Trabalhando por um Coop
cada vez maior!
Trabalhando por um Coop
cada vez maior!
Classificada como sociedade civil sem fins lucrativos, a OCB/PA é o Sindicato Patronal das cooperativas, nos termos do Art. 8º da Constituição Federal de 1988 e Art. 511 da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), com base territorial no estado do Pará e é a Unidade Estadual da Organização das Cooperativas Brasileiras - OCB, no estado do Pará, que possui duração indeterminada e integra todos os ramos do cooperativismo.
A Federação dos Sindicatos e Organizações das Cooperativas da Região Norte (Fecoop/Norte) foi constituída durante o V Encontro de Presidentes e Representantes de Ramos do Cooperativismo Amazonense em 2007. A Fecoop/Norte é integrada pelos sindicatos e organizações de cooperativas dos estados do Amazonas (OCB/AM), Amapá (OCB/AP), do Pará (OCB/PA), Rondônia (OCB/RO) e de Roraima (OCB/RR
Nossa Missão
“Integrar as cooperativas no Pará para fortalecer sua representação, competitividade e sustentabilidade.”
Nossa Missão
“Integrar as cooperativas no Pará para fortalecer sua representação, competitividade e sustentabilidade.”
Conheça o Sistema Sindical
E veja o que ele pode fazer por você e pela sua cooperativa!..
Contribuições
Os recursos vindo das cooperativas se transformam em muita coisa boa para o coop! Nós somos transparentes quanto ao uso de sua contribuição e você pode ver que não é só sua representação sindical que fica mais forte, mas também a sua cooperativa.
Confira a tabela anual das contribuições sindical e confederativa deste ano abaixo e não perca os prazos de contribuição da sua coop!
Outros documentos
Edital de Convocação para a Assembleia Geral Extraordinária
Carta de delegação
Conteúdos relacionados
Destaques
NOTÍCIAS
14/08/2026
Cooperativas Paraenses fortalecem a cultura e o legado cooperativista na Semana de Competitividade
Cultivar propósitos, valores, legado e sucessão é essencial para manter o futuro do cooperativismo, fortalecendo a essência do que nos diferencia: a cultura cooperativista, pois é esta que no dia a dia transforma os nossos princípios em diferencial competitivo em resultados reais para vida de 1,6 milhões de paraenses. Durante três dias de total imersão em Brasília, 23 embaixadores da cultura cooperativista no estado do Pará, de todos os ramos, participaram, ao lado de mais de 800 pessoas de todo o Brasil, da Semana de Competitividade 2026, promovida pelo Sistema OCB com o tema “Cultivando a Cultura Cooperativista”. A programação foi construída para promover reflexões sobre a identidade cooperativista e os desafios do futuro. Entre os destaques estiveram palestras sobre o que significa ser cooperativista no século XXI, a importância das raízes do cooperativismo e da memória institucional, além de debates sobre o impacto das cooperativas nas comunidades, tendências de comunicação, juventude cooperativista e o compromisso da cultura cooperativista com as próximas gerações. A edição contou com quatro salas temáticas, estruturadas a partir de pilares fundamentais para o fortalecimento da cultura cooperativista: governança cooperativa, educação cooperativista, comunicação e experiência, e legado e sucessão. Foram palestras, cases e laboratórios práticos que reforçaram a importância de preparar as cooperativas para os desafios do presente e para a construção de um futuro sustentável, inovador e conectado aos seus princípios e valores. As atividades também abordaram temas como diversidade e inclusão, protagonismo feminino, educação cooperativista, inteligência artificial, relacionamento com cooperados, sucessão e memória institucional. Um dos destaques da participação paraense foi a presença de Alberto Oppata, presidente da CAMTA, no painel “A preservação do legado cooperativista”, realizado na trilha Legado e Sucessão. A liderança cooperativista compartilhou a trajetória da cooperativa, destacou as iniciativas que mantêm vivo o legado de seus descendentes e apresentou as estratégias adotadas para ampliar a participação