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Para garantir a comercialização para os agricultores familiares, a Ufra e o Sistema OCB/PA estão desenvolvendo um aplicativo que vai mapear pontos de venda, que serão instalados em Belém com o apoio da Sedap. Com o ComprasCoop-PA, o consumidor vai poder fazer a encomenda pelo aplicativo. A Casp, de Vigia, foi beneficiado pelo Fundo Esperança, iniciativa do Governo do Estado para dar suporte financeiro a empreendimentos durante a pandemia.
As medidas adotadas pela Sicoob para frear a propagação do novo coronavírus também foram destaque. Os beneficiários do Auxílio Emergencial do governo federal podem receber o benefício pela cooperativa financeira. A prefeitura de Parauapebas disponibilizou material de higiene para as cooperativas de transporte da região.
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O principal centro socioeconômico do sudeste paraense já pode contar com as soluções financeiras da SICOOB Transamazônica. Com mais de 270 mil habitantes, Marabá é um dos municípios polo do Estado e a primeira grande metrópole com agência presencial da cooperativa. A abertura ao público ocorre a partir desta sexta (24), no shopping Verdes Mares.
Por conta das recomendações de saúde para evitar a proliferação do novo coronavírus, não haverá cerimônia oficial de inauguração. A nova agência iniciará o atendimento, mas com capacidade reduzida a três pessoas por vez.
“Por segurança ao associado e colaborador, no momento não podemos comemorar essa conquista juntos, mas continuamos disponíveis por meio dos nossos canais de atendimento (App Sicoob e Internet Banking) e caixas eletrônicos”, enfatizou o presidente da SICOOB Transamazônica, Antônio Henrique Gripp.
Marabá desenvolveu-se muito rapidamente, tornando-se um município com forte vocação industrial, agrícola e comercial. Atualmente, é um grande entroncamento logístico, interligado por cinco rodovias ao território nacional, por via aérea, ferroviária e fluvial.
É o quarto município mais populoso do Pará, com 275 086 habitantes, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE/2018) e com o 3º maior produto interno bruto (PIB) do estado em 2015, com R$ 7,3 bilhões. Sua renda per capita em 2015 era de R$ 27.956,09. É o principal centro socioeconômico do sudeste paraense e um dos municípios mais dinâmicos do Brasil.
“Estamos prontos para atender a população de Marabá com uma agência completa. É uma data histórica para todos nós. Pela primeira vez chegamos a uma cidade com mais de 200 mil habitantes e continuaremos avançando para as principais praças do Estado com um portfólio arrojado de soluções financeiras”, enfatizou o diretor presidente da Transamazônica, Lucas Gelain.
A COOPERATIVA
A SICOOB Transamazônica trabalha com um portfólio completo de serviços financeiros. São mais de 100 produtos em expansão. Ela já foi constituída no regime de livre admissão dos associados, podendo se cooperar pessoas físicas ou jurídicas em qualquer segmento. A carteira é variada com linha de crédito rural, linha de credito pessoal, comercial, cartões, seguridade, previdência, produtos de investimento como poupança, capital social e RDC.
Só em relação a novos sócios, a cooperativa cresceu 190% em 2019, com 6 mil cooperados até final do exercício. Esse mesmo número já saltou para 8 mil nos 3 primeiros meses de 2020 e a meta é alcançar 15 mil associados ao final do ano.
Serviço: A agência da SICOOB Transamazônica em Marabá fica localizada no Shopping Verdes Mares, Folha 27 Nova Marabá.

Mesmo operando em regime remoto, o Sistema OCB/PA ampliou o número de ações (atendimentos) no mês de março em 11%, comparando-se com fevereiro. Em relação a janeiro, o crescimento foi de 25%, muito em virtude do monitoramento às cooperativas durante a pandemia da COVID-19 e da identificação de estratégias para o enfrentamento aos impactos econômicos.
No total, foram feitas 46 ações somente no mês de março, durante o período da quarentena, atendendo-se diretamente 61 pessoas de 76 grupos, alcançado cerca de 1.600 pessoas. Os números gerais de março apontam para 3.606 pessoas alcançadas, 1.203 atendidas diretamente, 26 ações de formação profissional, 56 de monitoramento, 5 de fomento a mercado e 20 de difusão do cooperativismo através dos veículos de comunicação.
A estratégia do Sistema OCB/PA ao longo da pandemia tem se baseado em três eixos básicos: Ações de fomento a novos mercados, fomento a crédito e reorganização social. Ainda em março, iniciou o desenvolvimento de aplicativo para compras online dos produtos das cooperativas. Também fez contato com prefeituras dos municípios paraenses para estimular para a continuidade de compras da agricultura familiar.
No eixo de reorganização social, foram prestadas orientações sobre novos procedimentos para a realização de Assembleias Gerais Ordinárias (AGO) a partir dos decretos proibitivos de aglomeração. A OCB Nacional consultou diversos órgãos de regulamentação para proporcionar Às cooperativas a possibilidade de realizarem as AGOs em formato virtual, assim como evitar que sofram penalidades decorrentes do não cumprimento de prazos.
“Estamos atravessando por um momento difícil. Evidentemente, não havia quem imaginasse a proporção que esta pandemia chegaria, desencadeando uma série de fatos. Precisamos cancelar os principais eventos de abril, como a Feira de Negócios do Cooperativismo (FENCOOP), o que nos exigiu um posicionamento diferente. Foi o que fizemos, ampliando a aproximação com as cooperativas”, explicou o presidente do Sistema OCB/PA, Ernandes Raiol.
Os números gerais do trimestre apontam para 7.407 pessoas beneficiadas, 327 ações, 3159 atendimentos diretos e 256 grupos atendidos. O destaque é a formação profissional (com 106 ações e 1781 beneficiados diretos), assim como o monitoramento (77 ações e 2526 beneficiados diretos). Também foram realizadas 25 ações no Programa de Orientação Cooperativista (POC), 19 de representação política, 12 de fomento a mercado, 58 de difusão do cooperativismo e 12 de representação institucional.
