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Oficina de pré-projeto para o Mestrado começa na próxima quinta

Oficina de pré-projeto para o Mestrado começa na próxima quinta

 

O Mestrado profissional é a possibilidade de formar uma mão de obra cooperativista altamente qualificada dentro do próprio Estado. O primeiro passo é submeter o pré-projeto de pesquisa aplicada ao Programa de Pós-graduação e Desenvolvimento Rural. Na próxima quinta (09), o Sistema OCB/PA promove oficina sobre os critérios a serem observados na elaboração do trabalho para capacitar os interessados em participar do processo seletivo. O treinamento ocorre na Casa do Cooperativismo a partir das 8h. As inscrições podem ser feitas no e-mail: Este endereço de e-mail está sendo protegido de spambots. Você precisa habilitar o JavaScript para visualizá-lo..

 

Os critérios de avaliação na análise da proposta de projeto são: Adequação a subárea (o tema deve ser adequado a subárea submetida); Linguagem técnica (adequação e coerência da linguagem com a subárea que concorre); Viabilidade técnica, econômica e temporal de execução do projeto (exequibilidade do projeto) e Produto da pesquisa (produto de inovação tecnológica coerente com a subárea que concorre e com os objetivos do projeto). Já na defesa da proposta de projeto, os aspectos avaliados serão: Relevância do Problema da pesquisa a ser investigado; Clareza dos objetivos da pesquisa; Adequação da metodologia; Domínio do referencial teórico; Relevância tecnológica e social do projeto.

 

“É um momento histórico para os cooperativistas paraenses. A procura está sendo grande e os interessados devem se preparar devidamente para que seus projetos sejam selecionados.  Agradecemos novamente à parceria com o Instituto Federal do Pará em Castanhal que aderiu à esta tão importante missão de promover a qualificação profissional das cooperativas”, afirmou o presidente do Sistema OCB/PA, Ernandes Raiol.

 

Serão ofertadas o total de 20 vagas, sendo 16 para funcionários e/ou associados de cooperativas com registro e adimplentes no Sistema OCB/PA e 4 para demanda social; distribuídas em duas linhas de pesquisa: “Dinâmica e Manejo de Agroecossistemas” e “Gestão de Empreendimentos Agroalimentares”.  As inscrições para o mestrado seguem até o próximo dia 14.

 

SERVIÇO: O edital do Mestrado na íntegra pode ser acessado no site do IFPA: http://castanhal.ifpa.edu.br/component/content/article?id=459

Sescoop Nacional lança Diretriz de Atuação

Sescoop Nacional lança Diretriz de Atuação

 

 

Cooperativas fortes, com resultados sociais e econômicos cada vez maiores, é o cenário positivo para o qual o Sescoop tem trabalhado desde que surgiu, há 20 anos. Para marcar essas duas décadas de trabalho e, ainda, visando contribuir com o desenvolvimento sustentável do movimento cooperativista brasileiro, foi lançada a Diretriz de Atuação do Sescoop, durante evento realizado nesta semana, em Brasília. A equipe do Sistema OCB/PA esteve presente.

 

O documento pretende oferecer uma linha orientadora para a atuação de todas as unidades estaduais do Sescoop, considerando o contexto atual e a visão de futuro do cooperativismo brasileiro, de modo a potencializar os resultados em benefício dos cooperados e seus familiares e empregados.

 

“Nossa intenção é consolidar e evidenciar as ações realizadas pelo Sescoop, focadas nas cooperativas, de modo consistente e coerente com uma política nacional, de acordo com os pressupostos legais, regimentais e doutrinários. Para isso, foi necessário construir uma linha-mestra que norteie a atuação das unidades estaduais, respeitando as particularidades regionais”, explica a gerente geral do Sescoop, Karla Oliveira.

 

Segundo ela, o modelo de atuação preconizado pela diretriz considera o desenvolvimento das pessoas, por meio da redução das lacunas de competências necessárias ao desenvolvimento das cooperativas, conforme necessidades identificadas por meio dos diagnósticos. “Assim, nosso trabalho é um ciclo virtuoso que gera mais e mais valor. Esse processo trará soluções que fazem sentido para cada cooperativa e, assim, gerará impactos positivos nos resultados”, frisa Karla.

