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As principais informações e novidades do coop no Brasil e no mundo!
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NOTÍCIAS
11/06/2026
Cooperativas da agricultura familiar garantem merenda escolar de qualidade e transformam vidas do campo à sala de aula
Ainda é cedo quando os primeiros agricultores começam a colher hortaliças, frutas, raízes e legumes em propriedades espalhadas pelo interior do Pará. O trabalho realizado no campo segue um caminho que vai muito além da comercialização tradicional. Parte dessa produção tem destino certo: as escolas públicas, onde milhares de estudantes recebem diariamente refeições preparadas com alimentos produzidos por agricultores familiares organizados em cooperativas. Essa conexão entre produção rural e alimentação escolar é uma das mais importantes políticas públicas de desenvolvimento local do país. Por meio do Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE), cooperativas da agricultura familiar vêm assumindo papel importante no fornecimento de alimentos saudáveis para os estudantes da rede pública, promovendo segurança alimentar, geração de renda e fortalecimento das economias locais. Criado para assegurar alimentação adequada aos alunos da rede pública, o PNAE estabelece que pelo menos 30% dos recursos destinados à alimentação escolar sejam utilizados na compra de produtos da agricultura familiar. A medida criou oportunidades para milhares de agricultores em todo o país, mas também trouxe desafios relacionados à organização da produção, logística, documentação e participação em chamadas públicas. Nesse cenário, as cooperativas conseguem planejar a produção, garantir volume e regularidade de entrega, atender às exigências sanitárias e cumprir os requisitos estabelecidos pelos órgãos públicos. O superintendente do Sistema OCB/PA, Júnior Serra, destaca que o cooperativismo tem sido decisivo para ampliar a participação dos agricultores familiares nos mercados institucionais. “Quando os produtores atuam de forma organizada, conseguem acessar oportunidades que seriam muito mais difíceis individualmente. O cooperativismo fortalece a agricultura familiar, gera renda para as comunidades e contribui para que os estudantes recebam uma alimentação mais saudável e nutritiva”, afirma. Além dos impactos econômicos, a presença da agricultura familiar na alimentação escolar contribui para a valorização da cultura alimentar regional. Produtos como açaí, peixe, farinha de mandioca, frutas amazônicas, polpas, hortaliças e legumes produzidos nas próprias comunidades passam a integrar os cardápios escolares, aproximando os estudantes dos hábitos alimentares locais e fortalecendo a identidade cultural das regiões. Para o agricultor familiar e cooperado da CART Cametá, Danilson Gonçalves, participar do programa representa estabilidade e perspectiva de crescimento. “Antes dependíamos muito das vendas em feiras e atravessadores. Com a cooperativa e o fornecimento para a merenda escolar, conseguimos planejar melhor a produção e ter mais segurança para investir na propriedade”, relata. Para que as cooperativas estejam cada vez mais preparadas para acessar oportunidades como o PNAE e outros programas, o Sistema OCB/PA desenvolve iniciativas voltadas ao fortalecimento da gestão, da comercialização e da segurança jurídica dos empreendimentos cooperativos. Uma dessas iniciativas é o programa NegóciosCoop, solução que conecta cooperativas a oportunidades de mercado, promove rodadas de negócios e aproxima os empreendimentos de potenciais compradores, contribuindo para ampliar sua presença nos mercados institucionais e privados. Outra importante ferramenta é o programa BioCoop, programa que incentiva a valorização da bioeconomia amazônica e da produção sustentável, fortalecendo cadeias produtivas da agricultura familiar e agregando valor aos produtos comercializados pelas cooperativas. Segundo o gerente de Desenvolvimento de Cooperativas do Sistema OCB/PA, Diego Andrade, essas iniciativas ajudam a preparar os empreendimentos para atender às demandas cada vez mais exigentes do mercado. “Nosso objetivo é apoiar as cooperativas para que estejam estruturadas, competitivas e preparadas para aproveitar oportunidades de comercialização. Isso inclui desde a organização da produção até a qualificação para participação em mercados estratégicos, como a alimentação escolar”, explica. Além disso, o Sistema OCB/PA oferece suporte especializado por meio de sua assessoria jurídica, auxiliando cooperativas na análise de editais, interpretação de exigências legais, elaboração de documentos e participação em chamadas públicas relacionadas ao PNAE e outros programas governamentais. “A orientação jurídica é fundamental para evitar inconsistências documentais e garantir que as cooperativas estejam aptas a participar das chamadas públicas. Nosso trabalho busca dar segurança aos empreendimentos e ampliar suas possibilidades de acesso aos mercados institucionais”, destaca a assessora jurídica do Sistema OCB/PA, Dra Nelian Rossafa. Os benefícios da participação das cooperativas da agricultura familiar no PNAE e outros programas, ultrapassam os limites das propriedades rurais e chegam a toda a comunidade. O aumento da renda das famílias produtoras movimenta o comércio, gera empregos e estimula novos investimentos nas comunidades.
