A voz do cooperativismo perante as instituições e a sociedade.
A voz do cooperativismo perante as instituições e a sociedade.
A voz do cooperativismo brasileiro. O eixo RepresentaCoop reúne as soluções com foco no trabalho de representação política e institucional realizado pelo Sistema OCB. Da educação política para o cooperativismo à atuação constante junto aos Três Poderes para defender os interesses do coop, este é o eixo de soluções que coloca o coop no centro do debate político. Confira as soluções do eixo RepresentaCoop:
Agenda Institucional do Cooperativismo

O documento que reúne a pauta prioritária do cooperativismo junto aos três poderes. Conheça os projetos mais importantes para o nosso modelo de negócios, acompanhe a tramitação de cada um deles e saiba todas as reuniões que o Sistema OCB participa para defender o cooperativismo.
Educação Política

Investimos em programas educacionais com foco na qualificação dos representantes do Sistema OCB no relacionamento junto ao Poder Público e na ampliação da consciência política para incentivar a participação cidadã no desenvolvimento comunitário.
Atuação Internacional

O trabalho de representação internacional envolve a atuação em nível global para defender os interesses das cooperativas brasileiras e promover o cooperativismo no cenário internacional. A atuação é dividida em quatro linhas de ação: assessoria, cooperação, parcerias e representação internacionais.
Conteúdos relacionados
Destaques
NOTÍCIAS
13/05/2026
CoopsDay 2026 coloca o cooperativismo no centro do debate para a construção da paz mundial
O Comitê para a Promoção e o Desenvolvimento das Cooperativas (COPAC), anunciou o tema do Dia Internacional das Cooperativas de 2026, o CoopsDay: Cooperativas por um mundo pacífico. A definição orienta as mobilizações do movimento em todo o mundo e reforça o papel do modelo como agente de conexão social, desenvolvimento e construção de sociedades mais equilibradas. Celebrado anualmente no primeiro sábado de julho (em 2026, dia 4) o Dia Internacional das Cooperativas chega à sua 104ª edição no âmbito do movimento e à 32ª como data reconhecida oficialmente pela Organização das Nações Unidas. A proposta do tema dialoga diretamente com o cenário global atual, marcado por tensões geopolíticas, desigualdades persistentes e desafios sociais que exigem soluções baseadas em cooperação e confiança. Segundo a ACI, o conceito de mundo pacífico vai além da ausência de conflitos. Ele está associado à promoção de justiça social, inclusão econômica e fortalecimento das instituições. Nesse contexto, as cooperativas são apresentadas como construtoras de pontes, capazes de aproximar comunidades, estimular o diálogo e gerar oportunidades de participação. O tema também se conecta ao Objetivo de Desenvolvimento Sustentável (ODS) 16, da ONU, que trata de paz, justiça e instituições eficazes. “O cooperativismo tem a capacidade de unir pessoas em torno de um propósito comum. E o tema do CopsDay 2026, ‘Cooperativas por um mundo pacífico’, representa a essência do nosso movimento, porque onde existe cooperação, existe diálogo, respeito e desenvolvimento compartilhado. Acreditamos que a paz também se constrói com trabalho, participação e solidariedade. E o cooperativismo é, sem dúvida, um dos caminhos mais humanos e sustentáveis para promover um mundo mais justo e equilibrado”, enfatiza o presidente do Sistema OCB/PA, Ernandes Raiol. A pauta vai estar no centro da Conferência Global da ACI 2026, marcada para setembro, no Panamá, que terá como lema construindo pontes: contribuições cooperativas para um mundo pacífico. O encontro deve aprofundar o debate sobre como o modelo pode ampliar seu impacto na promoção da estabilidade social e econômica em diferentes regiões. “O cooperativismo tem a capacidade de unir pessoas em torno de um propósito comum. E o tema do CopsDay 2026, ‘Cooperativas por um mundo pacífico’, representa a essência do nosso movimento, porque onde existe cooperação, existe diálogo, respeito e desenvolvimento compartilhado. Acreditamos que a paz também se constrói com trabalho, participação e solidariedade. E o cooperativismo é, sem dúvida, um dos caminhos mais humanos e sustentáveis para promover um mundo mais justo e equilibrado”, afirma o presidente do Sistema OCB/PA, Clara Maffia. Ainda segundo ela, “em um contexto de tantos desafios globais, falar de paz é também falar de oportunidades, de acesso e de construção conjunta de soluções. E esse é justamente o diferencial do modelo cooperativo”. A definição do tema é feita em conjunto pela ACI e pelo Comitê para a Promoção e o Desenvolvimento das Cooperativas (Copac), que reúne organismos internacionais ligados à ONU e parceiros estratégicos do setor. A expectativa é que, ao longo dos próximos meses, sejam divulgados os materiais oficiais da campanha, que orientarão as ações de comunicação e mobilização em diferentes países.
