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Sistema OCB/PA é o novo membro do Programa de Qualificação para Exportação (PEIEX)

Sistema OCB/PA é o novo membro do Programa de Qualificação para Exportação (PEIEX)

 

Em maio de 2022, o Sistema OCB/PA se tornou o novo integrante do Núcleo do Programa de Qualificação para Exportação (PEIEX) com o objetivo de desenvolver conhecimentos sobre exportação planejada e segura, possibilidades para a comercialização e competitividade no mercado internacional. Essa iniciativa visa preparar as empresas exportadoras e não exportadoras para a atividade comercial no exterior de forma planejada. Para isso, o PEIEX oferece suporte com informações, atendimento individualizado e metodologia específica para os empresários e cooperativas.

Para aumentar ainda mais a relevância das cooperativas no mundo das exportações, a OCB/PA se tornou o novo membro do Comitê Construtivo da PEIEX em reunião realizada no Parque de Ciência e Tecnologia - PCT Guamá junto com outros representantes como o Sebrae, Correios, FIEPA, UEPA, SECTET, Sudam, Receita Federal, SEFA, Banpará e CODEC. O comitê realizará reuniões semestrais para compartilhar agenda, serviços, metas e resultados das instituições participantes, com o objetivo de fortalecer a rede exportadora do Estado.

Para o cooperativismo paraense, a participação da OCB busca promover uma transformação no trabalho das singulares contribuindo com novas técnicas, qualificação para exportação e difusão dessa ideia em todo o setor. Também estão incluídos entre os objetivos da parceria com a APEX a estruturação de uma estratégia de branding internacional para a marca “cooperativismo” e a promoção de produtos das cooperativas brasileiras em mercados internacionais, especialmente os relacionados à biodiversidade amazônica.

A Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos Brasil (APEX) objetiva capacitar e auxiliar as cooperativas brasileiras a exportar e atrair investimentos do exterior para o setor cooperativista. A APEX também trabalha com os setores público e privado para atrair investimentos diretos para o Brasil, com foco em estratégias para melhorar a competitividade das singulares nacionais. Para realizar esse trabalho com as cooperativas, a APEX conta com um braço direito para preparar o processo de exportação: o Programa de Qualificação para Exportação (PEIEX), nele há um planejamento estratégico para o aumento da produtividade, conexão e inovação do setor.

A partir de um Acordo de Cooperação Técnica firmado entre a OCB e a APEX assinado em 2020, as cooperativas têm a oportunidade de estabelecer relações que proporcionam informações e inteligência comercial para apoiá-las em prol do seu crescimento não apenas em nível nacional, mas visando oportunidades no comércio internacional.

II Seminário Internacional do Cooperativismo Agropecuário Paraense ocorre este mês

II Seminário Internacional do Cooperativismo Agropecuário Paraense ocorre este mês

O evento ocorrerá nos dias 14 e 15 de junho e contará com palestras de temas diversos

 

 

Belém sediará o II Seminário Internacional do Cooperativismo Agropecuário Paraense, um evento que reunirá as cooperativas agropecuárias do estado do Pará com instituições e cooperativas europeias para debater o fortalecimento da produtividade agropecuária paraense, políticas públicas locais e comercialização internacional. O Seminário ocorrerá nos dias 14 e 15 de junho, das 8h às 18h, no Auditório da Casa do Cooperativismo, sede do Sistema OCB/PA.

Com dois dias de programações, o Seminário reúne palestras estratégicas e ações que o Sistema OCB/PA vem desenvolvendo com o ramo agropecuário em 2022. Um dos objetivos do evento é potencializar a produção das cooperativas paraenses e realizar capacitações para prepará-las para exportação de produtos a nível nacional e internacional.

O II Seminário Internacional do Cooperativismo Agropecuário Paraense é uma iniciativa do Sistema OCB/PA, em parceria com o SESCOOP/PA, a Confederação Alemã das Cooperativas (DGRV) e a Universidade de Alicante, na Espanha. A ação conta com a participação da UFRA, do IFPA Castanhal, MAPA, GIZ, EMATER, MANEJEBEM, AMZ e do Governo do Estado do Pará por meio da SEDEME.

