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As principais informações e novidades do coop no Brasil e no mundo!
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01/10/2026
LIB Talk mostra a força do cooperativismo e o papel estratégico do Sistema OCB/PA no desenvolvimento do Pará
O cooperativismo paraense mostrou a expansão do segmento, que já ocupa um espaço estratégico na economia e no desenvolvimento do Pará. Na noite desta quarta-feira (30), o primeiro episódio do projeto LibTalks, realizado pelo Grupo Liberal, com a participação do presidente Ernandes Raiol e do superintendente Júnior Serra, apresentou como este modelo de negócio cresce a passos largos no Pará, no Brasil e no mundo. O evento contou com a presença de lideranças cooperativistas e convidados, no auditório do Espaço Rômulo Maiorana, em Belém.
O encontro mostrou o tamanho do movimento cooperativista e, principalmente, a capacidade de articulação institucional que existe por trás de milhares de negócios, empregos, serviços e oportunidades espalhados pelas diferentes regiões do Estado. O Sistema OCB/PA mostrou que o cooperativismo está presente no cotidiano dos paraenses e participa de setores fundamentais para a economia, como agropecuária, crédito, saúde, transporte, seguro, educação, infraestrutura, consumo e trabalho, produção de bens e serviços.
Os, números ajudam a dimensionar a força do cooperativismo que reúne mais de meio milhão de paraenses. De acordo com documentos oficiais da OCB/PA, o Pará reúne 506,2 mil cooperados, 5,4 mil empregos diretos, R$ 4,2 bilhões em ingressos, R$ 4,4 bilhões em ativos e R$ 204,2 milhões em sobras. Esses dados mostram a presença crescente das cooperativas na economia paraense e sua capacidade de gerar renda, negócios e oportunidades.
O impacto também ultrapassa os limites das próprias cooperativas. Dados apresentados pelo Governo do Pará apontam que o cooperativismo responde por aproximadamente 11,8% do PIB estadual, enquanto cerca de 23% da população paraense possui algum vínculo com uma cooperativa. É uma dimensão que transforma o cooperativismo em uma peça importante da agenda de desenvolvimento regional.
Se os números atuais já revelam a dimensão do movimento, a meta da OCB/PA é ainda maior: alcançar 1 milhão de cooperados no Pará até 2030. Isso representa mais do que dobrar a atual base de cooperados. É uma estratégia de ampliação do número de paraenses que participarão de negócios coletivos, acessar serviços, mercados, crédito, capacitação e novas oportunidades de geração de renda.
Para o presidente Ernandes Raiol, esse crescimento precisa acontecer acompanhado de estrutura, profissionalização, inovação, acesso a mercados e, principalmente, de um ambiente institucional favorável ao desenvolvimento das cooperativas. “O cooperativismo paraense já demonstrou que tem escala, capacidade de gerar resultados e presença em diferentes regiões do Estado. Chegar a 1 milhão de cooperados significa ampliar ainda mais essa força e fazer com que mais pessoas tenham acesso às oportunidades que o cooperativismo pode proporcionar”, declarou o presidente.
Uma das principais mensagens apresentadas durante o LibTalks foi justamente o papel estratégico do Sistema OCB/PA como ponte entre as cooperativas e os diferentes atores que ajudam a construir o desenvolvimento do Estado. A instituição atua na representação e defesa dos interesses do cooperativismo, acompanha políticas públicas, participa de espaços de discussão, articula parcerias e aproxima as cooperativas de órgãos públicos, instituições financeiras, universidades, empresas e outras organizações.
Um exemplo dessa atuação está na participação do Sistema OCB/PA no Comitê Gestor do Plano Estratégico de Longo Prazo do Estado – Pará 2050, espaço no qual o cooperativismo passou a integrar diretamente as discussões sobre os caminhos estratégicos para o desenvolvimento estadual. Na primeira reunião, representantes da OCB/PA apresentaram dados sobre o setor, que movimenta bilhões de reais e gera milhares de empregos no Estado. A atuação também passa pelo Conselho Estadual de Cooperativismo, que reúne diferentes órgãos públicos e entidades para discutir políticas de fortalecimento do setor e articular ações entre governo e cooperativas.