NOTÍCIAS
08/05/2026
Cooperativismo sustentável gera renda, preserva o meio ambiente e fortalece a economia circular no Pará
Cooperativas paraenses são modelos sustentáveis de negócio que transformam resíduos, tradição e recursos naturais em geração de renda, inclusão social e preservação ambiental. Durante a programação da FENCOOP® 2026, iniciativas ligadas ao artesanato sustentável, turismo de base comunitária, manejo florestal e reciclagem mostraram como a economia circular tem ganhado força em diferentes regiões do estado, fortalecendo comunidades e criando oportunidades para famílias.
Com atuação em territórios da Amazônia paraense, cooperativas vêm demonstrando, na prática, que o que antes era descarte ou recurso subvalorizado pode se tornar fonte de trabalho, autonomia e valorização cultural, mostrando que movimentações como essas reforçam a capacidade do cooperativismo de unir sustentabilidade econômica, conservação ambiental e protagonismo social.
À frente da TURIARTE, cooperativa de turismo de base comunitária e artesanato sustentável de Santarém, região do Tapajós, a presidente Naira Castro destacou que o trabalho desenvolvido pelas 12 comunidades participantes representa mais do que produção artesanal. Trata-se da preservação de identidade, cultura ancestral e fortalecimento da economia local. Segundo ela, a cooperativa funciona como ponte para dar visibilidade ao trabalho realizado dentro das comunidades, especialmente por mulheres, promovendo geração de renda e autonomia. “Através da cooperativa, conseguimos levar nossos produtos e nossa cultura para além dos territórios locais, alcançando espaços nacionais e internacionais como feiras e exposições”, ressaltou.
Presente na FENCOOP® desde 2022, a TURIARTE utiliza o evento como vitrine para ampliar mercados e divulgar o potencial produtivo das comunidades tradicionais do Pará. Com a participação na feira, a cooperativa busca fortalecer o planejamento produtivo das cooperadas e reforçar a importância da comercialização sustentável como estratégia de desenvolvimento.
No extrativismo florestal, a COOMFLONA também se destaca como exemplo de economia circular e uso racional dos recursos naturais. Atuando com extrativismo e manejo florestal na Floresta Nacional do Tapajós, a cooperativa alia exploração sustentável à geração de renda para famílias da região. O diretor-presidente Arimar Feitosa Rodrigues explicou que o modelo adotado utiliza tecnologias de baixo impacto, permitindo ciclos produtivos sustentáveis de longo prazo e retorno contínuo para as comunidades.
Além da geração econômica, parte dos recursos obtidos é revertida em ações sociais, beneficiando iniciativas voltadas à juventude, mulheres, turismo de base comunitária e artesanato. “O manejo sustentável garante renda, distribui oportunidades e fortalece o desenvolvimento das comunidades”, afirmou.
Outro exemplo vem da COCAOUT, cooperativa formada majoritariamente por jovens da Ilha de Outeiro, que atua na coleta e reciclagem de resíduos sólidos, associando geração de trabalho à educação ambiental. A cooperativa se consolidou como importante agente socioambiental ao transformar materiais recicláveis em renda para jovens com poucas oportunidades no mercado formal.
