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As principais informações e novidades do coop no Brasil e no mundo!
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NOTÍCIAS
01/10/2026
LIB Talk mostra a força do cooperativismo e o papel estratégico do Sistema OCB/PA no desenvolvimento do Pará
O cooperativismo paraense mostrou a expansão do segmento, que já ocupa um espaço estratégico na economia e no desenvolvimento do Pará. Na noite desta quarta-feira (30), o primeiro episódio do projeto LibTalks, realizado pelo Grupo Liberal, com a participação do presidente Ernandes Raiol e do superintendente Júnior Serra, apresentou como este modelo de negócio cresce a passos largos no Pará, no Brasil e no mundo. O evento contou com a presença de lideranças cooperativistas e convidados, no auditório do Espaço Rômulo Maiorana, em Belém. O encontro mostrou o tamanho do movimento cooperativista e, principalmente, a capacidade de articulação institucional que existe por trás de milhares de negócios, empregos, serviços e oportunidades espalhados pelas diferentes regiões do Estado. O Sistema OCB/PA mostrou que o cooperativismo está presente no cotidiano dos paraenses e participa de setores fundamentais para a economia, como agropecuária, crédito, saúde, transporte, seguro, educação, infraestrutura, consumo e trabalho, produção de bens e serviços. Os, números ajudam a dimensionar a força do cooperativismo que reúne mais de meio milhão de paraenses. De acordo com documentos oficiais da OCB/PA, o Pará reúne 506,2 mil cooperados, 5,4 mil empregos diretos, R$ 4,2 bilhões em ingressos, R$ 4,4 bilhões em ativos e R$ 204,2 milhões em sobras. Esses dados mostram a presença crescente das cooperativas na economia paraense e sua capacidade de gerar renda, negócios e oportunidades. O impacto também ultrapassa os limites das próprias cooperativas. Dados apresentados pelo Governo do Pará apontam que o cooperativismo responde por aproximadamente 11,8% do PIB estadual, enquanto cerca de 23% da população paraense possui algum vínculo com uma cooperativa. É uma dimensão que transforma o cooperativismo em uma peça importante da agenda de desenvolvimento regional. Se os números atuais já revelam a dimensão do movimento, a meta da OCB/PA é ainda maior: alcançar 1 milhão de cooperados no Pará até 2030. Isso representa mais do que dobrar a atual base de cooperados. É uma estratégia de ampliação do número de paraenses que participarão de negócios coletivos, acessar serviços, mercados, crédito, capacitação e novas oportunidades de geração de renda. Para o presidente Ernandes Raiol, esse crescimento precisa acontecer acompanhado de estrutura, profissionalização, inovação, acesso a mercados e, principalmente, de um ambiente institucional favorável ao desenvolvimento das cooperativas. “O cooperativismo paraense já demonstrou que tem escala, capacidade de gerar resultados e presença em diferentes regiões do Estado. Chegar a 1 milhão de cooperados significa ampliar ainda mais essa força e fazer com que mais pessoas tenham acesso às oportunidades que o cooperativismo pode proporcionar”, declarou o presidente. Uma das principais mensagens apresentadas durante o LibTalks foi justamente o papel estratégico do Sistema OCB/PA como ponte entre as cooperativas e os diferentes atores que ajudam a construir o desenvolvimento do Estado. A instituição atua na representação e defesa dos interesses do cooperativismo, acompanha políticas públicas, participa de espaços de discussão, articula parcerias e aproxima as cooperativas de órgãos públicos, instituições financeiras, universidades, empresas e outras organizações. Um exemplo dessa atuação está na participação do Sistema OCB/PA no Comitê Gestor do Plano Estratégico de Longo Prazo do Estado – Pará 2050, espaço no qual o cooperativismo passou a integrar diretamente as discussões sobre os caminhos estratégicos para o desenvolvimento estadual. Na primeira reunião, representantes da OCB/PA apresentaram dados sobre o setor, que movimenta bilhões de reais e gera milhares de empregos no Estado. A atuação também passa pelo Conselho Estadual de Cooperativismo, que reúne diferentes órgãos públicos e entidades para discutir políticas de fortalecimento do setor e articular ações entre governo e cooperativas. O superintendente do Sistema OCB/PA, Júnior Serra, destacou a importância da articulação para transformar o potencial das cooperativas em resultados. “Quando falamos em desenvolvimento, precisamos falar em conexão. Nenhuma transformação acontece de forma isolada. Quando conectamos competências, conhecimento, crédito, mercado e representação institucional, criamos condições para que as cooperativas avancem e para que esse avanço chegue às pessoas e às comunidades”, observou Serra. Discutir cooperativismo é discutir o próprio desenvolvimento do Estado. Porque, por trás de cada número, existem pessoas. Por trás de cada cooperativa, existem famílias. E por trás de cada articulação institucional existe a possibilidade de transformar uma demanda em acesso, uma parceria em negócio e oportunidade. O desafio é grande, mas a trajetória aponta para uma direção clara: quanto mais o cooperativismo cresce, maior é sua capacidade de contribuir para o desenvolvimento do Pará.