Apesar dos números positivos de atendimento, o Sistema OCB/PA precisará fazer ajustes e readaptações orçamentárias. No final de março, o Governo Federal publicou a Medida Provisória nº 932, que reduz em 50% a alíquota de contribuição ao Sistema S. A ação será em caráter excepcional, do período de 1º abril até 30 de junho. Em projeção feita pela equipe técnica do SESCOOP/PA, a medida trará impactos significativos no número de ações e beneficiados, deixando-se de atender 20.377 pessoas no estado do Pará.
“Precisaremos fazer um realinhamento do planejamento com base nesse novo cenário, mas permaneceremos ao lado das cooperativas, convictos de que o nosso Estado, mais do que nunca, depende da cooperação de todos”, reiterou o presidente do Sistema OCB/PA, Ernandes Raiol.

As instituições financeiras cooperativas também receberam o trabalho consolidado do Sistema OCB/PA, que fez levantamento de cenário do cooperativismo no Estado a partir dos efeitos da COVID-19. Em reunião por videoconferência, participaram representantes dos sistemas SICREDI e SICOOB.
Todas as singulares de crédito atuantes no Pará foram convidadas. Participaram o Diretor de Negócios da Sicoob Cooesa, Joselito Tsunemitsu, o gerente regional de Desenvolvimento do Sicredi, Irineu Grigoletto e o diretor de negócios da SICOOB Transamazônica, Marco Prado. Pelo Sicredi Sudoeste MT/PA, participaram o Gerente de Desenvolvimento de Negócios, Roosevelt Cezario, o Assessor de Negócios, Raygner Moraes e os Gerentes Regionais de Desenvolvimento, Cristiano Oliveira e Lucyano Moura. As demais cooperativas que não participaram também receberam o documento via e-mail.
De acordo com a pesquisa feita pelo Sistema OCB/PA, 57% das cooperativas participantes indicaram o crédito como principal gargalo, especialmente para capital de giro. A maioria das cooperativas participantes (32%) busca financiamento de até R$ 50 mil, 30% de até R$ 100 mil e 26% acima de R$ 100 mil. Outras finalidades são custeio (22%) e investimento (20%).
As instituições financeiras se disponibilizaram a auxiliar as cooperativas dos demais ramos neste momento, com diversas linhas de crédito. Também solicitaram o envio de mais informações sobre a situação de regularidade das singulares com o Sistema OCB/PA para fazer um contato de aproximação maior.
“Inicialmente, quero parabenizar a iniciativa da OCB/PA pelo empenho e preocupação com as cooperativas do nosso Estado. Diante do atual cenário, nós da Sicoob Cooesa estamos disponibilizando algumas linhas de crédito emergenciais às cooperativas para que possam dar continuidade às suas atividades, superando assim esse momento atípico que todos estamos enfrentando”, enfatizou Joselito Tsunemitsu.
De acordo com a Sicredi Grandes Rios, que atende a região do baixo amazonas e transamazônica, a cooperativa já está disponibilizando linhas de crédito próprias com taxas atrativas para auxiliar o setor na aquisição de crédito para a continuidade dos seus negócios. A Sicredi Grandes Rios também opera com as linhas do BNDES voltadas a capital de giro e folha de pagamento.
"Já repassei o documento aos nossos gerentes, dando orientação para que entrem em contato com as cooperativas da nossa área de atuação que já são associadas. As que não são sócias, também vamos procurá-las para podermos trabalhar juntos. Parabenizo à OCB/PA pelo trabalho, que nos dá mais assertividade nesse relacionamento", reiterou Irineu Grigoletto.
A cooperativa SICOOB Transamazônica também já conta com uma linha de fundo emergencial para atender com prazo de 12 meses, apoiando e estruturando os associados que precisam e tem um plano de viabilidade econômica. Também está fazendo ações de reestruturação de parcela, prorrogação de prazos e aproximação de relacionamento, para entender a atividade e a viabilidade econômica de cada cooperado.
“Estamos solidários em fazer esse papel emergencial, atendendo as demandas das que já são associadas e precisam de um plano de sobrevivência e fluxo de caixa que dê fôlego para estar operando. Parabenizamos a iniciativa do Sistema OCB/PA. Esse alinhamento é fundamental pra que possamos envolver todos os agentes financeiros nesta causa”, comentou Marco Prado.
A Sicredi Sudoeste MT/PA já possui relacionamento, inclusive com projetos de financiamento em andamento ou concretizados, com a Cooper, Cooperture Carajás, Cooperagre, Camppax e Camta. Em relação às demais cooperativas da área de atuação, a Sicredi Sudoeste MT/PA já está agendando visitas para conhecê-las com as agências próximas.
"A iniciativa da OCB/PA fortalece o setor e promove a intercooperação para manter ativa e saudável a economia regional. Das 90 cooperativas no Pará que participam deste movimento, 23 estão na área de atuação da nossa Cooperativa. Acreditamos que, quando investimos em negócios estamos na verdade investindo em pessoas, pois a manutenção deste negócios reflete no desenvolvimento econômico e social das nossas comunidades", finalizou Lucyano Moura.

No momento em que o Brasil inteiro se mobiliza para combater a pandemia do novo Coronavírus, a Cooperativa Agrícola Mista de Tomé-Açu (CAMTA) doou 2 toneladas de polpas de frutas para ação social do Governo do Estado do Pará, que irá beneficiar várias famílias afetadas pela doença.
A iniciativa é da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Agropecuário e da Pesca (Sedap), que está mobilizando várias empresas. Uma delas foi a Camta, que repassou polpas de acerola e de goiaba. As doações foram distribuídas para 23 entidades da Região Metropolitana de Belém.
“Estamos buscando ser solidários neste momento em que todos de alguma forma estão sendo impactados pelo Coronavírus. Selecionamos a goiaba e a acerola por serem frutas com grande concentração de vitamina C, que auxilia no fortalecimento da imunidade", disse o presidente da CAMTA, Alberto Oppata.
Apesar dos impactos provocados pelo coronavírus, a Camta registrou um aumento de 15% na procura pela polpa de frutas ácidas, principalmente a acerola, a laranja e o abacaxi.
Para enfrentar a pandemia, a Camta adotou medidas emergenciais que pudessem garantir a manutenção de 180 empregos diretos. “Um quarto do nosso quadro funcional está se revezando ou tirando férias. Temos esperança que essa pandemia passe o mais rápido possível. O mundo nunca mais será o mesmo, mas, com certeza sairemos mais fortes disso tudo”, ressalta.
