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Coopoam é destaque na maior feira de orgânicos do mundo

Coopoam é destaque na maior feira de orgânicos do mundo

A Cooperativa de Produtos Orgânicos da Amazônia (Coopoam) foi uma das selecionadas pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) para representar o Brasil na missão comercial à Alemanha. A ação ocorreu entre os dias 12 e15 de fevereiro. Na ocasião, a Coopoam apresentou as amêndoas fermentadas de cacau orgânico “in natura” na maior feira de orgânicos do mundo, a Biofach.

 

A Biofach ocorre anualmente há 27 anos. O evento oferece a empreendimentos amplas oportunidades de contatos comerciais, negócios e abertura no mercado alemão e europeu. Na feira, os expositores apresentam seus produtos, promovem degustações, recebem visitantes, encontram fornecedores e compradores e participam de rodadas de negócios. Em 2019, cerca de 52 mil visitantes de 144 países estiveram presentes nos dias de feira.

 

Para escolher a delegação brasileira, o Mapa abriu seleção onde diversas cooperativas do Brasil inteiro no ramo da agricultura familiar se inscreveram. Dessas, 10 singulares foram selecionadas. Representando o Pará, a Coopoam, de Medicilância, capital nacional do cacau, conseguiu importantes contatos. Magda Vronski, sócia e engenheira agrônoma da cooperativa, destacando a importância da participação no evento que possibilita uma grande abertura de mercado.

 

“Quem não aparece não cresce, principalmente no mercado de exportação, e é nesse sentido que esse evento é de fundamental importância para as cooperativas. Não chegamos a fechar negócio, mas saímos de lá com 22 contatos de possíveis compradores. Sem a feira, eles não saberiam que é a Coopoam e nem a qualidade do nosso produto. A possibilidade de expansão de mercado é enorme”, enfatiza Magda.

 

Fundada em 2006, a Coopoam é um exemplo onde cooperativismo deu certo. Atualmente, ela conta com 31 associados, atuando sobretudo na produção das amêndoas fermentadas de cacau orgânico “in natura”, um dos diferencias da cooperativa. Ao todo, entre fornecedores, colaboradores, cooperados e parceiros, a Coopoam beneficia cerca de 70 famílias, movimentando a economia e gerando renda em Medicilândia e região.

 

“A qualidade dos nossos produtos tem tudo para se destacar ainda mais no mercado alemão. O Brasil e o Pará são referência mundial na produção cacaueira e nesse sentido a Coopoam cumpre um papel fundamental. Seguiremos auxiliando na articulação política para garantir a participação das cooperativas paraenses em eventos como esse, que podem impulsionar a produção e a comercialização dos produtos cooperativistas”, enfatizou Ernandes Raiol, presidente do Sistema OCB/PA.

Agenda Semanal 🖊

Agenda Semanal ?

Uma semana ímpar para o cooperativismo paraense. O presidente Ernandes Raiol fará uma nova visita aos deputados federais paraenses. ?✅ Em Belém, o Sistema reunirá com o Mapa para tratar sobre certificação de produtos agropecuários para cooperativas. ?‍??Também terá prosseguimento as etapas de seleção e módulo de aulas do Programa Aprendiz Cooperativo. Essas são apenas algumas das ações desta semana. Confira nossa agenda completa. ?

 

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OCB/PA Na Mídia desta semana destaca ações do cooperativismo

OCB/PA Na Mídia desta semana destaca ações do cooperativismo

Foi uma semana intensa. A OCB/PA Itinerante reverberou em Santarém e em Itaituba com o atendimento e esclarecimentos para as cooperativas e com os eventos paralelos do Ciclo de Palestras “Jucepa 100% Digital” e do Seminário do Cooperativismo Mineral.

 

As boas notícias do cooperativismo de crédito também foram destaque no final de semana no Jornal “Diário do Pará”. No Jornal “O Liberal”, a Semana do Cooperativismo proposta pela Deputada Estadual e presidente da FRENCOOP/PA, Nilse Pinheiro, mostrou a importância do setor para a economia e sociedade paraense.

Parauapebas busca desenvolver produção de mel na região sudeste do Pará

Parauapebas busca desenvolver produção de mel na região sudeste do Pará

Ao todo, estima-se que há cerca de 150 produtores do segmento na região dos Carajás. O cooperativismo, que é uma das alternativas para organizar e desenvolver a atividade econômica, foi apresentado aos apicultores em encontro promovido pela Vale em Parauapebas com participação do Sistema OCB/PA. Debateu-se sobre a construção de estratégias para desenvolver as atividades ligadas ao mel na região sudeste do Estado.

 

O Encontro reuniu representantes do Governo do Estado, das prefeituras de Parauapebas e Canaã dos Carajás, de entidades ligadas ao fomento da atividade na região sudeste do Pará e da Vale. A iniciativa visa contribuir de forma ainda mais efetiva para a diversificação econômica na região sudeste do Pará, por meio do incentivo a grupos que já atuam no fortalecimento da produção e comercialização do mel.

 

Um desses grupos é a Associação Filhas do Mel da Amazônia – AFMA, de Parauapebas. Formada por agricultores familiares, de maioria mulheres, a associação, que já está em processo de constituição de uma cooperativa, atua principalmente nos ramos da apicultura (criação de abelhas) e meliponicultura (criação de abelhas sem ferrão).

 

A técnica operacional do Sistema OCB/PA, Flávia Gil, está acompanhando esse processo. A AFMA inclusive foi objeto de estudo no trabalho de mestrado de Flávia, que analisou a atividade de meliponicultura e o protagonismo das mulheres na região de Carajás. O projeto foi premiado na Universidade de Alicante, da Espanha, em intercâmbio promovido pelo Sistema OCB/PA em novembro do ano passado.

