
Cooperativas e micro e pequenas empresas podem se cadastrar na segunda fase do Fundo Esperança até esta sexta (20). As inscrições devem ser feitas pelo site da SEDEME ou do BanPará. A intenção é proporcionar uma cota dos recursos a empreendedores das doze regiões de integração do estado, disponibilizando cerca de R$ 15 milhões.
Nesta segunda fase do programa, o limite do valor do financiamento para microempresas é de, até, R$ 10 mil, e de R$ 15 mil para empresas de pequeno porte e cooperativas de trabalho, agricultura familiar e transporte. Para se inscrever, é necessário que o CNPJ das entidades empresariais esteja ativo na Receita Federal. Além disso, as empresas precisam ter sido constituídas até o dia 4 de março de 2021.
De acordo com a coordenadora dos programas econômicos na Sedeme, Raquel Albuquerque, o Governo do Pará busca alavancar o setor produtivo durante essa nova fase de empréstimos. “Nós analisamos como foi distribuído o Fundo Esperança na primeira fase e observamos que o setor da indústria da transformação precisa também deste financiamento, e como é um setor estratégico, nós avaliamos priorizá-lo nesta etapa. As cooperativas, também, são prioridade nesta etapa”, ressalta a técnica da equipe de governo.
Relação de documentos exigidos para microempresa, empresa de pequeno porte e cooperativas, no momento da contratação:
- a) Documento de Identificação da pessoa jurídica (Certificado do CNPJ, Contrato Social, Estatuto Social, Ata de Constituição) de acordo com o porte da empresa;
- b) Comprovante de Domicílio da pessoa jurídica;
- c) Documento de Identidade oficial com foto do(s) sócio(s) representante(s) legal(ais) da pessoa jurídica;
- d) Comprovante de Residência no nome do (s) sócio (s);
- e) Caso não haja comprovante de residência no nome do (s) sócio (s), deverá ser apresentada Declaração de Residência.
Os empreendedores que tiveram suas propostas aprovadas poderão comparecer em qualquer agência do BANPARÁ portando a documentação comprobatória para a contratação do financiamento conforme calendário estabelecido pelo mês de constituição do CNPJ:
Em caso de perda de prazo ou inscrição feita após a data de pagamento prevista, os empreendedores têm até o dia 23 de agosto para se dirigir a qualquer agência do Banpará.
Cadastre-se: https://ce.banpara.b.br/cadastrofundoesperanca/
Investimento
De acordo com o Secretário de Desenvolvimento Econômico, Mineração e Energia (Sedeme), José Fernando Gomes Júnior, o Governo do Pará trabalha para auxiliar os empreendimentos do estado. “O Pará recebeu uma injeção de 500 milhões de reais direcionados pelo governador Helder Barbalho para subsídio de projetos econômicos. O financiamento do ‘Fundo Esperança’, por exemplo, e o auxílio do programa ‘Incentiva +Pará’ garantiram aporte financeiro para milhares de trabalhadores e empresários afetados pela pandemia”, afirma.
O Fundo Esperança possui juros subsidiados de 0.2% ao mês, juros considerados relativamente baixo se comparado ao de outras linhas de crédito e o prazo de pagamento que é de 36 meses, com carência de 180 dias para pagar a primeira parcela. “Esse Fundo Esperança veio, realmente, cheio de esperança para gente e só temos a agradecer porque ele veio me tirar de um momento de dificuldade, onde eu realmente não tinha recursos necessários para continuar” completa Maria Madalena, da Laticínio Tucuruí.
Serviço: Para mais informações basta enviar um e-mail para o

Com o objetivo de incentivar a legalização do garimpo e levar orientação sobre as boas práticas na atividade, proteção ambiental e comercialização legal, a Associação Nacional do Ouro (ANORO), lançou o projeto Garimpo 4.0. No Pará, a Federação das Cooperativas dos Garimpeiros do Pará (FECOGAP) está apoiando o projeto e analisando a possibilidade de integração de suas cooperativas federadas.