NOTÍCIAS
24/09/2026
Pesquisa mostra avanço da imagem e do conhecimento sobre o coop
Levantamento revela percepção de um modelo atual e influência da origem escolhas de consumo
O cooperativismo está cada vez mais presente no imaginário dos brasileiros. A terceira edição da Pesquisa de Imagem do Cooperativismo, realizada em 2026, mostra um avanço consistente no conhecimento sobre o modelo e revela que atributos como colaboração, prosperidade para a comunidade e distribuição de renda estão fortemente associados às cooperativas. O estudo também aponta que saber que um produto ou serviço tem origem cooperativa pode influenciar a escolha do consumidor.
Realizada entre 29 de julho e 19 de agosto, a pesquisa ouviu 5.955 pessoas de todas as regiões do país. O levantamento dá continuidade às edições de 2018 e 2023 e permite acompanhar a evolução da percepção e conhecimento da sociedade sobre o cooperativismo. Nesta edição, o estudo também aprofundou a análise dos atributos associados ao modelo e da influência da origem cooperativa sobre as decisões de compra.
Um dos resultados de maior destaque está na lembrança espontânea das cooperativas. Em 2018, 29% dos entrevistados conseguiam citar, de memória, o nome de uma cooperativa. O percentual chegou a 55% em 2023 e alcançou pelo menos 67% em 2026, um aumento de mais de 200% em oito anos. Os dados evidenciam uma trajetória contínua de ampliação da presença das cooperativas no repertório da população.
Entre as marcas mais lembradas espontaneamente aparecem Sicredi, Sicoob, Unimed, Coamo, Aurora, Unicred e Cresol. Sicredi e Sicoob, juntas, representam 54% das menções reconhecidas, percentual que era de 16,2% em 2018 e 31,7% em 2023.
Conexão com a sociedade
A pesquisa também revela como os brasileiros enxergam o cooperativismo. Para 81,6% dos entrevistados, o conceito está relacionado a características contemporâneas: 44,3% o classificam como atual, 20,8% como moderno e 16,5% como inovador.
Ao comparar cooperativas, empresas privadas, associações e startups, o levantamento identifica territórios de imagem próprios de cada modelo. As cooperativas se destacam especialmente em atributos ligados à sua identidade e ao impacto gerado nas comunidades.
Entre os atributos em que o cooperativismo apresenta o maior percentual estão colaboração e união de membros (33%), capacidade de gerar prosperidade para a comunidade (21,2%), distribuição de renda (19,9%), preço justo (12%), sustentabilidade (10,8%) e responsabilidade ambiental (8,1%).
A percepção reforça o modelo está conectado à atuação coletiva e ao desenvolvimento dos territórios. Responsabilidade comunitária, geração de trabalho e renda e responsabilidade social também aparecem entre os atributos mais associados às cooperativas pelos entrevistados.
Para a superintendente do Sistema OCB, Fabíola Nader Motta, os resultados demonstram que características centrais do modelo são percebidas pela sociedade. “A colaboração, a geração de prosperidade para as comunidades e a distribuição de renda traduzem um modelo que combina atividade econômica, participação das pessoas e desenvolvimento local. Ao mesmo tempo, a pesquisa nos ajuda a identificar onde temos espaço para avançar na comunicação sobre a capacidade das cooperativas de inovar, competir e gerar valor”, afirma.
Oportunidades
Para reunir diferentes dimensões da familiaridade da população com o modelo, a pesquisa apresenta um Índice de Conhecimento Efetivo, que chegou a 51,4%. O indicador combina quatro medidas: o quanto a pessoa declara conhecer o cooperativismo, sua capacidade de diferenciar cooperativas de outros modelos, a identificação da definição correta e o reconhecimento de cooperativas reais.