NOTÍCIAS
28/05/2026
Cooperativas estimulam o empreendedorismo, fortalecem a bioeconomia amazônica e transformam comunidades em polos de desenvolvimento sustentável
O empreendedorismo voltado aos pequenos negócios tem encontrado no turismo rural e no artesanato sustentável novas oportunidades de crescimento no Pará. Em meio ao fortalecimento da bioeconomia amazônica e da busca por experiências ligadas à natureza, cultura e sustentabilidade, cooperativas de transporte, turismo comunitário e produção artesanal movimentam a economia local e criam fontes de renda para famílias em diversas regiões do estado.
O avanço desse modelo econômico acompanha uma tendência de valorização do turismo de base comunitária, da economia criativa e dos produtos com identidade cultural e responsabilidade ambiental. No Pará, comunidades inteiras organizadas em cooperativas têm conseguido transformar potencialidades locais em negócios sustentáveis capazes de gerar impacto econômico, social e ambiental positivo.
A exemplo da Cooperativa de Transporte Fluvial – Cooppertrans Combu, que reúne 49 cooperados na atuação de travessias e passeios turísticos, focados no ecoturismo sustentável e na valorização da comunidade local no município de Belém e desempenha papel fundamental ao conectar visitantes a comunidades, experiências culturais e destinos ecológicos, com roteiros turísticos que fortalecem as cadeias produtivas ligadas ao artesanato, gastronomia regional, agricultura familiar e produtos da sociobiodiversidade amazônica.
Com paisagens naturais, rios, comunidades tradicionais e forte riqueza cultural, o Pará vem cada vez mais, ampliando sua presença no turismo de base comunitária e ecológica. O crescimento do setor tem fomentado pequenos empreendedores ligados ao transporte turístico, hospedagem familiar, alimentação regional e experiências culturais. Além de gerar renda, o turismo sustentável também contribui para valorização cultural e preservação ambiental nas regiões atendidas pelas cooperativas.
A cooperada Ana Lice Mota, membro do conselho fiscal da cooperativa Cooppertrans Combu, afirma que o turismo de base comunitária abriu novas perspectivas econômicas para centenas de famílias.
“Antes a renda era muito limitada e dependia apenas de trabalhos esporádicos. Hoje conseguimos trabalhar com transporte turístico, levar visitantes para conhecer as comunidades e movimentar outros pequenos negócios locais. Sem o transporte, não tem como o visitante chegar na ilha e consumir o que a gente produz. Isso fortalece toda a cadeia econômica”, relata.
Outro segmento fortalecido pelo cooperativismo é o artesanato sustentável. Pequenos empreendedores passaram a transformar sementes, fibras naturais, madeira reaproveitada e outros elementos da floresta em produtos comercializados em feiras, eventos e em mercados nacionais e internacionais. Com a realização da COP30 em Belém, produtos de cooperativas ganharam o mundo com a comercialização para visitantes de outros países que participaram do evento. Cada peça produzida carrega identidade amazônica e se conecta diretamente ao consumo consciente e sustentável.