Ela explicou, ainda, que a Diretriz de Atuação do Sescoop trabalha com base em quatro eixos de atuação:

  • Identidade: ajuda as cooperativas a se adequarem à legislação cooperativista, a se manterem fieis ao estatuto e a garantirem a integridade dos valores cooperativistas no dia-a-dia do negócio.
  • Governança: oferece um modelo de governança e liderança estratégicas baseado nos princípios cooperativistas de tomada de decisão coletiva.
  • Gestão: possibilita a implementação e o aperfeiçoamento de processos de gestão, com base em modelo de excelência.
  • Desempenho: monitora o resultado da cooperativa para que seja possível adotar medidas para a melhoria do desempenho global do negócio.

 

PARTICIPAÇÃO

“Temos uma grande expectativa com relação aos desdobramentos dessa Diretriz de Atuação, por isso, pedimos que todos se envolvam, afinal, o trabalho depende do empenho de todos, como Sistema. Por isso, a dedicação de cada um de nós será essencial na hora de colocar tudo isso em prática. As pessoas são o início, o meio e o fim de todo o nosso processo. Venha com a gente, e nos ajude a desenvolver as cooperativas e o cooperativismo no Brasil”, reforça o superintendente do Sistema OCB, Renato Nobile.

 

EFETIVIDADE

“A diretriz dá um Norte, ao mesmo tempo que mantém a individualidade cada região, de cada estado, aquilo que cada um já construiu, baseado nas suas realidades e necessidades. O fato de termos um pensamento sistêmico melhora a coleta de dados e nos permite mais segurança na hora de nos expormos aos órgãos consultores e fiscalizadores.” Élvio Silveira, coordenador de Formação Profissional e do Monitoramento do Sescoop/SC

PARAGOSOL: Produtores de energia terão desconto em contribuição pública

PARAGOSOL: Produtores de energia terão desconto em contribuição pública

 

Paragominas poderá ser o primeiro município brasileiro a conferir desconto na Contribuição de Iluminação Pública (CIP) aos consumidores que tiverem Geração Distribuída (GD) em suas unidades. A entrega do Projeto de Lei será feita durante o Seminário PARAGOSOL, que ocorre nesta terça (07) no município. O objetivo é estimular o crescimento da produção de energia renovável na região, que já é uma das grandes responsáveis pelo avanço do setor no país de acordo com dados da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (ABSOLAR). O evento, organizado pela Prefeitura com apoio da COOBER e Sistema OCB/PA, ainda terá outras programações de esclarecimento acerca do assunto.

 

Durante a Programação, será feita a assinatura do termo de cooperação referente ao programa multilateral que leva o nome do evento, PARAGOSOL. O acordo é uma iniciativa das entidades envolvidas para ampliar a geração de energia. A Prefeitura Municipal se compromete a propor legislações favoráveis ao uso de energia solar FVe a continuar utilizando essa matriz em suas unidades consumidoras de energia; A Câmara dos Vereadores de Paragominas apoiará as leis relativas ao setor e implantará um sistema de geração de energia solar em sua sede.

 

“Em março, no 2º Seminário de Energias Renováveis, a COOBER sugeriu ao prefeito de Paragominas a redução da cobrança CIP para quem produzisse sua própria energia através dessas novas modalidades. A solicitação foi acatada e teremos uma ação pioneira de incentivo à sustentabilidade energética justamente onde nasceu o cooperativismo de energia renovável no Brasil”, afirmou o presidente da COOBER, Raphael Vale.

 

Já o Sistema OCB/PA fará a difusão do cooperativismo como uma possibilidade viável de produção de energia solar; O SEBRAE/PA organizará, divulgará e possibilitará a realização de treinamentos; A ABSOLAR apoiará na disponibilização de materiais e/ ou profissionais para difundir e desmistificar o uso dessa matriz energética Sustentável, assim como a COOBER através de seu próprio exemplo, sendo a primeira cooperativa de energia renovável do Brasil.