dos jovens e prepará-los para a sucessão, dando continuidade a cooperativa. Para Alberto Oppata, preservar o legado cooperativista é uma responsabilidade compartilhada entre todas as gerações. "O legado cooperativista é construído diariamente por pessoas que acreditam na força da cooperação. Preservar nossa história é valorizar quem abriu caminhos antes de nós, mas também é preparar aqueles que darão continuidade a essa trajetória. A sucessão não é apenas uma troca de lideranças; é a transmissão de valores, princípios e propósitos que garantem a perenidade das cooperativas e a manutenção da nossa identidade cooperativista." Tornando a semana mais especial, foi o lançamento ‘‘Raízes e Fundamentos do Cooperativismo – Volume 1: Legado’’, primeiro livro da trilogia ‘‘Cultura Cooperativista’’, publicada pelo Sistema OCB. A obra traça um histórico da evolução do movimento cooperativista, apresentando as origens do pensamento cooperativista e as experiências protocooperativistas que culminaram na constituição do modelo atual. O lançamento reforçou uma das principais mensagens da Semana: não existe futuro sustentável sem conhecimento sobre as próprias raízes. Conhecer a trajetória do cooperativismo permite compreender a força de seus princípios e reconhecer que a cultura cooperativista não é algo estático, mas um legado que precisa ser constantemente cultivado, vivido e transmitido. A presença paraense foi marcada pela diversidade de ramos e pela participação ativa de cooperativas que representam a força do cooperativismo no estado. Estiveram presentes as coperativas do agro: CAMTA, COAFRA, COOPERMAB, CPRAT, CAFAS, CASP; a de consumo: COOPERCON; a de trabalho: BRASIL COOPERATIVA e COOPADCON; as de crédito: SICOOB COIMPPA e SICREDI NORTE; as educacionais: COOPERIET e COLÉGIO CONEXÃO; a de reciclagem: COREMA; a de mineral: FECOGAP; de turismo: TURIARTE; as de saúde: COOPANEST, UNIMED BELÉM, COOFARMI, FARCOOP; e as de transporte: COOTAIT, COOPERMIX PARÁ e BUBURÉ. “Foram três dias em que a cultura cooperativista foi o centro dos debates. Quando conhecemos nossas raízes, nossos valores e tudo o que foi construído pelas gerações que nos antecederam, entendemos melhor a responsabilidade que temos com o presente e com o futuro. O nosso papel, a partir de agora, é levar esse conhecimento para o Pará, multiplicar e fomentar essa cultura dentro das cooperativas e fazer com que os princípios do cooperativismo estejam cada vez mais presentes na gestão, nas decisões e na vida dos nossos cooperados”, disse o presidente do Sistema OCB/PA, Ernandes Raiol. Em breve, no pós-evento, será realizado um encontro virtual com todas as cooperativas registradas junto ao Sistema OCB/PA para difundir o conhecimento adquirido durante os três dias no maior evento de cultura cooperativista do Brasil. Para que todos juntos, possamos formar uma comunidade de embaixadores da cultura cooperativista no estado do Pará. Ser embaixador é se posicionar como multiplicador da essência do cooperativismo. É levar conhecimento, fortalecer vínculos, inspirar pessoas e ajudar a construir uma cultura capaz de atravessar gerações. Afinal, cuidar do futuro do cooperativismo também significa cultivar, hoje, os valores que fazem dele um movimento único. Para o cooperativismo paraense, levar essa experiência para o estado significa transformar conhecimento em prática e fazer da cultura cooperativista uma construção cotidiana, que atravesse gerações.
NOTÍCIAS
11/08/2026
Sistema OCB/PA mantém neutralidade institucional nas eleições e amplia mobilização em defesa do cooperativismo
Em um cenário de intensificação das articulações políticas para as eleições de 2026, o Sistema OCB/PA afirma que o Conselho Diretor deliberou, que a instituição não terá candidato único no pleito eleitoral de 2026, mas seguirá apoiando candidatos alinhados ao cooperativismo e as cooperativas, que demonstram compromisso e estejam abertos ao diálogo sobre políticas públicas que fortaleçam o setor, sempre respeitando os princípios da legalidade.
