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As inscrições seguem até o próximo dia 19 e a defesa dos projetos de pesquisa ocorre no dia 24 deste mês.

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A felicidade de cooperados e colaboradores, uma das metas do cooperativismo brasileiro até 2025, está diretamente relacionada à saúde.

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Os alunos substituíram os copos por canecas de plástico e promoveram uma manhã de conscientização com o público interno da Unidade.

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A Professora Mestra do IFPA, Carmem Andrade, apresentou os resultados das ações promovidas pelo Sistema OCB/PA. Um artigo completo será publicado na Revista Ciriec-España.

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TRILHANDO O DESENVOLVIMENTO DO BRASIL
Números no Pará

121

Empregados

2.523

Cooperados

60

Cooperativas



Quem pega táxi ou ônibus, contrata serviço de entregas ou procura transporte escolar para crianças sempre vai esbarrar em uma cooperativa de transporte de passageiros ou cargas. Aqui, estão reunidas várias modalidades: o transporte individual de passageiros, como as de táxi e mototáxi; o transporte coletivo de passageiros, como as de vans e ônibus; o transporte de cargas, como as de caminhões, motocicletas, furgões; e o transporte de escolares, também realizado por vans e ônibus.

As cooperativas de transportes nasceram como caminho para organização, profissionalização e liberdade dos pequenos e médios transportadores que buscaram, neste modelo societário, condições para exercerem sua profissão de forma digna e economicamente viável.

Em âmbito nacional, a frota das cooperativas de transporte de cargas soma aproximadamente 20 mil veículos. Essa frota é responsável pela circulação de 430 milhões de toneladas de cargas dentro e fora do país. Já as cooperativas de passageiros transportam 2 bilhões de pessoas por ano, com uma frota de aproximadamente 50 mil veículos.

Transporte
Pelo tempo...

Dentro do cooperativismo, todos os cooperados têm voz e poder de decisão. Temos o bom hábito de ouvir a nossa base. E foi justamente por isso que criamos, em 2002, um ramo específico para as cooperativas de transporte.

Até o início dos anos 2000, as atividades dessas cooperativas estavam inseridas no ramo trabalho. Só que as muitas particularidades do setor exigiam um acompanhamento mais próximo da equipe do Sistema OCB. Afinal, as cooperativas precisavam não apenas se adequar à legislação cooperativista, mas às regras do Departamento Nacional de Trânsito, às portarias do Ministério dos Transportes e a um sem número de portarias publicadas pelas agências reguladoras do setor.

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