 

Ainda na programação, está prevista a apresentação do Diagnostico energético das MPES de Paragominas, as palestras “Conta de energia às claras” (Conselho de Consumidores da CELPA), “Como os pequenos negócios podem reduzir custos no consumo de energia” (SEBRAE/PA) e “Soluções de crédito para energia fotovoltaica” (SICREDI).

 

“É uma ótima oportunidade para a população ampliar seu conhecimento sobre a tendência energética. Não se trata mais de algo distante. Estamos vivendo essa revolução sustentável e não temos como voltar a priorizar práticas que ainda hoje contribuem para degradação do meio ambiente. Precisamos olhar para frente”, enfatiza o presidente do Sistema OCB/PA, Ernandes Raiol.

 

 

Cooperativas de Santarém discutem incorporação

Cooperativas de Santarém discutem incorporação

 

Seguindo a estratégia de fortalecimento do ramo, o Sistema OCB/PA está coordenando as articulações para a união de cooperativas agropecuárias em Santarém. O objetivo é aprimorar o processo de gestão e desenvolvimento das singulares. Após a deliberação em assembleia geral, três cooperativas sinalizaram positivamente e continuarão com os procedimentos necessários. A partir desta semana, está sendo feita uma análise de viabilidade socioeconômica das envolvidas.

 

O Sistema OCB/PA participou da Assembleia das cooperativas atuantes em Santarém e Região. Os cooperados da Coopromubel, Cooprusan e da Coomaplas aprovaram a incorporação e exigiram um processo de transparência. Foi criado um plano de trabalho através de uma comissão de incorporação. A equipe é formada por dois representantes de cada cooperativa e mais um contador local sem ligação com qualquer uma das singulares. Será feita uma análise em cada uma delas, levantando todas as informações de contrato, dívidas e patrimônio. Com o resultado desta diagnose geral, serão realizadas outras assembleias para definir ou não a incorporação.

 

A iniciativa foi uma das indicações do Diagnostico do Cooperativismo Paraense, elaborado em 2016, assim como de outros trabalhos técnicos de capacitação. “Identificamos um número excessivo de cooperativas em Santarém e Região competindo pelo mesmo mercado, na venda do mesmo produto e às vezes de modo desleal. Se preciso da produção na mesma linha, por que não unir as forças? A tendência é melhorar a qualidade, quantidade, escala de fornecimento da produção e diminuir despesas de todos”, explicou o gerente de desenvolvimento do Sistema OCB/PA, Vanderlande Rodrigues.

 

O processo também foi estimulado pelos próprios gestores das cooperativas que, no último seminário, se reuniram com a Diretoria da OCB/PA, direcionando para que ocorresse esse trabalho de sensibilização. “Incentivamos sempre que nossa concorrência não é entre cooperativas. Para participarmos de chamada pública e outros mercados, precisamos unir forças. Estamos acompanhando todo o processo que decorre de maneira transparente e amplamente profissional, sendo conduzido pelas próprias envolvidas. Temos certeza que o resultado será bastante positivo”, comenta o presidente do Sistema OCB/PA, Ernandes Raiol.

Pará constitui a primeira Central de Cooperativas Agro

Pará constitui a primeira Central de Cooperativas Agro

 

O fortalecimento dos pequenos produtores, idealizado há anos, se tornará realidade através da intercooperação de singulares paraenses sediadas nas regiões sul, sudeste e nordeste. Na última semana, 10 cooperativas oficializaram a constituição da Central das Cooperativas de Produção Familiar da Região Amazônica, a primeira do ramo no Estado. O objetivo é ampliar as possibilidades de produção e comercialização no segmento da fruticultura. Na ocasião, o Sistema OCB/PA auxiliou no procedimento da Assembleia, prestando orientações técnicas, jurídicas e contábeis. A reunião ocorreu em Marabá, na Fundação Cabanagem.