O superintendente do Sistema OCB/PA, Júnior Serra, destacou a importância da articulação para transformar o potencial das cooperativas em resultados. “Quando falamos em desenvolvimento, precisamos falar em conexão. Nenhuma transformação acontece de forma isolada. Quando conectamos competências, conhecimento, crédito, mercado e representação institucional, criamos condições para que as cooperativas avancem e para que esse avanço chegue às pessoas e às comunidades”, observou Serra.
Discutir cooperativismo é discutir o próprio desenvolvimento do Estado. Porque, por trás de cada número, existem pessoas. Por trás de cada cooperativa, existem famílias. E por trás de cada articulação institucional existe a possibilidade de transformar uma demanda em acesso, uma parceria em negócio e oportunidade. O desafio é grande, mas a trajetória aponta para uma direção clara: quanto mais o cooperativismo cresce, maior é sua capacidade de contribuir para o desenvolvimento do Pará.
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29/09/2026
LIB TALK do Jornal Liberal destaca o papel do Sistema OCB/PA na abertura de caminhos promissores para o cooperativismo paraense
Abrir portas, aproximar instituições e transformar diálogo em oportunidade. É a partir dessa perspectiva que o projeto LIB TALK, produzido pelo Jornal Liberal, no dia 30 de setembro, às 19h, no Espaço Rômulo Maiorana, com a presença de representantes de órgãos públicos, instituições pública e privada, financeiras e lideranças do cooperativismo, apresenta uma conversa sobre o papel estratégico do Sistema OCB/PA na construção de oportunidades para o cooperativismo paraense.
Com o tema “Sistema OCB/PA: A instituição que abre portas para o desenvolvimento das cooperativas”, o programa contará com a participação do presidente do Sistema OCB/PA, Ernandes Raiol, e o superintendente, Júnior Serra, em uma conversa que vai além dos números e apresenta o cooperativismo a partir de quem vive seus resultados na prática.
A proposta é mostrar que, por trás de cada cooperativa, existem pessoas, famílias, negócios e comunidades que encontram no trabalho coletivo uma oportunidade de produzir, gerar renda e transformar suas realidades. E no centro da conversa está uma das principais missões do Sistema OCB/PA: representar, defender e fortalecer os interesses das cooperativas paraenses.
Na prática, essa atuação acontece muito antes de uma oportunidade chegar à cooperativa. Ela passa pelo diálogo permanente com órgãos públicos, instituições, empresas e diferentes setores da sociedade; pela participação em discussões que impactam o ambiente de negócios; pela construção de parcerias e pela busca de soluções capazes de ampliar as possibilidades para quem está na ponta. É uma atuação que transforma articulação em oportunidade.
Para o presidente Ernandes Raiol, representar o cooperativismo significa fazer com que a voz das cooperativas seja ouvida nos espaços onde decisões importantes são tomadas.
“O nosso papel é estar onde as decisões acontecem, levar as demandas das cooperativas, construir diálogo e buscar caminhos para que essas demandas possam se transformar em oportunidades. Quando uma porta se abre para uma cooperativa, muitas vezes ela se abre para dezenas, centenas de famílias.”, destaca Raiol.
O Lib Talk também apresenta histórias que ajudam a traduzir, na prática, o impacto do cooperativismo. São trajetórias de pessoas que encontraram no modelo cooperativista uma alternativa para acessar mercados, melhorar sua produção, ampliar a renda e fortalecer seus negócios. Quando uma cooperativa cresce, crescem também as famílias que dependem dela, os fornecedores que fazem parte da cadeia, os trabalhadores envolvidos na produção e as comunidades onde ela está inserida. É nesse ponto que o cooperativismo ganha uma dimensão ainda maior e se torna instrumento de desenvolvimento local.
Outro destaque da conversa é a força das parcerias estratégicas construídas pelo Sistema OCB/PA. O relacionamento com instituições públicas e privadas, universidades, agentes financeiros, entidades de apoio e diferentes atores do desenvolvimento cria possibilidades para as cooperativas, seja na capacitação, no acesso a crédito, na inovação, na abertura de mercados ou na construção de projetos conjuntos.
Para o superintendente Júnior Serra, essa capacidade de conectar diferentes atores é fundamental para transformar demandas em soluções.
