Trabalhando por um Coop
cada vez maior!
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Classificada como sociedade civil sem fins lucrativos, a OCB/PA é o Sindicato Patronal das cooperativas, nos termos do Art. 8º da Constituição Federal de 1988 e Art. 511 da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), com base territorial no estado do Pará e é a Unidade Estadual da Organização das Cooperativas Brasileiras - OCB, no estado do Pará, que possui duração indeterminada e integra todos os ramos do cooperativismo.
A Federação dos Sindicatos e Organizações das Cooperativas da Região Norte (Fecoop/Norte) foi constituída durante o V Encontro de Presidentes e Representantes de Ramos do Cooperativismo Amazonense em 2007. A Fecoop/Norte é integrada pelos sindicatos e organizações de cooperativas dos estados do Amazonas (OCB/AM), Amapá (OCB/AP), do Pará (OCB/PA), Rondônia (OCB/RO) e de Roraima (OCB/RR
Nossa Missão
“Integrar as cooperativas no Pará para fortalecer sua representação, competitividade e sustentabilidade.”
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NOTÍCIAS
14/05/2026
IMPACTO: Feira do Cooperativismo movimentou milhões em negócios em diversos segmentos da economia no Pará
Mais do que uma alternativa de organização produtiva, as cooperativas vêm se firmando como estruturas capazes de movimentar milhões em negócios, gerar renda direta para milhares de famílias e conectar produção local a diferentes mercados. No Pará, esse avanço ganhou força e visibilidade com a realização da FENCOOP® 2026, que colocou o cooperativismo como um dos vetores mais promissores da economia local. Com resultados concretos em geração de negócios, articulação comercial e fortalecimento de cadeias produtivas, a Feira do Cooperativismo encerrou sua programação com números expressivos: 25 mil visitantes, R$ 8,5 milhões de reais em negócios fechados, com prospecções para atingir 10 milhões de reais, e dezenas de rodadas comerciais realizadas, centenas de conexões estratégicas entre cooperativas, compradores, investidores e instituições parceiras. Mais do que uma vitrine, a feira é um ambiente de negócios reais, capaz de gerar oportunidades concretas e ampliar a presença das cooperativas paraenses em mercados cada vez mais competitivos. Ao longo dos três dias de programação, cooperativas de diferentes segmentos apresentaram produtos, fecharam parcerias, abriram novos canais de comercialização e ampliaram sua capacidade de inserção no mercado. Da agricultura familiar ao crédito, do artesanato à reciclagem, da produção de alimentos à bioeconomia, o cooperativismo demonstrou sua diversidade e sua força econômica. E esses resultados reverberam ao longo do ano, quando contratos amadurecem, parcerias se consolidam e a renda chega, de fato, ao cooperado, à família, à comunidade. “É nesse ponto que o cooperativismo se diferencia. Cada negócio fechado por uma cooperativa não representa apenas um resultado comercial. Representa renda circulando no território, fortalecimento da produção local, valorização do trabalho coletivo e melhoria concreta na vida de quem está na base desse modelo”, explica o presidente do Sistema OCB/PA, Ernandes Raiol. No campo, isso significa mais escoamento da produção, melhor preço para quem produz, menos dependência de atravessadores e mais autonomia econômica para agricultores familiares. Nas comunidades, significa mais trabalho, mais inclusão produtiva e mais oportunidade para grupos que historicamente estiveram à margem dos grandes circuitos econômicos. Quando uma cooperativa de produção amplia sua comercialização, o impacto é direto na renda do cooperado. Quando uma cooperativa de reciclagem fecha um novo contrato, mais famílias passam a ter renda digna. Quando uma cooperativa de artesanato conquista novos mercados, o saber tradicional ganha valor econômico e cultural. Quando uma cooperativa de crédito fortalece sua atuação, mais empreendedores conseguem crescer. Mas os impactos da feira vão além dos números registrados pelas cooperativas. São dezenas de empresas contratadas, centenas de postos de trabalhos, que vão desde serviços de gráficas, estrutura de outdoor, estrutura dos estandes, montagem de equipamentos, som, alimentação, cooperativas de transporte, entre outros. Todos esses profissionais juntos, giram a economia local e geram renda para suas famílias. É essa lógica que faz do cooperativismo um modelo econômico com impacto social real: o resultado não se concentra, ele circula. Nesse processo, o Sistema OCB/PA tem desempenhado papel central como articulador do desenvolvimento cooperativista no estado. Ao conectar cooperativas a oportunidades de mercado, fomentar capacitação, estruturar ambientes de negócios e fortalecer a presença institucional do setor, o Sistema atua como ponte entre produção, estratégia e crescimento. “Antes de entrar na cooperativa, a gente produzia, mas não tinha segurança de venda, nem preço justo. Muitas vezes o nosso trabalho saía barato e o retorno era pequeno. Depois que passamos a comercializar organizados, tudo mudou. Hoje a gente consegue vender melhor, tem mais volume, mais oportunidade e a renda melhorou dentro de casa. O que muda não é só o negócio, é a vida da família da gente. Quando a cooperativa cresce, todo mundo cresce junto”, afirma um cooperado beneficiado diretamente pelas conexões comerciais geradas a partir da feira. Mais do que apoiar a participação das cooperativas em eventos e rodadas comerciais, o Sistema OCB/PA tem trabalhado para criar condições reais de competitividade, qualificação da gestão, fortalecimento da governança, inteligência de mercado, posicionamento institucional e abertura de novos espaços para comercialização. É essa articulação que permite transformar potencial produtivo em resultado econômico.
