
A região Oeste do Pará foi a primeira a receber o projeto Presidente Itinerante. Após o levantamento de demandas durante as visitas, foi executado um plano de trabalho para auxiliar o desenvolvimento da região com ações de aprimoramento da gestão, organização social e documental, programa de inteligência de mercado institucional e cursos de capacitação. No total, já foram beneficiadas 1.124 pessoas.
Nas cooperativas agropecuárias, a estratégia identificada foi a aplicação do programa de Inteligência de Mercado Institucional (IMI), que está mapeando o cenário comercial de demandas no setor público, em especial nas forças armadas, para a aquisição de produtos de cooperativas por meio de chamadas públicas. Receberam as ações as cooperativas: COOPBOA, COOPAFS, COOMAPLAS, COOFAM, COOAFAJUR e ACOSPER.
“Em Santarém, seguimos a estratégia do ramo agro em nível estadual, que é o fortalecimento das cooperativas a partir de Centrais e da consolidação de dados para subsidiar o mercado sobre a produtividade do segmento, assim como orientar a nossa organização produtiva”, explicou o superintendente do Sistema OCB/PA, Júnior Serra.
Outro ramo destaque da região e que foi atendido pelo Presidente Itinerante foi o Educacional, que sofreu grandes impactos durante a pandemia e ainda busca se reestruturar. Para tanto, foi feita a aplicação do Programa de Aprimoramento da Gestão Cooperativista (GESCOOP) nas cooperativas COOPSÓSTENES, COOPERATALAIA, HENRY FORD, COOTEBEL e COOMEC.
A ferramenta faz a análise do ambiente interno e do ambiento externo da cooperativa, criando um planejamento estratégico de forma coletiva, conforme os apontamentos que a própria diretoria identificou. O GESCOOP também foi aplicado na TURIARTE, singular que atua com o turismo de base comunitária na região e que busca alternativa para o melhor aproveitamento do potencial que a região tem nesse setor.
“E já temos agendas planejadas para a aplicação do GESCOOP em outras 5 cooperativas do Oeste, todas do ramo agropecuário. A intenção com o Presidente Itinerante é exatamente criar um plano de trabalho que seja um ponto de partida para uma atuação continuada nas cooperativas, mas com um direcionamento efetivo”, reiterou o presidente do Sistema OCB/PA, Ernandes Raiol.
Outra ação estratégica foi a aplicação do Programa de Acompanhamento da Gestão Cooperativista (PAGC). A ferramenta contempla a resolução de um questionário que tem a função de analisar a conformidade da cooperativa com o estatuto, documentos internos, editais e instrumentos legais. Após a conclusão, um relatório com resultados e indicadores foi gerado e entregue à cooperativa para eventuais ajustes.
O PAGC está em aplicação em 3 cooperativas educacionais, 1 cooperativa de turismo e em 1 cooperativa agropecuária. O Sistema OCB/PA já possui agenda planejada para 5 cooperativas do ramo agropecuário na região Oeste.
Já o Programa de Desenvolvimento da Gestão Cooperativista (PDGC) foi aplicado em 1 cooperativa de saúde, 1 cooperativa de turismo e está em fase de execução em 3 cooperativas educacionais. A ferramenta mede indicadores da gestão da cooperativa, visando a melhoria na qualidade e o aumento da competitividade das organizações.
Por meio do PDGC, as cooperativas farão um diagnóstico referente a aspectos como planejamento estratégico, gestão, governança, relacionamento com o cooperado, legislação, entre outros.
Já em relação às demandas levantadas na área da formação profissional, já foram realizados 4 cursos do módulo doutrinário do cooperativismo em singulares agropecuárias e de turismo. Uma das atendidas foi a COOMFLONA, que capacitou futuros cooperados que devem ingressar na cooperativa com o aumento da demanda do manejo florestal. Ainda há agenda planejada para realização de cursos em 6 cooperativas agropecuárias.
