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Por um lado, alta produtividade em culturas como milho verde e derivados da mandioca. Por outro, uma imensa dificuldade em organizar sua vida financeira e contábil. O Incubcoop, projeto do Sistema OCB/PA, veio justamente auxiliar a COOPASMIG nessa demanda. Os resultados obtidos no último exercício foram apresentados em Assembleia Geral Ordinária (AGO) da cooperativa.
Em funcionamento desde junho de 2017, a Cooperativa de Produção dos Agricultores Familiares do Município de São Miguel do Guamá (COOPASMIG) é reconhecida como a maior produtora de milho verde no estado. No entanto, não conseguia organizar as próprias contas. Havia dificuldade em saber, realmente, quais eram os ganhos e as despesas da instituição.
O IncubCoop vem auxiliando algumas cooperativas paraenses nesse acompanhamento administrativo, financeiro e contábil de singulares em constituição e das que possuem dificuldade para se desenvolver.
“A partir do levantamento feito através do Diagnóstico e dos indicadores apontados pelos nossos programas de monitoramento, identificamos a necessidade de implementar ações mais efetivas para a organização social e financeira dessas cooperativas. São cooperativas constituídas há um bom tempo e que não conseguem se desenvolver devido à essas dificuldades”, afirmou o presidente do Sistema OCB/PA, Ernandes Raiol.
Em um ano de atendimento, iniciado em janeiro de 2020, a COOPASMIG, a melhora nesta área já foi de 80%. “Essa parceria nos ajudou muito. Hoje estamos com as contas organizadas. Sabemos quanto gastamos e faturamos. Fazer parte da incubadora aperfeiçoou nossa organização contábil e aprimorou nossa gestão financeira. Assim, conseguimos ter mais transparência para os cooperados”, afirma Maria Santos, presidente da COOPASMIG.
Com esta área essencial para a manutenção do negócio mais organizada, a cooperativa se planeja para mais conquistas em 2021, mesmo diante dos impactos inevitáveis causados pela pandemia.
“Com a ajuda do IncubCoop, o plano para este ano é trabalhar na verticalização dos produtos, primeiramente com a construção de uma casa de farinha, seguindo todas as recomendações, com o objetivo de certificar o produto e concorrer com compras institucionais, como exige a Lei. Isso vai refletir em melhores ganhos e em uma melhor apresentação do produto ao mercado”, reitera a presidente da cooperativa.
O projeto da casa de farinha está em andamento e deve ser financiado para iniciar já no ano que vem com o apoio de vários parceiros para fortalecer as ações no município.
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Ano de mudanças repentinas, de grandes desafios, mas também de superação. Assim foi 2020 para o Sistema OCB/PA e para todas as cooperativas do estado depois do surgimento do novo coronavírus. O resumo do que foi este ano atípico será apresentado em Assembleia Geral Ordinária (AGO), que ocorrerá de modo semipresencial com a utilização do aplicativo Microsoft TEAM. Será no próximo dia 28, a partir das 9h.
No ano passado, o Sistema OCB/PA realizou 1.927 ações, atendeu 46.538 pessoas de 1.849 grupos, diretamente. A AGO trará justamente a apresentação de todos esses dados, prestação de contas, parecer do conselho fiscal e orçamento 2021.
“É nesse momento que as cooperativas podem exercer a gestão democrática, validando ou não aquilo que foi feito, assim como se planejará o futuro, o ano que está em curso. Não é só prestar contas, é participar da entidade de representação do cooperativismo”, enfatizou o presidente do Sistema OCB/PA, Ernandes Raiol.
Por causa da necessidade do distanciamento social, a AGO será semipresencial no auditório da Casa do Cooperativismo. O limite será de 10 pessoas, podendo ser alterado conforme as exigências sanitárias de decretos estaduais e municipais. Já a transmissão será feita pela plataforma Microsoft TEAMS, que teve seus recursos adaptados pelo setor de TI do Sistema OCB/PA para atender às necessidades das AGOs.