“Nenhuma instituição transforma uma realidade sozinha. Nosso trabalho é justamente conectar as cooperativas às oportunidades, aproximar parceiros e construir pontes. Quando conseguimos unir diferentes competências em torno de um objetivo comum, quem ganha é o cooperado e, consequentemente, toda a comunidade.”, afirma Júnior Serra.
Essa representação aproxima o setor dos poderes públicos, amplia o diálogo institucional e contribui para que as políticas, projetos e iniciativas considerem as especificidades e potencialidades das cooperativas. E é nesse movimento que o Sistema OCB/PA atua conectando cooperativas, pessoas, instituições e oportunidades para ajudar a construir um Pará mais próspero, inclusivo e desenvolvido.
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Pesquisa mostra avanço da imagem e do conhecimento sobre o coop
Levantamento revela percepção de um modelo atual e influência da origem escolhas de consumo
O cooperativismo está cada vez mais presente no imaginário dos brasileiros. A terceira edição da Pesquisa de Imagem do Cooperativismo, realizada em 2026, mostra um avanço consistente no conhecimento sobre o modelo e revela que atributos como colaboração, prosperidade para a comunidade e distribuição de renda estão fortemente associados às cooperativas. O estudo também aponta que saber que um produto ou serviço tem origem cooperativa pode influenciar a escolha do consumidor.
Realizada entre 29 de julho e 19 de agosto, a pesquisa ouviu 5.955 pessoas de todas as regiões do país. O levantamento dá continuidade às edições de 2018 e 2023 e permite acompanhar a evolução da percepção e conhecimento da sociedade sobre o cooperativismo. Nesta edição, o estudo também aprofundou a análise dos atributos associados ao modelo e da influência da origem cooperativa sobre as decisões de compra.
Um dos resultados de maior destaque está na lembrança espontânea das cooperativas. Em 2018, 29% dos entrevistados conseguiam citar, de memória, o nome de uma cooperativa. O percentual chegou a 55% em 2023 e alcançou pelo menos 67% em 2026, um aumento de mais de 200% em oito anos. Os dados evidenciam uma trajetória contínua de ampliação da presença das cooperativas no repertório da população.
Entre as marcas mais lembradas espontaneamente aparecem Sicredi, Sicoob, Unimed, Coamo, Aurora, Unicred e Cresol. Sicredi e Sicoob, juntas, representam 54% das menções reconhecidas, percentual que era de 16,2% em 2018 e 31,7% em 2023.
Conexão com a sociedade
A pesquisa também revela como os brasileiros enxergam o cooperativismo. Para 81,6% dos entrevistados, o conceito está relacionado a características contemporâneas: 44,3% o classificam como atual, 20,8% como moderno e 16,5% como inovador.
Ao comparar cooperativas, empresas privadas, associações e startups, o levantamento identifica territórios de imagem próprios de cada modelo. As cooperativas se destacam especialmente em atributos ligados à sua identidade e ao impacto gerado nas comunidades.
Entre os atributos em que o cooperativismo apresenta o maior percentual estão colaboração e união de membros (33%), capacidade de gerar prosperidade para a comunidade (21,2%), distribuição de renda (19,9%), preço justo (12%), sustentabilidade (10,8%) e responsabilidade ambiental (8,1%).
A percepção reforça o modelo está conectado à atuação coletiva e ao desenvolvimento dos territórios. Responsabilidade comunitária, geração de trabalho e renda e responsabilidade social também aparecem entre os atributos mais associados às cooperativas pelos entrevistados.
Para a superintendente do Sistema OCB, Fabíola Nader Motta, os resultados demonstram que características centrais do modelo são percebidas pela sociedade. “A colaboração, a geração de prosperidade para as comunidades e a distribuição de renda traduzem um modelo que combina atividade econômica, participação das pessoas e desenvolvimento local. Ao mesmo tempo, a pesquisa nos ajuda a identificar onde temos espaço para avançar na comunicação sobre a capacidade das cooperativas de inovar, competir e gerar valor”, afirma.
Oportunidades
Para reunir diferentes dimensões da familiaridade da população com o modelo, a pesquisa apresenta um Índice de Conhecimento Efetivo, que chegou a 51,4%. O indicador combina quatro medidas: o quanto a pessoa declara conhecer o cooperativismo, sua capacidade de diferenciar cooperativas de outros modelos, a identificação da definição correta e o reconhecimento de cooperativas reais.