Para o secretário de Desenvolvimento Agropecuário e da Pesca, Hugo Suenaga, mais do que nunca é fundamental que os órgãos governamentais de fomento, como é o caso da Sedap, integrem ações que resultem no auxílio e bem estar da população, sobretudo aquelas pessoas que necessitam do amparo do governo neste momento tão particular. "Essa união do Estado com as associações e outras entidades de classe têm sido fundamental para diminuir o impacto causado pela pandemia”.

Desburocratização e agilidade foram alguns dos atributos destacados pela Cooperativa Agropecuária do Salgado Paraense (CASP) no acesso ao Fundo Esperança, do Governo do Pará. A Cooperativa, sediada no município de Vigia, foi a primeira contemplada pelo programa, que busca auxiliar empreendimentos a se manterem durante o período de menor fluxo comercial.
O presidente da CASP, Antônio Alcoforado, elogiou o sistema adotado para a execução do programa. Segundo ele, para fluir sem burocracia, o Fundo leva em conta a situação emergencial que as micro e pequenas empresas estão passando por conta da pandemia de covid-19.
“Eu ainda não tinha visto algo funcionar com essa fluidez e desburocratização. O Banpará nos ligou para assinarmos o contrato e fomos até lá com toda a documentação que poderia ser exigida para a liberação do crédito. Ao chegar lá, assinamos o documento e resgatamos o valor na mesma hora. Isso tem que ser projetado para os demais programas de assistência do governo estadual e federal. É muito grave a crise que nós passamos”, destacou Alcoforado.
Assim como a maioria das cooperativas agropecuárias, a CASP também foi afetada pelos decretos de isolamento domiciliar, especialmente pela paralisação das aulas em escolas públicas do Estado. O Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE), operacionalizado pelas prefeituras, é um dos principais meio de comercialização da singular.
No total, são 49 cooperados associados à CASP. O carro-chefe da cooperativa são os derivados do leite, como manteiga e iogurte nos sabores morango, abacaxi, coco, milho verde e ameixa. Os cooperados ainda pretendem desenvolver bebidas lácteas e creme de leite. A produção de hortifrúti também é bastante expressiva, como banana, cheiro verde, cebolinha, jambu e chicória.
“Queremos ressaltar o trabalho incansável do Governo do Estado, representado por nosso governador Helder Barbalho, e do Sebrae/PA, na pessoa do superintendente Rubens Magno, que possibilitaram esse meio de fomento à continuidade do trabalho cooperativo através do acesso ao crédito. Não poderia deixar de ressaltar a intervenção emergencial da presidente da FRENCOOP, Deputada Estadual Professora Nilse, que levantou a bandeira do cooperativismo e nos incluiu nas faixas de grupos atendidos pelo Programa”, completou o presidente do Sistema OCB/PA, Ernandes Raiol.
O Programa
O Fundo Esperança concede crédito especial no valor financeiro de R$ 100 milhões, para operações de empréstimos a pessoas físicas e jurídicas, domiciliadas no Pará, que tenham a condição de microempreendedor individual, microempresa ou empresa de pequeno porte, na forma da legislação federal. O valor do empréstimo é limitado a R$ 15 mil por empreendedor.
O prazo para pagamento é de até 36 meses, com carência de 90 dias para o pagamento da primeira parcela; e os juros serão de até 0,3% (três décimos por cento) ao mês (a taxa de juros não abrange outros custos e impostos derivados da operação de crédito).
As operações são de responsabilidade do Banpará e ficam limitadas até o dia 31 de agosto de 2020, sendo que a partir do dia 1º de setembro de 2020, o saldo financeiro retornará à conta única do Tesouro Estadual. Portanto, estará ativo enquanto os financiamentos estiverem pendentes de liquidação, com prazo até 31 de dezembro de 2023, período em que o CredCidadão passará a ter os direitos e obrigações.
O Fundo estará vinculado à Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico, Mineração e Energia (SEDEME), que deverá gerenciar a liberação dos seus recursos, bem como a prestação de contas diante do Tribunal de Contas do Estado (TCE). No entanto, a receita será formada por percentual, a ser definido por meio de ato do Poder Executivo, dos lucros e dividendos resultantes da participação acionária do Estado do Pará pelo Banpará, além de aplicações financeiras, amortizações monetariamente corrigidas, entre outros recursos.
A comercialização de minérios como ouro e cassiterita se manteve estável na região, sendo um dos suportes da economia local que enfrenta fechamento de vários estabelecimentos. Seguindo as recomendações do Ministério da Saúde, as cooperativas da Fecogat continuam desenvolvendo suas atividades e comercializando a produção.
Várias determinações vêm sendo adotadas. Mesmo com um número reduzido de pessoas trabalhando, todos estão recebendo os devidos cuidados como máscaras, álcool em gel (70%) e um local para lavar as mãos com água e sabão. Segundo o presidente da Federação das Cooperativas de Garimpeiros do Tapajós (Fecogat), Amaro Rosa, a sede da Fecogat sempre tem no máximo até cinco pessoas trabalhando.
“Nossas reuniões estão sendo feitas por vídeo chamada, e-mail e ligações para evitar o contato pessoal, já que a sede é na cidade. Em Moraes de Almeida, Itaituba e em outras regiões em que está tendo um toque de recolher orientado pelo Governo do Estado e Governo Municipal, o trabalho deve seguir de 8h as 16h, com o fluxo de pessoas reduzidas”, disse o presidente.
A principal dificuldade enfrentada pelas cooperativas no momento é o fechamento das instituições bancárias, o que limita o pagamento via dinheiro. Apesar do preço do ouro e da cassiterita ter subido nas bolsas de valores, chegando a quase R$ 300,00 no último dia 13 de abril, a falta de liquidez está fazendo com que o comércio compre em valores bem menores do que deveria ser praticado. Estão sendo utilizadas as transferências e depósitos.
As atividades de organização do ramo cooperativista também continuam. Amaro, que também é representante do ramo na OCB/PA, participou de áudioconferência realizada pela Agência Nacional de Mineração (ANM) com a participação da OCB Nacional.
