A voz do cooperativismo perante as instituições e a sociedade.
A voz do cooperativismo perante as instituições e a sociedade.
A voz do cooperativismo brasileiro. O eixo RepresentaCoop reúne as soluções com foco no trabalho de representação política e institucional realizado pelo Sistema OCB. Da educação política para o cooperativismo à atuação constante junto aos Três Poderes para defender os interesses do coop, este é o eixo de soluções que coloca o coop no centro do debate político. Confira as soluções do eixo RepresentaCoop:
Agenda Institucional do Cooperativismo

O documento que reúne a pauta prioritária do cooperativismo junto aos três poderes. Conheça os projetos mais importantes para o nosso modelo de negócios, acompanhe a tramitação de cada um deles e saiba todas as reuniões que o Sistema OCB participa para defender o cooperativismo.
Educação Política

Investimos em programas educacionais com foco na qualificação dos representantes do Sistema OCB no relacionamento junto ao Poder Público e na ampliação da consciência política para incentivar a participação cidadã no desenvolvimento comunitário.
Atuação Internacional

O trabalho de representação internacional envolve a atuação em nível global para defender os interesses das cooperativas brasileiras e promover o cooperativismo no cenário internacional. A atuação é dividida em quatro linhas de ação: assessoria, cooperação, parcerias e representação internacionais.
Conteúdos relacionados
Destaques
NOTÍCIAS
16/10/2026
Cooperativismo de crédito reforça a economia e gera oportunidades no Pará
Na semana em que se celebra o Dia Internacional das Cooperativas de Crédito (15 de outubro), o Sistema OCB/PA chama atenção para a força de um modelo financeiro que impulsiona negócios, está presente nos locais mais distantes e amplia oportunidades para o desenvolvimento do Pará. Nesta data, as cooperativas de crédito lembram a importância de um modelo de negócio que coloca a participação dos cooperados no centro das decisões e conecta a atividade financeira ao desenvolvimento das regiões onde atua. Esse movimento integra uma agenda mais ampla de fortalecimento do cooperativismo, com o Sistema OCB/PA exercendo um papel estratégico na representação institucional, na articulação e na defesa dos interesses das cooperativas. Diferentemente de uma instituição financeira tradicional organizada sob a lógica de investidores externos, a cooperativa de crédito pertence aos próprios cooperados, que participam da gestão conforme as regras do modelo cooperativista. São pessoas físicas e jurídicas que se associam para acessar soluções financeiras e construir, coletivamente, uma instituição orientada pelas necessidades de seus membros. Na prática, esse formato contribui para ampliar o acesso a serviços financeiros, apoia o planejamento de famílias, oferece alternativas para empreendedores e fortalece atividades produtivas. O impacto também alcança a economia local, especialmente quando os recursos, os negócios e as relações construídas pela cooperativa ajudam a movimentar a região. De acordo com os dados do AnuárioCoop 2026, referentes ao ano-base 2025, as cooperativas de crédito juntas movimentam mais de R$ 12 bilhões em operações de crédito na economia do Pará. Esse montante reflete a forte expansão e o protagonismo do cooperativismo financeiro no estado, impulsionado por sistemas como Sicoob, Sicredi, SisCapital e Unicred que reinvestem esses recursos diretamente no desenvolvimento regional, no agronegócio e no fortalecimento de pequenos negócios locais. Para o presidente do Sistema OCB/PA, Ernandes Raiol, o cooperativismo de crédito tem um papel importante na construção de um ambiente econômico mais inclusivo e favorável ao desenvolvimento do Pará. “O cooperativismo de crédito vai muito além da oferta de serviços financeiros. Ele representa a união de pessoas em torno de objetivos comuns, criando oportunidades para empreendedores, fortalecendo negócios e contribuindo para o desenvolvimento das comunidades. Especialmente no Pará, temos o desafio de logística devido as dimensões territoriais e é nesse cenário que as cooperativas de crédito são a solução para muitas regiões que não possuem bancos tradicionais.”, destaca Ernandes Raiol. A atuação próxima dos cooperados e o conhecimento das realidades locais das cooperativas que atuam no Pará, como: SICOOB COOESA; SICOOB COIMPPA; SICREDI ARAXINGU; SICREDI GRANDES RIOS MT/PA/AM; SICREDI SUDOESTE MT/PA; SICREDI INTEGRAÇÃO MT/AP/PA; CREDISIS CREDBEM METROPOLITANA; CREDISIS COOPERUFPA; CREDNORTE e SISCAPITAL, ajudam criar soluções mais alinhadas às necessidades de cada região, respeitando os critérios de concessão de crédito, a capacidade de pagamento e a sustentabilidade financeira das operações.