O levantamento também mostra diferenças importantes entre os públicos. A renda é o fator que mais separa os níveis de conhecimento: o índice varia 14,7 pontos percentuais entre as classes A e E. A diferença entre a faixa etária mais velha e a mais jovem é de 9,8 pontos, enquanto entre regiões chega a 5,6 pontos.
A gerente de Comunicação e Marketing do Sistema OCB, Samara Araujo, considera que esses recortes oferecem subsídios para direcionar as estratégias de comunicação e ampliar o entendimento sobre o cooperativismo entre diferentes segmentos da sociedade. “A pesquisa nos permite enxergar com mais clareza onde estão as oportunidades de aproximação com cada público. Conhecer essas diferenças é fundamental para construirmos uma comunicação mais assertiva, capaz de traduzir o cooperativismo para diferentes realidades e ampliar a identificação das pessoas com o modelo”.
Decisão de compra
Outro resultado relevante está na relação entre cooperativismo e consumo. Ao serem perguntados se ter conhecimento de que um produto ou serviço tem origem em uma cooperativa alteraria sua intenção de compra, 26,5% responderam “sim” e 34,2% “talvez”. Juntos, os dois grupos representam 60,7% dos entrevistados. Entre aqueles que afirmaram que a origem cooperativa alteraria sua intenção, 97,8% disseram que comprariam daquela cooperativa. O efeito aparece com maior intensidade em alimentos, citado por 59,4%, e saúde, com 41,5%.
Ao mesmo tempo, qualidade e preço são os fatores mais considerados nas escolhas de consumo. Essas características foram mencionadas por 60,5% e 53% dos participantes, respectivamente. Entre os atributos relacionados à conduta das organizações aparecem transparência (20,8%), sustentabilidade (18,7%), responsabilidade social (16,4%), responsabilidade comunitária (14,1%), proteção ambiental (13,1%) e produção ética (12%).
“Esse dado traz uma mensagem importante: existe abertura do consumidor para valorizar a origem cooperativa, especialmente quando ela está acompanhada de qualidade e competitividade. Temos uma oportunidade de tornar mais visível o que existe por trás de cada produto e serviço de uma cooperativa: pessoas que participam do negócio, resultados que circulam nas comunidades e uma forma coletiva de gerar prosperidade”, destaca Fabíola.
Reconhecimento do SomosCoop
A pesquisa também mediu o reconhecimento da marca SomosCoop. Em 2026, 26,4% dos entrevistados afirmaram conhecer, já ter tido contato ou ouvido falar da marca, o equivalente a aproximadamente uma em cada quatro pessoas pesquisadas. O resultado ganha um recorte particular entre os mais jovens. Na faixa de 18 a 30 anos, 36,1% conhecem o SomosCoop, enquanto entre pessoas com mais de 51 anos o percentual é de 20,8%. O Sistema OCB, por sua vez, registra reconhecimento de 21,6% na pesquisa.
Na avaliação de Samara Araujo, os resultados também oferecem referências importantes para as próximas estratégias de posicionamento e comunicação do movimento. “A pesquisa mostra que estamos ampliando a presença do cooperativismo no repertório dos brasileiros e, ao mesmo tempo, nos permite entender melhor como cada público se relaciona com essa identidade. O alcance do SomosCoop entre os mais jovens é especialmente relevante porque demonstra uma conexão com uma geração estratégica para o futuro do movimento. Nosso trabalho agora é fortalecer essa identificação e traduzir, de forma cada vez mais simples e próxima, o valor que as cooperativas geram para as pessoas e para o país”, afirma.
Ainda segundo a gerente, os resultados da terceira edição ajudam a dimensionar os avanços obtidos desde 2018 e, ao mesmo tempo, indicam caminhos para ampliar a presença do cooperativismo na sociedade. A combinação entre crescimento da lembrança espontânea, percepção de contemporaneidade e potencial de influência nas escolhas de consumo reforça a importância de aproximar cada vez mais a identidade cooperativista do cotidiano dos brasileiros.