De acordo com as instituições, o mercado não desaqueceu e quando as atividades voltarem, a mineração deve superar o tempo de recuperação dos demais segmentos econômicos. Enquanto alguns setores demoram de 3 a 6 meses para voltar ao ritmo, na mineração a extração já é seguida pela venda e o dinheiro roda no comércio com maior velocidade.
Atualmente a Federação das Cooperativas de Garimpeiros do Tapajós (Fecogat) é composta por setes cooperativas que trabalha no ramo Mineral: Coomigapa, Coogamibra, Coomidec, Coemiabra, Coopemvat, Comparo e a Coopuoro.
Do total de 665 Permissões de Lavra Garimpeira (PLG) ativas na região, existem 74 em nome de cooperativas. Considerando os 6 municípios do tapajós e Altamira, o cooperativismo mineral já representa 11,12% de PLGs da região. Em relação ao número de associados das cooperativas vinculadas à Fecogat, o número chega a aproximadamente 7 mil pessoas.
“Mesmo com todos os problemas que a pandemia do Coronavírus vem ocasionando para diversos setores, a esperança é de dias melhores. Estamos com uma expectativa muito boa, já que todos os outros segmentos demoram de 60 a até 190 dias para se reafirmar novamente. A mineração não”, finalizou.
Texto: Andrei Santos
A Cooperativa de Trabalho de Costura e Moda (Coopermodas), de Barcarena, região metropolitana de Belém, está confeccionando máscaras reutilizáveis para comercialização. O item, recomendado pelo Ministério da Saúde como aliado no combate à propagação do coronavírus, custa o valor de R$ 3. Compre de cooperativa.
Com 13 anos de fundação, a Coopermodas atua no ramo da costura caseira e industrial, na produção de uniformes, malharia, materiais de proteção individuais, ecobags, brindes, entre outros.
Formada por onze mulheres, com idade entre 38 e 55 anos, a cooperativa viu na confecção das máscaras, uma alternativa de geração de renda para as famílias, já que as demandas diminuíram com o avanço da pandemia e a suspensão de eventos e aulas nas escolas.
“Onze famílias da comunidade têm no trabalho da cooperativa a principal fonte de renda. Unimos esse fator com a necessidade de materiais de proteção, que estão em falta no mercado, diante do cenário de pandemia que está crescendo no Pará”, destaca a cooperada Joseane Dias.
Segundo Joseane, a singular adotou recomendações dos órgãos de saúde para manter a atividade produtiva. Além dos procedimentos de higiene, as cooperadas estão trabalhando em regime alternado, com metade do quadro de colaboradoras por dia. "Conscientizamos nossas cooperadas da importância de nos prevenir e adotar medidas de segurança no processo de confecção das máscaras".
As máscaras de proteção são confeccionadas de tecido não tecido (TNT) dupla face e tricoline 100% algodão.
Serviço: Quem tiver interesse em comprar ou encomendas as máscaras, pode entrar em contato pelo número (91) 9 8177-1790 ou (91) 9 8154-5838. A sede da Coopermodas fica localizada na Rua Nova II, nº 97 – São Francisco, Barcarena, e funciona de segunda à sexta, das 8h às 17h.

O levantamento feito pelo Sistema OCB/PA concluiu que a principal demanda do setor cooperativa, no cenário de pandemia, é o acesso à crédito. As informações consolidadas no documento servirão de subsídio na articulação com o poder público para a criação de políticas públicas que garantam a renda das cerca de 120 mil famílias paraenses ligadas a cooperativas.
No jornal Diário do Pará, o destaque foi a campanha das cooperativas de reciclagem. Faça a sua parte para manter uma cidade mais limpa . Continue separando os resíduos para a coleta seletiva. Assim, você também contribui com a manutenção da renda das cooperativas de reciclagem em seu município, que garante o sustento de diversas famílias!
Veja qual a cooperativa mais próxima de você.
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Como resultado do levantamento de cenário feito nas cooperativas paraenses, o Sistema OCB/PA repassou às instituições financeiras todas as demandas do setor relativas ao acesso a crédito. Em reunião por videoconferência, participaram a superintendência do Banco da Amazônia, a gerência de negócios e fomento do Banpará e a Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Mineração e Energia do Pará (Sedeme).
De acordo com a pesquisa feita pelo Sistema OCB/PA, 57% das cooperativas participantes indicaram o crédito como principal gargalo, especialmente para capital de giro. A maioria das cooperativas participantes (32%) busca financiamento de até R$ 50 mil, 30% de até R$ 100 mil e 26% acima de R$ 100 mil. Outras finalidades são custeio (22%) e investimento (20%).
A reunião foi provocada pelo diretor de Desenvolvimento da Indústria, Comércio e Serviços (DDICS) da Sedeme, Francisco Pantoja e pelo Direto de Crédito da SEDEME, Mauro Barbalho. Como encaminhamento, o superintendente regional do Banco da Amazônia, Edmar Bernaldino, irá analisar o documento e identificar como o Banco pode auxiliar as cooperativas. Também se comprometeu a dialogar com outros superintendentes ao longo das regiões do Estado para atender as singulares dos respectivos municípios.
O Banco da Amazônia já dispõe de linha de crédito de até R$ 100 mil com taxa de juros de 2,5% ao ano e prazo de 24 meses. Mesmo cooperativas que ainda não possuem conta no banco poderão iniciar o relacionamento com a instituição para poder estruturar o processo.
Já o Banpará se comprometeu a estudar linhas de crédito específicas para as necessidades apresentadas pelas cooperativas, que também são compartilhadas pelos diversos setores produtivos do Estado. Foi solicitado um documento mais específico com estimativas maiores sobre municípios, quantidade de cooperados e pessoas beneficiadas para apresentar ao Secretário titular da Sedeme e ao Governador Hélder Barbalho.
O Banpará informou ainda que continua operando por meio do Crédito do Produtor e que as cooperativas já podem acessá-lo. A linha é voltada para financiar empreendimentos econômicos estratégicos para o desenvolvimento, diversificação e transformação da base produtiva do Estado do Pará, promovendo geração de renda e emprego.
Cooperativas legalmente constituídas e em atividade há mais de 6 meses, contando com no mínimo 20 (vinte) membros devidamente registrados. Todos os empreendimentos devem estar estabelecidos no Estado do Pará. Permitida a concessão de financiamento àqueles que possuam filiais e sucursais comprovadamente estabelecidas ou a se estabelecer no Estado do Pará. Poderão ser financiados projetos que estejam inseridos nas seguintes atividades produtivas: Rural, Florestal, Industrial, Agroindustrial, Mineral e Turismo.
