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Unimed Belém aprimora Governança Cooperativa

Unimed Belém aprimora Governança Cooperativa

 

Os resultados obtidos pela Unimed Belém no atendimento à população paraense comprovam boas práticas de gestão e governança. Para aprimorá-las, a Cooperativa promoveu workshop em parceria com o Sistema OCB/PA, na última semana. A capacitação foi direcionada para membros da Diretoria Executiva e médicos cooperados, interessados em ampliar conhecimentos na área.

 

A facilitadora do curso foi a analista de desenvolvimento do Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (SESCOOP), Giulianna Fardini. De acordo com o manual nacional de governança cooperativa da entidade, alguns princípios básicos devem ser observados. O primeiro é a transparência e prestação de contas, informando as partes interessadas para além do que a lei exige e gerando uma relação de confiança entre as pessoas envolvidas no ambiente de negócio.

 

"Quando a Cooperativa não transparece uma conduta ética e íntegra, a imagem da organização é comprometida e esta perda de confiança se reflete nos resultados. O cliente deixa de consumir, a sociedade deixa de confiar e a credibilidade daquela marca cai. No médio e longo prazo, há prejuízos financeiros. Em um nível crítico pode comprometer a sustentabilidade da organização", explicou Giulianna.

 

 

 

Outros princípios são o tratamento equitativo e justo entre todas as partes envolvidas e, por último, a responsabilidade corporativa. Qualquer organização hoje é responsável pelos efeitos negativos que provoca com a sua atividade e tem o dever de responder por isso, providenciando que sejam minimizados e potencializando os efeitos positivos, devolvendo para sociedade um pouco do que recebe de retorno.

 

A demanda do Workshop foi levantada pela própria cooperativa, atendendo a um normativo da Unimed Brasil que orienta a qualificação acerca do tema. "Os membros da diretoria precisam ter conhecimento do que é governança cooperativa e estender esse processo educacional para que, de posse desse conhecimento, possam contribuir e facilitar a condução da nossa cooperativa. Por isso, estão participando não somente dirigentes, mas também cooperados que não possuem cargo de direção”, explicou o presidente da Unimed Belém, Wilson Niwa.  

 

 

Na programação, foi trabalhado o histórico, conceito, princípios e agentes da Governança. Os participantes também assistiram a um filme-documentário para estudo de caso, chamado “Trabalho Interno”. A partir do documentário, foi feito um debate sobre Governança Cooperativa. Posteriormente, discutiu-se sobre os agentes da Governança e suas respectivas atribuições e responsabilidades. No sábado (29), foi feita a avaliação dos aspectos legais da governança da Unimed Belém através de um trabalho em grupo.

 

"O grande desafio é fazer com que eles possam aplicar as mudanças na prática. Em um segundo momento, em outubro, realizaremos a segunda etapa do workshop que irá justamente demonstrar os resultados estruturados nesse 1º módulo. Queremos mensurar as mudanças geradas no andamento das atividades da cooperativa”, explicou o analista de desenvolvimento e coordenador do workshop, Diego Andrade.

 

 

O curso foi estruturado em formato de workshop para que a cooperativa entenda como funciona a governança interna e, partindo desse entendimento, elabore um plano de melhorias. Será estruturado um manual de boas práticas pelos participantes.

 

De acordo com o presidente da Unimed Belém, a cooperativa está passando por uma mudança cultural, com vistas à qualificação profissional de seus cooperados. “O que faz a empresa ter sucesso são as pessoas. Por isso, sempre foi prioridade da nossa gestão investir nelas, principalmente em capacitação. Iniciamos com uma participação muito pequena dos cooperados e colaboradores, mas, hoje, quando abrimos inscrições para curso, preenchemos rapidamente o número de vagas. Já sentiram que a educação continuada e a capacitação são essenciais para manter e aumentar a produtividade do nosso serviço”, defendeu.

 

 

Sistema OCB/PA lança Agenda Política do Cooperativismo Paraense

Sistema OCB/PA lança Agenda Política do Cooperativismo Paraense

 

Pela primeira vez, o Sindicato e Organização das Cooperativas Brasileiras do Estado do Pará (Sistema OCB/PA) apresentou Carta Aberta para os candidatos aos poderes executivo e legislativo, lançando as “Propostas do Cooperativismo Paraense”. No documento, a entidade aponta as prioridades para o desenvolvimento do setor no Estado. O evento ocorreu no último dia 26, na sede em Belém, com cerca de 50 cooperativas e candidatos a deputado estadual, federal, senado e duas chapas a governo.

