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Ano de mudanças repentinas, de grandes desafios, mas também de superação. Assim foi 2020 para o Sistema OCB/PA e para todas as cooperativas do estado depois do surgimento do novo coronavírus. O resumo do que foi este ano atípico será apresentado em Assembleia Geral Ordinária (AGO), que ocorrerá de modo semipresencial com a utilização do aplicativo Microsoft TEAM. Será no próximo dia 28, a partir das 9h.
No ano passado, o Sistema OCB/PA realizou 1.927 ações, atendeu 46.538 pessoas de 1.849 grupos, diretamente. A AGO trará justamente a apresentação de todos esses dados, prestação de contas, parecer do conselho fiscal e orçamento 2021.
“É nesse momento que as cooperativas podem exercer a gestão democrática, validando ou não aquilo que foi feito, assim como se planejará o futuro, o ano que está em curso. Não é só prestar contas, é participar da entidade de representação do cooperativismo”, enfatizou o presidente do Sistema OCB/PA, Ernandes Raiol.
Por causa da necessidade do distanciamento social, a AGO será semipresencial no auditório da Casa do Cooperativismo. O limite será de 10 pessoas, podendo ser alterado conforme as exigências sanitárias de decretos estaduais e municipais. Já a transmissão será feita pela plataforma Microsoft TEAMS, que teve seus recursos adaptados pelo setor de TI do Sistema OCB/PA para atender às necessidades das AGOs.
“É a plataforma que utilizamos na transmissão dos eventos virtuais, inclusive na última AGO da OCB/PA. O momento exige essa postura e a própria legislação se modificou, incluída, por meio da Lei 14.030/2020, as AGOs virtuais e semi presenciais como opção permanente para as cooperativas. É a tendência e o que o cenário apresenta, precisamos nos adaptar”, afirma a assessora jurídica da OCB/PA, Nelian Rossafa.
Para participar da AGO neste formato, o usuário precisa fazer o download do aplicativo, disponível para os sistemas Android e iOS. O passo a passo é bem didático e ainda pode ser conferido no site e nas redes sociais da OCB/PA, onde foi disponibilizado um tutorial para auxiliar os participantes.
AÇÕES EM 2020
Para que as limitações impostas pela pandemia fossem dribladas ao longo desse tempo, a exemplo da necessidade do distanciamento social, ainda em Abril do ano passado o Sistema OCB-SESCOOP/PA aplicou uma pesquisa para saber qual era a condição de cada cooperativa naquele momento: quais as principais dificuldades; o que precisavam; e, principalmente, como o Sistema OCB/PA poderia auxiliá-los. Essa iniciativa foi, sem dúvidas, o divisor de águas para que as cooperativas pudessem, então, dar as mãos e se reinventar dali em diante.
A programação pré-estabelecida pela organização, como eventos e cursos de caráter presencial, por exemplo, precisou ser suspenso devido o rápido aumento no número de casos de covid-19. No ano passado estava prevista a realização de 1.145 eventos, que atenderiam 1.385 cooperativas e beneficiaria cerca de 36,8 mil pessoas. O distanciamento social também passou a ser um entrave para os empreendedores, que não poderiam deixar de vender e manter a cadeia produtiva de seus negócios.
O jeito para mudar a rota, sem deixar as metas de lado foi apostar no meio digital, com foco no desenvolvimento de tecnologias e acesso a novos mercados. Entre as iniciativas, está o lançamento do aplicativo “ComprasCoop”, em parceria com a Universidade Federal Rural da Amazônia (UFRA), que possibilitou a comercialização online para as cooperativas; o 1º Encontro Paraense de Pesquisadores do Cooperativismo (EPPC), que também foi realizado online, com o objetivo de valorizar e incentivar a produção de conhecimento sobre o cooperativismo; além da estruturação do estúdio para cursos online, que passaram a ser transmitidos pela plataforma Microsoft Teams, um outro investimento do Sistema OCB-SESCOOP/PA.
Ainda em 2020 foram realizadas várias ações de enfrentamento à pandemia; arrecadação de 26 toneladas de alimentos para as cooperativas, no Dia C; foi desenvolvido o projeto de saneamento para o Marajó em parceria com a Unimed Belém; o laboratório de informática em parceria com a UFRA e Unimed Belém; a nova plataforma de dados SouCoop; termos de cooperação estratégicos (Senar / SeBRAE / Biotec); além de provações de incentivos fiscais CAMTA. Passos que deram muito certo e superaram as metas estabelecidas.
SUPERAÇÃO EM NÚMEROS
Na área de monitoramento, foram 338 eventos para 291 cooperativas, beneficiando 10.050 pessoas. Os números ultrapassaram o esperado em 14%, 72% e 2,97%, respectivamente.
Na área de formação profissional, foram realizadas 1.491 ações em 1.485 grupos, que beneficiaram 7.247 pessoas. Metas superadas em 86%, 59,7% e 3,04%. Na área de promoção social, foram 98 ações em 73 cooperativas, beneficiando 7.247 pessoas. Números que ultrapassaram as metas em 50%, 43% e 45%, respectivamente.
“Foi assim que conseguimos vencer mais um ano que passou. Foi necessário que a intercooperação mostrasse a sua força. Foi um ano em que as cooperativas se relacionaram muito mais – comercialmente e solidariamente – como uma forma de proteger o sistema e aplicar o sentido da cooperação”, concluir o superintendente do Sistema OCB/PA, Júnior Serra.
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No seu aniversário de 5 anos, a cooperativa comemora marcas expressivas como o primeiro lugar no ranking estadual das cooperativas do Sistema SICOOB

Limitação de agências, atendimento deficitário e poucas soluções financeiras. Acessar serviços bancários em Pacajá e região era um grande desafio há 5 anos. Foi o que motivou um grupo de 176 pessoas, entre empresários e produtores rurais, a constituir a cooperativa SICOOB Transamazônica. O que era um sonho se tornou realidade, hoje presente nos 144 municípios do Pará. Em apenas 5 anos, a singular cresceu 3.193% em número de cooperados, entrando no ranking das 100 maiores cooperativas nacionais do SICOOB.
Fundada em 17 de novembro de 2015, iniciou as operações em 4 de abril de 2016 e, em seu primeiro ano, possuía uma agência, 476 cooperados, R$ 6,7 mil de ativos, R$ 4,3 mil de operações de crédito, R$ 3,4 mil de recursos administrados e R$ 1,7 mil em capital social. Depois de 5 anos, a cooperativa chegou a 12 agências (+1.100%), 16.504 cooperados (+3.467%), R$ 62 milhões em operações de crédito (+1.341%), ativos totais de R$ 122 milhões (+1.720%) e R$ 11,4 milhões de capital social (+570%).
Atualmente, a cooperativa possui agências físicas nas cidades de Pacajá, Tucuruí, Novo Repartimento, Conceição do Araguaia, Marabá, Redenção e Santarém. Também possui 10 escritórios de negócios em Belém, Parauapebas, Tailândia, Breu Branco, Capitão Poço, Goianésia do Pará, Altamira, Anapú, Canaã dos Carajás e Jacundá.
“O que nos motivou a constituir a cooperativa foi justamente o atendimento bancário tão inexpressivo na região. Como já conhecíamos o cooperativismo e o potencial que já alcançou em outros estados, reunimos o grupo para abrir um negócio diferenciado. Tínhamos um planejamento estratégico de, em 10 anos, chegar a 10 mil sócios. Em menos de 5 anos, ultrapassamos 15 mil”, comentou o presidente da cooperativa, Antônio Henrique Gripp.

A cooperativa passou do 485º lugar, de quando foi constituída, para ocupar o 94ª lugar no ranking nacional das cooperativas SICOOB. Em nível estadual, já é a maior cooperativa SICOOB em número de associados, correspondendo a 55% do total de 33.929 de cooperados ativos do Sistema no Pará.
"Desde que criamos a cooperativa, ela vem crescendo progressivamente, o que nos enche de orgulho. Com meus 97 anos, estou disposto a lutar enquanto puder com a satisfação de ver a cada ano nossa cooperativa ficar maior. Meu pai me disse aos meus 9 anos de idade que o melhor negócio no mundo era um banco. Para isso, não precisa de dinheiro. Precisa apenas de união. É o que estamos fazendo", enfatizou o vice-presidente do Conselho de Administração da SICOOB Transamazônica, Jahyr Seixas.