Com o Garimpo 4.0, a ANORO busca realizar ações que permitam mitigar os fatos e atos que marginalizam o garimpeiro. Além disso, o projeto também tem como objetivo viabilizar a superação de problemáticas que atrasam ou dificultam a legalização da produção e comercialização do ouro. Isso pode ser alcançado a partir da identificação de ferramentas que melhorem e garantam um processo lícito e regular do percurso do ouro até seu destino final, ou seja, possibilitar a sua rastreabilidade.
A ANORO busca alcançar diversos resultados positivos com o projeto, dentre eles podemos citar a capacitação da gestão administrativa, contábil, social, ambiental e econômico financeira das cooperativas de garimpeiros de ouro, a partir de um modelo organizacional simplificado e unificado, com a capacidade de transformar as cooperativas em atores responsáveis pela sustentabilidade social, ambiental e econômica.
Além disso, busca-se capacitar a gestão das cooperativas para o cumprimento das legislações às quais estão submetidas, com especial destaque para as de natureza fiscal, tributária, ambiental, previdenciária, trabalhista e social.
Outro resultado esperado com o Garimpo 4.0 é o incentivo às cooperativas para a realização de ações educativas com os garimpeiros, de modo a fomentar no colegiado a percepção de responsabilidade e deveres para que, de forma equilibrada e consciente, possam atuar nos eixos ambiental, social e econômico.
O projeto também busca incentivar o cooperativismo de garimpeiros nos estados da Amazônia Legal, promovendo a consciência de cidadania característica do modelo cooperativista, a partir da valorização do potencial humano do garimpeiro.
O Garimpo 4.0 procura alcançar a conscientização do uso controlado do mercúrio, possibilitando a proteção da saúde humana e do meio ambiental, a partir da implementação de boas práticas, como a aplicação de novas técnicas e tecnologias para eliminação gradual do mercúrio, em atendimento à Convenção de Minamata sobre contaminação por Mercúrio.
“As ações do projeto Garimpo 4.0 são fundamentais para possibilitar a humanização e a educação dos garimpeiros. Aqui no Pará, nós da FECOGAP apoiamos o projeto e estamos trabalhando para apresentá-lo para as nossas 12 cooperativas federadas”, afirma Amaro Rosa, presidente da FECOGAP.

Este mês o Sistema OCB-SESCOOP/PA preparou uma oportunidade imperdível voltada para as cooperativas de crédito do Estado do Pará. Entre os dias 23 de agosto e 03 de setembro deste ano serão disponibilizadas 40 vagas para o curso Certificação Profissional ANBIMA – Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais, responsável por uma série de boas práticas para as empresas destes setores, além de oferecer certificações para os profissionais das áreas.
A série que será fornecida será a 20 (CPA 20), que é regulamentada pela ANBIMA. A certificação é uma maneira de garantir a formação e a conclusão de determinado curso ou etapa de conhecimento.
CURSO PREPARATÓRIO CPA 20:
O curso é composto por 7 capítulos, de acordo com o Programa Detalhado Oficial disponível no site da ANBIMA. No total, serão ministradas 10 aulas com as seguintes temáticas: Sistema Financeiro Nacional e Participantes do Mercado, Compliance legal, Ética e Análise do Perfil do Investidor, Noções Básicas de Economia e Finanças, Instrumentos de Renda Variável, Instrumentos de Renda Fixa, Derivativos, Fundos de Investimento parte, Fundos de investimento parte 2, Previdência Complementar Aberta: PGBL e VGBL, Mensuração, Gestão de Performance e Riscos.
MATERIAL DIDÁTICO:
Para o acompanhamento do curso, serão fornecidos:
- Conteúdo em Apostila em word.
- 200 questões comentadas (20 por aula)
- 115 Mapas mentais (por assunto) em PPT
- Jogos durante as aulas
- Tutoria em grupo de estudo por whatsapp.
SERVIÇO:
Curso Certificação Profissional ANBIMA – Série 20 (CPA 20) para as Cooperativas de Crédito do Estado do Pará
Data: 23 de agosto a 03 de setembro de 2021
Horário: 19h às 22h
Modalidade: Online
Plataforma: Microsoft Teams
Instrutora: Eliane Jaqueline Metzner
Link para inscrição: https://bit.ly/Ficha_Cadastro_CPA20_2021

Alô Comunicadores Cooperativistas!! No próximo dia 25 de agosto, o Sistema OCB/PA irá reunir a equipe de comunicadores das cooperativas na sua sede, em Belém. Serão dois momentos especiais: o lançamento do Prêmio SomosCoop estadual e o 1º Encontro de Comunicadores do Cooperativismo Paraense, onde será feito um plano estadual para maior inserção na mídia regional. O palestrante será Guarany Júnior. As inscrições seguem até o próximo dia 18 de agosto. Participe!