“Continuaremos em contato com as instituições financeiras, sensibilizando sobre a necessidade de auxiliarmos os empreendimentos coletivos, vitais para a estabilidade da economia do Estado”, reiterou o presidente do Sistema OCB/PA, Ernandes Raiol.
Dentro do planejamento de ações, após o contato com as instituições públicas, o Sistema OCB/PA também irá articular com as cooperativas de crédito. O Sicoob e o Sicredi já foram contactados e, durante os próximos dias, serão estruturados maiores detalhes.
"Já repassei o documento aos nossos gerentes, dando oreintação para que entrem em contato com as cooperativas da nossa área de atuação que já são associadas. As que não são sócias, também vamos procurá-las para podermos trabalhar juntos. Parabenizo à OCB/PA pelo trabalho, que nos dá mais assertividade nesse relacionamento", enfatizou o gerente regional de Desenvolvimento do Sicredi, Irineu Grigoletto.
Para mais informações: (91) 9299-2798 – Jamerson Carvalho / Deivison Pinheiro – (91) 9178-4907 / 99360-4665 - Diego Andrade (Analistas de Desenvolvimento do SESCOOP/PA)

A Cooperativa dos Catadores de Materiais Recicláveis (Concaves) adotou todas as medidas de segurança recomendadas pelos órgãos de saúde para manter atividades produtivas. A cooperativa conta ainda com a preocupação das pessoas que colaboram cedendo material, para que os higienizem antes de entrega-los aos catadores.
De acordo com o coordenador da Concaves, Jonas de Jesus Silva, a pandemia está reforçando a necessidade dos cuidados com limpeza, organização e meio ambiente. “A coletiva seletiva é também um combate ao coronavírus, para trazer saúde e mais bem-estar para cada cidadão”, disse.
A singular reúne 40 catadores, que tiram o sustento deles e de suas famílias do trabalho. Atua nos bairros da Terra Firme, Nazaré, Batista Campos, Umarizal, Reduto e Cremação, Jurunas, parte do Guamá e São Brás.
A crise provocada pela pandemia de covid-19 impactou diretamente no rendimento da cooperativa. Antes, o volume semanal era de 20 a 25 toneladas de material coletado. Agora, caiu para 12 toneladas.
“Estamos sofrendo o reflexo do coronavírus. Trabalhamos com a coletiva seletiva em Belém. E o nosso galpão está praticamente vazio”, relata Jonas. O galpão, para o qual esses produtos são levados, fica na avenida Bernardo Sayão, no bairro Condor.
Jonas entende que, no momento, os moradores estão preocupados com sua saúde e sua vida. E estão em isolamento social. Mas afirmou que é importante, principalmente nesse cenário, ser solidário, tomando, é claro, as devidas precauções. Por causa do medo de parte da população, Jonas disse que diminuíram os pedidos feitos por telefone, os agendamentos. Com isso, a renda dos catadores caiu 50%.
“Antes, eles conseguiam um salário mínimo mensal. As pessoas ficaram abaladas, com medo até de nos receber de suas casas. Antes, ligavam, abriam as portas, convidavam a gente para tomar café. Agora, há um pânico”.
“Se alguém tiver material, ligue. Esse trabalho é essencial. E vamos continuar fazendo em prol da comunidade de Belém”, finalizou.
*Reportagem: Portal O Liberal
Serviço: Faça a sua parte para manter uma cidade mais limpa. Continue separando os resíduos para a coleta seletiva. Assim, você também contribui com a manutenção da renda das cooperativas de reciclagem em seu município, que garante o sustento de diversas famílias!
Agendamentos:
Belém
Concaves: (91) 98116-6185
Filhos do Sol: (91) 99728-9838
Icoaraci
Cocavip: (91) 98446-8585
Ananindeua
Cootpa: (91) 98076-4349
Castanhal
Coopenorte: (91) 3711-0657 / 98867-2232
Vigia
Recicron: (91) 98204-8133 / 99141-3858
Paragominas
Coompag: (91) 98860-4145
Santarém
Coopresan: (93) 99136-5489
Coopercat: (93) 99216-8779
Xinguara
Cooperlimpa: (94) 99128-1764
Empresas e cooperativas com faturamento anual entre R$ 360 mil e R$ 10 milhões poderão acessar financiamento do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para manutenção de empregos e pagamento de folha salarial de colaboradores.
O objetivo é oferecer linha de crédito de R$ 40 milhões exclusivamente para o processamento da totalidade da folha de pagamento dos salários, pelo período de 2 meses e limitada ao valor de até 2 vezes o salário-mínimo (igual a R$ 2.090,00) por empregado.
As empresas que contratarem as linhas de crédito no âmbito do Programa Emergencial de Suporte a Empregos não poderão rescindir, sem justa causa, o contrato de trabalho de seus empregados no período entre a data da contratação da linha de crédito e o 60° dia após o recebimento da última parcela do financiamento.
As operações de crédito no âmbito desse programa poderão ser formalizadas pelas instituições financeiras até 30 de junho de 2020.
A empresa em débito com o sistema da seguridade social, na forma da lei, não pode receber benefícios creditícios como os do Programa Emergencial.
O descumprimento das obrigações previstas na medida provisória implica no vencimento antecipado da dívida.
Para mais informações: (91) 99346-9466 - Edilson Oliveira
(Analista de Desenvolvimento do SESCOOP/PA)
Saiba mais em: https://bit.ly/3eoj5am
Para mais informações: https://bit.ly/3a7ONWh

Do total das singulares participantes de levantamento feito pelo Sistema OCB/PA sobre os impactos da COVID-19, 37% tiveram perdas em seus negócios, 31% já tiveram suspensão de entrega de produtos e serviços e 7% já precisaram demitir colaboradores. O acesso a linhas de crédito é considerado a maior necessidade no momento para 52%, dos quais 46% buscam capital de giro.