Na projeção de evolução, o planejamento estratégico busca alcançar os 100 mil sócios no aniversário de 10 anos de constituição. “É um projeto ousado, dada a força do empreendedorismo dos comerciantes do interior do Estado e a pouca atuação bancária. O desafio é grande, o projeto é grande, mas estamos caminhando para ser uma das maiores singulares a nível do Brasil”, reiterou Antônio Henrique Gripp.
A Sicoob Transamazônica trabalha com um portfólio completo de serviços financeiros. São mais de 100 produtos em expansão. Ela já foi constituída no regime de livre admissão dos associados, podendo se cooperar pessoas físicas ou jurídicas em qualquer segmento. A carteira é variada com linha de crédito rural, linha de credito pessoal, comercial, cartões, seguridade, previdência, produtos de investimento como poupança, capital social e RDC.
“Somos um dos estados menos financiados em atividades econômicas. Por isso é tão importante esse trabalho de democratização e de descentralização do crédito, com atendimento diferenciado e um portfólio diversificado de soluções financeiras. Sempre com o objetivo de levar a melhor condição ao nosso associado”, reiterou o diretor presidente da SICOB Transamazônica, Lucas Gelain.
De acordo com o Banco Central (BC), a SICOOB Transamazônica tem o maior projeto de inclusão financeira do Estado do Pará. Em 2019, o número de funcionários passou de 41 para 91. Em 2021, já são 107 colaboradores.
A receita total da cooperativa era R$ 9,8 milhões em 2018. Em 2019, o número passou para R$ 20,2 milhões, um crescimento de 105 9%. A principal fonte de receita são as operações de crédito correspondentes a 66,8% do total, um volume de R$ 13,5 milhões que representa um crescimento de 109,2% em relação a 2018.
“A SICOOB Transamazônica é uma cooperativa estratégica para o setor, porque mostra o potencial e a força de um empreendimento cooperativo genuinamente paraense, que se propõe a trazer competitividade comercial com os princípios diferenciados do cooperativismo. Continuaremos apoiando, seja na formação profissional, aprimoramento da gestão, quanto na articulação política, para auxiliar no ambiente adequado para o desenvolvimento da singular”, reiterou o presidente do Sistema OCB/PA, Ernandes Raiol.


A maior crise sanitária da história do país impactou todos os setores da economia. Um dos mais exigidos, sem dúvida, foi o da saúde. Para auxiliar as cooperativas na gestão do negócio e a manter um serviço de qualidade, o SESCOOP/PA continuará investindo no aperfeiçoamento da diretoria e na qualificação dos cooperados.
O SESCOOP/PA já possui em seu planejamento para o ramo saúde 74 ações, beneficiando cerca de 8.200 pessoas em 7 cooperativas. Na área de monitoramento, a intenção é disponibilizar o Programa de Desempenho Econômico e Financeiro das Cooperativas (GDA) nas cooperativas UNIMED Belém e UNIMED Oeste do Pará, que já possuem níveis avançados de maturidade na gestão.
O objetivo é viabilizar aos dirigentes informações de forma rápida, fácil e confiável, garantindo o controle dos indicadores da cooperativa por meio da análise e acompanhamento dos resultados em tempo real. Tal ferramenta contribui para a maior transparência da administração, bem como à modernização e melhoria empresarial das cooperativas, auxiliando na melhoria da gestão.
“Faremos o acompanhamento por meio desse programa nacional que mede o desempenho econômico e financeiro. Em um período tão delicado como o que nós estamos vivendo, é indispensável a pronta-resposta de forma ágil, mas fundamentada. O GDA permite aos diretores ter esse cenário do próprio negócio de forma mais clara”, explicou o superintendente do Sistema OCB/PA, Júnior Serra.
Já na área de formação profissional, o SESCOOP/PA dará continuidade às ações de qualificação dos colaboradores e dos cooperados, para estarem ainda mais preparados ao desenvolvimento de suas atividades. Uma das ações estratégicas é o curso de Pós Graduação Latu-Sensu Urgência e Emergência Médico. O objetivo é aperfeiçoar médicos para atuação no modelo de Atenção Integral à Saúde (AIS), de acordo com os atributos da Atenção Primária de Saúde (APS) como reforço ao movimento de mudança do modelo assistencial. Estão sendo capacitados diretamente 32 cooperados.
São trabalhados módulos como a Medicina Centrada na Pessoa e Habilidades de Comunicação; Principais Motivos de Consulta e Linhas de Cuidado no Adulto; Principais motivos de consulta e linhas de cuidado na Mulher e na Gestante; Principais Motivos de Consulta e Problemas de Saúde no Idoso, na Criança e no Adolescente; Estudo de Casos Clínicos na Coordenação do Cuidado e em Problemas de Consulta.
Já em relação aos colaboradores, serão realizados 34 cursos, tais como Biossegurança e Higienização e Limpeza de área técnica, Legislação Trabalhista para Liderança, SIX SIGMA, FMEA Análise de modo e efeito da falha, Gestão de Estoque, Círculos de Controle de Qualidade (CCQ), Rotinas de Suprimentos, Treinamento Prático de Cortes de Alimentos, Gestão à Vista, Elaboração de relatórios e indicadores de performance e o Workshop de Saúde Financeira.
“As demandas foram todas mapeadas. Algumas em especial, como o curso de Gestão das Emoções, só poderão ocorrer presencialmente. Existem outras ações que já estão sendo replanejadas para que se possa dar continuidade de forma online, como a Gestão para a Qualidade Total e a implantação do Programa 10S”, explicou o gerente de desenvolvimento de cooperativas do SESCOOP/PA, Diego Andrade.
O RAMO
O número de profissionais autônomos empreendendo por meio do cooperativismo no ramo saúde cresceu 259% desde 2018. Atualmente o segmento agrega 2.851 cooperados e 2.610 empregados. Estão atuando e devidamente cadastradas no Sistema OCB/PA 4 cooperativas: UNIMED Belém, UNIMED Oeste, UNIODONTO e COOPANEST Pará.
Em termos financeiros, as cooperativas têm contribuído de forma expressiva para a economia do estado, possuindo R$ 600 milhões de ativos totais, capital social de R$ 147,4 milhões e R$ 270 milhões de patrimônio líquido. O total de sobras, que é o resultado gerado no final de cada exercício e que pode ser dividido, conforme deliberação da assembleia, entre os próprios cooperados, chegou a um total de R$ 4 milhões.
Os serviços prestados pelas cooperativas são: consulta, ambulatorial, urgência e emergência, planos de saúde, cirurgias e unidades físicas (hospitais conveniados e hospitais próprios). Cerca de 25% atuam com abrangência em todo o estado e no país e todas conseguem cobrir atendimento a todo o município em que está inserida.
“O Ramo Saúde é fundamental, até mesmo para todo o sistema cooperativista no Pará. Não somente pelo serviço fundamental que presta a toda sociedade no cuidado à saúde do paraense, mas também na contribuição que gera para o fortalecimento das demais cooperativas de pequeno porte. Por isso, é importante sempre apoiar e investir no ramo saúde”, reiterou o presidente do Sistema OCB/PA, Ernandes Raiol.
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No mercado há sete anos, a Cooperativa de Catadores de Materiais Recicláveis (COOLETTAR), de Canaã dos Carajás, manteve a mesma quantidade de produção durante a pandemia, entre 44 e 49 toneladas coletadas mensalmente. Por outro lado, viu a valorização desses materiais crescer em cerca de 50% ao longo do último ano.
Produtos como o papelão, o plástico e o papel passaram a ser comercializados a R$ 1,20 por quilo, enquanto antes a unidade era vendida por R$ 0,45. Os 15 cooperados fazem a coleta desses materiais nas ruas que são trazidos para o galpão, onde é feita a triagem, ou seja, a separação dos resíduos, e posteriormente o enfardamento para a venda às indústrias.
“Esse é o ciclo de vida dos produtos. Coletamos papelão, plástico e papel que podem se transformar em brinquedos, agendas, lapiseiras, sacolas para supermercados, voltam a ser caixas de papelão, entre outras mercadorias”, afirma a presidente da COOLETTAR, Valéria da Silva.
Com os gastos estáveis e o faturamento maior, a cooperativa conseguiu se manter bem ao longo deste período de crise econômica para vários segmentos. Ainda de acordo com a presidente da cooperativa, um dos pilares desse desenvolvimento também está no modelo de trabalho cooperativista, em que todos os cooperados se ajudam mutuamente em busca de resultados.