Inscrições: forms.gle/b5ggYo2NYoDnCLfJ6
Pela manhã, será feito o lançamento do prêmio que busca reconhecer boas práticas de governança, gestão e responsabilidade social adotas por cooperativas paraenses com benefícios comprovados aos seus cooperados e à comunidade onde estão inseridas. Qualquer cooperativa, independentemente do ramo ou do porte, poderá participar. Deve participar de pelo menos um dos programas do SESCOOP/PA, como o PAGC, PDGC e Dia de Cooperar.
Ainda pela manhã, ocorre o 1º Encontro de Comunicadores do Cooperativismo, cujo tema é “Comunicação, de dentro pra fora”. O objetivo é reunir os pontos focais de cada cooperativa que atuam no setor de comunicação para alinhar a identidade, linguagem e a estratégia comunicacional no segmento de forma integrada. Será um primeiro momento de diálogo e reconhecimento, estruturando-se também um plano de trabalho efetivo.
Haverá palestra com o Jornalista, Administrador, Professor e Consultor, Guarany Júnior. Será tratado sobre a necessidade de absorção dos princípios cooperativistas na cultura organizacional das cooperativas a partir de uma comunicação alinhada à identidade do movimento cooperativista. O que serve como ponto de partida para uma comunicação externa, voltada para a sociedade em geral e para os próprios veículos de comunicação.
Também Será feita a apresentação do que já vem sido desenvolvido pela campanha SomosCoop em nível nacional e a proposta da campanha para o estado do Pará. O ponto principal da programação será a propositura de uma construção coletiva do Plano de Comunicação do Cooperativismo Paraense, cuja finalidade é promover, por meio de parcerias comerciais com emissoras de televisão, rádio e jornais, uma atuação continuada do cooperativismo nas mídias paraenses.
“O grande diferencial do Plano de Comunicação do Cooperativismo Paraense é possibilitar, por meio de um projeto coletivo, uma estratégia continuada e não simplesmente pontual. Uma das vantagens é, com a união das cooperativas, obter o poder de barganha e possibilitar que singulares de menor porte também tenha condições de participar proporcionalmente do projeto”, explicou o coordenador do evento, Wesley Santos.
Esse reconhecimento por parte da sociedade é um dos principais desafios do cooperativismo paraense e que está presente na visão de futuro do Sistema OCB,. Especialmente na região Norte, onde o cooperativismo é um fenômeno relativamente recente, o nível de conhecimento sobre o que é uma cooperativa, como funciona e quais vantagens apresenta frente ao empreendedorismo individual ainda é bem menor se comparado a outras regiões do país, em que a cooperação se tornou algo tradicional.
“Buscamos ampliar o conhecimento da sociedade em geral sobre o cooperativismo, sobre as cooperativas e seus produtos e serviços, assim como criar uma rede estratégica de relacionamento com as emissoras. Em uma visão Sistêmica, acreditamos que este momento é um passo fundamental para que o Cooperativismo possa se consolidar como uma alternativa para desenvolvimento econômico e social”, afirmou o presidente do Sistema OCB/PA, Ernandes Raiol.
Serviço: O lançamento do Prêmio e o Encontro de Comunicadores ocorre no dia 25 de agosto, a partir das 08h na sede do Sistema OCB/PA em Belém
Mais informações: 91 99395-0024 –

A partir da articulação política do presidente do Sistema OCB/PA, Ernandes Raiol, do titular da SEDEME, José Fernando Júnior e do diretor Mauro Barbalho, as cooperativas também podem ser beneficiadas pela segunda fase do Programa Fundo Esperança 2021. As inscrições iniciam nesta sexta-feira (13) pelo site da SEDEME ou do BanPará. A proposta é proporcionar uma cota dos recursos a empreendedores das doze regiões de integração do estado.