No total, 90 cooperativas paraenses participaram da pesquisa durante os dias 06 a 08 de abril de 2020, possibilitando o mapeamento do atual cenário cooperativista. As informações consolidadas no documento foram estruturadas para apreciação de parceiros estratégicos, como o poder executivo e cooperativas de crédito. O Banco da Amazônia também recebeu o documento formalmente, reiterando o ofício enviado dia 13 de março que solicita o agendamento de reunião para apresentação das demandas específicas das cooperativas.
O levantamento será enviado para todos os parlamentares da Assembleia Legislativa do Estado do Pará e à bancada paraense no Congresso Nacional. Para a articulação, solicitou-se apoio da presidente da FRENCOOP, deputada estadual professora Nilse Pinheiro, do deputado federal, Vavá Martins, e do senador Zequinha Marinho.
A maioria das cooperativas participantes (32%) busca financiamento de até R$ 50 mil, 30% de até R$ 100 mil e 26% acima de R$ 100 mil. Além de capital de giro, outras finalidades são custeio (22%) e investimento (20%). Além de acesso a crédito, 16% considera a entrega de produtos aos clientes como sendo a principal demanda e 15% busca novos mercados.
“Por sermos uma fábrica de chocolate, nosso comércio ficou totalmente comprometido, pois veio coincidir justamente no período de páscoa, período que movimenta nossa economia. Estamos tentando fazer vendas online através de redes sociais; fazendo promoção dos produtos com até 50% de desconto para dar vazão”, explicou uma das singulares participantes.
Do total, 49% das cooperativas continua trabalhando, mas com redução das operações e da produção. Já 29% estão com as atividades totalmente paralisadas e apenas 6% continua trabalhando normalmente. A maioria das singulares é responsável por atender a comunidade local (cerca de 41%) e 31% atende a municípios próximos.
A principal dificuldade enfrentada pelas cooperativas (57%) continua sendo a baixa circulação de usuários e consumidores. Também foram levantadas as limitações de não recebimento da venda da produção; Baixa comercialização; Inadimplência de associados; Impossibilidade de realização de eventos e capacitações; Queda na venda e na produção dos agricultores; A impossibilidade de aglomeração dos cooperados para fazer as atividades; O perfil de grupo de risco do quadro social.
As cooperativas de transporte também citam a redução de 70 % da frota. O consumo de diesel tem superado a receita arrecadada no dia pela baixa procura de passageiros. De 48 horários, algumas cooperativas reduziram para 11. O setor produtivo também está com barcos parados no porto pelo motivo de não ter compradores para sua produção de pescado. Já as cooperativas de reciclagem alegam dificuldade na coleta com a população e nas vendas dos materiais recicláveis.
“Com este levantamento, buscamos auxiliar o Governo Estadual e Instituições Financeiras na criação de linhas de crédito específicas para sanar as necessidades das cooperativas Paraenses. Somamos mais de 236 empreendimentos cooperativos com mais 90 mil pessoas que geram cerca de 4 mil empregos diretos”, enfatizou o presidente do Sistema OCB/PA.
Outros efeitos negativos foram a suspensão de eventos que geravam renda para as cooperativas; Atendimento bancário irregular; A baixa do preço de venda dos produtos; Nas cooperativas de transporte, a queda foi de 70% a na quantidade de passageiros e redução de 80% dos fretes; Aumento do custo de logística; Inadimplência dos responsáveis nas cooperativas educacionais.
Para superar as dificuldades da crise, as cooperativas estão adotando medidas para reduzir custos: Prorrogação de parcelas de financiamentos, redução do quadro de pessoal, diretores trabalhando no sistema de rodízio, negociação com produtores para prazos de pagamento de produção e negociação com clientes para a venda de kits para entregas aos alunos em casa.

As agências dos sistemas SICOOB e a cooperativa SICREDI Norte (Belém) estão funcionando das 10h às 14h, com limitação de 5 pessoas por vez. Já as singulares da SICREDI Centro Norte em 21 municípios estão com atendimento presencial suspenso, utilizando os meios eletrônicos (internet banking e aplicativo).
SICOOB
Além da redução no horário do atendimento presencial e da limitação de cinco por vez no ambiente interno, as cooperativas do SICOOB garantem a marcação de pelo menos 1,5 m de distância entre os associados.
O SICOOB trabalha com 50% do seu efetivo de funcionários no esquema presencial. Para evitar aglomeração, parte dos colabores saíram de férias, parte segue seu trabalho em home office, principalmente aqueles enquadrados nos grupos de risco ou que vierem a apresentar algum sintoma do novo coronavírus. Para os que seguem nas agências, tornou-se obrigatório o uso de máscaras e constante higienização das áreas comuns.
O Sistema também está orientando os cooperados a baixarem o aplicativo móvel da instituição, assim como os processos para liberação de acesso. Transações mais simples podem ser feitas pela ferramenta ou pelos canais de autoatendimento.
SICREDI
As agências do SICREDI Centro Norte nos municípios de Redenção, Paraupebas, Canaã dos Carajás, Marabá, Xinguara, Rio Maria, Tucumã, Marabá, Paragominas, Dom Eliseu, Rondon do Pará, Tomé-Açu, Novo Progresso, Altamira, Santarém, Itaituba, Rurópolis, Brasil Novo, Belterra, Mojuí dos Campos e no distrito de Castelo de Sonhos suspenderam o atendimento ao público por tempo indeterminado.
A orientação é que os associados usem os meios eletrônicos (internet banking e aplicativo) que são completos e permitem a realização da maior parte das operações sem necessidade de ir às agências. Os cooperados podem ter contato direto com os gerentes das agências no Whats App (51) 3358-4770.
Na cooperativa SICREDI Norte, com o fechamento de shoppings, a agência Ananindeua, localizada no Shopping Metrópole, também foi fechada. Para seguir atendendo os associados com eficiência, a SICREDI está impulsionando os canais de comunicação virtual.
Serviços como solicitações e contratação de produtos, que não são feitos pelo “internet banking”, podem ser resolvidos direto com os gerentes SICREDI por meio de ligação ou WhatsApp Enterprise, uma solução de comunicação direta com a administração, que dispõe de atendimento personalizado e exclusivo sem a necessidade de sair de casa. Por meio da plataforma, o registro do associado é identificado e a mensagem direcionada para o gerente da conta.
No entanto, para assinatura de contratos ou entrega de documentos ainda é necessária a presença do associado na agência. Nesses casos, o horário de atendimento foi restringindo para 10h00 às 14h00, de segunda a sexta, com limitação de cinco cooperados por vez dentro da agência.