“A pesquisa oferece um retrato muito valioso sobre como o brasileiro enxerga o cooperativismo hoje. Avançamos em conhecimento e reconhecimento, e os dados também mostram onde podemos chegar. Nosso desafio é fazer com que cada vez mais pessoas compreendam o impacto econômico e social das cooperativas e reconheçam o cooperativismo como uma escolha atual, competitiva e capaz de transformar realidades”, conclui Samara.
24/09/2026
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Sistema OCB/PA celebra visita da imagem peregrina de Nossa Senhora de Nazaré
O Sistema OCB/PA recebeu com emoção a visita da imagem peregrina de Nossa Senhora de Nazaré, padroeira da Amazônia, em um momento especial de homenagem, fé e união que reforçou os valores que aproximam a devoção paraense do espírito cooperativista. A presença da imagem nas instalações da instituição reuniu colaboradores, familiares e representantes do Sistema em uma celebração marcada pela espiritualidade e pelo sentimento de pertencimento que envolve uma das maiores manifestações de fé da Amazônia.
Para o Sistema OCB/PA, receber Nossa Senhora de Nazaré também é reconhecer a força dos valores que aproximam a devoção paraense do cooperativismo: união, solidariedade, fraternidade, cuidado com as pessoas e compromisso com a construção de uma sociedade mais justa e colaborativa. Mais do que uma tradição, a visita representou um momento de reencontro.
“É uma grande alegria receber a imagem peregrina de Nossa Senhora de Nazaré em nossa instituição. Este é um momento de renovar a fé, agradecer pelas conquistas e pedir bênçãos para nossas cooperativas, cooperados, colaboradores e para todos os paraenses. Queremos agradecer à cooperativa SISCAPITAL que nos proporcionou este momento e que Nossa Senhora continue iluminando nossos caminhos e fortalecendo em nós o espírito de união, solidariedade e cooperação”, destacou o presidente do Sistema OCB/PA, Ernandes Raiol.
A celebração também reforça a conexão do Sistema OCB/PA com a cultura e a identidade amazônica. Em um Estado onde o Círio de Nazaré ultrapassa gerações e reúne milhões de pessoas em torno da fé, a visita da imagem peregrina simboliza a proximidade, a esperança e a união que fazem parte da vida dos paraenses.
Entre fé e cooperação, que a presença de Nossa Senhora de Nazaré siga abençoando o Pará, suas comunidades e todos aqueles que, por meio da cooperação, trabalham para construir um futuro de mais oportunidades, desenvolvimento e solidariedade.
22/09/2026
NOTÍCIAS
Cooperativismo paraense marca presença na agenda internacional da ACI no Panamá
O cooperativismo paraense foi representado em uma das principais agendas internacionais do movimento cooperativista. O presidente do Sistema OCB/PA, Ernandes Raiol e assessora jurídica Dra. Nelian Rossafa, integraram a comitiva brasileira que participou, no Panamá, da programação da Aliança Cooperativa Internacional (ACI), que reuniu lideranças de diferentes países para assembleias, eleições e debates sobre os rumos do cooperativismo mundial.
A agenda no Panamá reuniu uma delegação brasileira formada por representantes do Sistema OCB, organizações estaduais e lideranças cooperativistas. Ao todo, 34 representantes brasileiros participaram da programação, que teve como um dos objetivos ampliar a presença do Brasil nos espaços de decisão da ACI e fortalecer conexões com organizações cooperativistas de diferentes países.
A participação do Sistema OCB/PA reforça, assim, uma atuação institucional que conecta o cooperativismo paraense às discussões e oportunidades do movimento cooperativista global, ampliando sua representação e contribuindo para posicionar o Pará nos espaços onde o futuro do setor também é construído.
Durante o evento, o presidente Raiol também participou da mobilização em apoio à reeleição de Márcio Lopes de Freitas, presidente do Conselho de Administração da OCB Nacional, para o Conselho de Administração da ACI. A eleição ocorreu com 544 votos a favor, durante a Assembleia Geral Eleitoral da entidade, garantindo a permanência do Brasil em uma das principais instâncias de decisão do cooperativismo mundial.
A nova composição do Conselho reúne representantes de diferentes países para o mandato 2026–2030, fortalecendo a participação internacional do cooperativismo brasileiro e ampliando sua capacidade de contribuir para debates, articulações e decisões estratégicas do movimento.