“É a plataforma que utilizamos na transmissão dos eventos virtuais, inclusive na última AGO da OCB/PA. O momento exige essa postura e a própria legislação se modificou, incluída, por meio da Lei 14.030/2020, as AGOs virtuais e semi presenciais como opção permanente para as cooperativas. É a tendência e o que o cenário apresenta, precisamos nos adaptar”, afirma a assessora jurídica da OCB/PA, Nelian Rossafa.
Para participar da AGO neste formato, o usuário precisa fazer o download do aplicativo, disponível para os sistemas Android e iOS. O passo a passo é bem didático e ainda pode ser conferido no site e nas redes sociais da OCB/PA, onde foi disponibilizado um tutorial para auxiliar os participantes.
AÇÕES EM 2020
Para que as limitações impostas pela pandemia fossem dribladas ao longo desse tempo, a exemplo da necessidade do distanciamento social, ainda em Abril do ano passado o Sistema OCB-SESCOOP/PA aplicou uma pesquisa para saber qual era a condição de cada cooperativa naquele momento: quais as principais dificuldades; o que precisavam; e, principalmente, como o Sistema OCB/PA poderia auxiliá-los. Essa iniciativa foi, sem dúvidas, o divisor de águas para que as cooperativas pudessem, então, dar as mãos e se reinventar dali em diante.
A programação pré-estabelecida pela organização, como eventos e cursos de caráter presencial, por exemplo, precisou ser suspenso devido o rápido aumento no número de casos de covid-19. No ano passado estava prevista a realização de 1.145 eventos, que atenderiam 1.385 cooperativas e beneficiaria cerca de 36,8 mil pessoas. O distanciamento social também passou a ser um entrave para os empreendedores, que não poderiam deixar de vender e manter a cadeia produtiva de seus negócios.
O jeito para mudar a rota, sem deixar as metas de lado foi apostar no meio digital, com foco no desenvolvimento de tecnologias e acesso a novos mercados. Entre as iniciativas, está o lançamento do aplicativo “ComprasCoop”, em parceria com a Universidade Federal Rural da Amazônia (UFRA), que possibilitou a comercialização online para as cooperativas; o 1º Encontro Paraense de Pesquisadores do Cooperativismo (EPPC), que também foi realizado online, com o objetivo de valorizar e incentivar a produção de conhecimento sobre o cooperativismo; além da estruturação do estúdio para cursos online, que passaram a ser transmitidos pela plataforma Microsoft Teams, um outro investimento do Sistema OCB-SESCOOP/PA.
Ainda em 2020 foram realizadas várias ações de enfrentamento à pandemia; arrecadação de 26 toneladas de alimentos para as cooperativas, no Dia C; foi desenvolvido o projeto de saneamento para o Marajó em parceria com a Unimed Belém; o laboratório de informática em parceria com a UFRA e Unimed Belém; a nova plataforma de dados SouCoop; termos de cooperação estratégicos (Senar / SeBRAE / Biotec); além de provações de incentivos fiscais CAMTA. Passos que deram muito certo e superaram as metas estabelecidas.
SUPERAÇÃO EM NÚMEROS
Na área de monitoramento, foram 338 eventos para 291 cooperativas, beneficiando 10.050 pessoas. Os números ultrapassaram o esperado em 14%, 72% e 2,97%, respectivamente.
Na área de formação profissional, foram realizadas 1.491 ações em 1.485 grupos, que beneficiaram 7.247 pessoas. Metas superadas em 86%, 59,7% e 3,04%. Na área de promoção social, foram 98 ações em 73 cooperativas, beneficiando 7.247 pessoas. Números que ultrapassaram as metas em 50%, 43% e 45%, respectivamente.
“Foi assim que conseguimos vencer mais um ano que passou. Foi necessário que a intercooperação mostrasse a sua força. Foi um ano em que as cooperativas se relacionaram muito mais – comercialmente e solidariamente – como uma forma de proteger o sistema e aplicar o sentido da cooperação”, concluir o superintendente do Sistema OCB/PA, Júnior Serra.