A cadeia produtiva agrícola paraense é responsável por cerca de 40% da economia do Pará, absorvendo cerca de 1.500.292 milhões de pessoas, o que corresponde e 42,68% dos trabalhadores no estado do Pará segundo a Federação da Agricultura e Pecuária do Pará (FAEPA).

Visando potencializar a cadeia produtiva do estado, o foco do Seminário será apresentar estratégias para o desenvolvimento agropecuário paraense e à consolidação produtiva por meio do cooperativismo. As palestras também abordarão temas como a inserção de tecnologias facilitadoras no trabalho do campo, cadeias de valor, sustentabilidade agroindustrial, gestão de qualidade de produtos e políticas públicas agropecuárias.

A comercialização de produtos para a exportação terá um destaque especial no Seminário com a presença de palestrantes internacionais que atuam na área. O evento contará com a participação da Cooperativa Agrícola de Callosa d’Em Sarria em parceria com a Universidade de Alicante, da Espanha, apresentando ações sobre “Gestão de sistemas de qualidade agropecuária” e “Comunicação Cooperativa”. Palestrantes da DGRV também farão parte do Seminário e irão abordar sobre “Ações de governança e o fortalecimento produtivo na cooperativa”.

“Esse encontro irá contribuir para o desenvolvimento das cooperativas agropecuárias do estado por meio do contato com outras cooperativas internacionais, que possibilitará uma troca de experiências e informações fundamentais para que nossas cooperativas possam enxergar a enorme possibilidade de alcançarem o mercado internacional por meio da organização da produção”, afirma Júnior Serra, Superintendente do Sistema OCB/PA.

O evento contará com a participação acadêmica da Universidade Federal Rural da Amazônia (UFRA) e do Instituto Federal do Pará (IFPA) que desenvolvem pesquisas científicas sobre o cooperativismo agropecuário, que irão debater sobre as cadeias de valores de produtos, estratégias de assistência técnica e extensão rural e o envolvimento acadêmico dentro do processo de fortalecimento produtivo.

“É um momento muito importante para o Sistema OCB/PA estar alinhado com as cooperativas para atender as demandas locais e fazer parte do desenvolvimento das cadeias produtivas do estado do Pará. O cooperativismo visa o aprendizado coletivo por meio do compartilhamento de informações e práticas, por isso garantimos uma programação diversa com participação de instituições estratégicas Nacionais e Internacionais”, afirmou Ernandes Raiol, Presidente do Sistema OCB/PA.

Confira a programação completa:

 

 

FECOGAP defende a criação de um fórum para debater o uso de mercúrio nos garimpos

FECOGAP defende a criação de um fórum para debater o uso de mercúrio nos garimpos

 

Em maio de 2022 foi realizada em Santarém (PA) uma audiência pública para debater questões relacionadas ao uso de mercúrio na mineração na região da Bacia do Tapajós. A Federação das Cooperativas dos Garimpeiros do Pará (FECOGAP) se fez presente nesta conferência na pessoa do presidente Amaro Salmo da Rosa, que defendeu o trabalho que vem sendo feito no uso consciente de mercúrio pelos garimpeiros das cooperativas presentes na região.

"Todos nós precisamos de minério. É preciso encontrar uma solução sem apontar dedos. Os garimpeiros não querem destruir a Amazônia, nós queremos participar dos debates e trazer desenvolvimento para a região”, ele declarou.

O principal ponto da sua fala gira em torno de uma questão necessária para que se possa chegar a um acordo com o Ministério Público do Pará: a construção de um fórum para debater a diminuição do uso de mercúrio nos garimpos. O MPF/PA se mostrou preocupado e disposto a contribuir com a classe garimpeira a encontrar a melhor forma de reduzir os impactos na natureza.

Também estiveram presentes nesta audiência o Instituto IDMTap, ANORO, comerciantes e garimpeiros, que contribuíram de forma pertinente na discussão trazendo sugestões sobre como dar continuidade aos trabalhos na região de forma consciente e respeitando o meio ambiente.

"O Sistema OCB/PA desenvolve em conjunto com a FECOGAP ações de capacitação, diagnósticos e trabalhos de gestão e governança para realizar a conscientização das cooperativas minerais na redução da utilização do mercúrio com o projeto Garimpo 4.0. Por meio do cooperativismo, nosso objetivo é poder preservar o meio ambiente e a atividade garimpeira", concluiu Ernandes Raiol, presidente do Sistema OCB/PA.