Representando a cooperativa, Ana Carolina destacou que a atuação vai além da reciclagem, envolvendo campanhas educativas em praias, espaços públicos e centros comerciais. “Nosso trabalho é também conscientizar sobre o descarte correto e mostrar que resíduos podem gerar transformação social”, explicou.
Com parcerias estratégicas com empresas e instituições, a cooperativa amplia sua estrutura operacional e fortalece projetos de inclusão social, ao mesmo tempo em que contribui para redução dos impactos ambientais em áreas urbanas e turísticas.
As experiências apresentadas demonstram que a economia circular, quando impulsionada pelo cooperativismo, se torna ferramenta concreta de desenvolvimento regional. Seja por meio do reaproveitamento de resíduos, da valorização do conhecimento tradicional ou da gestão sustentável dos recursos naturais, cooperativas paraenses mostram que é possível gerar renda e inclusão ao mesmo tempo em que se preserva o meio ambiente.
Essas iniciativas reforçam o papel do cooperativismo na construção de uma economia mais resiliente, inclusiva e alinhada aos desafios atuais da Amazônia. No Pará, o cooperativismo segue provando que desenvolvimento e preservação podem caminhar juntos, transformando oportunidades em impacto real para vida das pessoas.
NOTÍCIAS
07/05/2026
Cooperativas com cadastro desatualizado poderão ser impedidas de participar de programas e ações do Sistema OCB
Cooperativas que não mantiverem seus dados atualizados junto ao Sistema OCB/PA poderão ficar impedidas de participar de programas, ações e atividades promovidas pelas unidades estadual e nacional. O alerta reforça a importância da atualização cadastral anual como requisito essencial para garantir acesso a soluções, visibilidade institucional e oportunidades de desenvolvimento no cooperativismo paraense.
O impedimento ganha força com o fim do prazo de atualização, que acontece dia 20 de maio, de plataformas e instrumentos essenciais para o setor, como o SouCoop com a atualização cadastral e preenchimento Anuário, executados pelo Sistema OCB/PA e que dependem de dados oficiais, válidos e atualizados para inclusão, acompanhamento e participação das cooperativas.
Na prática, o que antes era visto como uma etapa burocrática passa a ser compreendido como um instrumento de permanência institucional, organização e competitividade. Isso porque os dados cadastrais atualizados são a base para a inclusão das cooperativas em programas técnicos, ações de mercado, projetos de capacitação, publicações oficiais, diagnósticos setoriais e iniciativas de fortalecimento conduzidas pela unidade estadual.
A atualização cadastral anual reúne informações essenciais sobre a realidade das cooperativas, como regularidade documental, quadro societário, composição da gestão, dados operacionais, número de cooperados, indicadores de desempenho e informações jurídicas. É a partir desse conjunto de dados que o Sistema OCB/PA estrutura sua atuação institucional, identifica demandas, direciona políticas de atendimento e desenvolve programas alinhados às necessidades reais das cooperativas paraenses.
Da mesma forma, são os dados atualizados que viabilizam a consolidação do Anuário do Cooperativismo, publicação que traduz em números a força econômica e social do setor, fortalece sua presença institucional e evidencia o cooperativismo como vetor de desenvolvimento no estado. Sem esse fluxo contínuo de atualização, o Sistema perde capacidade de leitura sobre o setor e a cooperativa perde espaço dentro de um ecossistema que hoje depende de informação qualificada para gerar oportunidades concretas.
O ponto de maior atenção está nas consequências práticas da não atualização cadastral. Cooperativas que deixarem de atualizar suas informações dentro dos prazos estabelecidos serão ser impedidas de participar das atividades promovidas pelo Sistema OCB/PA e OCB Nacional, incluindo programas de capacitação, projetos técnicos, consultorias, ações de intercooperação, feiras, eventos institucionais, rodadas de negócios, levantamentos estratégicos e iniciativas de promoção e desenvolvimento.