NOTÍCIAS
12/05/2026
Protagonismo feminino no cooperativismo fortalece lideranças e transformação social no Pará
O protagonismo das mulheres chegou forte no cooperativismo e amplia presença em cargos de liderança, por meio de iniciativas que unem capacitação, inclusão produtiva e transformação social no Pará. O movimento “Elas pelo Coop” reafirma uma nova realidade dentro das cooperativas, em diversos ramos e aumenta o impacto econômico em comunidades inteiras.
Durante a programação da FENCOOP® 2026, lideranças femininas, representantes institucionais e cooperadas compartilharam experiências que mostram o avanço das mulheres em espaços de decisão, demonstrando como a presença feminina tem contribuído diretamente para o crescimento, inovação e sustentabilidade do setor cooperativista no estado.
À frente da Cooperativa COOPRIMA, no município de Primavera, Joelma Nunes representa uma dessas trajetórias de transformação. Presidente de uma cooperativa agroindustrial formada majoritariamente por mulheres, ela lidera uma organização que começou com 30 cooperados e hoje reúne cerca de 140 famílias agricultoras. Sob sua gestão, a cooperativa expandiu sua atuação para além da produção in natura, avançando na industrialização de produtos como mel e polpas de frutas, além de desenvolver novos projetos voltados à cadeia da mandioca, piscicultura e avicultura.
Joelma destaca que a liderança feminina está no centro desse crescimento, com mais de metade da diretoria composta por mulheres. Segundo ela, esse protagonismo fortalece não apenas a gestão, mas também o impacto social da cooperativa, que investe em práticas agroecológicas, redução de queimadas, sustentabilidade e capacitação produtiva. “As mulheres estão mais empoderadas e assumindo cada vez mais seu papel dentro do cooperativismo, seja na gestão, no agro ou em outros setores”, afirmou.
Além da atuação na COOPRIMA, Joelma também foi uma das fundadoras do movimento “Elas pelo Coop” no Pará, iniciativa criada para fortalecer a participação feminina dentro das cooperativas e incentivar a criação de comitês de mulheres em diferentes municípios e ramos de atividade.
O Sistema OCB/PA tem desempenhado papel importante na expansão desse movimento. A analista Melize Borges, responsável pelo acompanhamento técnico do Comitê Elas pelo Coop no estado, explica que o programa busca capacitar mulheres para ocuparem espaços de liderança e decisão dentro das cooperativas, promovendo maior equidade de gênero e diversidade.
Segundo Melize, o movimento ganhou força nacionalmente a partir de 2019, durante o Congresso Brasileiro do Cooperativismo, quando a pauta sobre protagonismo feminino passou a integrar de forma mais incisiva as diretrizes do setor. Desde então, o Pará tem avançado na criação de comitês femininos e na ampliação da presença de mulheres em cargos estratégicos.
“Observamos um crescimento, ainda que gradual, da participação feminina em posições de decisão nas cooperativas paraenses. Isso gera impacto positivo não apenas na gestão, mas também na mobilização social, no engajamento das comunidades e na criação de espaços de escuta e capacitação para outras mulheres”, ressaltou Melize.
A construção desses espaços fortalece uma rede de apoio que vai além da representatividade simbólica, promovendo autonomia econômica, desenvolvimento regional e transformação social. Cooperativas de crédito, agroindústria e diversos outros segmentos já vêm adotando comitês femininos como estratégia de fortalecimento institucional e promoção da diversidade.