A artesã Neuma Serrão, integrante da cooperativa COOMFLONA, que produz biojoias e artesanatos ecológicos na região oeste do estado, destaca que o trabalho coletivo trouxe mais visibilidade para os produtos locais.
“Hoje conseguimos participar de feiras, divulgar nossos produtos e alcançar clientes de outros estados. O artesanato sustentável passou a ser valorizado não só pela beleza, mas também pela história e pela preservação ambiental envolvida”, explica a cooperada.
Segundo ela, o cooperativismo também permitiu acesso a capacitações em gestão, comercialização e inovação e, com isso fortaleceu os pequenos negócios da comunidade.
Naira Castro, presidente da TURIARTE*, Cooperativa de Turismo de base Comunitária e Artesanato Sustentável, formada por 194 cooperados, de 12 comunidades*, no município de Santarém, conta que muitos empreendedores da Amazônia já nasceram dentro da cultura da sustentabilidade, mas que precisavam de apoio para transformar isso em oportunidade de mercado.
“A floresta sempre foi fonte de sustento para muitas famílias e comunidades. O que a cooperativa faz é organizar essa produção, agregar valor e abrir portas para novos mercados. Hoje vemos pequenos negócios se profissionalizando sem perder sua identidade cultural e ambiental e, nós também estamos inseridos nesse ambiente”, explica a presidente.
Especialistas apontam que o crescimento do turismo sustentável e do artesanato ecológico acompanha o fortalecimento da bioeconomia amazônica, considerada uma das principais apostas econômicas para a região nos próximos anos. Nesse contexto, as cooperativas assumem protagonismo ao conectar desenvolvimento econômico, preservação ambiental e inclusão produtiva.
O superintendente do Sistema OCB/PA, Júnior Serra, instituição de representação máxima das cooperativas no estado, explica que os pequenos negócios sustentáveis têm potencial para transformar comunidades inteiras. “A bioeconomia cria oportunidades reais para pequenos empreendedores da Amazônia. As cooperativas ajudam a organizar essa produção, profissionalizar os serviços e conectar os cooperados a novos mercados. Isso gera renda, fortalece a identidade cultural e promove desenvolvimento sustentável”, destaca.
Ele explica que, “com consumidores cada vez mais atentos à origem dos produtos e ao impacto ambiental das atividades econômicas, o turismo rural sustentável e o artesanato ecológico ganham força como segmentos promissores dentro da nova economia verde”, conclui.
No Pará, cooperativas são empreendedores que juntos, buscam acessar o mercado com mais força, cooperando uns com os outros, que movimenta pequenos negócios e ajudam a transformar talentos locais em oportunidades reais de desenvolvimento econômico e social.
NOTÍCIAS
27/05/2026
Cooperativas paraenses lideram avanço da coleta seletiva e promovem soluções para gestão de resíduos
Cooperativas de coleta seletiva cada vez mais, assumem o papel estratégico na promoção da sustentabilidade urbana no Pará, transformando desafios relacionados à gestão de resíduos sólidos em soluções que aliam preservação ambiental, geração de renda e inclusão social. Em diversas cidades paraenses, organizações formadas por catadores têm ampliado sua atuação por meio de parcerias públicas e privadas, educação ambiental e fortalecimento institucional.
Durante a Feira do Cooperativismo 2026, experiências de cooperativas como FILHOS DO SOL, COREMA e COCAOUT mostraram como o cooperativismo vem se fortalecendo como ferramenta essencial para o avanço da coleta seletiva no estado, promovendo impacto positivo tanto para o meio ambiente quanto para centenas de famílias.
Na Região Metropolitana de Belém, a cooperativa FILHOS DO SOL atua na coleta, separação e reaproveitamento de materiais recicláveis, transformando resíduos descartados em fonte de sustento para cooperados.