Também foram atendidas demandas pontuais levantadas durante as visitas do Presidente Itinerante, como auxílio da assessoria jurídica do Sistema OCB/PA às cooperativas: COOPETAXI para participação em licitação da Infraero; COOPSOSTENES para auxilio na análise no PCCR; COOFAM em processo licitatório da merenda escolar.
O Sistema OCB/PA ainda participou das Assembleias Gerais Extraordinárias da TURIARTE, COOMFLONA, COOPSOSTENES; visitas técnicas para registro de dois grupos interessados em se registrar no Sistema OCB/PA; acesso à linha de crédito emergencial do Fundo Esperança para as cooperativas COOPBOA, CCAMPO E COOPERATALAIA.
“O Presidente Itinerante no Oeste do Pará alcançou resultados muito positivos, entre eles, a retomada de um ponto fixo de atendimento do Sistema OCB/PA na região, localizado na Avenida Borges Leal em Santarém e que irá atender os demais municípios. Por certo, o cooperativismo irá se fortalecer ainda mais no oeste paraense”, completou Ernandes Raiol.

Agora, as cerâmicas produzidas pelo Centro Mulheres de Barro também podem ser adquiridas de forma online em sua loja virtual. O Centro é uma iniciativa administrada pela Cooperativa dos Artesãos da Região de Carajás – Mulheres de Barro, que produz peças com formas e grafismos inspirados em vestígios recuperados de sítios arqueológicos da Serra dos Carajás, na Floresta Nacional Tapirapé-Aquiri (Flonata).
A loja online oferece produtos como jarros, utilitários, produtos para decoração e acessórios que podem ser entregues em todo o Brasil. É importante ressaltar que as compras podem ser feitas de forma 100% segura e parceladas em até 3 vezes.
“Além da loja física, agora também temos a nossa loja online, que é fundamental para desenvolver um alcance comercial maior. Com isso, conseguimos fazer com que as nossas peças cheguem a locais além do município de Parauapebas, alcançando novos clientes e desenvolvendo ainda mais as atividades realizadas pelas Mulheres de Barro”, afirma Sandra Santos, presidente da Cooperativa dos Artesãos da Região de Carajás – Mulheres de Barro.
Os traços das cerâmicas do Centro Mulheres de Barro são inspirados na cerâmica produzida pelos povos que habitavam as proximidades do Rio Itacaiúnas e seus afluentes. A partir disso, são produzidas peças que buscam unir características da cerâmica contemporânea à cerâmica ancestral. A modelagem e ornamentação dos produtos é toda feita manualmente e a base da pintura são pigmentos provenientes de minerais da região, como minério de ferro, manganês, e argilas coloridas.
“O grupo e a marca Mulheres de Barro surgiram nas oficinas do programa de educação patrimonial, vinculado aos projetos de prospecção e salvamento arqueológico ocorridos na área do Projeto Salobo (PA), no período de 2005 a 2011. Algumas dessas mulheres já produziam artesanato usando sementes e outras matérias-primas, e nessas oficinas potencializaram o seu trabalho de artesãs ao aprenderem a lidar com o barro e transformá-lo em cerâmica pela química mágica da queima. Contudo, mais do que aprender a usar técnicas de produção ceramista, essas mulheres já intencionavam buscar referências ancestrais que germinassem uma identidade visual para o artesanato local", conta Sandra Santos.
A cooperativa é composta principalmente por cooperadas mulheres ceramistas, instrutoras de arte e gestoras culturais. Atualmente, as instalações do Centro Mulheres de Barro em Parauapebas, contam com uma galeria de exposição, uma loja, um ateliê e um espaço educativo. Na galeria são expostos conteúdos museográficos com temática arqueológica, minerais e culturais da microrregião de Parauapebas. A loja física oferece aos visitantes, comunidade e turistas o artesanato cerâmico produzido pelas Mulheres de Barro.
O ateliê do Centro está equipado para a produção das peças, sendo realizadas no local atividades como o preparo da matéria prima, modelagem, decoração e queima. Além disso, o Centro conta com um espaço o educativo, que consiste em uma sala ampla com mobília e equipamento audiovisual para a realização de diversas linguagens artísticas e educação patrimonial, a partir de estratégias diversas como rodas de conversa, seminários, oficinas, apresentações teatrais, musicais, folclóricas, exposições e incentivo à leitura.