CAMTA reinaugura parque fabril

CAMTA reinaugura parque fabril

 

Com 91 anos de constituição, a primeira cooperativa do ramo agropecuário do Pará ampliou a agroindústria para melhoria de processamento, armazenamento e certificação. A capacidade de recebimento da produção passou de 24 toneladas para aproximadamente 70 toneladas, o que poderá ampliar a capacidade produtiva em até 40% conforme a demanda comercial.

 

A reestruturação da Cooperativa Agrícola Mista de Tomé-Açu (CAMTA) foi possível por meio de subsídio financeiro da Agência de Cooperação Internacional do Japão (JICA). A cerimônia de reinauguração ocorreu na sexta (27).

 

Estiveram presentes o representante Chefe da JICA Brasil, Masayuki Eguchi, o cônsul do Japão em Belém, Satoshi Morita, o Prefeito Municipal de Tomé-Açu, Carlos Vieira, o Presidente da Câmara Municipal de Tomé-Açu, João Francisco, o Presidente da OCB Pará, Ernandes Raiol, o Presidente CEO da Fruta Fruta, Makoto Nagasawa e o Secretário da SEDEME, José Fernando.

 

 

 

O investimento total para a reforma do parque fabril foi de R$ 20 milhões investidos. A CAMTA recebeu subsídio de $ 3 milhões de dólares, utilizados para a ampliação da quarta câmera frigorífica da agroindústria, câmara fria para frutas, sala de empacotamento de frutas, ampliação do túnel de congelamento e para a certificação do FSSC 22000 em relação às melhorias infraestruturas para segurança alimentar.

 

“Nossa cooperativa é formada 30% por japoneses e 30% de descendentes. O governo japonês tem sido um grande parceiro e, nesta oportunidade, fomos agraciados com esse subsídio. Trabalhamos durante um ano com este grande desafio e hoje estamos concluindo essa primeira etapa, agradecendo a todos os envolvidos”, reiterou o presidente da CAMTA, Alberto Oppata.

 

Com o valor também foi possível promover o melhoramento dos equipamentos de produção, novas linhas de base, empilhadeiras, máquina para tratamento de efluentes, quebrador de gelo, nova linha para lavagem do açaí, pasteurizador e geradores de energia.

 

“De forma geral, a ampliação representa um crescimento para toda a sociedade e outras regiões que também são alcançadas pela. Um fôlego a mais para receber produtos, chegamos a parar de receber e as frutas se estragavam. hoje poderemos”, reforçou Alberto Oppata.

 

 

Entre os próximos passos, a cooperativa busca a verticalização produtiva de óleos e do cacau com fábrica de chocolate. Já possui projeto da fábrica de chocolate estruturado pelo Sebrae e a previsão é que comece a executá-lo em 2023. O investimento será de mais de R$ 3 milhões. A CAMTA também busca financiamento para projeto de implantação de energia solar. Atualmente, a conta de energia por mês é de cerca de R$ 250 mil.

 

Atualmente, a cooperativa possui 180 cooperados e 170 empregados. O principal produto são as polpas de fruta com capacidade produtiva de 5 mil toneladas de processamento. No total, são 14 linhas de sabores de polpas, linha de sorbet e geleias, além de produtos in natura como pitaya e amêndoa de cacau. Os principais mercados são o Japão, Israel, Estados Unidos, Guiana Francesa e o mercado nacional e estadual.

 

“Temos acompanhado o desenvolvimento da cooperativa, em especial, no apoio ao diferimento fiscal alcançado em 2019, o que tem possibilitado essa expansão. Parabenizamos a CAMTA por mais essa conquista e, no que couber ao Sistema OCB/PA, pode contar conosco para continuar nesse desenvolvimento da região”, completou o presidente do Sistema OCB/PA, Ernandes Raiol.

 

Câmara Técnica de Cacau realiza primeira reunião em 2022

Câmara Técnica de Cacau realiza primeira reunião em 2022

Fortalecimento das cooperativas, organização produtiva, melhoria de produtividade, controle de pragas e prevenção ao desmatamento são alguns dos objetivos da Câmara Técnica Cooperativista do Cacau do estado do Pará (CT COOP CACAU). Em abril de 2022, foi realizada a primeira reunião da CTCOOP CACAU para definir e aprovar a minuta do regimento interno entre as cooperativas e eleger presidente, vice-presidente e secretário executivo. Estiveram presentes as singulares CAMTA, COOPATRANS, COOPERTUC, COOPERCAU, CACAUWAY, CAMPPAX.