A posição institucional foi tomada durante reunião do colegiado, realizada na última semana e representa o entendimento de que o papel do Sistema OCB/PA é manter diálogo permanente com todos os agentes públicos comprometidos com políticas que promovam o desenvolvimento econômico, social e sustentável do Pará por meio do cooperativismo. Na prática, a decisão fortalece a independência institucional da entidade e amplia sua capacidade de interlocução com diferentes lideranças políticas, permitindo que continue atuando na defesa das pautas estratégicas do setor, independentemente do resultado das eleições.
Ao longo dos anos, a instituição tem construído uma agenda contínua de articulação com os Poderes Executivo e Legislativo, órgãos públicos, entidades parceiras e lideranças políticas, que valorizam o modelo cooperativista e se mostram dispostos a construir agendas voltadas ao fortalecimento das cooperativas paraenses. Essa atuação institucional permitiu avanços em agendas relacionadas ao acesso ao crédito, desenvolvimento rural, infraestrutura, qualificação profissional, segurança jurídica e fortalecimento das cooperativas em diversos ramos da economia.
Para o presidente do Sistema OCB/PA, Ernandes Raiol, a decisão do Conselho Diretor demonstra maturidade institucional e fortalece a legitimidade da entidade na defesa dos interesses do movimento cooperativista.
“Representamos todas as cooperativas do estado. Nossa responsabilidade é institucional. Não fazemos política partidária; fazemos a defesa técnica e qualificada do cooperativismo. Dialogamos com todos aqueles que compreendem a importância do nosso modelo de negócios para o desenvolvimento econômico e social do Pará", afirma o presidente.
Segundo Raiol, a entidade continuará apresentando propostas, acompanhando projetos de lei, contribuindo para a construção de políticas públicas e fortalecendo o relacionamento com representantes eleitos que demonstrem compromisso com a agenda cooperativista. "Nosso apoio é às ideias, às propostas e aos compromissos que fortaleçam as cooperativas, ampliem oportunidades para seus cooperados e promovam o desenvolvimento sustentável do estado. Esse diálogo sempre existiu e continuará existindo, independentemente do resultado das urnas", concluiu.
Em manifestação durante a reunião, conselheiros destacaram que a independência institucional fortalece a capacidade de representação do Sistema OCB/PA e assegura que os interesses das cooperativas permaneçam acima de disputas político-partidárias.
"A força do Sistema OCB/PA está na sua credibilidade e na confiança construída junto às cooperativas e às instituições públicas. Essa decisão preserva nossa capacidade de representar todo o movimento cooperativista com equilíbrio, responsabilidade e visão de longo prazo", ressaltou um dos conselheiros durante a deliberação.
Outro integrante do Conselho destacou que a atuação institucional continuará baseada no diálogo permanente. "Seguiremos dialogando institucionalmente com representantes públicos e com todos os candidatos que demonstrem compromisso com políticas públicas capazes de fortalecer o cooperativismo, respeitando sempre os princípios da legalidade, da impessoalidade e da transparência".
Pense no Coop
E como parte desse movimento de fortalecimento e representação institucional, o Sistema OCB/PA promoverá, no próximo dia 8 de setembro, no Teatro Maria Sylvia Nunes, na Estação das Docas, em Belém, o evento "Pense no Coop".
O encontro reunirá lideranças de cooperativas, cooperados, autoridades, especialistas e representantes da sociedade para apresentar as demandas do cooperativismo paraense, no que diz respeito ao apoio e parcerias para o desenvolvimento, além de destacar a importância de que os futuros representantes eleitos compreendam as demandas do setor e priorizem pautas que contribuam para o crescimento do setor durante seus mandatos.
O evento será um espaço de diálogo institucional, conscientização cidadã e construção de propostas voltadas ao fortalecimento das cooperativas, mostrando que decisões públicas impactam diretamente milhares de cooperados, empreendedores, trabalhadores e comunidades em todas as regiões do estado.
O presidente Ernandes Raiol reforçou o convite para que dirigentes, cooperados, parceiros institucionais e a sociedade participem do encontro.
"O futuro do cooperativismo também passa pelo fortalecimento do debate público. O 'Pense no Coop' será uma oportunidade para refletirmos sobre políticas públicas, desenvolvimento e representação institucional, sempre com foco na construção de um Pará mais próspero, competitivo e cooperativo. Convidamos todos a participar desse momento de diálogo e de valorização do cooperativismo", finalizou.