Para o presidente Raiol, estar presente nesse cenário significa representar o cooperativismo paraense para além das fronteiras do Estado, fortalecendo parcerias e contribuindo para que a realidade, os desafios e as potencialidades das cooperativas do Pará também estejam inseridos na agenda nacional e internacional.
“Estamos imensamente gratos em representar o cooperativismo paraense em uma agenda de decisões estratégicas e contribuindo para que o cooperativismo brasileiro e paraense esteja cada vez mais presente onde são construídos os caminhos para o futuro do nosso movimento”, concluiu Raiol.
17/09/2026
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Sistema OCB/PA entrega 48 caminhões a cooperativas e amplia capacidade de produção e logística no Pará
O cooperativismo paraense deu mais um passo para ampliar sua capacidade de produção e acesso a mercados. Em um momento de celebração para o setor, o Sistema OCB/PA realizou a entrega de 48 caminhões para 48 cooperativas, fortalecendo a estrutura logística de organizações que atuam em diferentes regiões do Pará.
A iniciativa representa uma conquista para as cooperativas beneficiadas, que passam a contar com melhores condições para transportar produtos, apoiar seus cooperados, atender novos mercados e ampliar a capacidade de comercialização.
Durante o evento, o presidente do Sistema OCB/PA, Ernandes Raiol, destacou a dimensão da conquista para o setor. “Hoje é um dia muito especial para o cooperativismo desse Estado. Em uma parceria inédita, conseguimos fazer algo fenomenal para as cooperativas. Nós iremos entregar nesta data 48 caminhões que estão aqui para 48 cooperativas”, afirmou.
A entrega atende cooperativas da agricultura familiar. Com os novos veículos, as organizações poderão reduzir dificuldades relacionadas ao transporte, melhorar a logística de coleta dos cooperados, distribuição e oferecer maior segurança aos produtores.
Para Maria Eliselma, presidente da cooperativa COOAFAC, a chegada do caminhão representa uma mudança concreta na rotina dos cooperados. “A nossa cooperativa, a partir de agora, temos autonomia para buscar a produção dos cooperados e dar segurança para eles não terem que andar de moto com a produção. Agradeçemos ao Sistema OCB/PA por ter proporcionado isso à COOAFAC”, destacou.
Entre as cooperativas beneficiadas está a CAFAS, que utilizará o novo caminhão para apoiar diretamente a agricultura familiar e o transporte de alimentos destinados a programas de compras públicas.
A presidente da cooperativa, Isabel Cordeiro, destacou a importância do veículo para ampliar a capacidade de atendimento. “Nós vamos colocar o caminhão para ajudar muito a agricultura familiar, no transporte de alimentos para a merenda escolar e para o PAA. Tudo isso mostra a importância de estar no cooperativismo”, afirmou.
Para a dirigente, a conquista só foi possível por meio da união de esforços. “Agradecemos muito ao Sistema OCB/PA e a todos os parceiros que ajudaram para a concretização desse sonho, que hoje está aqui em nossas mãos”, declarou.
A entrega dos caminhões amplia, portanto, a capacidade operacional das cooperativas e pode contribuir diretamente para o fortalecimento de cadeias produtivas locais. Com uma estrutura de transporte própria, as cooperativas beneficiadas passam a ter melhores condições para organizar a coleta da produção, atender contratos, cumprir prazos de entrega e alcançar consumidores e mercados mais distantes.
A iniciativa também amplia as possibilidades de participação em programas institucionais, como Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), além de abrir espaço para novos contratos e mercados privados.
11/09/2026
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Pense no Coop reúne cooperativismo paraense e candidatos em diálogo sobre as Eleições 2026
O cooperativismo paraense ocupou espaço de destaque no debate sobre o futuro do Estado durante o Pense no Coop – Eleições 2026, realizado na terça-feira (8), em Belém. Promovido pelo Sistema OCB/PA, o encontro reuniu representantes de cooperativas, cooperados, lideranças do movimento cooperativista, autoridades públicas e candidatos que participarão do pleito eleitoral de 2026 para um momento de diálogo, escuta e construção coletiva.
Realizado no Teatro Maria Sylvia Nunes, na Estação das Docas, o encontro teve como principal propósito ampliar a compreensão sobre a importância do cooperativismo na agenda pública e estimular a participação consciente do setor no processo eleitoral*. A proposta é colocar em evidência pautas que impactam diretamente a atividade das cooperativas e a vida de milhares de cooperados em diferentes regiões do Pará.