O Centro Mulheres de Barro também busca levar conhecimento para a sociedade a partir da realização de oficinas gratuitas, sendo elas: Educação patrimonial com iniciação às artes visuais para crianças de 9 a 15 anos, Artes visuais - Iniciação, Artes Plásticas e artesanais contemporâneas, Artesania cerâmica, Tecelagem em fibras naturais e Artesanato em Sementes.
Serviço:
Centro Mulheres de Barro de Exposição e Educação Patrimonial
Endereço: Alameda Castelo Branco, 107 – Qd 187 Lt – Rio Verde,
Parauapebas – PA
Loja Virtual: https://www.mulheresdebarro.com.br/
Telefone: (94) 99165-1604 / Whatsapp: (94) 99165-1604
Instagram: @centromulheresdebarro

Analisando o trabalho desenvolvido pela Cooperativa Agropecuária dos Produtores Familiares Irituienses (D’Irituia), o cooperado José Romano, produziu um artigo que foi aceito para apresentação no 33˚ Congresso Mundial das Cooperativas. O congresso ocorre em Seul, na Coreia do Sul, entre os dias 1 e 3 de dezembro. A pesquisa de José Romano buscou analisar quais Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU a cooperativa D’Irituia realiza por meio do seu trabalho.
O artigo intitulado “Agricultores sim, mas também cooperativos e inovadores” será apresentado na linha temática “Identidade Cooperativa e os ODS – Produção Conservacionista". No total, José Romano conseguiu identificar que a cooperativa contribui com 10 dos 17 objetivos da ONU, sendo eles: Combate à pobreza, Combate à fome, Igualdade de gênero, Água limpa e saneamento, Emprego digno, Redução das desigualdades, Consumo e produção responsáveis, Combate às alterações climáticas e Vida sobre a Terra.
“Esse alcance mundial que vai ser possibilitado com a apresentação do artigo no congresso é fundamental para mostrar o trabalho que é realizado por uma cooperativa aqui no interior do Pará. Com isso, podemos mostrar para o mundo esse legado que as cooperativas estão construindo no interior da Amazônia, que feito a partir do desenvolvimento de um trabalho organizado que busca levar não só qualidade de vida para os seus cooperados e comunidade em geral, como também realizar atividades sustentáveis, buscando não só a produção como a preservação", afirma José Romano, cooperado da D’irituia e autor do artigo.
O desenvolvimento do artigo também contou com a contribuição de Ernandes Raiol, presidente do Sistema OCB/PA e de Júnior Serra, superintendente do Sistema OCB/PA. “Atuamos firmemente para apoiar e auxiliar o importante trabalho que desenvolvido pela cooperativa D’Irituia. Com a apresentação do artigo em um congresso mundial, vamos poder divulgar tanto o trabalho que é desenvolvido pela cooperativa quanto a força do cooperativismo paraense”, declara Ernandes Raiol.
O 33˚ Congresso Mundial das Cooperativas é realizado pela Aliança Cooperativa Internacional (ICA) e tem como tema ‘Aprofundando nossa identidade cooperativa’. Espera-se que mais de 1.000 delegados compareçam ao evento em Seul para explorar uma gama de temas que estão ligados à identidade cooperativa.
José Romano, autor do artigo, é agricultor, professor pesquisador da Universidade Federal Rural da Amazônia, Coordenador do NEA - Núcleo de Agroecologia e Agricultura Familiar em parcerias com OCB/SESCOOP, instituições de ensino superior IFPA, UFPA, EMBRAPA Tem experiência na área de Geografia, com ênfase em Agroecologia, atuando principalmente nos seguintes temas: sistemas agroflorestais, agroecossistemas, serviços ambientais, Oleaginosas, agricultores inovadores, produção sustentabilidade e Cooperativismo.. Também é membro cofundador da Cooperativa D'Irituia.