“A gente faz o trabalho em conjunto para conseguirmos uma quantidade de resíduos melhor, vender e, consequentemente, ter uma remuneração melhor. Quem faz o nosso salário somos nós. Então o cooperativismo ele é bom porque todo dia podemos melhorar um pouco, porque vamos tendo a visão estratégica de como trabalhar, com ideias inovadoras. Cooperativismo é tudo pra nós, é uma visão de crescimento”, finaliza.
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Para dar continuidade à formação profissional das cooperativas, mesmo durante a pandemia, o SESCOOP/PA está ofertando uma grade de capacitações online do Módulo Doutrinário do Cooperativismo. São quatro cursos no total, todos com emissão de certificado e inscrições gratuitas. Caso sua cooperativa tenha interesse em fechar uma turma exclusiva, também é possível agendar data.
Os cursos têm carga horária de 4 horas por dia, certificação de conclusão, e são acompanhados por técnico do Sistema. Segundo Ernandes Raiol, presidente do Sistema OCB/PA, essa modalidade veio para ficar. “Por cultura nossa, pelo gosto que nós temos em estarmos todos juntos, acabávamos não priorizando a implantação desse formato virtual. Hoje, esse pensamento já não cabe mais. Estamos ampliando cada vez mais os nossos paradigmas e contamos com a participação e apoio das cooperativas”, ressalta.
Os cursos serão transmitidos da Casa do Cooperativismo, sede do Sistema OCB/PA em Belém, via Microsoft Teams, uma das plataformas mais seguras do mundo. Para participar é necessário se inscrever e comparecer ao curso. Raiol enfatiza ainda que esse novo formato irá facilitar a formação de turmas. “Já vivenciamos casos de cooperativas que tinham dificuldade de compor turma mínima, com o Online, será possível congregar várias cooperativas, trocar experiências e soluções inovadoras, intercambiar nossas expertises e – com isso – fortalecer ainda mais o cooperativismo”, completa.
Outro aspecto importante, é que por meio da participação dos cursos, capacitações e treinamentos, o Sistema OCB/PA consegue monitorar as cooperativas, analisar e convidá-las para participação de projetos específicos, investir em algum programa especial, como o de Programa de Aprimoramento da Gestão Cooperativista (Gescoop), que traça um planejamento estratégico centrada na viabilidade, metas e perfil da própria cooperativa. “A cultura cooperativista é algo que precisa ser alimentado e esse alimento se chama educação. Cada gestão possui um nível de maturidade. Quanto mais capacitada, mais maturidade e condições de crescimento as cooperativas terão.”, finaliza Raiol.
Confira o cronograma de cursos e faça já sua inscrição!
Inscrições: http://bit.ly/InscriçõesCURSOS
Mais informações: 91 9346-9466 -
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Com o início da pandemia, todas as Assembleias Gerais Ordinárias (AGOs), que antes eram realizadas apenas presencialmente, tiveram que ser adaptadas. Pensando nisso, o Sistema OCB/PA comprou a licença de uma plataforma online para a realização das AGOs, que são uma obrigação anual de todas as cooperativas, exceto das de crédito.
“Devido à pandemia, no ano passado, houve a instrução normativa do DREI - Departamento de Registro Empresarial e Integração - número 79, de 14 Abril de 2020, que veio instituir a possibilidade de realização das assembleias de forma semipresencial, ou seja, algumas pessoas no local de realização da AGO e o restante de forma virtual; e veio trazer, também, a possibilidade de realização totalmente virtual, com cada participante em ambientes separados, realizando essas assembleias.”, afirma Diego Andrade, Gerente de Desenvolvimento de Cooperativas do SESCOOP/PA.
A plataforma escolhida pela OCB/PA foi a “Microsoft TEAMS”, onde é possível não apenas realizar as reuniões, mas também proporcionar treinamentos e uma variedade de cursos online, além da configuração que possibilita a gravação das transmissões. Com a licença, muitas cooperativas solicitaram o sistema, o que levou a OCB/PA a iniciar, este ano, a capacitação das cooperativas, em relação ao uso da plataforma.
“Primeiro foi necessário capacitar a nossa equipe, para que a nossa equipe pudesse estar ciente de como auxiliar na condução da assembleia junto à cooperativa e, posteriormente, capacitar um operador da cooperativa para a condução e utilização da plataforma. Orientamos sobre todo o funcionamento, sobre os processos de votação, de apresentação dos materiais, aceitação de pessoas nas reuniões, entre outros. Todos os procedimentos necessários para que a assembleia seja realizada da melhor forma possível.”, reitera.
Para reforçar esse treinamento às cooperativas, o Sistema OCB/PA ainda preparou um tutorial, onde é ensinado o passo-a-passo do uso do aplicativo, desde o download, que pode ser feito gratuitamente, em sua versão completa, em aparelhos Android e IOS. O conteúdo está disponível no site e nas redes sociais da OCB/PA.
“Realizamos as capacitações e acompanhamos as assembleias para o cumprimento legal e também para qualquer necessidade de suporte técnico na utilização da plataforma. Estamos à disposição de todos para prestar todo o apoio necessário.”, afirma o Presidente do Sistema OCB/PA, Ernandes Raiol.
Lembrando que as AGOs devem ser realizadas até esta quarta-feira, dia 31 de março. Se você ainda possui alguma dúvida sobre a funcionalidade do sistema ou precisa de acompanhamento técnico para a sua assembleia, é só mandar e-mail para
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Um dos diferenciais do modelo de negócio cooperativo é a distribuição do resultado entre os associados, conforme deliberação em assembleia. Os sócios cooperados da Sicredi Sudoeste MT/PA já contam com a parcela de distribuição do montante de R$ 109 milhões alcançados em 2020. No país, o Sicredi atingiu o resultado de 3,3 bilhões de reais.
Na Sicredi Sudoeste MT/PA as assembleias contaram com a participação de 8 mil associados e a distribuição do resultado ocorreu nesta terça-feira, dia 23 de março, para seus mais de 102 mil associados. O Presidente da Cooperativa Antonio Geraldo Wrobel destacou a relevância da distribuição, principalmente pelo atual cenário socioeconômico.
“O ano de 2020 foi de cooperar e sabemos que o momento continua desafiador, por isso aceleramos a distribuição do resultado a fim de disponibilizar o recurso para o associado e faze-lo girar em nossa comunidade”, reiterou Wrobel.
É importante frisar que os recursos ficam na área de atuação da Cooperativa e são reinvestidos na própria região. Isso cria um ciclo virtuoso, onde associados, comércio local, produtores e toda a comunidade ganham juntos.
Os associados podem consultar o extrato detalhado da distribuição com seu gerente. Quem ainda não é associado pode se associar em uma das agências do Sicredi ou solicitar abertura de conta pelo site www.sicredi.com.br e contar com todos os produtos e serviços financeiros e os benefícios de ser associado a uma instituição financeira cooperativa.
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A tão famosa e apreciada farinha de Bragança seguiu mais um passo para o reconhecimento nacional. Nesta quarta-feira (24), a Cooperativa Mista dos Agricultores Familiares dos Caetés (COOMAC) aprovou proposta de Caderno Técnico de Especificações (CTE). A apresentação ocorreu em Assembleia Geral Ordinária (AGO), realizada de forma virtual com o apoio do Sistema OCB/PA.
Por causa da pandemia, o encontro foi semipresencial e contou com a presença de agricultores da cooperativa, da OCB/PA, da Emater, Adepará e da Secretaria de Agricultura do Estado (SEDAP). Discutiu-se duas pautas, apresentadas pela cooperativa no edital. Uma delas foi sobre a identificação de procedência da farinha de mandioca de Bragança, no nordeste paraense.
Na ocasião, foram apresentados os artigos do Caderno Técnico de Especificações e a redação foi aprovada, o que permite à cooperativa, agora, dar sequência aos trâmites legais na busca pela identificação de procedência da farinha de mandioca, como genuinamente bragantina.
“Seguindo o decreto estadual, optamos por manter nossa AGO de forma virtual, seguindo todos os protocolos de segurança com a preocupação devida a todos os nossos produtores. Foi uma reunião importante para darmos prosseguimento ao processo de identificação geográfica. Vamos trabalhar no que for necessário para alavancar e organizar a cadeia produtiva da farinha na região bragantina e para termos a valorização do homem do campo”, enfatizou o presidente da COOMAC Bragança, Paulo do Carmo.
As entidades parceiras se posicionaram reforçando a importância desse passo, destacando as vantagens e benefícios de possuir essa identificação, como forma de valorização do produto e da própria cooperativa.