O levantamento também mostra diferenças importantes entre os públicos. A renda é o fator que mais separa os níveis de conhecimento: o índice varia 14,7 pontos percentuais entre as classes A e E. A diferença entre a faixa etária mais velha e a mais jovem é de 9,8 pontos, enquanto entre regiões chega a 5,6 pontos.
A gerente de Comunicação e Marketing do Sistema OCB, Samara Araujo, considera que esses recortes oferecem subsídios para direcionar as estratégias de comunicação e ampliar o entendimento sobre o cooperativismo entre diferentes segmentos da sociedade. “A pesquisa nos permite enxergar com mais clareza onde estão as oportunidades de aproximação com cada público. Conhecer essas diferenças é fundamental para construirmos uma comunicação mais assertiva, capaz de traduzir o cooperativismo para diferentes realidades e ampliar a identificação das pessoas com o modelo”.
Decisão de compra
Outro resultado relevante está na relação entre cooperativismo e consumo. Ao serem perguntados se ter conhecimento de que um produto ou serviço tem origem em uma cooperativa alteraria sua intenção de compra, 26,5% responderam “sim” e 34,2% “talvez”. Juntos, os dois grupos representam 60,7% dos entrevistados. Entre aqueles que afirmaram que a origem cooperativa alteraria sua intenção, 97,8% disseram que comprariam daquela cooperativa. O efeito aparece com maior intensidade em alimentos, citado por 59,4%, e saúde, com 41,5%.
Ao mesmo tempo, qualidade e preço são os fatores mais considerados nas escolhas de consumo. Essas características foram mencionadas por 60,5% e 53% dos participantes, respectivamente. Entre os atributos relacionados à conduta das organizações aparecem transparência (20,8%), sustentabilidade (18,7%), responsabilidade social (16,4%), responsabilidade comunitária (14,1%), proteção ambiental (13,1%) e produção ética (12%).
“Esse dado traz uma mensagem importante: existe abertura do consumidor para valorizar a origem cooperativa, especialmente quando ela está acompanhada de qualidade e competitividade. Temos uma oportunidade de tornar mais visível o que existe por trás de cada produto e serviço de uma cooperativa: pessoas que participam do negócio, resultados que circulam nas comunidades e uma forma coletiva de gerar prosperidade”, destaca Fabíola.
Reconhecimento do SomosCoop
A pesquisa também mediu o reconhecimento da marca SomosCoop. Em 2026, 26,4% dos entrevistados afirmaram conhecer, já ter tido contato ou ouvido falar da marca, o equivalente a aproximadamente uma em cada quatro pessoas pesquisadas. O resultado ganha um recorte particular entre os mais jovens. Na faixa de 18 a 30 anos, 36,1% conhecem o SomosCoop, enquanto entre pessoas com mais de 51 anos o percentual é de 20,8%. O Sistema OCB, por sua vez, registra reconhecimento de 21,6% na pesquisa.
Na avaliação de Samara Araujo, os resultados também oferecem referências importantes para as próximas estratégias de posicionamento e comunicação do movimento. “A pesquisa mostra que estamos ampliando a presença do cooperativismo no repertório dos brasileiros e, ao mesmo tempo, nos permite entender melhor como cada público se relaciona com essa identidade. O alcance do SomosCoop entre os mais jovens é especialmente relevante porque demonstra uma conexão com uma geração estratégica para o futuro do movimento. Nosso trabalho agora é fortalecer essa identificação e traduzir, de forma cada vez mais simples e próxima, o valor que as cooperativas geram para as pessoas e para o país”, afirma.
Ainda segundo a gerente, os resultados da terceira edição ajudam a dimensionar os avanços obtidos desde 2018 e, ao mesmo tempo, indicam caminhos para ampliar a presença do cooperativismo na sociedade. A combinação entre crescimento da lembrança espontânea, percepção de contemporaneidade e potencial de influência nas escolhas de consumo reforça a importância de aproximar cada vez mais a identidade cooperativista do cotidiano dos brasileiros.
“A pesquisa oferece um retrato muito valioso sobre como o brasileiro enxerga o cooperativismo hoje. Avançamos em conhecimento e reconhecimento, e os dados também mostram onde podemos chegar. Nosso desafio é fazer com que cada vez mais pessoas compreendam o impacto econômico e social das cooperativas e reconheçam o cooperativismo como uma escolha atual, competitiva e capaz de transformar realidades”, conclui Samara.