Fortalecimento das cooperativas, organização produtiva, melhoria de produtividade, controle de pragas e prevenção ao desmatamento são alguns dos objetivos da Câmara Técnica Cooperativista do Cacau do estado do Pará (CT COOP CACAU). A iniciativa conta com grandes parceiros como a Fundação Mundial do Cacau, UFRA, UFPA e Sistema OCB/PA. O lançamento da câmara ocorreu nesta terça (31), em evento ocorrido na UFPA Campus Altamira.
A Câmara Técnica busca estabelecer um plano de trabalho, envolvendo parceiros estratégicos como o governo do estado, as secretarias estaduais e municipais além de parceiros privados para promover o desenvolvimento do cacau. Com odesenvolvimento da Câmara, será possível trabalhar o crescimento das cooperativas do setor cacaueiro da região. Tal crescimento poderá ser feito a partir da organização social das cooperativas e dos seus cooperados, além da assistência e fomento para a produção de cacau.
A Fundação Mundial do Cacau (WCF) é uma das principais apoiadoras do projeto da CT COOP CACAU. A WCF trabalha em três pilares: pessoas, planeta e renda. A Iniciativa é financiada pelas grandes processadoras de cacau, pelo Governo Federal e pelos governos dos principais estados produtores do fruto.
“Buscamos aumentar a sustentabilidade no setor do cacau no Brasil, promovendo um ambiente facilitador de negócios. Agradeço à OCB Nacional e à unidade no Pará que faz um trabalho fantástico. As cooperativas são os grandes protagonistas, os agentes da transformação que a gente tanto busca. Obrigado a cada uma por aceitar esse desafio, tenho certeza que daqui pra frente iremos estreitar laços e trabalhar para o desenvolvimento do Pará” reiterou o Guilherme Salata, coordenador da CocoaAction Brasil.
A partir da CT COOP CACAU, foi estruturado o projeto denominado Ações de Base Direcionada, que busca atender as oito cooperativas que trabalham com a produção de cacau no Pará. O projeto é dividido em três eixos principais, sendo o primeiro deles o eixo doutrinário e educacional, que busca realizar capacitações sobre cooperativismo, abordando assuntos como conselho de administração, conselho fiscal, governança cooperativa, além dos direitos e deveres dos cooperados.
O segundo eixo do projeto é voltado para a gestão, no qual vai ser trabalhado a estruturação de programas de acompanhamento para a manutenção da identidade da cooperativa e desenvolvimento de gestão e governança dessas cooperativas. Também serão realizadas oficinas de planejamento financeiro para cooperativas.
Já o terceiro eixo busca realizar diagnósticos situacionais, mapeando o ponto de partida de cada cooperativa. A partir desses diagnósticos serão criados planos de trabalho, planos de ação e mentorias para desenvolver as cooperativas do setor e trabalhar as fragilidades identificadas nos diagnósticos.
Entre as instituições parceiras, participam da câmara técnica: SEDAP, SEDEME, EMATER/PA, Adepará, Superintendência do Ministério da Agricultura no estado Do Pará, CEPLAC, SENAR, Sebrae/PA, Imaflora, Fundação Mundial do Cacau (WCF), Universidade Federal Rural da Amazônia (UFRA) e a Universidade Federal do Pará (UFPA) por meio da Incubadora do Xingu.
“Em nome da UFRA, agradeço a participação de todos. Colocamos a nossa universidade, a mais antiga instituição de nível superior do estado, à disposição com todo seu corpo docente para contribuir com estas propostas e de maneira, mais concreta, estimulando pesquisas científicas que abordem especificamente a cadeia produtiva do cacau”, afirmou a pró-reitora de pesquisa e desenvolvimento tecnológico da UFRA, Gisele Barata.
Em parceria com o Plano De Desenvolvimento Sustentável do Xingu (PDRSX), a UFRA e a UFPA Altamira, já está sendo executado Projeto de Pós-graduação Mestrado e Doutorado em Agronomia foco para Cacauicultura. O Projeto terá mais de 40 pesquisas na região com produtores e cooperativas envolvidos com a Cacauicultura.