“Não tem como falar em Bragança, sem falar em farinha de mandioca e vice-versa. O município é referência no estado quando o assunto é a produção de farinha. A AGO foi importante para definir esse novo passo para a cooperativa, pois vai valorizar muito mais o ingrediente, que é indispensável na gastronomia e na cultura paraense. A OCB/PA está à disposição para apoiar na articulação junto às entidades estratégicas que regulam as identificações de procedência.”, destaca o presidente da OCB/PA, Ernandes Raiol.
De acordo com a representante da SEDAP na assembleia, a técnica Márcia Tagore, a secretaria já está em negociação com o banco do Estado para abrir uma linha de crédito específica para o segmento.
“Já existe a linha de crédito federal de financiamento pra produção da farinha de mandioca, pelo PRONAF, mas estamos tentando uma negociação com governo do estado, justamente pra melhoria dessas casas de farinha. É um conjunto de ações que não andam sozinhas e quanto mais pessoas estiverem empenhadas pra tentar resolver, melhor. Estamos à disposição.”, reiterou
A outra pauta trazida na AGO foi a eleição anual dos conselheiros fiscais, que é uma obrigação da Lei Geral do Cooperativismo, Lei 5.764/1971, que precisam renovar pelo menos 2/3 dos conselheiros anualmente.
PRAZO
Lembrando que o prazo legal das AGOs é até o dia 31 de março (exceto para cooperativas de crédito). Elas estão sendo realizadas de forma semipresencial ou online, por causa da pandemia. Uma das possibilidades é a plataforma Microsoft TEAMS, disponibilizada gratuitamente pelo Sistema OCB/PA na sua versão completa para os sistemas Android e iOS. As cooperativas interessadas devem enviar e-mail para
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Desde o início da pandemia, os profissionais da saúde se mostraram mais do que necessários na luta pela vida, e isso inclui os farmacêuticos, em suas mais diversas formas de atuação. Com o crescimento no número de casos da doença aqui no Pará, as cooperativas farmacêuticas precisaram unir forças para dar conta do aumento da demanda nos setores hospitalar, clínico e de distribuição.
Em quase quatro anos, a Cooperativa de Trabalho Farmacêutico de Belém (UNIFARMA), não viveu uma rotina tão intensa quanto a atual. Formada por 50 cooperados, precisou avançar na prestação de serviços por causa do novo coronavírus. Ainda no ano passado, os farmacêuticos promoveram transmissões ao vivo nas mídias sociais, com o objetivo de tirar dúvidas de internautas e contribuir com o enfrentamento à Covid-19.
“Estamos enfrentando, talvez, o nosso maior desafio, algo que está sendo um grande aprendizado diário frente às dificuldades de tratamentos, orientações aos nossos usuários e nossos clientes”, destaca o diretor-presidente da UNIFARMA Belém, José Ronaldo Sousa Jr.
Com a variante da doença e os novos desafios em 2021, os cooperados precisaram se unir ainda mais. Atualmente a UNIFARMA está 100% presente em dois grandes hospitais da Região Metropolitana de Belém – Hospital Maradei (na capital) e no Hospital Santa Maria (em Ananindeua) – por meio da locação de mão-de-obra e na gestão de serviços farmacêuticos. A demanda no setor de distribuição de medicamentos, onde os profissionais fazem o planejamento de estoques, também cresceu.
“Outro grande desafio é a nossa logística e abastecimento. Vivemos em um dos estados com a maior dificuldade de logística e, com esse cenário de pandemia, aumentou a escassez de produtos. Estamos diuturnamente procurando fornecedores e produtos para garantir a assistência aos pacientes.”, enfatiza José Ronaldo.
Para atravessar este momento, o modelo de trabalho cooperativista é um diferencial na atuação dos profissionais, com uma rede colaborativa mútua, onde vários parceiros no mercado local e estadual ajudam na sinalização de fornecedores.
“Nós temos o diferencial de ter grandes profissionais/cooperados que já estão na estrada, com uma maturidade profissional para enfrentar essa
pandemia. Outro diferencial é a lei do “ganha-ganha”: a empresa nos contratando tem uma redução enorme de custos de folgas, de pagamento, férias, atestado, licença e com responsabilidades de gestão. Qualquer tipo de cobertura é nossa e já está prevista em contrato, além de reduzir a zero o risco de passivos trabalhistas”, afirma.
REFORÇO DE FARMACÊUTICOS NA VACINAÇÃO
Outra cooperativa farmacêutica que não parou e ainda sentiu esse crescimento na demanda foi a COOFARMI, que já existe há 4 anos e conta com 252 cooperados – todos devidamente inscritos no Conselho de Farmácia. Segundo a diretoria da cooperativa, a demanda cresceu entre 30 e 50% durante a pandemia, tanto na solicitação de plantões, como na cobertura de profissionais doentes em outras farmácias.
Em março deste ano, mais de 50 cooperados se habilitaram com um curso técnico pelo ICTQ (Instituto de Ciência e Tecnologia de Qualidade) em vacinação, para atuar junto ao município ou estado, caso necessário, no reforço da mão-de-obra na vacinação contra a Covid-19.
“Nós só colocamos 50 farmacêuticos para fazer o curso de vacinação, pois na turma só podem ser 50 por vez, mas em maio terá outra turma e mais colegas farão o curso de capacitação para ficarem qualificados em vacinar. Recebemos os certificados esta semana e vamos registrar em nosso conselho. Só depois teremos a autorização do CRF para poder vacinar. Em breve vamos oferecer o nosso serviço do estado e às prefeituras”, afirma o farmacêutico bioquímico e diretor-presidente da COOFARMI, João Roberto de Amorim.
O diretor ainda destaca a importância do cooperativismo no segmento, principalmente neste momento de crise na saúde. “Aprendemos todos os dias a ajudar um ao outro, principalmente os mais experientes ajudando a dar segurança aos mais novos profissionais, mostrando ética e respeito aos nossos pacientes”, afirma.
Cooperativa de Trabalho de Farmacêuticos Independentes
Rua Municipalidade, entre Wandelkolk e Dom Romualdo Coelho - Umarizal, Belém/PA
Edifício Mirai Office 985 - Sala – 505
Contatos: (91) 2121-2559 /
Cooperativa de Trabalho Farmacêutico UNIFARMA Belém
Tv. Manoel Evaristo, 449 – Umarizal
CEP: 66050-290 – Belém/PA – Brasil
Contatos: (91) 98130-1201 /
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Entre outras ferramentas importantes, o aplicativo Microsoft Teams possibilita um sistema de votação e de lista de frequência online. Confira o passo a passo de como utilizar a plataforma, disponibilizada gratuitamente às cooperativas para realização de assembleias gerais.
O Microsoft TEAMS é um aplicativo de videoconferência que teve seus recursos adaptados pelo setor de TI do Sistema OCB/PA, coordenado pelo técnico Jardel Solto, à realidade das cooperativas, conforme as necessidades apresentadas em uma Assembleia Geral.
Na sua versão completa, a ferramenta oferece o suporte de agendamento de reuniões e moderação para habilitar entradas e saídas, silenciamento dos participantes, compartilhamento de tela para apresentação de conteúdos, limite de até 250 participantes, interação e sistema de votação por chat.
“É a plataforma que utilizamos na transmissão dos eventos virtuais, inclusive na última AGO da OCB/PA. O momento exige essa postura e a própria legislação se modificou, incluindo, por meio da Lei 14.030/2020, as AGOs virtuais como uma opção permanente para as cooperativas. É a tendência e precisamos nos adaptar a elas”, reiterou o presidente do Sistema OCB/PA, Ernandes Raiol.
Acompanhe o passo a passo
Etapa 1 - Baixar o aplicativo pelo celular:
1.1 - Você deverá abrir a Play Store do seu celular (Sistema Aindroid) ou a Apple Store do seu celular (Sistema IOS);
1.2 - Clicar em pesquisar e digitar MIcrosoft Teams;
1.3 - Clicar em Instalar;
1.4 - Aguardar a Instalação;
1.5 - Sair da Play Store do seu celular (Sistema Aindroid) ou da Apple Store do seu celular (Sistema IOS);
Etapa 2 - Acessar o aplicativo Microsoft Teams pelo celular:
2.1 - Com o link da reunião, você deverá clicar diretamente no link;
2.2 - Após clicar no link da reunião, na tela do seu celular aparecerá a opção de iniciar a reunião utilizando o Microsoft Teams, clique nessa opção;
2.3 - Após clicar nessa opção, abrirá a tela do Microsoft Teams e um botão Participar da reunião, clique nele;
2.4 - Após clicar no botão, aparecerá uma nova tela pedindo que você digite seu nome (você deverá digitar seu nome completo) e clicar em Participar de reunião;
2.5 - Após solicitar a participação na reunião, irá aparecer uma tela pedindo que você permita que o App Teams grave áudio, você deverá clicar na opção Durante o uso do App;
2.6 - Após essas etapas, você pediu acesso à reunião e os organizadores irão autorizar sua entrada.