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No seu aniversário de 5 anos, a cooperativa comemora marcas expressivas como o primeiro lugar no ranking estadual das cooperativas do Sistema SICOOB

Limitação de agências, atendimento deficitário e poucas soluções financeiras. Acessar serviços bancários em Pacajá e região era um grande desafio há 5 anos. Foi o que motivou um grupo de 176 pessoas, entre empresários e produtores rurais, a constituir a cooperativa SICOOB Transamazônica. O que era um sonho se tornou realidade, hoje presente nos 144 municípios do Pará. Em apenas 5 anos, a singular cresceu 3.193% em número de cooperados, entrando no ranking das 100 maiores cooperativas nacionais do SICOOB.
Fundada em 17 de novembro de 2015, iniciou as operações em 4 de abril de 2016 e, em seu primeiro ano, possuía uma agência, 476 cooperados, R$ 6,7 mil de ativos, R$ 4,3 mil de operações de crédito, R$ 3,4 mil de recursos administrados e R$ 1,7 mil em capital social. Depois de 5 anos, a cooperativa chegou a 12 agências (+1.100%), 16.504 cooperados (+3.467%), R$ 62 milhões em operações de crédito (+1.341%), ativos totais de R$ 122 milhões (+1.720%) e R$ 11,4 milhões de capital social (+570%).
Atualmente, a cooperativa possui agências físicas nas cidades de Pacajá, Tucuruí, Novo Repartimento, Conceição do Araguaia, Marabá, Redenção e Santarém. Também possui 10 escritórios de negócios em Belém, Parauapebas, Tailândia, Breu Branco, Capitão Poço, Goianésia do Pará, Altamira, Anapú, Canaã dos Carajás e Jacundá.
“O que nos motivou a constituir a cooperativa foi justamente o atendimento bancário tão inexpressivo na região. Como já conhecíamos o cooperativismo e o potencial que já alcançou em outros estados, reunimos o grupo para abrir um negócio diferenciado. Tínhamos um planejamento estratégico de, em 10 anos, chegar a 10 mil sócios. Em menos de 5 anos, ultrapassamos 15 mil”, comentou o presidente da cooperativa, Antônio Henrique Gripp.

A cooperativa passou do 485º lugar, de quando foi constituída, para ocupar o 94ª lugar no ranking nacional das cooperativas SICOOB. Em nível estadual, já é a maior cooperativa SICOOB em número de associados, correspondendo a 55% do total de 33.929 de cooperados ativos do Sistema no Pará.
"Desde que criamos a cooperativa, ela vem crescendo progressivamente, o que nos enche de orgulho. Com meus 97 anos, estou disposto a lutar enquanto puder com a satisfação de ver a cada ano nossa cooperativa ficar maior. Meu pai me disse aos meus 9 anos de idade que o melhor negócio no mundo era um banco. Para isso, não precisa de dinheiro. Precisa apenas de união. É o que estamos fazendo", enfatizou o vice-presidente do Conselho de Administração da SICOOB Transamazônica, Jahyr Seixas.
Na projeção de evolução, o planejamento estratégico busca alcançar os 100 mil sócios no aniversário de 10 anos de constituição. “É um projeto ousado, dada a força do empreendedorismo dos comerciantes do interior do Estado e a pouca atuação bancária. O desafio é grande, o projeto é grande, mas estamos caminhando para ser uma das maiores singulares a nível do Brasil”, reiterou Antônio Henrique Gripp.
A Sicoob Transamazônica trabalha com um portfólio completo de serviços financeiros. São mais de 100 produtos em expansão. Ela já foi constituída no regime de livre admissão dos associados, podendo se cooperar pessoas físicas ou jurídicas em qualquer segmento. A carteira é variada com linha de crédito rural, linha de credito pessoal, comercial, cartões, seguridade, previdência, produtos de investimento como poupança, capital social e RDC.
“Somos um dos estados menos financiados em atividades econômicas. Por isso é tão importante esse trabalho de democratização e de descentralização do crédito, com atendimento diferenciado e um portfólio diversificado de soluções financeiras. Sempre com o objetivo de levar a melhor condição ao nosso associado”, reiterou o diretor presidente da SICOB Transamazônica, Lucas Gelain.