 

“Para mim, como pesquisadora, esse Encontro veio fortalecer as problemáticas e objetivos do meu projeto, mostrando a necessidade da união dos produtores, inclusive por meio do cooperativismo, para viabilizar a produtividade, construção de redes de contato e, assim, possibiliar avanços. É importante também destacar o papel das mulheres como empreendedoras, que demonstra o protagonismo e o potencial para gestão de negócios sustentáveis delas. O Sistema OCB/PA pode ser uma instituição alavancadora do desenvolvimento econômico da região”, enfatizou Flávia Gil.

ANM priorizará cooperativas para legalização de garimpeiros

ANM priorizará cooperativas para legalização de garimpeiros

 

Menores custos de fiscalização, maior agilidade de processos e acompanhamento são alguns dos fatores considerados pela Agência Nacional de Mineração (ANM) que reforçou a importância das cooperativas na organização social dos garimpeiros. A entidade irá priorizar o segmento no processo de regularização da atividade garimpeira. Os resultados foram apresentados no Seminário do Cooperativismo Mineral ocorrido na terça (11), em Itaituba.

 

Atualmente, a principal demanda dos garimpeiros é a Permissão de Lavra Garimpeira (PLG) por meio dos editais de disponibilidade que devem ser publicados pela ANM. A agência separou 1883 processos para executar um projeto piloto de regularização do Tapajós.

 

De acordo com o Assessor da Diretoria-Geral da ANM, Ricardo Parahyba, o prazo para conclusão do projeto é cerca de um ano. Durante sua apresentação no Seminário, ele destacou que o formato coletivo é a melhor alternativa para organização da baixa garimpagem.

 

“Já se observou que o melhor modo de atuar com os garimpeiros é mediantes as cooperativas. O trabalho desenvolvido individualmente, pela nossa experiência, não tem se mostrado interessante. Nosso objetivo para o programa de regularização é que este seja feita priorizando as cooperativas. Temos bons exemplos de cooperativas bem atuantes como a COMIDEC. A participação da OCB e da FECOGAT vai ser fundamental para que de fato haja uma mobilização dos garimpeiros”, reiterou Ricardo.

 

 

 

O Seminário contou com a participação das principais entidades regulamentadoras da mineração. A realização foi do Sistema OCB/PA, Sistema OCB nacional e FECOGAT, com apoio da Prefeitura Municipal, Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Sustentabilidade (SEMAS), Secretaria de Educação (SEMED) Agência Nacional de Mineração (ANM), Secretaria Estadual De Desenvolvimento Econômico, Mineração e Energia (SEDEME) e a Cooperativa dos Garimpeiros de Peixoto (COOGAVEPE).

 

O evento foi aberto ao público cooperativista e pessoas ligadas à atividade mineral no município de Itaituba e Região de Tapajós. Pela manhã, durante o painel. “O Cooperativismo Mineral: fortalecendo e valorizando o garimpeiro”, discutiu-se sobre o cenário das cooperativas minerais no Brasil, o cooperativismo como possibilidade de organização do garimpeiro e a experiência da GOOGAVEPE no Mato Grosso.

 

No painel 2, a Agência Nacional de Mineração apresentou os desdobramentos do Plano de Trabalho da ANM na regulação dos garimpeiros do Tapajós. A SEMAS do município também tratou sobre o processo de licenciamento e recuperação ambiental. Finalizando, a SEDEME apresentou as políticas públicas do Governo do Estado para o desenvolvimento do cooperativismo mineral.

 

“O Seminário foi importante para consolidarmos esse rol de parceiros que podem, trabalhando juntos, transformar a realidade da pequena mineração no tapajós e ampliar para todo o Estado. Hoje temos um bom relacionamento com a ANM. Já o município, que nos licencia por meio da SEMAS, vem trabalhando muito bem. Com a interligação dos órgãos e a OCB/PA dando todo o suporte, vamos atingir nossos objetivos”, reiterou o presidente da FECOGAT, Amaro Rosa.

 

“Como desdobramento, definiu-se que será elaborada uma matriz da cooperação, em que se fará um plano de ação com as atribuições de cada entidade envolvida no processo de regularização das cooperativas minerais. Serão feitas, a cada dois meses, reuniões para dar continuidade aos encaminhamentos gerados pelo Seminário”, explicou o coordenador do Seminário, Jarmerson Carvalho.

 

O RAMO

Atualmente, estão registradas no Sistema OCB/PA 11 cooperativas minerais, sendo 5 em Itaituba: COOMIGAPA, COOPOURO, FECOGAT, COMIDEC e COOPERTRANS.  Em relação a cooperativas com requerimento de título mineral no Brasil, o Mato Grosso lidera o ranking com 30%, seguido do Pará com 20%. Na comparação por município, Itaituba é o com maior número de requerimentos de título.

 

Em Itaituba, cerca de 60% da economia provem da atividade mineradora. Algumas localidades conseguiram se estruturar e estão mudando a perspectiva da população, como é o caso do Distrito do Crepuzarizão. A cooperativa investe no desenvolvimento da própria comunidade, com a entrega de carteiras escolares, construção de um posto da policial militar, recolhimento de resíduos sólidos e líquidos e a construção de uma creche.

 

“Com os encaminhamentos aqui formulados, vamos buscar alternativas para desburocratizar esse processo. Ainda são feitas muitas exigências que os garimpeiros não conseguem cumprir. Por isso, precisamos buscar um caminho em que os possibilitemos de trabalhar e também seguir a legislação”, reiterou o presidente do Sistema OCB/PA, Ernandes Raiol.

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