É importante ressaltar que todos os participantes estarão com seus áudios desabilitados, sendo assim, para solicitarem a fala, precisarão cumprir a etapa 3
Etapa 3 - Solicitar autorização para falar:
3.1 - Você deverá clicar nas reticências (os três pontinhos na tela do seu celular), em seguida irá abrir uma tela com algumas opções e você deverá clicar na opção Erguer a mão;
3.2 - O organizador da reunião vai identificar sua solicitação e vai liberar a opção para que você habilite seu áudio;
3.3 - Feito isto, você deverá clicar no microfone na tela do seu celular;
3.4 - Cumprindo essas etapas, seu áudio estará liberado;
3.5 - Após o uso da palavra, solicitamos que você possa clicar novamente no microfone na tela do seu celular, para desabilitar seu áudio e novamente clicar nas reticências (os três pontinhos na tela do seu celular), em seguida irá abrir uma tela com algumas opções e você deverá clicar na opção Abaixar a mão.
Sempre que for solicitar a fala, você deverá cumprir os itens da Etapa 3.
Etapa 4 - Sistema de votação:
4.1 - A organização da reunião irá aplicar o sistema de votação e aparecerá em seu celular uma notificação que a organização enviou um cartão;
4.2 - Clique na opção na tela do seu celular ou acesse pelo *chat* e acesse ao sistema de votação enviado;
4.3 - Clique sobre sua opção de voto (clique em cima da opção) e depois clique em enviar voto;
4.4 - Automaticamente os votos serão atualizados no sistema de votação_.
O sistema de votação poderá ser feito para as seguintes situações: Aprovação de contas, Eleição de Diretoria, Eleição de Conselho Fiscal. Sendo assim, sempre que orientado sobre votação, refaça a Etapa 4.
Etapa 5 - Sair da reunião:
5.1 - Você deverá clicar no botão vermelho com imagem de um telefone, depois abrirá uma tela branca em seu celular pedindo que você confirme sua saída da reunião, basta clicar na opção sair.
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No mercado paraense há 10 anos, a Transprodutor decidiu ampliar os horizontes na prestação de serviços. Diante das limitações impostas pela pandemia, a cooperativa, que inicialmente atuava apenas no transporte escolar e de cargas, quer apostar, também, na criação e distribuição de peixes e camarão.
A maioria dos 400 cooperados espalhados pelo estado do Pará teve o trabalho afetado desde o ano passado, tanto pelas restrições de circulação, como pela suspensão das aulas na rede pública de ensino, que já dura, em média, um ano. Como resultado disso, os efeitos econômicos foram inevitáveis.
“Com essa grande diminuição na demanda, tivemos que ampliar as nossas possibilidades de transporte de cargas, como agora estamos fazendo de soja, de minério. Se não fôssemos multimodais, já teríamos fechado as portas”, afirma Newton Leão, presidente da Transprodutor.
Ainda de acordo com o presidente Newton Leão, foram justamente essas dificuldades que ampliaram os horizontes da cooperativa. Com o projeto de iniciar a produção e distribuição de peixes e camarões, os cooperados usarão a própria frota - formada por ônibus, barcos e caminhões - para fazer as entregas.
“Estamos buscando novos caminhos com a produção de peixe e camarão. Alguns de nossos cooperados não têm transporte, mas têm terras, água, clima. Condições favoráveis para usar como uma nova fonte de renda, que irá ajudar não só suas famílias, mas a todos os que precisam desses alimentos”, destaca.
O projeto já foi apresentado a uma instituição financeira, que deve avaliar e financiar a iniciativa. A intenção é começar em escala comercial para toda a população.
“Precisamos desses recursos para dar uma alavancada no projeto, que vai beneficiar a população e todos os envolvidos. Contamos, inclusive, com o apoio da OCB/PA, para vendermos aos grandes supermercados, primeiramente de Belém, em grande escala. O nosso potencial é grande”, comenta.
No final de 2020, o Sistema OCB/PA levou técnicos da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Mineração e Energia (SEDEME) para conhecer propriedades rurais pertencentes a cooperados da Transprodutor. A intenção é também incluir a cooperativa na linha de financiamento do BanPará, o Crédito do Produtor.
“Sabemos que muitos cooperados estão enfrentando dificuldades e se reinventando para resistir a esse momento, com muita união. Estamos à disposição para prestar todo o auxílio necessário, investindo, inclusive, em formação profissional, visando qualificar ainda mais todos os nossos profissionais e desenvolver os negócios”, garante, o presidente do Sistema OCB/PA, Ernandes Raiol.
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1. Qual o prazo para a realização da AGO?
Conforme o artigo 44, da Lei 5.764/1971, a Assembleia Geral Ordinária (AGO), deve ser realizada anualmente, entre os 3 (três) primeiros meses de cada ano, após o término do exercício social, exceto as cooperativas de crédito cujo prazo é abril por conta da LC 130.
2. Qual a pauta da AGO?
As pautas da AGO, definidas no artigo 44 da Lei 5.764/1971, são:
I - prestação de contas dos órgãos de administração acompanhada de parecer do Conselho Fiscal;
II - demonstrativo das sobras apuradas ou das perdas;
III - destinação das sobras apuradas ou rateio das perdas decorrentes da insuficiência das contribuições para cobertura das despesas da sociedade, deduzindo-se, no primeiro caso as parcelas para os Fundos Obrigatórios;
IV - eleição dos componentes dos órgãos de administração, do Conselho Fiscal e de outros, quando for o caso;
V - quando previsto, a fixação do valor dos honorários, gratificações e cédula de presença dos membros do Conselho de Administração ou da Diretoria e do Conselho Fiscal.
VI - outros assuntos de interesse social que não seja objeto exclusivo de AGE.
3. Quais documentos devem ser apresentados na AGO?
Os documentos a serem apresentados na AGO, que devem ser enviados com antecedência, são: balanço patrimonial (BP), demonstrativo de resultados do exercício (DRE), parecer do Conselho Fiscal e quando houver previsão estatutária, o relatório da comissão eleitoral para as eleições dos componentes dos órgãos de administração, do Conselho Fiscal e de outros, quando for o caso.
4. Quais os procedimentos para convocação da AGO?
Conforme o parágrafo 1º do artigo 38, da Lei 5.764/1971, as Assembleias devem ser convocadas com antecedência mínima de 10 dias, mediante a fixação do Edital em locais apropriados das dependências comumente mais frequentadas pelos associados, publicação em jornal e comunicação aos associados por intermédio de circulares. O edital deve deixar evidenciada a forma de convocação.
5. A ata de Assembleia Geral Ordinária deve ser registrada onde?
A cooperativa por ser uma empresa que realiza atividades econômicas, deverá arquivar seus atos na Junta Comercial do Estado do Pará - JUCEPA. É o órgão do Governo que tem como responsabilidade realizar e armazenar os registros de atividades ligadas a empresas e sociedades empresariais.
6. Quem pode participar e votar na AGO?
Todos os cooperados podem e devem participar da AGO.
No entanto, de acordo com o parágrafo 3º do artigo 38, da Lei 5.764/1971, as deliberações nas Assembleias Gerais serão tomadas por maioria de votos dos associados presentes com direito de votar. Entende-se cooperados com direito a votar, aquelas que estejam em dias com suas obrigações junto à cooperativa.
7. Qual o quórum mínimo de instalação da AGO?
A instalação da AGO varia de acordo com as chamadas e o ramo de atividades da cooperativa.
No artigo 40, da Lei 5.764/1971, as Assembleias Gerais devem possuir quorum de instalação da seguinte maneira:
I - 2/3 (dois terços) do número de associados, em primeira convocação;
II - metade mais 1 (um) dos associados em segunda convocação;
III - mínimo de 10 (dez) associados na terceira convocação ressalvado o caso de
cooperativas centrais e federações e confederações de cooperativas, que se instalarão com
qualquer número.