NOTÍCIAS
31/07/2026
Mais de meio milhão de paraenses escolheram cooperar: AnuárioCoop 2026 confirma avanço histórico do cooperativismo no Pará
O cooperativismo paraense vive um dos momentos mais expressivos de sua história. Os dados do AnuárioCoop 2026, publicação oficial da OCB Nacional e Sistema OCB/PA com ano-base 2025, revelam a expansão consistente do setor no Estado e confirmam que cada vez mais paraenses enxergam na cooperação um caminho para empreender, produzir, gerar renda e transformar realidades.
O principal destaque é o crescimento da participação da população no movimento cooperativista. Hoje, 506,2 mil paraenses fazem parte de cooperativas, confirmando a força de um modelo econômico que alia competitividade, inclusão e desenvolvimento sustentável. O número reforça a crescente confiança da sociedade nas cooperativas como organizações capazes de promover prosperidade compartilhada e impulsionar o desenvolvimento regional.
Além do crescimento do quadro social, o AnuárioCoop 2026 aponta resultados expressivos em indicadores como número de sobras R$ 204,2 mi; empregos diretos, 5,4 mil; ativos, 4,4 bilhões; e ingressos, R$ 4,2 bilhões, evidenciando a evolução do cooperativismo em diferentes ramos de atuação.
Os resultados refletem um movimento presente em praticamente todas as regiões paraenses, fortalecendo cadeias produtivas, ampliando o acesso ao crédito, promovendo assistência em saúde, impulsionando o agronegócio, o transporte, o trabalho, a infraestrutura e diversos outros segmentos estratégicos da economia.
No cenário nacional, o cooperativismo também segue em expansão. O Brasil alcançou 29 milhões de cooperados, mais de 613 mil empregos diretos e 4,4 mil cooperativas, que movimentaram R$ 1,6 trilhão em ativos no ano-base 2025, demonstrando a força do modelo cooperativista como vetor de crescimento econômico e desenvolvimento sustentável.
Para o presidente do Sistema OCB/PA, Ernandes Raiol, os números demonstram que o cooperativismo deixou de ser apenas uma alternativa econômica e se tornou um dos pilares do desenvolvimento do Pará. E os resultados também refletem um ambiente institucional cada vez mais favorável ao fortalecimento das cooperativas.
"O AnuárioCoop 2026 confirma aquilo que testemunhamos diariamente nas cooperativas. O cooperativismo cresce porque entrega resultados para as pessoas. Esse crescimento é resultado do trabalho conjunto das cooperativas e da atuação permanente do Sistema OCB/PA na representação institucional, na defesa de políticas públicas, na construção de parcerias estratégicas e na oferta de soluções voltadas ao desenvolvimento da gestão, da inovação e da competitividade. Nosso compromisso é continuar criando condições para que as cooperativas cresçam e contribuam ainda mais para o desenvolvimento sustentável do Pará", afirma o presidente.
O superintendente do Sistema OCB/PA, Junior Serra, destaca que o AnuárioCoop é mais do que uma publicação estatística. E que o crescimento registrado também amplia a responsabilidade do Sistema OCB/PA em preparar as cooperativas para novos desafios.
"Os números mostram que o cooperativismo paraense mantém uma trajetória sólida de crescimento. Nosso foco é seguir investindo em governança, inovação, educação cooperativista, intercooperação e desenvolvimento de lideranças. Cooperativas mais preparadas são mais competitivas, geram mais oportunidades e ampliam seu impacto positivo na vida das pessoas”, concluiu.
NOTÍCIAS
28/07/2026
Fungetur: coop defende ampliação do acesso ao crédito no turismo
A simplificação do acesso ao crédito e o fortalecimento do turismo regional e rural marcaram a audiência pública promovida pela Comissão de Turismo da Câmara dos Deputados, realizada na sexta-feira (17), em Florianópolis (SC), para discutir o aperfeiçoamento do Fundo Geral de Turismo (Fungetur). Durante o debate, a diretora de Turismo da Cooptur, Rafaela Loezer Sanches, representou o Sistema OCB e defendeu mudanças na legislação para ampliar o acesso das cooperativas e dos pequenos empreendimentos aos recursos do fundo.