O avanço do protagonismo feminino no cooperativismo paraense demonstra que, quando mulheres ocupam posições de liderança, os resultados se refletem em inovação, sustentabilidade e expansão de oportunidades. Seja na gestão, na produção ou na mobilização social, elas têm desempenhado papel fundamental na construção de um cooperativismo mais inclusivo, diverso e preparado para os desafios contemporâneos.
NOTÍCIAS
08/05/2026
Cooperativismo sustentável gera renda, preserva o meio ambiente e fortalece a economia circular no Pará
Cooperativas paraenses são modelos sustentáveis de negócio que transformam resíduos, tradição e recursos naturais em geração de renda, inclusão social e preservação ambiental. Durante a programação da FENCOOP® 2026, iniciativas ligadas ao artesanato sustentável, turismo de base comunitária, manejo florestal e reciclagem mostraram como a economia circular tem ganhado força em diferentes regiões do estado, fortalecendo comunidades e criando oportunidades para famílias.
Com atuação em territórios da Amazônia paraense, cooperativas vêm demonstrando, na prática, que o que antes era descarte ou recurso subvalorizado pode se tornar fonte de trabalho, autonomia e valorização cultural, mostrando que movimentações como essas reforçam a capacidade do cooperativismo de unir sustentabilidade econômica, conservação ambiental e protagonismo social.
À frente da TURIARTE, cooperativa de turismo de base comunitária e artesanato sustentável de Santarém, região do Tapajós, a presidente Naira Castro destacou que o trabalho desenvolvido pelas 12 comunidades participantes representa mais do que produção artesanal. Trata-se da preservação de identidade, cultura ancestral e fortalecimento da economia local. Segundo ela, a cooperativa funciona como ponte para dar visibilidade ao trabalho realizado dentro das comunidades, especialmente por mulheres, promovendo geração de renda e autonomia. “Através da cooperativa, conseguimos levar nossos produtos e nossa cultura para além dos territórios locais, alcançando espaços nacionais e internacionais como feiras e exposições”, ressaltou.
Presente na FENCOOP® desde 2022, a TURIARTE utiliza o evento como vitrine para ampliar mercados e divulgar o potencial produtivo das comunidades tradicionais do Pará. Com a participação na feira, a cooperativa busca fortalecer o planejamento produtivo das cooperadas e reforçar a importância da comercialização sustentável como estratégia de desenvolvimento.
No extrativismo florestal, a COOMFLONA também se destaca como exemplo de economia circular e uso racional dos recursos naturais. Atuando com extrativismo e manejo florestal na Floresta Nacional do Tapajós, a cooperativa alia exploração sustentável à geração de renda para famílias da região. O diretor-presidente Arimar Feitosa Rodrigues explicou que o modelo adotado utiliza tecnologias de baixo impacto, permitindo ciclos produtivos sustentáveis de longo prazo e retorno contínuo para as comunidades.
Além da geração econômica, parte dos recursos obtidos é revertida em ações sociais, beneficiando iniciativas voltadas à juventude, mulheres, turismo de base comunitária e artesanato. “O manejo sustentável garante renda, distribui oportunidades e fortalece o desenvolvimento das comunidades”, afirmou.
Outro exemplo vem da COCAOUT, cooperativa formada majoritariamente por jovens da Ilha de Outeiro, que atua na coleta e reciclagem de resíduos sólidos, associando geração de trabalho à educação ambiental. A cooperativa se consolidou como importante agente socioambiental ao transformar materiais recicláveis em renda para jovens com poucas oportunidades no mercado formal.
Representando a cooperativa, Ana Carolina destacou que a atuação vai além da reciclagem, envolvendo campanhas educativas em praias, espaços públicos e centros comerciais. “Nosso trabalho é também conscientizar sobre o descarte correto e mostrar que resíduos podem gerar transformação social”, explicou.
Com parcerias estratégicas com empresas e instituições, a cooperativa amplia sua estrutura operacional e fortalece projetos de inclusão social, ao mesmo tempo em que contribui para redução dos impactos ambientais em áreas urbanas e turísticas.
As experiências apresentadas demonstram que a economia circular, quando impulsionada pelo cooperativismo, se torna ferramenta concreta de desenvolvimento regional. Seja por meio do reaproveitamento de resíduos, da valorização do conhecimento tradicional ou da gestão sustentável dos recursos naturais, cooperativas paraenses mostram que é possível gerar renda e inclusão ao mesmo tempo em que se preserva o meio ambiente.
Essas iniciativas reforçam o papel do cooperativismo na construção de uma economia mais resiliente, inclusiva e alinhada aos desafios atuais da Amazônia. No Pará, o cooperativismo segue provando que desenvolvimento e preservação podem caminhar juntos, transformando oportunidades em impacto real para vida das pessoas.