Já para cooperativas do Ramo Trabalho, Produção Bens e Serviços, é determinado pela Lei 12.690/2012, em seu parágrafo 2º, do artigo 11, que o quórum de instalação será o seguinte:
I - 2/3 (dois terços) do número de sócios, em primeira convocação;
II - metade mais 1 (um) dos sócios, em segunda convocação;
III - 50 (cinquenta) sócios ou, no mínimo, 20% (vinte por cento) do total de sócios, prevalecendo o menor número, em terceira convocação, exigida a presença, de, no mínimo, 4 (quatro) sócios para as cooperativas que
possuam até 19 (dezenove) sócios matriculados.
8. O que muda de uma AGO presencial para uma AGO semipresencial ou virtual?
Na AGO presencial a participação dos sócios cooperados se dá diretamente no local de realização da assembleia, que de modo geral é a própria sede.
Nas AGOs semipresencial é permitida a participação presencial de um certo número de sócios cooperados, podendo a votação ser no próprio local de realização da assembleia ou por meio de um sistema eletrônico de votação.
Nas AGOs virtuais, a participação e votação dos sócios cooperados, só podem acontecer de forma virtual.
A Instrução Normativa DREI N.º 79 de 14 de abril de 2020, veio instituir a possibilidade de realização de assembleias semipresenciais e virtuais.
No entanto, independente da forma de realização da Assembleia Geral Ordinária, ela deverá obedecer todas as normas do estatuto social, tais como sua convocação, instalação e deliberação.
Assim como, o Edital deverá conter de forma destacada, o tipo de assembleia e os meios para os associados participarem e votarem na AGO.
9. No caso de AGO semipresencial ou virtual, como registrar a presença dos participantes?
As plataformas de reuniões virtuais, em sua versão paga, possuem o serviço de registro da lista de presença dos participantes das reuniões, podendo essa lista ser impressa e anexada nos documentos que serão arquivados na Junta Comercial.
10. Se de forma alguma for possível realizar a Assembleia Geral Ordinária em tempo hábil, o que deve ser feito?
Em regra geral, o prazo para realização das AGOs é nos 3 (três) primeiros meses de cada ano, após o término do exercício social. No entanto, para os casos das AGOs que não puderem acontecer no período correto, deverá a cooperativa realizar uma AGE com as pautas de AGOs.
É importante ressaltar que, devido a não realização no período correto, alguns problemas poderão acontecer em caso de término de mandato de Diretoria, pois devido o vencimento do mandato a cooperativa poderá ter contas em bancos ou cooperativas de crédito bloqueadas, entre outras situações acarretadas pelo vencimento do mandato da Diretoria.
Acesse a cartilha sobre dúvidas mais frequentes relacionadas às AGOs

Em tantos anos de história, nenhum deles foi tão desafiador como 2020 para as cooperativas de educação do Pará, que precisaram se adaptar à nova realidade de isolamento social, restrições e recomendações sanitárias. Todas mantêm suas atividades, mesmo em meio à crise na saúde e na economia.
Foi necessário investir em plataformas digitais para a realização de aulas virtuais, na qualificação de professores que precisaram se adaptar às novas ferramentas de trabalho, além da compra de mais equipamentos.
Essa foi a saída encontrada pelos 39 cooperados da COOPSÓSTENES – Sociedade Cooperativa de Trabalho em Educação Sóstenes Pereira de Barros, mantenedores do Colégio Batista de Santarém, oeste do Pará. A escola reúne 578 alunos da educação infantil ao ensino médio.
“Ano passado foi muito difícil, foi tudo novo pra gente. O emocional de todos ficou abalado com perdas e o isolamento; professores com medo, receio do novo, de falar diante das câmeras. O sinal de internet na região também não facilitava as mudanças. Passamos a trabalhar de forma híbrida, com até 30% dos alunos de modo presencial, mediante solicitação dos pais. Um período, também, de incertezas financeiras.”, lembra o presidente da COOPSÓSTENES, Arildo Nogueira.
Diante desse cenário, o presidente reconhece que graças aos valores do cooperativismo foi possível manter o funcionamento da instituição, ao passo que empresas consolidadas no mesmo segmento tiveram que demitir e fechar as portas.
“Se não fosse o modelo cooperativista, nós também já teríamos fechado as portas, mas nos apoiamos. Não houve demissões de nenhum de nossos 13 funcionários, nos organizamos e passamos por esse momento. Mantivemos o bem-estar do cooperado e o benefício da comunidade. Além de não fecharmos a escola, também disponibilizamos uma psicóloga no colégio para atender pais e alunos. Essa é a relação que o cooperativismo constrói.”, se orgulha.
UNIÃO QUE FORTALECE EM MEIO À CRISE
Ainda em Santarém, outra instituição de ensino que tem buscado se manter em meio às dificuldades é a Escola Cristã Catarina Huber, fundada em 2005 pela cooperativa de mesmo nome.
Antes da pandemia, a escola contava com 160 alunos; hoje, com apenas 88, entre estudantes do Jardim I ao 5º ano do ensino fundamental. A queda refletiu inevitavelmente em complicações financeiras, que foram amenizadas com princípios do cooperativismo.
“Estamos vivendo um momento muito delicado, pois a pandemia mexeu forte com a nossa estrutura. Quando chegamos ao ponto de pensar em fechar as portas, em assembleia todos deram as mãos para continuarmos, mas cremos que isso vai passar e vamos ver nossas crianças voltando às aulas. Se estivéssemos na CLT isso não seria possível e aí sim íamos fechar de fato a nossa escola. Seria pior para todos.”, afirma Cleoma Pantoja, presidente da cooperativa Catarina Huber.
No sudeste paraense, os 20 cooperados da COOPERIET – Cooperativa do Instituto Educacional de Tucuruí, também sentiram os impactos financeiros da pandemia. Antes do surgimento da Covid-19, o local reunia 150 estudantes entre 2 e 14 anos, da Educação Infantil ao Ensino Fundamental II. Sem a possibilidade de manter aulas presenciais, restou uma média de 100 alunos.
“Perdemos muitos alunos e hoje sofremos as consequências por não termos tido a oportunidade de retornar presencialmente com maior agilidade, como ocorreu em outros municípios. Nossa cooperativa teve que se reinventar. Tivemos que buscar novos meios técnicos, administrativos e pedagógicos para continuar. Nossa equipe de professores teve que treinar muito para reaprender ou até mesmo aprender a lidar com a tecnologia.”, recorda a presidente da COOPERIET, Diosiane Ramos.
A presidente ainda destaca a importância do sistema cooperativista para a sequência da cooperativa, que já existe há dois anos. “O cooperativismo mostrou a importância de trabalhar em equipe. Como liderar uma equipe saindo da realidade CLT e aprendendo a se entender como um SÓCIO/COOPERADO. Colaborador e proprietário são, acima de tudo, responsáveis pelo sucesso da empresa.”, destaca.
NA CONTRAMÃO DA CRISE ECONÔMICA
Enquanto algumas cooperativas sentiram os impactos financeiros com a pandemia, a CEAC – Cooperativa dos Educadores Autônomos de Castanhal, formada por sete escolas, que englobam a Educação Infantil ao 5º ano, não teve prejuízos. Os 25 cooperados foram na contramão da crise econômica.
Desde o surgimento das medidas restritivas, a cooperativa, que já existe há 20 anos, também precisou se adaptar e atuar com até 50% da capacidade de estudantes, além de adaptar o ensino a uma plataforma digital, voltada aos alunos que têm estrutura para acompanhar os estudos de casa.
De acordo com a presidente da CEAC, Kátia Santos, todas as escolas tiveram um aumento no número de alunos, que migraram da rede pública de ensino. “Com a suspensão das aulas nas escolas municipais por tempo indeterminado, alguns pais de alunos procuraram nossas escolas particulares. Não perdemos alunos em 2020 e alguns poucos que até saíram no ano passado, retornaram em 2021. Na cooperativa toda foi assim.”, comemora.
A presidente da cooperativa em Castanhal ainda destaca que o modelo de trabalho cooperativista também foi fundamental para atravessar esse momento.
“Porque nós, enquanto empresa cooperativista, não pagamos encargos trabalhistas. Só assim foi possível manter as escolas em funcionamento. Se fosse uma empresa convencional, os custos seriam muito altos, ainda mais tendo preços de mensalidades mais populares, como é o nosso caso. Eu permaneço no cooperativismo porque eu acredito, é uma visão de futuro. Quando você entende os valores do cooperativismo, você não quer outro modelo de trabalho. Não me vejo fora do sistema."
“Eu permaneço no cooperativismo porque eu acredito, é uma visão de futuro. Quando você entende os valores do cooperativismo, você não quer outro modelo de trabalho. Não me vejo fora do sistema.”