NOTÍCIAS
29/09/2026
LIB TALK do Jornal Liberal destaca o papel do Sistema OCB/PA na abertura de caminhos promissores para o cooperativismo paraense
Abrir portas, aproximar instituições e transformar diálogo em oportunidade. É a partir dessa perspectiva que o projeto LIB TALK, produzido pelo Jornal Liberal, no dia 30 de setembro, às 19h, no Espaço Rômulo Maiorana, com a presença de representantes de órgãos públicos, instituições pública e privada, financeiras e lideranças do cooperativismo, apresenta uma conversa sobre o papel estratégico do Sistema OCB/PA na construção de oportunidades para o cooperativismo paraense.
Com o tema “Sistema OCB/PA: A instituição que abre portas para o desenvolvimento das cooperativas”, o programa contará com a participação do presidente do Sistema OCB/PA, Ernandes Raiol, e o superintendente, Júnior Serra, em uma conversa que vai além dos números e apresenta o cooperativismo a partir de quem vive seus resultados na prática.
A proposta é mostrar que, por trás de cada cooperativa, existem pessoas, famílias, negócios e comunidades que encontram no trabalho coletivo uma oportunidade de produzir, gerar renda e transformar suas realidades. E no centro da conversa está uma das principais missões do Sistema OCB/PA: representar, defender e fortalecer os interesses das cooperativas paraenses.
Na prática, essa atuação acontece muito antes de uma oportunidade chegar à cooperativa. Ela passa pelo diálogo permanente com órgãos públicos, instituições, empresas e diferentes setores da sociedade; pela participação em discussões que impactam o ambiente de negócios; pela construção de parcerias e pela busca de soluções capazes de ampliar as possibilidades para quem está na ponta. É uma atuação que transforma articulação em oportunidade.
Para o presidente Ernandes Raiol, representar o cooperativismo significa fazer com que a voz das cooperativas seja ouvida nos espaços onde decisões importantes são tomadas.
“O nosso papel é estar onde as decisões acontecem, levar as demandas das cooperativas, construir diálogo e buscar caminhos para que essas demandas possam se transformar em oportunidades. Quando uma porta se abre para uma cooperativa, muitas vezes ela se abre para dezenas, centenas de famílias.”, destaca Raiol.
O Lib Talk também apresenta histórias que ajudam a traduzir, na prática, o impacto do cooperativismo. São trajetórias de pessoas que encontraram no modelo cooperativista uma alternativa para acessar mercados, melhorar sua produção, ampliar a renda e fortalecer seus negócios. Quando uma cooperativa cresce, crescem também as famílias que dependem dela, os fornecedores que fazem parte da cadeia, os trabalhadores envolvidos na produção e as comunidades onde ela está inserida. É nesse ponto que o cooperativismo ganha uma dimensão ainda maior e se torna instrumento de desenvolvimento local.
Outro destaque da conversa é a força das parcerias estratégicas construídas pelo Sistema OCB/PA. O relacionamento com instituições públicas e privadas, universidades, agentes financeiros, entidades de apoio e diferentes atores do desenvolvimento cria possibilidades para as cooperativas, seja na capacitação, no acesso a crédito, na inovação, na abertura de mercados ou na construção de projetos conjuntos.
Para o superintendente Júnior Serra, essa capacidade de conectar diferentes atores é fundamental para transformar demandas em soluções.
“Nenhuma instituição transforma uma realidade sozinha. Nosso trabalho é justamente conectar as cooperativas às oportunidades, aproximar parceiros e construir pontes. Quando conseguimos unir diferentes competências em torno de um objetivo comum, quem ganha é o cooperado e, consequentemente, toda a comunidade.”, afirma Júnior Serra.
Essa representação aproxima o setor dos poderes públicos, amplia o diálogo institucional e contribui para que as políticas, projetos e iniciativas considerem as especificidades e potencialidades das cooperativas. E é nesse movimento que o Sistema OCB/PA atua conectando cooperativas, pessoas, instituições e oportunidades para ajudar a construir um Pará mais próspero, inclusivo e desenvolvido.
NOTÍCIAS
24/09/2026
Pesquisa mostra avanço da imagem e do conhecimento sobre o coop
Levantamento revela percepção de um modelo atual e influência da origem escolhas de consumo
O cooperativismo está cada vez mais presente no imaginário dos brasileiros. A terceira edição da Pesquisa de Imagem do Cooperativismo, realizada em 2026, mostra um avanço consistente no conhecimento sobre o modelo e revela que atributos como colaboração, prosperidade para a comunidade e distribuição de renda estão fortemente associados às cooperativas. O estudo também aponta que saber que um produto ou serviço tem origem cooperativa pode influenciar a escolha do consumidor.