A iniciativa integra a mobilização nacional do Pense no Coop, conduzida pela OCB Nacional, que busca fortalecer a educação política e a representação institucional do cooperativismo durante o ciclo eleitoral de 2026. Entre os materiais apresentados nacionalmente estão a Agenda Institucional do Cooperativismo, a pauta de prioridades do setor, *a cartilha Cooperativismo e as Eleições 2026 e a publicação Propostas para um Brasil mais Cooperativo.
A defesa de uma agenda cooperativista ganha relevância diante da dimensão que o setor vem alcançando no estado do Pará. Dados do AnuárioCoop 2026, com ano-base 2025, apontam que o Pará possui 506,2 mil cooperados, além de R$ 4,2 bilhões em ingressos, R$ 4,4 bilhões em ativos, R$ 204,2 milhões em sobras e 5,4 mil empregos diretos. Os números demonstram a presença do cooperativismo e sua contribuição para a economia paraense.
Um dos momentos centrais do encontro foi a entrega aos candidatos de uma cartilha com as principais demandas e propostas construídas a partir da realidade e das necessidades apontadas pelas próprias cooperativas. A intenção é que as demandas possam ser incorporadas às discussões, propostas e políticas públicas ao longo do processo eleitoral e, posteriormente, durante os mandatos.
Entre os temas considerados estratégicos estão a regularização fundiária, licenciamento e concessão de autorização as cooperativas minerais, desenvolvimento regional, acesso a crédito, acesso aos programas de governo, entre outros.
Outro destaque da programação foi a palestra “Educação política pode transformar a realidade das cooperativas”, conduzida por Bruna Chaves, representante da OCB Nacional. Durante a apresentação, ela abordou a importância de ampliar o conhecimento das lideranças e dos cooperados sobre o funcionamento da política, o processo eleitoral e a relação entre as decisões estimular uma participação consciente do movimento cooperativista.
Durante o encontro, o presidente do Sistema OCB/PA, Ernandes Raiol, destacou que a participação do cooperativismo no debate público é fundamental para que as políticas públicas considerem as particularidades e necessidades do setor.
Para Raiol, o momento eleitoral representa uma oportunidade de apresentar aos candidatos a realidade vivenciada pelas cooperativas paraenses e construir pontes permanentes entre o setor produtivo e o poder público. “O futuro do cooperativismo também passa pelo fortalecimento do debate público. O Pense no Coop é uma oportunidade para refletirmos sobre políticas públicas, desenvolvimento e representação institucional, sempre com foco na construção de um Pará mais próspero, competitivo e cooperativo”, declarou.
A posição está alinhada ao entendimento institucional adotado pelo Sistema OCB/PA para as eleições de 2026. A entidade não possui candidato único e mantém diálogo com diferentes representantes políticos que demonstrem compromisso com políticas públicas capazes de fortalecer o cooperativismo, respeitando os princípios da legalidade, da impessoalidade e da transparência. Nesse sentido, o encontro não teve como objetivo indicar candidaturas, mas aproximar o movimento cooperativista dos agentes que estarão envolvidos na formulação e execução de políticas públicas nos próximos anos.
A programação também abriu espaço para a manifestação de representantes do legislativo e de candidatos ao pleito de 2026. Entre os participantes estiveram os deputados Iran Lima e Fábio Freitas, o candidato Ramon Marques, Eduardo Costa, além de outros nomes que participaram do diálogo com as lideranças cooperativistas.
Como parte da programação, candidatos participantes do encontro assinaram um compromisso de apoio ao cooperativismo, manifestando a disposição de defender e apoiar pautas de interesse do setor caso sejam eleitos. A iniciativa transforma as demandas apresentadas pelas cooperativas em compromissos políticos e institucionais, alinhando o diálogo entre o movimento cooperativista e os futuros representantes públicos.
Nesse cenário, o Pense no Coop – Eleições 2026 tornou-se uma iniciativa de mobilização, informação e diálogo, colocando o cooperativismo como participante ativo da discussão sobre os caminhos que o Pará pretende seguir nos próximos anos.