(Kátia Santos, presidente da CEAC – Cooperativa dos Educadores Autônomos de Castanhal).
COOPERATIVISMO: MODELO SOCIOECONÔMICO QUE TRANSFORMA
Enquanto mais de 15.500 empresas fecharam no ano passado por diversos fatores, sendo o principal deles a pandemia, de acordo com a JUCEPA, as quatro cooperativas mostradas acima são um exemplo de como esse modelo socioeconômico é um diferencial em meio à crise, a qual qualquer empreendedor está sujeito.
“O movimento cooperativista é capaz de transformar o estado do Pará em um lugar mais justo, feliz, equilibrado, com mais e melhores oportunidades para todos – cooperados e a comunidade. Ser cooperativista é acreditar que juntos somos mais fortes e podemos superar as dificuldades, e o Sistema OCB/PA é a consolidação dessa ideia.”, garante Ernandes Raiol, presidente do Sistema OCB no Pará.

A Formação Profissional continua sendo a principal área de investimento do SESCOOP/PA nas cooperativas paraenses, cerca de 66% do total. O foco serão ações que promovam efeitos diretos no desenvolvimento do negócio e da gestão do segmento, assim como em medidas de enfrentamento aos efeitos socioeconômicos do Covid-19.
Na área de Formação Profissional, as ações precisarão seguir a tendência do formato virtual ou semipresencial, enquanto vigorarem as medidas sanitárias restritivas. Os destaques são a conclusão do Mestrado Profissional de Gestão de Empreendimentos Agroalimentares, o MBA em Gestão de Cooperativas na Região Oeste e a turma a ser inaugurada em Paragominas, além dos cursos de pós-graduação voltado para o ramo saúde.
Também serão retomados os módulos doutrinários com os cursos de primeiras lições em cooperativismo, conselho de administração, conselho fiscal e governança cooperativa. Poderão ser turmas fechadas e exclusivas para cooperativas, conforme demanda, ou turmas abertas. Já na próxima semana será divulgado cronograma dos cursos abertos para que todos possam se inscrever.
“Seguiremos apoiando também as demandas de capacitações específicas levantadas pelas próprias cooperativas para o desenvolvimento de suas atividades nas respectivas áreas de atuação. Por isso, é importante que agendem com antecipação a grade de qualificações necessárias, a fim de que tenha disponibilidade para atendimento”, reiterou o gerente de desenvolvimento de cooperativas do Sistema OCB/PA, Diego Andrade.
Os seminários, encontros e oficinas segmentados por ramo estão programados para ocorrer a partir de maio no formato online ou semipresencial, de acordo com as possibilidades legais e sanitárias. A segunda edição do Encontro Paraense de Pesquisadores do Cooperativismo Paraense (EPPC) também ocorrerá no segundo semestre.
“Ainda temos outras ações estratégicas para fazer na área, como a aplicação do Programa de Aprimoramento da Gestão Cooperativista (GESCOOP) e a continuidade nas capacitações para utilização do aplicativo ComprasCoopPA. Outra conquista importante será o MBA para a região nordeste do Estado, a ser realizado em Paragominas”, explicou o superintendente do Sistema OCB/PA, Júnior Serra.
Em relação à área de fomento a mercado, serão realizadas uma série de ações implementadas em especial no ramo agropecuário com o diagnóstico de inteligência de mercado institucional, que está executando levantamento de demanda de parceiros comerciais e da oferta das cooperativas.
O principal evento será a segunda edição da Feira de Negócios do Cooperativismo (FENCOOP), que estava prevista para ocorrer no ano passado e posteriormente foi adiada para abril deste ano, mas precisou ser reagendada pelo cenário epidemiológico do Estado. A nova previsão é que ocorra no mês de novembro.
Já na área de monitoramento, uma das principais ações será o acompanhamento de cooperativas mapeadas por meio de programa nacional que avalia o desempenho financeiro e econômico: participarão duas singulares do agro, duas do ramo saúde e duas do ramo crédito. A meta é beneficiar 14 mil pessoas. Já em relação ao Programa de Acompanhamento da Gestão Cooperativista (PAGC), o objetivo anual é aplica-lo em 40 cooperativas, beneficiando mais de 1500 pessoas.
Já na área de Promoção Social, a intenção é dar continuidade às ações iniciadas em 2020, auxiliando cooperativas e comunidades vulneráveis com arrecadação de alimentos e materiais de higiene. Será feita a entrega dos banheiros secos ecológicos para as comunidades do Palheta e de Santo Ezequiel Moreno, no Marajó. Outra ação estratégica é o Laboratório de Informática do Cooperativismo, que já iniciou a capacitação no curso de Informática Básica.
RAMOS
Cada ramo também possui uma estruturação bem definida. No agro, o destaque será a Diagnose de Inteligência de Mercado Institucional; No ramo saúde será a qualificação de empregados e cooperados para aprimoramento das suas atividades; No Crédito será a formação para ampliação de mercado e segurança do negócio, com cursos sobre prevenção a fraudes e gestão de carteira de crédito.
No Transporte complementar, será a continuidade da representação política para garantir a regulamentação na região metropolitana e, no alternativo, ampliar a certificação dos condutores de transporte de passageiros em toda a região de integração; No ramo Trabalho, as ações serão estruturadas de acordo com as câmaras técnicas de cada atividade, com encontros para cooperativas de educação, formação em línguas estrangeiras para cooperativas de turismo e lazer em parceria com a UFRA e o Projeto de Organização Social das cooperativas de reciclagem.
“Estamos cientes das dificuldades que enfrentaremos em 2021, ainda como efeito da pandemia, mas as cooperativas sempre têm se posicionado com solidez em momentos de crise, destacando-se por meio de esforços coletivos por um bem comum. Seguiremos dando todo o apoio necessário, inclusive junto aos poderes executivo e legislativo, buscando sempre as melhores condições para um ambiente de desenvolvimento do setor”, reiterou o presidente do Sistema OCB/PA, Ernandes Raiol.

As 128 ações do Sistema OCB/PA no mês beneficiaram 2.913 pessoas em diversos municípios do Pará. O grande destaque foi a área de Formação Profissional com 315 pessoas atendidas diretamente em capacitações como o MBA em Gestão de Cooperativas do Oeste do Pará, que teve a apresentação de trabalhos finais no mês de fevereiro.
Pela primeira vez na região Oeste, o MBA promovido pelo SESCOOP/PA qualificou dirigentes, cooperados e empregados vinculados a singulares de sete municípios do Tapajós. Essa já é a terceira turma formada pela unidade estadual. No total, 28 alunos concluíram o curso, que precisou ser remodelado em virtude da pandemia do covid-19.
“O MBA foi algo inovador, com excelentes professores e colegas. Foi um sonho realizado, não só com a graduação, mas pela experiência da educação. Inclusive defendo que o cooperativismo se torne uma disciplina de ensino público e também particular”, contou Afonso Silva, cooperado da Cooperativa dos Produtores da Agricultura Familiar de Santarém (COOPAFS).
Já o Programa POC, que orienta grupos interessados em constituir cooperativas, correspondeu a 14% das ações realizadas. Atendeu-se a representantes da cooperativa MOBCAN de Canaã dos Carajás, grupo de profissionais autônomos que pretendem organizar cooperativa de transporte que atue com aplicativo. Também se ministrou palestra de sensibilização para grupos como a ASCOOPALM/COOPALA da comunidade Laranjal no Km 23 ramal do Borralhos.
Na área de monitoramento, foram realizadas 47 ações com 214 pessoas atendidas diretamente e 650 beneficiadas. O Sistema OCB/PA participou de diversas Assembleias Gerais de cooperativas, como a AGE da COOPAFAMITA, AGO/AGE da COOPERBELÉM, das AGOs das cooperativas COOPERURAIM, CASP, COOPRIMA, COOPERNOBRE e COEX.
Também se continuou o trabalho de Diagnose IMI (Oferta Qualificada). Uma das cooperativas atendidas foi a COOMIP de Piçarra. O objetivo é realizar levantamento de demandas e novos planejamentos estratégicos que visam o crescimento econômico do cooperativismo. Atualmente, a COOMIP possui cerca de 220 cooperados e o seu principal produto de comercialização é o leite.
“É uma das estratégias em que temos investido para aprimorar o posicionamento das cooperativas do ramo agro no mercado institucional. O Programa faz com que as cooperativas conheçam novas estratégias para atender esse canal de comercialização tão importante com maior assertividade”, explicou o superintendente do Sistema OCB/PA, Júnior Serra.