Realizada entre 29 de julho e 19 de agosto, a pesquisa ouviu 5.955 pessoas de todas as regiões do país. O levantamento dá continuidade às edições de 2018 e 2023 e permite acompanhar a evolução da percepção e conhecimento da sociedade sobre o cooperativismo. Nesta edição, o estudo também aprofundou a análise dos atributos associados ao modelo e da influência da origem cooperativa sobre as decisões de compra.
Um dos resultados de maior destaque está na lembrança espontânea das cooperativas. Em 2018, 29% dos entrevistados conseguiam citar, de memória, o nome de uma cooperativa. O percentual chegou a 55% em 2023 e alcançou pelo menos 67% em 2026, um aumento de mais de 200% em oito anos. Os dados evidenciam uma trajetória contínua de ampliação da presença das cooperativas no repertório da população.
Entre as marcas mais lembradas espontaneamente aparecem Sicredi, Sicoob, Unimed, Coamo, Aurora, Unicred e Cresol. Sicredi e Sicoob, juntas, representam 54% das menções reconhecidas, percentual que era de 16,2% em 2018 e 31,7% em 2023.
Conexão com a sociedade
A pesquisa também revela como os brasileiros enxergam o cooperativismo. Para 81,6% dos entrevistados, o conceito está relacionado a características contemporâneas: 44,3% o classificam como atual, 20,8% como moderno e 16,5% como inovador.
Ao comparar cooperativas, empresas privadas, associações e startups, o levantamento identifica territórios de imagem próprios de cada modelo. As cooperativas se destacam especialmente em atributos ligados à sua identidade e ao impacto gerado nas comunidades.
Entre os atributos em que o cooperativismo apresenta o maior percentual estão colaboração e união de membros (33%), capacidade de gerar prosperidade para a comunidade (21,2%), distribuição de renda (19,9%), preço justo (12%), sustentabilidade (10,8%) e responsabilidade ambiental (8,1%).
A percepção reforça o modelo está conectado à atuação coletiva e ao desenvolvimento dos territórios. Responsabilidade comunitária, geração de trabalho e renda e responsabilidade social também aparecem entre os atributos mais associados às cooperativas pelos entrevistados.
Para a superintendente do Sistema OCB, Fabíola Nader Motta, os resultados demonstram que características centrais do modelo são percebidas pela sociedade. “A colaboração, a geração de prosperidade para as comunidades e a distribuição de renda traduzem um modelo que combina atividade econômica, participação das pessoas e desenvolvimento local. Ao mesmo tempo, a pesquisa nos ajuda a identificar onde temos espaço para avançar na comunicação sobre a capacidade das cooperativas de inovar, competir e gerar valor”, afirma.
Oportunidades
Para reunir diferentes dimensões da familiaridade da população com o modelo, a pesquisa apresenta um Índice de Conhecimento Efetivo, que chegou a 51,4%. O indicador combina quatro medidas: o quanto a pessoa declara conhecer o cooperativismo, sua capacidade de diferenciar cooperativas de outros modelos, a identificação da definição correta e o reconhecimento de cooperativas reais.
O levantamento também mostra diferenças importantes entre os públicos. A renda é o fator que mais separa os níveis de conhecimento: o índice varia 14,7 pontos percentuais entre as classes A e E. A diferença entre a faixa etária mais velha e a mais jovem é de 9,8 pontos, enquanto entre regiões chega a 5,6 pontos.
A gerente de Comunicação e Marketing do Sistema OCB, Samara Araujo, considera que esses recortes oferecem subsídios para direcionar as estratégias de comunicação e ampliar o entendimento sobre o cooperativismo entre diferentes segmentos da sociedade. “A pesquisa nos permite enxergar com mais clareza onde estão as oportunidades de aproximação com cada público. Conhecer essas diferenças é fundamental para construirmos uma comunicação mais assertiva, capaz de traduzir o cooperativismo para diferentes realidades e ampliar a identificação das pessoas com o modelo”.
Decisão de compra
Outro resultado relevante está na relação entre cooperativismo e consumo. Ao serem perguntados se ter conhecimento de que um produto ou serviço tem origem em uma cooperativa alteraria sua intenção de compra, 26,5% responderam “sim” e 34,2% “talvez”. Juntos, os dois grupos representam 60,7% dos entrevistados. Entre aqueles que afirmaram que a origem cooperativa alteraria sua intenção, 97,8% disseram que comprariam daquela cooperativa. O efeito aparece com maior intensidade em alimentos, citado por 59,4%, e saúde, com 41,5%.
Ao mesmo tempo, qualidade e preço são os fatores mais considerados nas escolhas de consumo. Essas características foram mencionadas por 60,5% e 53% dos participantes, respectivamente. Entre os atributos relacionados à conduta das organizações aparecem transparência (20,8%), sustentabilidade (18,7%), responsabilidade social (16,4%), responsabilidade comunitária (14,1%), proteção ambiental (13,1%) e produção ética (12%).