A cooperativa informa que todos os colaboradores estão equipados com máscaras e há a disponibilização de álcool em gel para garantir a higienização. Além disso, funcionários que apresentam algum fator de risco para a infecção realizam suas funções de casa, no esquema “home office”.

As medidas de segurança adotadas pelas cooperativas de transporte no combate à pandemia de covid-19 foram destaque no Jornal Diário do Pará deste domingo. A Coostafe, cooperativa de detentas, vai produzir 100 mil unidades de máscaras de proteção para atender a demanda das penitenciárias.
O aplicativo agro, produzido em parceria do Sistema OCB/PA e Ufra, vai garantir o escoamento da produção das cooperativas agro, afetadas pela suspensão das aulas, já que grande parte da produção é destinada às merendas escolares. No nordeste paraense, a AmazonCoop e a Cooprima deram início ao serviço de delivery.
#ocbnamídia #cooprima #amazoncoop #coostafe #copasul #cooptransalto

Capriche no almoço da semana-santa, sem precisar sair de casa. A Cooperativa de Trabalho dos Agricultores Familiares do Município de Primavera (Cooprima) está comercializando sua produção em ponto fixo no município do nordeste paraense e fazendo entrega conforme demanda.
Quatipuru, Pirabas, Capanema e Salinas são outros municípios que podem ser atendidos. Os moradores de Primavera podem retirar os produtos no endereço Av. General Moura Carvalho nº 501. No município a entrega é grátis; já para os demais citados, é cobrada a taxa de R$5,00.
Os produtos da Cooprima possuem o selo de qualidade da Secretaria de Agricultura Familiar e Cooperativismo. Atualmente, a cooperativa possui cerca de 50 pequenos produtores associados.
Confira os preços:
Temos
• Filé de pirarucu: R$ 50,00
• Tambaqui (kg): R$ 12,00
• Acerola: R$ 10,00
• Tapereba: R$ 10,00
• Goiaba: R$ 10,00
• Hortaliças combo coentro cebolinha couve, Cariru alface: R$ 10,00
• Ovos de galinha caipira cuba (30 unidades): R$ 20,00
• Galinha caipira: R$ 35,00
• Banana dúzia: R$ 7,50
• Melancia (kg): R$ 3,00
• Goiaba inatura (kg): R$ 8,00
• Limao (kg): R$ 3,00
• Galinha caipira: R$ 35,00
• Mel puro (500 ml): R$ 25,00
• Mel puro (200 ml): R$ 10,00
• Mel composto com 7 ervas (200 gramas): R$ 15,00
Adotando as medidas de segurança recomendadas pelo órgãos de regulação, a Cooperativa dos Trabalhadores de Reciclagem do Sul e Sudeste do Pará permanece com as atividades produtivas. Já possui mais de 40 toneladas de materiais em estoque para triagem e mais de 20 toneladas prensadas em fardos.
A cooperativa realizou sua AGO na primeira semana de março (antes da comunicação da pandemia do COVID-19). Após o anúncio da proliferação do novo coronavírus, a diretoria traçou algumas metas para dar continuidade ao trabalho. Selecionou-se uma equipe de menor risco para atuar na coleta dentro da cidade e para o trabalho de triagem e prensagem, ficando assim com um numero reduzidos de Cooperados em atividade.
“O nosso planejamento tem surtido um resultado muito importante, mesmo com um numero menor de pessoas trabalhando, temos mantido a cidade limpa, as indústrias e comércios estão sendo atendidos. Traz-nos a esperança de conseguir o recurso necessário para poder manter o custeio e ter fluxo de caixa. Porém, as medidas de prevenção ao Corona têm nos afetado na venda e na comercialização. Compreendemos a decisão dos gestores, mas isso compromete nossa cadeia produtiva”, explicou o Diretor Comercial da Cooperlimppa, Maurílio Pereira.
A cooperativa possui espaço físico, material humano e capacidade de coleta e processamento chega atualmente a apenas 60 toneladas/mês. Os materiais trabalhados são papel, plástico, vidro e pneu sem dependência à logística reversa. Eles catam e separam a matéria bruta que é comercializada e destinada às indústrias localizadas em Goiás para fazerem a transformação. A intenção é que cheguem a participar de todas as etapas deste beneficiamento.
A equipe faz a coleta do material, que é armazenada em quarentena de 5 dias para depois se fazer a segregação. A Cooperlimpa reduziu a capacidade de produção em 30%, permitindo que cooperados do grupo de risco permanecessem em isolamento domiciliar. Mesmo assim, a diretoria optou para que também participem dos recursos adquiridos na cooperativa, em virtude do caráter excepcional da situação.
“Temos visto o esforço da OCB e da rede Cata Pará, juntamente com outras entidades, para dar o suporte necessário às cooperativas manterem suas atividades. Esperamos que essa situação se resolva o mais rápido possível para que tenhamos condições de renda aos nossos cooperados”, reforçou o presidente da Cooperlimpa, Antônio Silva.

Neste momento delicado para o nosso Estado, continuamos integralmente à disposição das cooperativas, auxiliando o setor a enfrentar esta crise, como de costume, com cooperação. Para solicitar seu atendimento, basta acessar o link abaixo e clicar no ícone do Whatsapp de acordo com o técnico e assunto pertinente. Reforçamos nosso compromisso para o desenvolvimento do cooperativismo paraense!
