Belém + 30 tem participação de cooperativas

 

A busca pelo uso sustentável da biodiversidade amazônica é um dos objetivos da Feira Belém +30, que recebe a contribuição direta das cooperativas paraenses. Tecnologias como os Sistemas Agroflorestais (SAFs), especialidade de algumas singulares, são responsáveis pelo reflorestamento de áreas degradadas. Ao longo desta semana, as cooperativas estão expondo seus produtos no evento organizado pela Universidade Federal do Pará e pelo Museu Paraense Emílio Goeldi. A programação segue até hoje (10).

 

A programação abrange o 16º Congresso da Sociedade Internacional de Etnobiologia e o 12º Simpósio Brasileiro de Etnobiologia e Etnoecologia. O evento tem como tema central "Belém +30 com o objetivo de refletir sobre a Declaração de Belém, referente aos direitos dos povos indígenas, populações tradicionais e à conservação da biodiversidade. O campo da Etnobiologia também será discutido com foco nos avanços e desafios científicos, éticos, jurídicos e políticos relacionados aos povos indígenas e populações tradicionais e o uso sustentável da biodiversidade.

 

As Cooperativas Casp, D’Irituia e Cooprima estão expondo e comercializando sua produção. Ainda participam singulares dos municípios de Breves e Melgaço por intermédio da Emater regional Marajó, mas que ainda não estão registradas no Sistema OCB/PA. Na oportunidade, as diretorias das cooperativas Coopedic e Coopam demonstraram interesse pelo registro e iniciarão o processo junto ao Sistema.

 

“Na oportunidade, o Coordenador Regional da Emater Marajó, Alcir Borges propôs a organização do 1° Workshop das Cooperativas do Marajó no município de Breves para difusão de temas sobre o cooperativismo pouco conhecidos pelas Cooperativas da região, tal como, o ato cooperativo e não cooperativo. De pronto, caminharemos juntos na organização do evento”, afirmou o gerente de desenvolvimento do Sistema OCB/PA, Vanderlande Rodrigues.

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