A Câmara Técnica busca estabelecer um plano de trabalho, envolvendo parceiros estratégicos como o governo do estado, as secretarias estaduais e municipais além de parceiros privados para promover o desenvolvimento do cacau. Com o desenvolvimento da Câmara, será possível trabalhar o crescimento das cooperativas do setor cacaueiro da região. Tal crescimento poderá ser feito a partir da organização social das cooperativas e dos seus cooperados, além da assistência e fomento para a produção de cacau.

A CT COOP CACAU tem o objetivo de defender e apoiar as cooperativas produtoras de cacau, estipulando preço mínimo de produto, criando linha de crédito, utilizando o recurso da WCF para que o produtor consiga construir e comprar maquinário de produção, além de realizar pagamentos por serviços ambientais, comprar insumos agrícolas e defender junto aos setores públicos governamentais os interesses cooperativos. Na primeira reunião de 2022, foi definido o presidente CAMTA, Alberto Oppata, como presidente da CT COOP CACAU; o cargo de vice presidente ficou para o presidente da Cacau Way, Ademir Venturini; e o secretário executivo será o gerente de desenvolvimento de cooperativas do SESCOOP/PA, Diego Andrade.

“Essa parceria entre CocoaAction Brasil (da Fundação Mundial do Cacau), OCB e Sescoop Pará, por meio do Projeto Cacau 2030, é um passo muito importante para o fortalecimento das cooperativas de cacau no estado do Pará. A CTCOOP Cacau é uma das grandes ações previstas desta parceria, que visa estimular a ampliação do diálogo e a união desses atores, tão importantes para o desenvolvimento sustentável da cadeia no Brasil”, afirma Guilherme Salata, representante da CocoaAction e membro do da Câmara de Técnica Cooperativa do Cacau (CTCOOP CACAU).

Em outubro de 2018, foi lançada a CocoaAction Brasil, vinculada à World Cocoa Foundation (WCF). Trata-se de uma iniciativa pré-competitiva, público-privada e ampla do setor do cacau, que visa fomentar a sustentabilidade, com foco no produtor de cacau. A Fundação Mundial do Cacau (WCF) é uma das principais apoiadoras do projeto da CT COOP CACAU. A WCF trabalha em três pilares: pessoas, planeta e renda. A Iniciativa é financiada pelas grandes processadoras de cacau, pelo Governo Federal e pelos governos dos principais estados produtores do fruto.

“A Câmara Técnica de Cacau é uma forma de juntar forças para fortalecer a classe de cooperativas produtoras de cacau. Vamos transmitir os desafios enfrentados pelos produtores e conseguir mudanças e melhorias para a produção de cacau paraense. Esta organização é o começo de um grande passo coletivo em prol das cooperativas”, pontuou Alberto Oppata, presidente da CT COOP CACAU.

“A importância da Câmara de Cacau é organizar as demandas e criar ações conjuntas das cooperativas de cacau. É importante para a OCB cumprir o papel de representatividade institucional, receber as demandas das cooperativas pro planejamento participativo. A OCB coordena o processo e apoia as cooperativas em debates com parceiros governamentais, de pesquisa, academia e o setor privado para potencializar as ações da CT COOP CACAU”, afirmou Andreos Leite, consultor do Sistema OCB/PA.

O estado do Pará é o estado que mais produz cacau no Brasil. Segundo dados da Agência de Defesa Agropecuária do Pará (Adepará), mais da metade do cacau produzido no país é paraense. Só em 2020, a produção do fruto no Pará foi de 144.663 toneladas, o equivalente a 52% da produção nacional. Desse total, 20% da produção de cacau do estado vem de cooperativas.

“Essa é uma cadeia produtiva muito relevante para o estado. Uma possibilidade interessante para a verticalização e agregação de valor aos produtos da agricultura familiar. Precisamos estimular esse mercado, que já chama a atenção de todo o mundo pela sua qualidade, por seu caráter orgânico e pela sua origem amazônida”, reiterou o presidente do Sistema OCB/PA, Ernandes Raiol.

 

 

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