NOTÍCIAS
22/09/2026
Sistema OCB/PA celebra visita da imagem peregrina de Nossa Senhora de Nazaré
O Sistema OCB/PA recebeu com emoção a visita da imagem peregrina de Nossa Senhora de Nazaré, padroeira da Amazônia, em um momento especial de homenagem, fé e união que reforçou os valores que aproximam a devoção paraense do espírito cooperativista. A presença da imagem nas instalações da instituição reuniu colaboradores, familiares e representantes do Sistema em uma celebração marcada pela espiritualidade e pelo sentimento de pertencimento que envolve uma das maiores manifestações de fé da Amazônia.
Para o Sistema OCB/PA, receber Nossa Senhora de Nazaré também é reconhecer a força dos valores que aproximam a devoção paraense do cooperativismo: união, solidariedade, fraternidade, cuidado com as pessoas e compromisso com a construção de uma sociedade mais justa e colaborativa. Mais do que uma tradição, a visita representou um momento de reencontro.
“É uma grande alegria receber a imagem peregrina de Nossa Senhora de Nazaré em nossa instituição. Este é um momento de renovar a fé, agradecer pelas conquistas e pedir bênçãos para nossas cooperativas, cooperados, colaboradores e para todos os paraenses. Queremos agradecer à cooperativa SISCAPITAL que nos proporcionou este momento e que Nossa Senhora continue iluminando nossos caminhos e fortalecendo em nós o espírito de união, solidariedade e cooperação”, destacou o presidente do Sistema OCB/PA, Ernandes Raiol.
A celebração também reforça a conexão do Sistema OCB/PA com a cultura e a identidade amazônica. Em um Estado onde o Círio de Nazaré ultrapassa gerações e reúne milhões de pessoas em torno da fé, a visita da imagem peregrina simboliza a proximidade, a esperança e a união que fazem parte da vida dos paraenses.
Entre fé e cooperação, que a presença de Nossa Senhora de Nazaré siga abençoando o Pará, suas comunidades e todos aqueles que, por meio da cooperação, trabalham para construir um futuro de mais oportunidades, desenvolvimento e solidariedade.
NOTÍCIAS
17/09/2026
Cooperativismo paraense marca presença na agenda internacional da ACI no Panamá
O cooperativismo paraense foi representado em uma das principais agendas internacionais do movimento cooperativista. O presidente do Sistema OCB/PA, Ernandes Raiol e assessora jurídica Dra. Nelian Rossafa, integraram a comitiva brasileira que participou, no Panamá, da programação da Aliança Cooperativa Internacional (ACI), que reuniu lideranças de diferentes países para assembleias, eleições e debates sobre os rumos do cooperativismo mundial.
A agenda no Panamá reuniu uma delegação brasileira formada por representantes do Sistema OCB, organizações estaduais e lideranças cooperativistas. Ao todo, 34 representantes brasileiros participaram da programação, que teve como um dos objetivos ampliar a presença do Brasil nos espaços de decisão da ACI e fortalecer conexões com organizações cooperativistas de diferentes países.
A participação do Sistema OCB/PA reforça, assim, uma atuação institucional que conecta o cooperativismo paraense às discussões e oportunidades do movimento cooperativista global, ampliando sua representação e contribuindo para posicionar o Pará nos espaços onde o futuro do setor também é construído.
Durante o evento, o presidente Raiol também participou da mobilização em apoio à reeleição de Márcio Lopes de Freitas, presidente do Conselho de Administração da OCB Nacional, para o Conselho de Administração da ACI. A eleição ocorreu com 544 votos a favor, durante a Assembleia Geral Eleitoral da entidade, garantindo a permanência do Brasil em uma das principais instâncias de decisão do cooperativismo mundial.
A nova composição do Conselho reúne representantes de diferentes países para o mandato 2026–2030, fortalecendo a participação internacional do cooperativismo brasileiro e ampliando sua capacidade de contribuir para debates, articulações e decisões estratégicas do movimento.
Para o presidente Raiol, estar presente nesse cenário significa representar o cooperativismo paraense para além das fronteiras do Estado, fortalecendo parcerias e contribuindo para que a realidade, os desafios e as potencialidades das cooperativas do Pará também estejam inseridos na agenda nacional e internacional.
“Estamos imensamente gratos em representar o cooperativismo paraense em uma agenda de decisões estratégicas e contribuindo para que o cooperativismo brasileiro e paraense esteja cada vez mais presente onde são construídos os caminhos para o futuro do nosso movimento”, concluiu Raiol.