NOTÍCIAS
07/05/2026
Cooperativas com cadastro desatualizado poderão ser impedidas de participar de programas e ações do Sistema OCB
Cooperativas que não mantiverem seus dados atualizados junto ao Sistema OCB/PA poderão ficar impedidas de participar de programas, ações e atividades promovidas pelas unidades estadual e nacional. O alerta reforça a importância da atualização cadastral anual como requisito essencial para garantir acesso a soluções, visibilidade institucional e oportunidades de desenvolvimento no cooperativismo paraense.
O impedimento ganha força com o fim do prazo de atualização, que acontece dia 20 de maio, de plataformas e instrumentos essenciais para o setor, como o SouCoop com a atualização cadastral e preenchimento Anuário, executados pelo Sistema OCB/PA e que dependem de dados oficiais, válidos e atualizados para inclusão, acompanhamento e participação das cooperativas.
Na prática, o que antes era visto como uma etapa burocrática passa a ser compreendido como um instrumento de permanência institucional, organização e competitividade. Isso porque os dados cadastrais atualizados são a base para a inclusão das cooperativas em programas técnicos, ações de mercado, projetos de capacitação, publicações oficiais, diagnósticos setoriais e iniciativas de fortalecimento conduzidas pela unidade estadual.
A atualização cadastral anual reúne informações essenciais sobre a realidade das cooperativas, como regularidade documental, quadro societário, composição da gestão, dados operacionais, número de cooperados, indicadores de desempenho e informações jurídicas. É a partir desse conjunto de dados que o Sistema OCB/PA estrutura sua atuação institucional, identifica demandas, direciona políticas de atendimento e desenvolve programas alinhados às necessidades reais das cooperativas paraenses.
Da mesma forma, são os dados atualizados que viabilizam a consolidação do Anuário do Cooperativismo, publicação que traduz em números a força econômica e social do setor, fortalece sua presença institucional e evidencia o cooperativismo como vetor de desenvolvimento no estado. Sem esse fluxo contínuo de atualização, o Sistema perde capacidade de leitura sobre o setor e a cooperativa perde espaço dentro de um ecossistema que hoje depende de informação qualificada para gerar oportunidades concretas.
O ponto de maior atenção está nas consequências práticas da não atualização cadastral. Cooperativas que deixarem de atualizar suas informações dentro dos prazos estabelecidos serão ser impedidas de participar das atividades promovidas pelo Sistema OCB/PA e OCB Nacional, incluindo programas de capacitação, projetos técnicos, consultorias, ações de intercooperação, feiras, eventos institucionais, rodadas de negócios, levantamentos estratégicos e iniciativas de promoção e desenvolvimento.
Dra. Nelian Rossafa, assessora jurídica do Sistema OCB/PA, destaca que a ausência de atualização cadastral gera impedimentos objetivos para a cooperativa, especialmente no acesso a programas, projetos e atividades desenvolvidas pela unidade estadual. “Esses impedimentos têm reflexo direto no desenvolvimento da cooperativa, porque limitam sua participação em ações estratégicas, fragilizam sua regularidade institucional e podem comprometer inclusive sua segurança jurídica e documental. Atualizar o cadastro é uma medida de conformidade, proteção institucional e garantia de acesso”, alerta Rossafa.
Isso significa que cooperativas com cadastro desatualizado podem perder acesso a oportunidades importantes de crescimento, qualificação, posicionamento institucional e inserção em agendas estratégicas do setor. O impedimento também alcança ferramentas e programas que dependem diretamente da atualização anual, como inserção em plataformas institucionais, participação em publicações oficiais, acesso a soluções de desenvolvimento organizacional e inclusão em ações estruturantes voltadas à competitividade das cooperativas.
Nesse contexto, a atualização cadastral deixa de ser apenas uma exigência formal e passa a ser uma ferramenta concreta de proteção institucional e fortalecimento organizacional. E a restrição administrativa limita com impacto direto sobre o desenvolvimento institucional, técnico e econômico das cooperativas.
“Atualizar o cadastro é garantir que a cooperativa continue inserida de forma plena no sistema de oportunidades, soluções e representação que o Sistema OCB/PA constrói diariamente. Não se trata apenas de manter um registro ativo, mas de assegurar presença institucional, acesso a programas e participação nas ações que fortalecem o cooperativismo no Pará. Quando uma cooperativa deixa de atualizar seus dados, ela compromete sua capacidade de acessar instrumentos que hoje são fundamentais para crescer com competitividade, governança e visibilidade”, ressalta Júnior Serra, superintendente do Sistema OCB/PA.