Ernandes Raiol (Presidente):
Contato: 91 99304-1140
Link WhatsApp: https://bit.ly/3bMsVRA
Júnior Serra (Superintendente):
Contato: 91 99305-0086
Link WhatsApp: https://bit.ly/2X3YYrO
Raquel Ruis (Gerência de Operações):
Contato: 91 99332-6095
Link WhatsApp: http://twixar.me/5YxT
Diego Andrade (Relacionamento institucional/cooperativas)
Contato: 91 99360-4665
Link WhatsApp: http://twixar.me/jYxT
Jamerson Carvalho (Questões contábeis e dúvidas sobre AGOs)
Contato: 91 99299-2798
Link WhatsApp: http://twixar.me/8YxT
Deivison Pinheiro (Cooperativas Agro)
Contato: 91 99178-4907
Link WhatsApp: http://twixar.me/RYxT
Edilson Oliveira (Acesso a crédito)
Contato: 91 99346-9466
Link WhatsApp: http://twixar.me/YYxT
Ticianny Barbosa (Monitoramento de Cooperativas)
Contato: 91 99245-9449
Link WhatsApp: http://twixar.me/VYxT
Flávia Gil (Cooperativas do sul e sudeste)
Contato: 94 99183-9167
Link WhatsApp: http://twixar.me/7YxT
Nelian Rossafa (Orientações Jurídicas)
Contato: 91 99366-1307
Link WhatsApp: http://twixar.me/cYxT
Wesley Santos (Comunicação)
Contato: 91 99395-0024
Link WhatsApp: http://twixar.me/QYxT
No final de março, o Governo Federal publicou a Medida Provisória nº 932, que reduz em 50% a alíquota de contribuição ao Sistema S. A ação será em caráter excepcional, do período de 1º abril até 30 de junho. Em projeção feita pela equipe técnica do SESCOOP/PA, a medida trará impactos significativos no número de ações e beneficiados, deixando-se de atender 20.377 pessoas no estado do Pará.
No caso do Sescoop, a alíquota passa de 2,5% para 1,25%. As cooperativas não precisarão modificar nenhum procedimento em seus sistemas e todo o processamento da redução das alíquotas, no período indicado, será feito automaticamente pelo SEFIP/eSocial, sistema gerador das guias de INSS e FGTS.
“Essa é uma decisão que por um lado beneficia as cooperativas, que estão enfrentando junto conosco esta crise, mas que também nos abre um novo cenário. Um cenário onde prioridades precisam ser revistas e redimensionadas. As perdas serão notavelmente impactantes e devem configurar uma desaceleração no desenvolvimento do setor”, reiterou o presidente do Sistema OCB/PA, Ernandes Raiol.
O débito anual projetado é de 27% das ações finalísticas previstas e que não serão realizadas, 26% de cooperativas que deixarão de ser atendidas e 67% de pessoas não beneficiadas no período Os impactos orçamentários chegam à redução de 22% do valor destinado ao avanço profissional das Cooperativas de todo o Estado do Pará no ano corrente.
A mudança representa uma perda de R$729.329,67 que deixará de retornar às cooperativas, cooperados, empregados e aprendizes como diferencial competitivo por meio das diversas ferramentas de fomento ao cooperativismo no Estado.
Os dados seguem abaixo em detalhes:
- Ações de formação profissional, de monitoramento e de promoção social que deixarão de ser realizadas:
FORMAÇÃO PROFISSIONAL: 99 ações. (167 cooperativas e 1.867 beneficiários).
MONITORAMENTO: 76 ações. (123 cooperativas e 1.443 beneficiários).
PROMOÇÃO SOCIAL: 23 ações. (22 cooperativas, 17.068 beneficiários)
- Ações de formação profissional, de monitoramento e de promoção social que deixarão de ser ofertadas:
FORMAÇÃO PROFISSIONAL: Atendimento, orientação técnica as cooperativas, intercâmbio cooperativista, cursos, encontro, oficinas, palestras, feiras, exposições, pós-graduação (MBA e Mestrado), visitas técnicas, fóruns, workshops e seminários.
MONITORAMENTO: Palestras, reuniões, consultorias, diagnósticos, plano de ação, reuniões, assembleias, programa de orientação cooperativista, programa de acompanhamento da gestão cooperativista e programa de desenvolvimento da gestão cooperativista.
PROMOÇÃO SOCIAL: Cooperjovem e Dia C.

Frutas variadas, polpas, hortaliças e farinhas com a marca da agricultura familiar paraense. A Cooperativa Amazônia Agroindustrial de Castanhal (Amazoncoop) está comercializando sua produção em ponto fixo no município e fazendo entrega conforme demanda. Faça já sua encomenda!
O ponto de entrega da cooperativa fica localizado em Castanhal-PA na Alameda Tenente Norberto Magalhães, Nº 2723 B, Bairro Saudade 1. Os pedidos podem ser feitos através do contato: (91) 98493-8790. Os principais produtos da cooperativa são polpas de frutas, farinha, goma, tucupi, iogurte, hortaliças e oleaginosas.
Confira os preços:
- Farinha de Tapioca (Lt): R$ 14,35
- Farinha de mandioca (kg): R$ 6,45
- Tucupi (Lt): R$ 4,38
- Feijão de corda (mç): R$ 2,30
- Feijão verde (kg): R$ 12,10
- Goma de tapioca (kg): R$ 7,15
- Iorgute natural – morango (kg) R$ 10,55
- Jambu (mç): R$ 1,93
- Polpa de Graviola (kg): R$ 19,95
- Polpa de Maracujá (kg): R$ 13,96
- Polpa de Acerola (kg): R$ 10,10
- Polpa de Cupuaçu (kg): R$ 17,15
- Polpa de Goiaba (kg): R$ 11,90
- Polpa de Taperebá (kg): R$ 14,40
- Polpa de Muruci (kg): R$ 13,80
- Quiabo (kg): R$ 7,30
- Repolho (kg): R$ 5,65
- Banana (kg): R$ 4,95
- Macaxeira (kg): R$ 2,70
- Mamão Papaia (kg): R$ 3,90
- Limão (kg): R$ 2,45
- Laranja (kg): R$ 2,84
- Maxixe (kg): R$ 8,15
- Melancia (kg): R$ 3,15
- Pepino (kg): R$ 4,20
- Pimenta de cheiro (kg): R$ 11,20
- Açaí Médio (kg): R$ 15,46
- Alface (kg): R$ 4,00
- Abacaxi (kg): R$ 3,30
- Abacate (kg): R$ 9,50
- Abóbora (kg): R$ 2,58
- Batata Doce (kg): R$ 3,65
- Cariru (mç): R$ 1,98
- Cebolinha (mç): R$ 2,20
- Cheiro-verde (mç): R$ 5,50
- Chicória (kg): R$ 1,95
- Colorífico em pó (mç): R$ 14,90
- Couve manteiga (mç): R$ 2,10
- Tangerina (kg): R$ 7,65
Serviço: Cooperativa AmazonCoop – encomendas no contato (91) 98493-8790