Dra. Nelian Rossafa, assessora jurídica do Sistema OCB/PA, destaca que a ausência de atualização cadastral gera impedimentos objetivos para a cooperativa, especialmente no acesso a programas, projetos e atividades desenvolvidas pela unidade estadual. “Esses impedimentos têm reflexo direto no desenvolvimento da cooperativa, porque limitam sua participação em ações estratégicas, fragilizam sua regularidade institucional e podem comprometer inclusive sua segurança jurídica e documental. Atualizar o cadastro é uma medida de conformidade, proteção institucional e garantia de acesso”, alerta Rossafa.
Isso significa que cooperativas com cadastro desatualizado podem perder acesso a oportunidades importantes de crescimento, qualificação, posicionamento institucional e inserção em agendas estratégicas do setor. O impedimento também alcança ferramentas e programas que dependem diretamente da atualização anual, como inserção em plataformas institucionais, participação em publicações oficiais, acesso a soluções de desenvolvimento organizacional e inclusão em ações estruturantes voltadas à competitividade das cooperativas.
Nesse contexto, a atualização cadastral deixa de ser apenas uma exigência formal e passa a ser uma ferramenta concreta de proteção institucional e fortalecimento organizacional. E a restrição administrativa limita com impacto direto sobre o desenvolvimento institucional, técnico e econômico das cooperativas.
“Atualizar o cadastro é garantir que a cooperativa continue inserida de forma plena no sistema de oportunidades, soluções e representação que o Sistema OCB/PA constrói diariamente. Não se trata apenas de manter um registro ativo, mas de assegurar presença institucional, acesso a programas e participação nas ações que fortalecem o cooperativismo no Pará. Quando uma cooperativa deixa de atualizar seus dados, ela compromete sua capacidade de acessar instrumentos que hoje são fundamentais para crescer com competitividade, governança e visibilidade”, ressalta Júnior Serra, superintendente do Sistema OCB/PA.
NOTÍCIAS
04/05/2026
FENCOOP® amplia o impacto do cooperativismo no Pará ao conectar histórias, negócios e oportunidades
Mais do que uma vitrine de produtos, a Feira de Negócios do Cooperativismo Paraense – FENCOOP®, se tornou um espaço estratégico de conexão entre cooperativas, mercado e sociedade. Em sua 6ª edição, o evento reforçou o papel do cooperativismo como motor de desenvolvimento econômico e social no estado, ao reunir diferentes segmentos produtivos e dar visibilidade a histórias que nascem da coletividade. A proposta é aproximar quem produz de quem consome, além de estimular parcerias e ampliar horizontes para centenas de cooperados.
Para a diretora de Cooperativismo na Sedeme, Luziane Sena, a feira também cumpre um papel institucional importante ao integrar diferentes atores do setor. “Trouxemos os conselheiros para dentro da feira justamente para que eles conheçam de perto a realidade das cooperativas e entendam como podem contribuir para o fortalecimento do setor. A FENCOOP® é esse espaço que mostra a força do cooperativismo paraense e cria pontes para que ele cresça ainda mais”, destacou.
Esse avanço pode ser percebido na prática, nas histórias de quem vive o cooperativismo no dia a dia. Há quase três décadas nas ruas de Belém, os motoristas da Cooperativa de Táxi da Doca encontraram na união uma forma de transformar o serviço e garantir mais autonomia. Criada há 28 anos, a cooperativa nasceu da necessidade de organizar o trabalho e oferecer mais qualidade à população. Hoje, com 112 cooperados, o sistema funciona de forma integrada, com atendimento via call center e distribuição automatizada das corridas.
O diretor-secretário, Kellivan Moraes, diz que o modelo fortalece tanto o coletivo quanto o individual. “Todo mundo é dono e cada um faz o seu horário. A gente se uniu para prestar um serviço com mais qualidade, segurança e conforto. E, ao mesmo tempo, cada cooperado constrói sua própria renda. A cooperativa existe justamente para dar suporte a tudo isso”, explicou.