Representante da organização, Socorro Pantoja destacou que o trabalho vai além da reciclagem tradicional, envolvendo reaproveitamento de diversos materiais que muitas vezes são considerados lixo, mas possuem valor econômico e social. “Nem tudo é lixo. O que muitos descartam pode gerar renda e oportunidades para famílias que dependem desse trabalho”, afirmou.
Segundo ela, a cooperativa realiza coleta de papelão, plástico, garrafas PET, livros e diversos outros materiais, promovendo também inclusão de novos trabalhadores e apoio a catadores em situação de vulnerabilidade. Além da operação de coleta, a cooperativa também atua fortemente em educação ambiental, promovendo palestras em escolas, universidades e comunidades sobre separação correta de resíduos, reciclagem e preservação ambiental.
No sudeste paraense, a cooperativa COREMA, sediada em Marabá, se destaca como exemplo de estruturação bem-sucedida da economia circular. Fundada em 2019, a organização já retirou cerca de 800 toneladas de resíduos recicláveis do meio ambiente, gerando aproximadamente R$ 800 mil em renda para cooperados e para a economia local.
A cooperada Francisca Fernandes ressaltou que a cooperativa surgiu como alternativa de inclusão produtiva para famílias desempregadas, especialmente durante o período da pandemia, e hoje representa uma importante engrenagem da gestão de resíduos na cidade.
“Hoje, além de gerar renda para dezenas de famílias, movimentamos a economia circular e contribuímos diretamente para uma cidade mais sustentável”, explicou.
Com apoio do Sistema OCB/PA, universidades e órgãos públicos, a COREMA fortaleceu sua estrutura operacional, ampliou parcerias comerciais e consolidou ações de educação ambiental em escolas e comunidades.
Já na ilha de Outeiro, a COCAOUT reúne jovens cooperados entre 18 e 30 anos em uma iniciativa que alia reciclagem, inclusão social e formação cidadã. A cooperativa desenvolve ações de coleta seletiva, reaproveitamento de resíduos e educação ambiental em praias, espaços turísticos e centros comerciais, contribuindo para preservação ambiental em uma das principais áreas de lazer da região.
Representante da cooperativa, Ana Carolina destacou que a atuação da organização se fortalece por meio de parcerias com empresas privadas, instituições sociais e programas de gestão de resíduos orgânicos.
“Nosso trabalho é gerar oportunidade para jovens, promover educação ambiental e mostrar que a reciclagem pode transformar vidas e comunidades”, afirmou.
As experiências dessas cooperativas demonstram que a coleta seletiva no Pará vai muito além da destinação correta de resíduos. Trata-se de uma estratégia de desenvolvimento urbano, capaz de gerar emprego, renda, inclusão social e consciência ambiental em larga escala.
Ao unir catadores, jovens, comunidades e parceiros institucionais, o cooperativismo paraense vem construindo soluções concretas para desafios urbanos contemporâneos, fortalecendo políticas de sustentabilidade com protagonismo social.
Nas cidades paraenses, cooperativas de reciclagem mostram que sustentabilidade e inclusão caminham juntas, transformando resíduos em oportunidade, fortalecendo comunidades e promovendo uma nova visão sobre desenvolvimento ambientalmente responsável.
NOTÍCIAS
21/05/2026
Inovação e pluralidade apontam os caminhos do futuro do cooperativismo no Pará
O cooperativismo paraense já não olha apenas para o presente. Durante a 6ª edição da Feira de Negócios do Cooperativismo Paraense, o que se viu foi um setor em pleno movimento, que projeta crescimento a partir de três pilares, renovação de lideranças, inovação nos processos e ampliação de mercados.
Esse futuro começa nas bases. Em Santarém, a Cooperativa dos Produtores da Agricultura Familiar – COOPAFS, reúne 174 famílias e carrega um diferencial que simboliza o novo momento do cooperativismo. A diversidade. A cooperativa integra, na mesma estrutura, povos indígenas, quilombolas, ribeirinhos e agricultores assentados. Um modelo que fortalece não só a produção, mas também a identidade coletiva.