"Temos vários alunos inseridos em cooperativas Fizemos um levantamento de ordens prioritárias de pesquisa, juntamente com as demandas locais e, a partir disso, teremos uma gama de experiências apresentadas”, a coordenadora do projeto de pós-graduação em agronomia na UFPA Altamira, Sandra Silva.
No total, estiveram presentes oito cooperativas 8 cooperativas que trabalham com a produção de cacau no Pará, sendo elas: CAMTA, COOPATRANS, COOPOAM, COPOTRAN, COOPERTUC, CAMPPAX, COOPERCAU BIOENERGIA e COMAAIP.
“Parabenizamos a OCB/PA pelo trabalho magnifico. Acreditamos que a câmara técnica será uma ferramenta muito importante para a valorização das cooperativas. No caso do cacau, enfrentamos problemas com atravessadores, indústrias que muitas vezes não nos diferenciam do repassador. É preciso valorizar as cooperativas. A projeção social da cooperativa, quem dá a base é a cooperativa, não o atravessador, nem o repassador”, afirmou o Diretor da COOPERCAU, Matheus Lima.
DADOS
O estado do Pará é o estado que mais produz cacau no Brasil. Segundo dados da Agência de Defesa Agropecuária do Pará (Adepará), mais da metade do cacau produzido no país é paraense. Só em 2020, a produção do fruto no Pará foi de 144.663 toneladas, o equivalente a 52% da produção nacional. Desse total, 20% da produção de cacau do estado vem de cooperativas.
“Essa é uma cadeia produtiva muito relevante para o estado. Uma possibilidade interessante para a verticalização e agregação de valor aos produtos da agricultura familiar. Precisamos estimular esse mercado, que já chama a atenção de todo o mundo pela sua qualidade, por seu caráter orgânico e pela sua origem amazônida”, reiterou o presidente do Sistema OCB/PA, Ernandes Raiol.

Buscando criar oportunidades no meio digital e visando fomentar a intercooperação, o Sistema OCB nacional desenvolveu a Plataforma NegóciosCoop. A plataforma funciona como uma vitrine, na qual as cooperativas podem expor os seus produtos e serviços que podem ser encontrados facilmente por outras cooperativas. Para transformar o NegóciosCoop em um marketplace de grande alcance para o cooperativismo é fundamental a participação de todas as cooperativas. Se a sua coop ainda não está nessa grande vitrine digital, não perca tempo, cadastre-se agora: https://negocios.coop.br/
A plataforma busca oferecer visibilidade e apoiar a comercialização de produtos e serviços entre cooperativas. Dessa forma, antes de contratar qualquer produto ou serviço, as cooperativas podem buscar uma outra coop que possa atender a demanda.
O NegóciosCoop possibilita a visualização de serviços e produtos de cooperativas de todo o Brasil. A partir disso, a plataforma consolida as oportunidades de negócios entre as cooperativas, além de contar com funcionalidades customizadas que facilitam a criação, gestão e o acompanhamento de anúncios e negociações.
Com o NegóciosCoop, as cooperativas terão espaço para anunciar produtos e serviços com a inclusão de textos, fotos, locais de atuação, entre outros. Também será possível gerenciar o perfil da cooperativa com inclusão de vídeo, fotos e história da cooperativa, além de iniciar conversas de negociações com outras cooperativas para comprar e vender produtos e serviços. Todas as cooperativas que possuem cadastro no CooperaBrasil, podem cadastrar seus anúncios na plataforma.
“A intercooperação é um dos pilares do cooperativismo, sendo assim, a criação de uma plataforma como o NegoóciosCoop, é fundamental para incentivar essa prática entre cooperativas no meio digital. Para garantir que a plataforma se consolide como um grande e-commerce em âmbito nacional, é de suma importância que as cooperativas paraenses realizem o seu cadastro na plataforma e garantam também uma maior visibilidade para os seus negócios” afirma Ernandes Raiol, presidente do Sistema OCB/PA.
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