O Sistema OCB-SESCOOP/PA informa que, durante esta semana (de 15 a 22 de março), as atividades do quadro interno de colaboradores serão realizadas no regime de trabalho remoto em virtude do decreto estadual que estabelece o lockdown na região metropolitana de Belém.
Os funcionários continuarão integralmente à disposição das cooperativas por meio dos canais de atendimento divulgados junto a esta nota durante o período normal de expediente: Das 08h às 17h, com intervalo entre 12h às 13h. O contato central para atendimento será o (91) 99305-0160.
O regime remoto continuará até a vigência do lockdown e o retorno das atividades na sede do Sistema OCB/PA será previamente informado por meio dos nossos canais de comunicação.
Cientes da cooperação de todos em prol do combate ao COVID-19, agradecemos a compreensão!

O primeiro passo para a inclusão digital de cooperativas em vulnerabilidade e jovens de bairros periféricos de Belém ocorreu nesta quarta-feira (10). SESCOOP/PA, UFRA e UNIMED Belém realizaram a aula inaugural das duas primeiras turmas do Curso de Informática Básica, no Laboratório de Informática do Cooperativismo (LabCoop).
“Hoje temos um marco muito importante para UFRA e OCB/PA, por contribuir com a inclusão de jovens no mercado de trabalho. Talvez eles não percebam o grande passo que estão dando, mas pra nós é uma alegria imensa pois temos a exata dimensão do quanto podemos contribuir com o futuro desses jovens”, disse Marcel Botelho, reitor da UFRA.
Devido às medidas de prevenção contra a Covid-19, as atividades presenciais (matutino/vespertino) terão a quantidade de 10 alunos, em ambos os turnos, para se enquadrar aos critérios do novo decreto do Governo do Estado, a fim de promover a segurança e bem-estar de todos.
O curso será realizado às segundas, quartas e sextas-feiras, com 4h de duração. A previsão é que, ao longo do ano, o LABCOOP capacite 25 turmas. A carga horária é de 52 horas, conforme grade curricular que deve desenvolver os módulos: Desvendando o computador - conceitos básicos; Introdução à edição de texto; Introdução a planilha eletrônica; Introdução à apresentação; utilizando o computador de forma ética, consciente e segura, entre outros.
“O curso é rápido e atende demanda da maioria das empresas, com um olhar bem prático de aprendizados sobre o Pacote Office, acesso à internet e outros assuntos. É totalmente gratuito para as cooperativas. Basta encaminhar um ofício solicitando a inscrição para o SESCOOP/PA, com o nome de seus participantes e informando a preferência de turno”, explicou Ernandes Raiol, presidente da OCB/PA.
Projeto - O projeto apresenta uma proposta para a aplicação das tecnologias digitais de forma ética, auxiliando no processo de democratização. Está sendo coordenado pelo Sistema OCB/PA, pelo setor de responsabilidade social da Unimed Belém, assessorado pelo colaborador Eduardo Silva, pelo reitor adjunto de extensão da UFRA, Jonas Elias Castro da Rocha (Ufra) e pela Coordenação de Licenciatura em Computação da UFRA com a professora Decíola Sousa.
“A UFRA se sente muito honrada em participar desse momento que é muito especial para Universidade, para o cooperativismo e para sociedade. São cerca de 500 jovens de cooperativas e bairros em vulnerabilidade que participarão e terão uma possibilidade de mudança de vida através do ensino, através da extensão universitária. A UFRA estará sempre de portas abertas para sociedade e para o cooperativismo e para todos aqueles que enxergam que a educação é uma grande alternativa para mudança e transformação social”, explicou Jonas Castro, pró-reitor da UFRA.
Cooperação - E para que o projeto fosse realizado, a Unimed Belém fez a destinação dos equipamentos e mobiliários. Já o SESCOOP/PA está disponibilizando a sala, com toda a infraestrutura de energia, climatização, cadeiras e acesso à internet, necessários para a realização dos cursos, bem como na cobertura financeira das bolsas de estágio para os alunos da UFRA, que serão os instrutores dos cursos ofertados aos participantes.
“O mundo requer essa inclusão digital e as cooperativas estão dando esse passo além. A tecnologia é fundamental e a pandemia mostrou que os empreendimentos adaptados às ferramentas digitais estão melhores posicionados no mercado”, concluiu o coordenador de responsabilidade social da Unimed Belém, Eduardo Silva.
O projeto também pretende apoiar ações sociais itinerantes de inclusão digital promovidas pela cooperativa junto às comunidades ribeirinhas localizadas ao entorno de Belém, atendendo também no processo de capacitação dos Aprendizes contratados pela UNIMED BELÉM e capacitados pelo SESCOOP/PA, no Curso de Auxiliar Administrativo, no módulo de informática.
Mais informações: 91 9346-9466 -

Tão delicada como uma rosa, mas com a convicção na voz de uma gestora que sempre soube conduzir às melhores decisões. Ser humano de um grande coração, profissional competente como poucos. Sabia conciliar muito bem a sensibilidade e a força feminina.
É com muito pesar que o Sindicato e Organização das Cooperativas Brasileiras no Estado do Pará (Sistema OCB/PA) expressa suas condolências pelo falecimento da ex-diretora da Unimed Belém e ex-conselheira de Administração do SESCOOP/PA, Norma Sueli Alves dos Santos, ocorrido na última quarta (10).
Norma foi médica pediatra e cooperada da Unimed Belém por 30 anos. Participou do primeiro corpo clínico do Recursos Próprios. Já foi diretora das Unidades de Emergência Batista Campos e Doca. Também foi ex-diretora do Conselho Fiscal e do Conselho de Administração da cooperativa e superintendente da Diretoria Executiva da Unimed Belém. Formada com MBA em Gestão de Cooperativas pela FACCAT e com MBA Executivo em Saúde pela FGV, também se formou no curso de Conselho fiscal do SESCOOP e de Conselho de Administração do IBGC.
Além do seu vasto currículo, um dos grandes legados que Norma deixa foram as suas contribuições como membro do Conselho de Administração do SESCOOP/PA, decisivas para alavancar o Sistema e o cooperativismo paraense.
Se vai uma grande mãe, esposa e profissional. Uma verdadeira cooperativista que deixará um vazio no coração de todos, consolado tão somente pelas lembranças de quem foi e do que ensinou. O Sistema OCB/PA se solidariza com sua família. Que Deus os conforte nesse difícil momento!

Com o objetivo assegurar a fidelidade e a segurança de seus usuários, a Cooperativa de Transporte Rodoviário de Passageiros (COOTAIT), do município de Altamira, está adquirindo novos veículos e inovando sua frota com ônibus mais modernos e maiores. Além disso, as higienizações como medidas preventivas, continuam sendo realizadas para garantir a segurança de seus passageiros.
“Nesse momento difícil de pandemia estamos inovando para assegurar a nossa continuidade na prestação de serviços. Com uma frota nova, podemos estar à altura da concorrência. Também estamos mantendo os preços das nossas passagens de uma forma que todo aumento de insumo não chegue ao nosso usuário. Também estamos realizando todos os protocolos de segurança para dar uma garantia de uma viagem segura”, explicou Izaquel Alves, presidente da Cootait.
Com mais de 34 anos de atuação, a Cooperativa de Transporte Rodoviário de Passageiros (COOTAIT) é uma das referências no Estado. Possui autorização e ordens de serviço da Agência de Regulação e Controle de Serviços Públicos do Estado do Pará (ARCON) para atuar com o transporte convencional.

“Antes, estávamos trabalhando com transporte complementar, com ônibus de 28 lugares, e agora, passamos a trabalhar com transportes convencionais com o aumento da bancada para 36 lugares, proporcionando mais conforto para os usuários”, acrescentou Izaquel.
A singular atua com o transporte intermunicipal de passageiros, atendendo 13 cidades paraenses com todas as normas sanitárias exigidas pelos decretos do Estado. Sempre com compromisso e responsabilidade com a população.
A COOTAIT atua com as linhas de Medicilância, Brasil Novo, Uruará, Pacajá, Anapú, Rurópolis, Santarém, Placas, Vitória do Xingú, Pacajá, Marabá e Novo Repartimento. O endereço da sede administrativa é localizado em Altamira, na Rua Luis Né da Silva, 2437 (Terminal Rodoviário, Sala 1).
Serviço: COOTAIT - (93) 3515-2334 / 99139-7199 sede administrativa - Altamira, Rua Luis Né da Silva, 2437.