aos seus cooperados, hoje as cooperativas de eletrificação rural atendem mais de 4 milhões de brasileiros e foram fundamentais para garantir o desenvolvimento de diversas regiões do país.

Infraestrutura
Pelo tempo...

A história das cooperativas de infraestrutura começa em 1941, com a criação da Cooperativa de Força e Luz de Quatro Irmãos, no município de Erechim (RS). A cooperativa levou energia elétrica à região, melhorando as vidas de centenas de famílias de pequenos produtores rurais.

Mas foi somente em 1964 — após a promulgação do Estatuto da Terra — que esse ramo começou a ganhar força. Motivo? O Estatuto liberou as cooperativas a oferecerem serviços básicos para todos os brasileiros, especialmente nas comunidades rurais, onde as operadoras convencionais não tinham interesse de atuar.

O segmento foi impulsionado na década de 70, com a criação da Política de Eletrificação Rural e com o apoio de financiamentos do BID - Banco Interamericano de Desenvolvimento. Neste período, foi realizado o I Encontro Nacional das Cooperativas de Eletrificação Rural, que contribuiu para o aprimoramento da política.

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