“O Pará recebeu uma injeção de 500 milhões de reais direcionados pelo Governador Helder Barbalho para subsídio de projetos econômicos que envolveram desde auxílios a trabalhadores autônomos em municípios afetados com as restrições e lockdown a até financiamento e empréstimos por meio do Banco do Estado do Pará (Banpará) para estabelecimentos comerciais de diversos setores. O financiamento do ‘Fundo Esperança’, por exemplo, e o auxílio do programa ‘Incentiva mais Pará’ garantiram aporte financeiro para milhares de trabalhadores e empresários afetados pela pandemia”, afirma o Secretário de Desenvolvimento Econômico, Mineração e Energia (Sedeme), José Fernando Gomes Júnior.
De acordo com a coordenadora dos programas econômicos na Sedeme, Raquel Albuquerque, o Governo do Pará busca alavancar o setor produtivo durante essa nova fase de empréstimos. “Nós analisamos como foi distribuído o Fundo Esperança na primeira fase e observamos que o setor da indústria da transformação precisa também deste financiamento, e como é um setor estratégico, nós avaliamos priorizá-lo nesta etapa. As cooperativas, também, são prioridade nesta etapa”, explica a técnica da equipe de governo.
“Queremos ressaltar o trabalho incansável do Governo do Estado, representado por nosso governador Helder Barbalho e pelo secretário da SEDEME, José Fernando Júnior, que possibilitaram esse meio de fomento à continuidade do trabalho cooperativo através do acesso ao crédito. Em levantamento feito durante a pandemia, essa é a maior demanda para 52% das cooperativas paraenses. Por isso o Fundo Esperança é tão importante”, completou o presidente do Sistema OCB/PA, Ernandes Raiol.
Durante a primeira fase do Fundo Esperança 2021, o Governo do Pará disponibilizou, de março a junho, R$ 135 milhões para cerca de 47 mil empreendedores paraenses. Esses beneficiários não poderão ser contemplados nesta segunda fase.
O limite do valor do financiamento para microempresas é de, até, R$ 10 mil, e de R$ 15 mil para empresas de pequeno porte e cooperativas de trabalho, agricultura familiar e transporte. “É necessário que o CNPJ dessas entidades empresariais esteja ativo na Receita Federal e as empresas precisam ter sido constituídas até o dia 4 de março de 2021”, destaca a coordenadora Raquel Albuquerque.
Os empreendedores que tiveram suas propostas aprovadas poderão comparecer em qualquer agência do BANPARÁ portando a documentação comprobatória para a contratação do financiamento conforme calendário estabelecido pelo mês de constituição do CNPJ:
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Mês de constituição (Pessoas Jurídicas) |
Data de Pagamento |
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Janeiro | Fevereiro |
16 de agosto |
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Março | Abril |
17 de agosto |
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Maio | Junho |
18 de agosto |
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Julho | Agosto |
19 de agosto |
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Setembro | Outubro |
20 de agosto |
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Novembro | Dezembro |
23 de agosto |
Relação de documentos exigidos para microempresa, empresa de pequeno porte e cooperativas, no momento da contratação:
a) Documento de Identificação da pessoa jurídica (Certificado do CNPJ, Contrato Social, Estatuto Social, Ata de Constituição) de acordo com o porte da empresa;
b) Comprovante de Domicílio da pessoa jurídica;
c) Documento de Identidade oficial com foto do(s) sócio(s) representante(s) legal(ais) da pessoa jurídica;
d) Comprovante de Residência no nome do (s) sócio (s);
e) Caso não haja comprovante de residência no nome do (s) sócio (s), deverá ser apresentada Declaração de Residência.
O Fundo Esperança possui juros subsidiados de 0.2% ao mês, juros considerado relativamente baixo se comparado ao juros de outras linhas de crédito e o prazo de pagamento que é de 36 meses, com carência de 180 dias para pagar a primeira parcela.
SERVIÇO:
Para mais informações basta enviar um email para o
Para se inscrever acesse o site da Sedeme ou a pagina do Banpará nos seguintes links:
https://www.sedeme.pa.gov.br/fundo-esperanca
https://ce.banpara.b.br/cadastrofundoesperanca/
Com informações SEDEME