 

A iniciativa foi implementada após diversos diálogos iniciados desde setembro do ano passado. Percebeu-se a necessidade de ampliar a produção para ter acesso a contratos maiores, participando de forma mais organizada e dinâmica no mercado. A Central é composta por cooperativas de Marabá, Conceição do Araguaia, Redenção, São Félix do Xingu, Ourilândia do Norte, São João do Araguaia, Itupiranga, Parauapebas, Nova Ipixuna e Tailândia.

 

“É um sonho antigo que começou a se concretizar. Estamos orgulhosos de cada cooperativista envolvido. Não há outro caminho para o desenvolvimento sócio econômico do agricultor familiar senão o cooperativismo, agregando os produtores isolados e proporcionando melhores condições de renda”, enfatizou o presidente do Sistema OCB/PA, Ernandes Raiol.

 

Na Assembleia, foi feita a apresentação do Estatuto Social. O documento foi dividido em quatro eixos que nortearão as ações da Central. O prioritário é a verticalização, organização e comercialização da produção.  A segunda linha trata da questão ambiental, proporcionando a implantação de Sistemas Agroflorestais (SAFS) nas propriedades de cada cooperado. O terceiro eixo é a Formação, Educação e Comunicação, que promoverá atividades para a compreensão do que de fato é o cooperativismo, direitos e deveres, responsabilidade, atribuições e o compromisso que precisa ser assimilado por todos.

 

 

 

 

“Dentro dessa linha, dialogamos sobre a implantação de uma marca única para os nossos produtos através da contratação de um engenheiro químico. É importante para termos uma padronização. Outra questão importante é a contábil. Precisaremos de um profissional que entenda de contabilidade cooperativa para prestar esse serviço às nossas singulares”, afirmou o presidente eleito pela Central, Milton Zimmer.

 

O quarto eixo trata sobre a Assistência Técnica. Serão constituídos grupos de produção responsáveis por otimizar a produtividade e aumentar as possibilidades de oferta dentro das agroindústrias.  A equipe técnica articulará as bases produtivas, aproximando os núcleos de cada fruto, evitando o espaçamento, potencializando a organização e a capacidade logística.

 

 Aprovado o estatuto, a Central foi constituída e se dará entrada no processo legal perante à Junta Comercial do Pará (Jucepa). A diretoria executiva eleita é composta pelo presidente Milton Zimmer, Secretário Flávio Barros e pelo Tesoureiro, Valdir Hoss. Para o Conselho Fiscal, os membros efetivos são Luiz Pereira de Carvalho, Josilene Sousa Vieira e Antônio Moreira da Silva. Já o Conselho Administrativo é composto por representantes de cada cooperativa: Mauro Melo (COOPER), André de Souza (COOPFRA), Raimundo Freire (CAMPPAX), Francisco Pereira (COOMAFI) Antônio Martins (COOMASJA), Eldon Alves (COOMFAMA), José Oliveira (COOPERFAM), Antônio de Almeida (CORRENTÃO), Antônio (COPAG) e Antônio Moreira da Cruz (COAGROTAI).

 

 

ENCAMINHAMENTOS

 

Na oportunidade, foram alinhadas questões fundamentais de organização produtiva em cada cooperativa para garantir o bom funcionamento da Central. Debateu-se sobre as políticas de incentivos fiscais do Estado do Pará, que podem ser acessadas via elaboração de projeto. A intenção é obter diferimento fiscal no ICMS. Também se discutiu acerca da emissão de Nota Fiscal Eletrônica para produtores rurais. Cada cooperado, ao efetivar a entrega de sua produção à cooperativa ou à Central, fará o registro do ato.

 

“Normalmente, o cooperado entrega seus produtos sem qualquer nota de entrada. A cooperativa precisa ter esse controle para, depois disso, fazer seu processo de beneficiamento e trabalhar a comercialização. Uma simples atitude organiza a entrada e garante a legalidade. É um benefício para o cooperado, porque passa a ter um respaldo acerca da entrega de sua mercadoria por um documento oficial, e para a cooperativa, que pode demonstrar que está recebendo a produção e, assim organizá-la. Estamos discutindo uma nova atitude com a Central e precisamos organizar todos os passos. Este é um dos mais importantes para se ter uma compreensão de todo o processo”, explicou Milton.

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