 

Todos receberam o documento e assumiram o compromisso de regulamentar a Lei Estadual referente ao segmento, atendendo às prioridades reivindicadas. Na abertura, o Presidente do Sistema OCB/PA, Ernandes Raiol, fez a apresentação institucional do Sistema OCB/PA e o Superintendente Júnior Serra discorreu sobre o cenário e expressividade das cooperativas no Estado. Já o assessor político/institucional do Sistema, Haelton Costa, apresentou as Propostas.

 

“No Pará, existem 11 ramos produtivos. Ao longo de aproximadamente cinco décadas de atuação, o cooperativismo paraense chegou a um patamar de considerável expressividade econômica, conseguindo caminhar com autonomia, mas precisamos de um suporte maior do poder público. Acredito que este dia foi um divisor de águas para nossas cooperativas. Agradecemos aos candidatos que respeitaram o Sistema OCB/PA e se comprometeram com a causa cooperativista”, explicou Raiol.

 

Todos os candidatos ao Governo foram convidados. Participaram o candidato Fernando Carneiro (PSOL) e o candidato a vice-governador na chapa de Helder Barbalho, Lúcio Vale (MDB). Ao Senado, participou a candidata Úrsula Vidal (Rede) e, a deputado federal, o assessor do candidato Olival Marques, Júnior Rodrigues. Os candidatos às vagas da assembleia legislativa estadual foram: Professor Eduardo Costa (PPS), Marcela Tolentino (Solidariedade), Alexandre Von (PSDB), Etevaldo Arantes (PHS) e Valdemar Comaspa (Solidariedade).

 

A Agenda Política foi construída a partir das demandas levantadas pelos conselheiros da entidade que atuam como representantes dos ramos presentes no Estado. Foram elencadas as necessidades de cada ramo específico e sete prioridades gerais do setor. Cada um teve espaço de fala e todos se comprometeram a atender as solicitações das cooperativas, assinando à Carta Aberta.

 

POSICIONAMENTOS

FERNANDO CARNEIRO:

“Queremos inverter o modelo de desenvolvimento prioridade geração de emprego e renda através do cooperativismo”.

 

 

 

LÚCIO VALE:

“A Lei já existe e não foi regulamentada até agora. Iremos levar as prioridades ao Helder e, sem dúvida, nos comprometemos com esta causa”.

 

 

 

ÚRSULA VIDAL:

“O cooperativismo é uma das ideias mais inteligentes desse mundo moderno. Acredito porque vi e sei que dá certo. É um sol que pode iluminar nosso caminho”.

 

 

 

MARCELA TOLENTINO:

“Os números do cooperativismo não se discutem. Provam o quanto movimenta e que as cooperativas estão dando certo”.

 

 

 

 

PROFESSOR EDUARDO COSTA:

“O cooperativismo deve ser prioridade nas políticas públicas. Falo isso há muito tempo e já é meu compromisso”.

 

 

 

 

ALEXANDRE VON:

“Com a confiança de todas as cooperativas, quero continuar defendendo nossos interesses, como candidato estadual do cooperativismo”.

 

 

 

 

 

Assessor de Olival Marques, Junior Rodrigues:

“Desde que começamos a jornada na política, assumimos o compromisso de buscar a cooperação.
Nos responsabilizamos pela regulamentação do cooperativismo e de cada cooperativa do nosso Estado”.

 

 

 

 

ETEVALDO ARANTES:

“Assumo compromisso e vou acrescentar mais necessidades das cooperativas de mineração, como alguém que tem conhecimento de causa”.

 

 

 

VALDEMAR da Comaspa:

“Meu slogan é a força do cooperativismo baseado em mais de 20 anos que atuo no cooperativismo. Coloquei meu nome à disposição puxado pelas próprias cooperativas pelas inúmeras tentativas de suprimir os nossos direitos”.

 

 

Serviço:
A Carta Aberta e as Propostas do Cooperativismo Paraense estão disponíveis no paracooperativo.coop.br

Tocantins planeja constituir cooperativa no modelo da Coostafe

Tocantins planeja constituir cooperativa no modelo da Coostafe

 

Em um país de superlotação e péssimas condições carcerárias, encontrar jardins floridos e mulheres empreendendo através do cooperativismo parece ser improvável em um presídio, mas a Cooperativa Social de Trabalho Arte Feminina Empreendedora (Coostafe) é uma realidade. O projeto chamou a atenção da unidade estadual do Sistema OCB em Tocantins, que visitou a sede da cooperativa nesta semana. A intenção é replicar o mesmo formato em um dos presídios do Estado.