“Somos uma cooperativa que tem povos originários dentro da nossa carta jurídica. E o cooperativismo transforma vidas. Em 15 anos, a gente avançou muito em qualidade de vida e dignidade para os cooperados”, destacou a presidente Lucilene Souza.
Participando pela primeira vez da FENCOOP®, a COOPAFS já colhe resultados concretos. “As oportunidades são muitas. A gente chegou com expectativa e já está fechando negócios. A feira abre portas, cria contatos e fortalece a cooperativa em todos os sentidos”, completou a presidente.
Se por um lado a base se fortalece, por outro o futuro também passa pela renovação de quem lidera o movimento. Criado para ampliar a presença de jovens nos espaços de decisão, o Comitê de Jovens do cooperativismo surge como uma estratégia para garantir a continuidade do modelo. A iniciativa busca preparar novas lideranças e atrair uma geração mais conectada com inovação e mercado.
“A gente identificou que havia muitos jovens nas cooperativas, mas poucos em cargos de liderança. O comitê vem para mudar isso, formar líderes e garantir a perenidade do cooperativismo”, pontuou Alana Adinaele, coordenadora do grupo no Pará.
Hoje, *mais de 300 jovens já ocupam funções estratégicas dentro das cooperativas do estado*. E o movimento não pretende substituir experiências, mas somar. “A ideia não é romper com quem já construiu essa história, mas sentar ao lado, aprender e propor soluções mais adaptáveis, principalmente em inovação e tecnologia”, reforçou a coordenadora.
E é justamente nesse campo que o cooperativismo paraense começa a ganhar novos contornos. A inovação, que antes parecia distante da realidade de muitas cooperativas, agora passa a fazer parte da rotina produtiva... seja na verticalização da produção, no uso de tecnologias ou na adaptação às exigências do mercado.
A *técnica do Sistema OCB/PA, Ticianny Barbosa*, acompanha esse avanço de perto. “Hoje a gente já vê cooperativas que saíram da produção básica e passaram a desenvolver novos produtos, como fitoterápicos. Outras investem em rastreabilidade, garantindo mais segurança alimentar e conseguindo acessar mercados que antes não alcançavam”, explicou.
O uso de tecnologia também começa a transformar a forma de planejar e gerir os negócios. “A inteligência artificial, por exemplo, permite acessar um volume muito maior de informações e qualificar projetos. Isso gera mais impacto, inclusive social e ambiental, e ajuda a desenvolver produtos mais sustentáveis”, completou.
Esse conjunto de transformações, diversidade, juventude e inovação, também reflete diretamente na evolução do próprio sistema cooperativista no estado. *Para o superintendente do Sistema OCB/PA, Júnior Serra*, o futuro do setor está justamente na capacidade de adaptação. “As cooperativas estão evoluindo, oferecendo novos produtos e se conectando com o mercado. Hoje já conseguimos ver produtos sendo comercializados, negócios sendo gerados e uma presença muito mais forte na economia”, afirmou.
Segundo ele, a FENCOOP® cumpre um papel estratégico nesse processo ao aproximar produtores, parceiros e consumidores. “A ideia sempre foi conectar as cooperativas com a sociedade. E quando isso acontece, o cooperativismo cresce, se fortalece e mostra que é um modelo competitivo e sustentável”, destacou.
A eventos como a feira reforçam esse cenário. Para empreendedores e parceiros, o evento se tornou num espaço de descoberta e construção de oportunidades. “É um ambiente de networking, de conhecer produtos, inovações e cooperativas de diferentes regiões. Isso ajuda a criar parcerias e ampliar mercados”, relatou uma visitante que acompanha o evento desde as primeiras edições.
Com esses exemplos sólidos de trabalho, o Sistema OCB/PA mostra que o futuro do cooperativismo no Pará não está concentrado em um único caminho. Ele se constrói de forma coletiva, com novos protagonistas, novas ferramentas e uma visão cada vez mais alinhada às transformações do mundo.