De acordo com o Banco Central (BC), a SICOOB Transamazônica tem o maior projeto de inclusão financeira do Estado do Pará. Em 2019, o número de funcionários passou de 41 para 91. Em 2021, já são 107 colaboradores.
A receita total da cooperativa era R$ 9,8 milhões em 2018. Em 2019, o número passou para R$ 20,2 milhões, um crescimento de 105 9%. A principal fonte de receita são as operações de crédito correspondentes a 66,8% do total, um volume de R$ 13,5 milhões que representa um crescimento de 109,2% em relação a 2018.
“A SICOOB Transamazônica é uma cooperativa estratégica para o setor, porque mostra o potencial e a força de um empreendimento cooperativo genuinamente paraense, que se propõe a trazer competitividade comercial com os princípios diferenciados do cooperativismo. Continuaremos apoiando, seja na formação profissional, aprimoramento da gestão, quanto na articulação política, para auxiliar no ambiente adequado para o desenvolvimento da singular”, reiterou o presidente do Sistema OCB/PA, Ernandes Raiol.


A maior crise sanitária da história do país impactou todos os setores da economia. Um dos mais exigidos, sem dúvida, foi o da saúde. Para auxiliar as cooperativas na gestão do negócio e a manter um serviço de qualidade, o SESCOOP/PA continuará investindo no aperfeiçoamento da diretoria e na qualificação dos cooperados.
O SESCOOP/PA já possui em seu planejamento para o ramo saúde 74 ações, beneficiando cerca de 8.200 pessoas em 7 cooperativas. Na área de monitoramento, a intenção é disponibilizar o Programa de Desempenho Econômico e Financeiro das Cooperativas (GDA) nas cooperativas UNIMED Belém e UNIMED Oeste do Pará, que já possuem níveis avançados de maturidade na gestão.
O objetivo é viabilizar aos dirigentes informações de forma rápida, fácil e confiável, garantindo o controle dos indicadores da cooperativa por meio da análise e acompanhamento dos resultados em tempo real. Tal ferramenta contribui para a maior transparência da administração, bem como à modernização e melhoria empresarial das cooperativas, auxiliando na melhoria da gestão.
“Faremos o acompanhamento por meio desse programa nacional que mede o desempenho econômico e financeiro. Em um período tão delicado como o que nós estamos vivendo, é indispensável a pronta-resposta de forma ágil, mas fundamentada. O GDA permite aos diretores ter esse cenário do próprio negócio de forma mais clara”, explicou o superintendente do Sistema OCB/PA, Júnior Serra.
Já na área de formação profissional, o SESCOOP/PA dará continuidade às ações de qualificação dos colaboradores e dos cooperados, para estarem ainda mais preparados ao desenvolvimento de suas atividades. Uma das ações estratégicas é o curso de Pós Graduação Latu-Sensu Urgência e Emergência Médico. O objetivo é aperfeiçoar médicos para atuação no modelo de Atenção Integral à Saúde (AIS), de acordo com os atributos da Atenção Primária de Saúde (APS) como reforço ao movimento de mudança do modelo assistencial. Estão sendo capacitados diretamente 32 cooperados.
São trabalhados módulos como a Medicina Centrada na Pessoa e Habilidades de Comunicação; Principais Motivos de Consulta e Linhas de Cuidado no Adulto; Principais motivos de consulta e linhas de cuidado na Mulher e na Gestante; Principais Motivos de Consulta e Problemas de Saúde no Idoso, na Criança e no Adolescente; Estudo de Casos Clínicos na Coordenação do Cuidado e em Problemas de Consulta.
Já em relação aos colaboradores, serão realizados 34 cursos, tais como Biossegurança e Higienização e Limpeza de área técnica, Legislação Trabalhista para Liderança, SIX SIGMA, FMEA Análise de modo e efeito da falha, Gestão de Estoque, Círculos de Controle de Qualidade (CCQ), Rotinas de Suprimentos, Treinamento Prático de Cortes de Alimentos, Gestão à Vista, Elaboração de relatórios e indicadores de performance e o Workshop de Saúde Financeira.