Na Ilha do Combu, o cooperativismo também mudou a forma de viver e trabalhar. O que antes era uma economia baseada principalmente no açaí e no cacau, hoje encontra no turismo sua principal fonte de renda.
A COOPPERTRANS COMBU, que reúne 51 cooperados, nasceu com apenas três embarcações e, ao longo dos anos, expandiu sua atuação até se tornar essencial para o fluxo de visitantes na região. Atualmente, são cerca de 50 lanchas operando entre travessias e roteiros turísticos. “Hoje a gente vive do turismo. Antes, não conseguíamos nos manter só com isso, mas a cooperativa trouxe organização e renda. Sem o transporte, não tem como o visitante chegar na ilha e consumir o que a gente produz”, contou Ana Lice Mota, do conselho fiscal da cooperativa.
Para além da mobilidade, a feira também revela o potencial de transformação da produção local. Em São João de Pirabas, a aposta na verticalização da cadeia do mel tem permitido que pequenos produtores avancem no mercado com mais valor agregado.
É o caso da cooperativa AGROMEL, que reúne agricultores, apicultores e meliponicultores. Ao invés de comercializar apenas o mel in natura, o grupo passou a investir em novos produtos, como mel com pimenta, própolis e pólen. Uma estratégia que amplia as possibilidades de renda, mas também traz desafios.
“Trabalhar com essa cadeia não é fácil. Para chegar ao produto a gente precisa de estrutura, certificação, investimento. Muita gente fica só na venda do mel bruto porque não consegue avançar. Então, estar aqui mostrando que conseguimos ir além é motivo de muito orgulho”, destacou a cooperada Andréa Santa Brígida.
Esse movimento de amadurecimento do setor também é observado no crescimento da própria FENCOOP®. De acordo com o superintendente do Sistema OCB/PA, Júnior Serra, a feira evoluiu junto com as cooperativas. “A gente praticamente dobrou a participação de cooperativas desde as primeiras edições. Antes, eram mais exposições institucionais, com cartazes. Hoje, vemos produtos sendo comercializados, negócios sendo fechados. No ano passado, foram cerca de 7 milhões de reais movimentados, e a expectativa é superar esse número”, afirmou.
Segundo ele, a proposta da feira sempre foi de conectar cooperativas à sociedade e fortalecer o ambiente de negócios. Iniciativas como a Cozinha Show, que utiliza exclusivamente produtos da agricultura familiar cooperativista, e parcerias com o setor de bares e restaurantes ampliam ainda mais esse alcance. “A FENCOOP® mostra que o cooperativismo está presente em muito mais atividades do que as pessoas imaginam. E mais do que isso, mostra que ele é viável, competitivo e essencial para o desenvolvimento do estado”, completou.
O a escalada de crescimento do evento também chama atenção fora do estado. O que se vê nos corredores da feira, segundo a superintendente do Sistema OCB Nacional, Fabíola Nader, é um retrato de como o cooperativismo amazônico tem transformado desafios históricos em soluções coletivas e oportunidades de negócio. “A feira mostra a força do cooperativismo e evidencia que, por trás de negócios fortes e produtos de qualidade, existe um propósito maior: transformar a vida dos cooperados e, consequentemente, das comunidades onde eles estão inseridos”, destacou Fabíola.
Na avaliação dela, a pluralidade da Amazônia torna o cooperativismo ainda mais relevante como ferramenta de desenvolvimento. “Aqui a gente encontra realidades muito específicas, com desafios de logística, infraestrutura, acesso e visibilidade. E o cooperativismo surge justamente como uma forma coletiva de enfrentar essas adversidades e criar possibilidades para essas comunidades”, afirmou.
De forma ampla o cooperativismo se traduz em geração de renda, fortalecimento de comunidades e construção de novas oportunidades. Um movimento coletivo que segue crescendo e redesenhando a economia paraense.