“Esse dado traz uma mensagem importante: existe abertura do consumidor para valorizar a origem cooperativa, especialmente quando ela está acompanhada de qualidade e competitividade. Temos uma oportunidade de tornar mais visível o que existe por trás de cada produto e serviço de uma cooperativa: pessoas que participam do negócio, resultados que circulam nas comunidades e uma forma coletiva de gerar prosperidade”, destaca Fabíola.
Reconhecimento do SomosCoop
A pesquisa também mediu o reconhecimento da marca SomosCoop. Em 2026, 26,4% dos entrevistados afirmaram conhecer, já ter tido contato ou ouvido falar da marca, o equivalente a aproximadamente uma em cada quatro pessoas pesquisadas. O resultado ganha um recorte particular entre os mais jovens. Na faixa de 18 a 30 anos, 36,1% conhecem o SomosCoop, enquanto entre pessoas com mais de 51 anos o percentual é de 20,8%. O Sistema OCB, por sua vez, registra reconhecimento de 21,6% na pesquisa.
Na avaliação de Samara Araujo, os resultados também oferecem referências importantes para as próximas estratégias de posicionamento e comunicação do movimento. “A pesquisa mostra que estamos ampliando a presença do cooperativismo no repertório dos brasileiros e, ao mesmo tempo, nos permite entender melhor como cada público se relaciona com essa identidade. O alcance do SomosCoop entre os mais jovens é especialmente relevante porque demonstra uma conexão com uma geração estratégica para o futuro do movimento. Nosso trabalho agora é fortalecer essa identificação e traduzir, de forma cada vez mais simples e próxima, o valor que as cooperativas geram para as pessoas e para o país”, afirma.
Ainda segundo a gerente, os resultados da terceira edição ajudam a dimensionar os avanços obtidos desde 2018 e, ao mesmo tempo, indicam caminhos para ampliar a presença do cooperativismo na sociedade. A combinação entre crescimento da lembrança espontânea, percepção de contemporaneidade e potencial de influência nas escolhas de consumo reforça a importância de aproximar cada vez mais a identidade cooperativista do cotidiano dos brasileiros.
“A pesquisa oferece um retrato muito valioso sobre como o brasileiro enxerga o cooperativismo hoje. Avançamos em conhecimento e reconhecimento, e os dados também mostram onde podemos chegar. Nosso desafio é fazer com que cada vez mais pessoas compreendam o impacto econômico e social das cooperativas e reconheçam o cooperativismo como uma escolha atual, competitiva e capaz de transformar realidades”, conclui Samara.
NOTÍCIAS
22/09/2026
Sistema OCB/PA celebra visita da imagem peregrina de Nossa Senhora de Nazaré
O Sistema OCB/PA recebeu com emoção a visita da imagem peregrina de Nossa Senhora de Nazaré, padroeira da Amazônia, em um momento especial de homenagem, fé e união que reforçou os valores que aproximam a devoção paraense do espírito cooperativista. A presença da imagem nas instalações da instituição reuniu colaboradores, familiares e representantes do Sistema em uma celebração marcada pela espiritualidade e pelo sentimento de pertencimento que envolve uma das maiores manifestações de fé da Amazônia.
Para o Sistema OCB/PA, receber Nossa Senhora de Nazaré também é reconhecer a força dos valores que aproximam a devoção paraense do cooperativismo: união, solidariedade, fraternidade, cuidado com as pessoas e compromisso com a construção de uma sociedade mais justa e colaborativa. Mais do que uma tradição, a visita representou um momento de reencontro.
“É uma grande alegria receber a imagem peregrina de Nossa Senhora de Nazaré em nossa instituição. Este é um momento de renovar a fé, agradecer pelas conquistas e pedir bênçãos para nossas cooperativas, cooperados, colaboradores e para todos os paraenses. Queremos agradecer à cooperativa SISCAPITAL que nos proporcionou este momento e que Nossa Senhora continue iluminando nossos caminhos e fortalecendo em nós o espírito de união, solidariedade e cooperação”, destacou o presidente do Sistema OCB/PA, Ernandes Raiol.
A celebração também reforça a conexão do Sistema OCB/PA com a cultura e a identidade amazônica. Em um Estado onde o Círio de Nazaré ultrapassa gerações e reúne milhões de pessoas em torno da fé, a visita da imagem peregrina simboliza a proximidade, a esperança e a união que fazem parte da vida dos paraenses.
Entre fé e cooperação, que a presença de Nossa Senhora de Nazaré siga abençoando o Pará, suas comunidades e todos aqueles que, por meio da cooperação, trabalham para construir um futuro de mais oportunidades, desenvolvimento e solidariedade.