10/09/2026
NOTÍCIAS
Sistema OCB/PA aposta na intercooperação para ampliar e fortalecer negócios entre cooperativas no Pará
Uma parceria construída ao longo de mais de 20 anos finalmente saiu do campo das tratativas para se transformar em realidade. A Unimed Belém, cooperativas de crédito Sicoob Cooesa, Sicoob Coimppa, Credisis, Cooperufpa e a cooperativa de consumo Cooperbelém, deram um importante passo de intercooperação com a assinatura de contrato que permitirá às cooperativas oferecerem planos de saúde Unimed em seus catálogos de serviços, ampliando o portfólio disponibilizado aos cooperados e fortalecendo a integração entre diferentes ramos do cooperativismo.
A concretização da parceria foi uma iniciativa dos conselheiros Marcia Ramos, presidente do Sicoob Cooesa e Ivan Costa, presidente da Sicoob Coimppa e contou com o apoio institucional do Sistema OCB/PA, que atuou como representante das organizações e contribuiu para aproximar interesses, construir consensos e viabilizar o avanço das negociações. A iniciativa representa, na prática, a força da união entre cooperativas e a capacidade do próprio movimento de criar soluções para seus integrantes.
A iniciativa cria uma via de mão dupla. De um lado, as cooperativas de crédito e consumo passam a disponibilizar aos seus cooperados uma solução de saúde reconhecida e alinhada aos princípios do cooperativismo. De outro, a Unimed Belém amplia sua presença junto a um público já inserido no movimento cooperativista, fortalecendo sua rede de relacionamento e abrindo novas possibilidades de negócios.
Para o presidente do Sistema OCB/PA, Ernandes Raiol, a assinatura demonstra, na prática, a força da intercooperação como instrumento de crescimento do setor.
“Quando uma cooperativa apoia outra, quem ganha é o cooperativismo como um todo. Essa parceria entre a Unimed Belém e as cooperativas de crédito mostra que podemos integrar diferentes ramos, criar oportunidades de negócios e, principalmente, oferecer soluções que gerem valor para os nossos cooperados. O papel do Sistema OCB/PA é justamente promover essa aproximação e criar pontes para que a intercooperação aconteça de forma concreta no Pará”, destaca Raiol.
A proposta também reforça uma das características mais importantes do modelo cooperativista. A capacidade de diferentes cooperativas atuarem conjuntamente para atender às necessidades de seus cooperados.
Para Dr. Gilmar Ribeiro, diretor administrativo da Unimed Belém, a parceria representa uma oportunidade de aproximar ainda mais duas áreas estratégicas do cooperativismo.
“A intercooperação é uma oportunidade para unirmos competências e ampliarmos a entrega de valor aos cooperados. A Unimed Belém tem como propósito cuidar das pessoas, e fazer isso em parceria com outras cooperativas fortalece nossa atuação e amplia o alcance dos serviços de saúde. É uma satisfação construir essa parceria e contribuir para o fortalecimento do cooperativismo no Pará”, afirma.
Na avaliação do superintendente do Sistema OCB/PA, Junior Serra, a iniciativa demonstra que a intercooperação pode ser transformada em uma estratégia permanente de desenvolvimento e geração de negócios.
“Essa assinatura mostra que existe um grande potencial para que cooperativas de diferentes ramos façam negócios entre si, gerando benefícios para os cooperados e fortalecendo o movimento cooperativista”, ressalta Junior Serra.
Para Márcia Ramos, presidente do Sicoob Cooesa, a possibilidade de oferecer o plano de saúde aos cooperados amplia a capacidade das cooperativas de crédito de entregar soluções que estejam conectadas às necessidades reais de seus associados.
“Ter acesso a um plano de saúde de qualidade por meio da própria cooperativa de crédito representa mais comodidade, confiança e valor. Ao mesmo tempo, fortalecemos a relação entre as cooperativas e mostramos que é possível encontrar dentro do próprio sistema soluções para diferentes necessidades”, explica.
A expectativa é que a parceria também contribua para ampliar o conhecimento da sociedade sobre os diferentes ramos do cooperativismo. Ao utilizar um serviço de uma cooperativa por meio de outra, o cooperado passa a conhecer novas possibilidades do modelo e percebe, na prática, que cooperar também significa construir uma rede de soluções.
03/09/2026