A audiência integra um ciclo de seminários regionais que subsidiará uma proposta de atualização da legislação do Fungetur, com foco na simplificação dos procedimentos, ampliação das linhas de financiamento e fortalecimento dos pequenos empreendimentos turísticos.
Segundo Rafaela, o cooperativismo já ocupa posição estratégica na cadeia do turismo brasileiro ao reunir cooperativas que movimentam a economia dos territórios. "As cooperativas promovem o desenvolvimento local e a geração de oportunidades econômicas em todo o país. Estudos da FIPE mostram que sua presença eleva o PIB per capita em R$ 3,9 mil e gera 25,3 empregos formais adicionais para cada mil habitantes. São dados que comprovam a capacidade do movimento em gerar prosperidade nas comunidades", afirmou.
Para a diretora, esse impacto também se reflete diretamente no turismo, especialmente em destinos de pequeno porte. "No setor turístico, essa contribuição se manifesta de forma concreta em diversas atividades que compõem a cadeia do turismo nacional. As cooperativas atuam no transporte, no crédito, na agricultura familiar, no artesanato, na gastronomia e na promoção de experiências que valorizam a cultura, as tradições e a identidade dos nossos territórios", disse.
Integração
Ainda durante sua apresentação, Rafaela destacou o Plano Nacional de Turismo Cooperativo, iniciativa liderada pelo Sistema OCB para integrar e fortalecer as ações das cooperativas no setor. "O plano representa um importante avanço para o reconhecimento das cooperativas como agentes do desenvolvimento turístico sustentável, e visa promover a integração entre os diversos ramos do cooperativismo e fortalecer a oferta de experiências que geram valor econômico, inclusão social e preservação cultural nos territórios".
Ela ressaltou, entretanto, que o potencial do cooperativismo ainda encontra obstáculos para acessar os recursos do Fungetur. "Exigências de garantias desproporcionais, burocracia nos processos, falta de padronização entre instituições financeiras e o desconhecimento das linhas disponíveis ainda limitam o potencial de muitos empreendimentos cooperativos. Por isso, defendemos o aperfeiçoamento contínuo do programa, com maior integração a mecanismos garantidores, simplificação dos procedimentos, ampliação da divulgação e fortalecimento do atendimento às cooperativas e aos pequenos empreendimentos turísticos", completou.
Tania Zanella, presidente executiva do Sistema OCB, reforçou que ampliar o acesso das cooperativas ao crédito significa impulsionar o desenvolvimento sustentável do turismo brasileiro. "Reconhecer e fomentar as iniciativas de turismo desenvolvidas pelas cooperativas é investir em um modelo de desenvolvimento capaz de combinar crescimento econômico, inclusão social e valorização das riquezas locais, o que gera benefícios duradouros para a população. Modernizar o Fungetur é criar oportunidades para que mais cooperativas invistam, inovem e fortaleçam o turismo em todas as regiões do país", destacou.
Modernização
A presidente da Comissão de Turismo e integrante da Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop), deputada Daniela Reinehr (SC), afirmou que as contribuições apresentadas durante os seminários regionais serão a base para a atualização da legislação do fundo. "A atual legislação tem um papel importantíssimo, mas ainda existem barreiras que impedem muitos empreendedores de acessar os recursos. Queremos construir um texto que reduza a burocracia, facilite as garantias e torne o crédito mais acessível para quem faz o turismo acontecer na ponta", declarou.
Segundo a parlamentar, as contribuições apresentadas durante os seminários regionais serão consolidadas para embasar uma proposta de modernização do Fungetur. “A iniciativa busca reduzir as barreiras ao acesso ao crédito, ampliar as possibilidades de financiamento e fortalecer o fundo como instrumento de incentivo aos investimentos no turismo brasileiro,” concluiu.
O debate reuniu representantes do Ministério do Turismo, da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), da Fecomércio-SC, da Caixa Econômica Federal, do Badesc, da Sociedade Rural Brasileira e de entidades ligadas ao turismo.