“As demandas foram todas mapeadas. Algumas em especial, como o curso de Gestão das Emoções, só poderão ocorrer presencialmente. Existem outras ações que já estão sendo replanejadas para que se possa dar continuidade de forma online, como a Gestão para a Qualidade Total e a implantação do Programa 10S”, explicou o gerente de desenvolvimento de cooperativas do SESCOOP/PA, Diego Andrade.
O RAMO
O número de profissionais autônomos empreendendo por meio do cooperativismo no ramo saúde cresceu 259% desde 2018. Atualmente o segmento agrega 2.851 cooperados e 2.610 empregados. Estão atuando e devidamente cadastradas no Sistema OCB/PA 4 cooperativas: UNIMED Belém, UNIMED Oeste, UNIODONTO e COOPANEST Pará.
Em termos financeiros, as cooperativas têm contribuído de forma expressiva para a economia do estado, possuindo R$ 600 milhões de ativos totais, capital social de R$ 147,4 milhões e R$ 270 milhões de patrimônio líquido. O total de sobras, que é o resultado gerado no final de cada exercício e que pode ser dividido, conforme deliberação da assembleia, entre os próprios cooperados, chegou a um total de R$ 4 milhões.
Os serviços prestados pelas cooperativas são: consulta, ambulatorial, urgência e emergência, planos de saúde, cirurgias e unidades físicas (hospitais conveniados e hospitais próprios). Cerca de 25% atuam com abrangência em todo o estado e no país e todas conseguem cobrir atendimento a todo o município em que está inserida.
“O Ramo Saúde é fundamental, até mesmo para todo o sistema cooperativista no Pará. Não somente pelo serviço fundamental que presta a toda sociedade no cuidado à saúde do paraense, mas também na contribuição que gera para o fortalecimento das demais cooperativas de pequeno porte. Por isso, é importante sempre apoiar e investir no ramo saúde”, reiterou o presidente do Sistema OCB/PA, Ernandes Raiol.
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No mercado há sete anos, a Cooperativa de Catadores de Materiais Recicláveis (COOLETTAR), de Canaã dos Carajás, manteve a mesma quantidade de produção durante a pandemia, entre 44 e 49 toneladas coletadas mensalmente. Por outro lado, viu a valorização desses materiais crescer em cerca de 50% ao longo do último ano.
Produtos como o papelão, o plástico e o papel passaram a ser comercializados a R$ 1,20 por quilo, enquanto antes a unidade era vendida por R$ 0,45. Os 15 cooperados fazem a coleta desses materiais nas ruas que são trazidos para o galpão, onde é feita a triagem, ou seja, a separação dos resíduos, e posteriormente o enfardamento para a venda às indústrias.
“Esse é o ciclo de vida dos produtos. Coletamos papelão, plástico e papel que podem se transformar em brinquedos, agendas, lapiseiras, sacolas para supermercados, voltam a ser caixas de papelão, entre outras mercadorias”, afirma a presidente da COOLETTAR, Valéria da Silva.
Com os gastos estáveis e o faturamento maior, a cooperativa conseguiu se manter bem ao longo deste período de crise econômica para vários segmentos. Ainda de acordo com a presidente da cooperativa, um dos pilares desse desenvolvimento também está no modelo de trabalho cooperativista, em que todos os cooperados se ajudam mutuamente em busca de resultados.
“A gente faz o trabalho em conjunto para conseguirmos uma quantidade de resíduos melhor, vender e, consequentemente, ter uma remuneração melhor. Quem faz o nosso salário somos nós. Então o cooperativismo ele é bom porque todo dia podemos melhorar um pouco, porque vamos tendo a visão estratégica de como trabalhar, com ideias inovadoras. Cooperativismo é tudo pra nós, é uma visão de crescimento”, finaliza.
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