 

A Coostafe é uma iniciativa da Superintendência do Sistema Penitenciário do Estado (Susipe) em parceria com o Sistema OCB/PA. É a primeira cooperativa do Brasil formada exclusivamente por mulheres presas.  Em cinco anos de constituição, não há nenhum caso de reincidência. Além da Coostafe, outros projetos sociais são articulados na unidade prisional, como Educação de Jovens e Adultos (EJA), panificação, aulas de jardinagem, eletricista, instalação elétrica e curso de pedreiro.

 

Visitaram o Centro de Recuperação Feminino a superintendente do Sistema OCB/TO, Maria Andrade e o analista de desenvolvimento de cooperativas, Rogério Dias. “Nosso propósito é conhecer projetos que dão certo. Tivemos notícias da forma como a Coostafe foi constituída e vimos que se trata de uma tecnologia sociológica que precisa ser espalhada por todo o Brasil. Esperava ver uma ação isolada, mas a quantidade de projetos desenvolvidos me impressionou. Está tudo muito enraizado na cultura organizacional de todos os servidores, em virtude do trabalho realizado especialmente pela diretora Carmem Botelho. Só vontade não basta para um projeto dessa magnitude ter sucesso. É preciso ter a mesma atitude”, afirmou a superintendente.

 

 

Toda a produção da cooperativa é comercializada aos domingos em feiras de artesanato em Ananindeua, na Praça da Bíblia, e em Belém, na Praça da República. Nas feirinhas é possível comprar acessórios, como chinelos e chaveiros, peças de vestiário, além de vasos, bonecas de pano, panos de prato, tapetes e canetas personalizadas, entre outros.  A renda adquirida com o comércio é dividida em três partes: pagamentos, compra de material e remuneração compartilhada. 

 

“Fomos procurados pela diretoria de um Centro Penitenciário no Tocantins interessada em constituir uma cooperativa do ramo e, agora, já temos informações para subsidiar nosso trabalho.  Construiremos um plano de trabalho em conjunto para traçar os próximos passos. Também convidaremos representantes do Sistema OCB/PA e da penitenciária para expor a experiência e nos auxiliar neste processo”, completou Maria Andrade.

 

Cooperativas de crédito concluem o programa Formacred

Cooperativas de crédito concluem o programa Formacred

 

O atendimento às atribuições legais, normativas e estatutárias são requisitos essenciais aos gestores das cooperativas financeiras que, no Pará, concluíram programa específico. A turma organizada pelo Sistema OCB/PA participou do último Módulo do Programa FORMACRED na última semana. Os concluintes receberão os certificados emitidos pelo Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (SESCOOP) no II Encontro das Cooperativas do Ramo Crédito 2018, que ocorrerá na próxima semana, durante os dias 27 e 28 no  Banco Central do Brasil (BACEN).

 

O Programa FORMACRED é uma iniciativa do SESCOOP Nacional que foi apresentado no Encontro do Ramo Crédito em 2017. As cooperativas paraenses aderiram, tornando o Pará um dos Estados pioneiros do Norte nesta formação específica. O curso foi ministrado por profissionais de diversas áreas de conhecimento e do mercado financeiro, como da economia, direito, contabilidade, psicologia e administração, e todos os facilitadores foram qualificados pelo SESCOOP Nacional. Participaram do Programa FORMACRED as Cooperativas SICOOB Unidas, SICOOB Coimppa, SICOOB Cooesa, SICOOB Credijustra, SICREDI Verde Pará, SICREDI Belém e COOPERUFPA.

 

Com cinco módulos, a carga horária do FORMACRED é de 96 horas, sendo trabalhadas abordagens comportamental, legal e organizacional. No último módulo, analisou-se as cooperativas dentro do contexto de negócios e o papel do gestor, seja no conselho de administração, fiscal ou diretoria executiva. O facilitador fez um panorama geral das instituições de crédito do Estado e sua parcela de contribuição dentro do mercado financeiro.

 

“A formação dos dirigentes é uma exigência para se atuar em um segmento altamente regulamentado, principalmente pelo Banco Central e outros órgãos normativos. Embora existam outros cursos, o programa é específico do sistema cooperativista. O objetivo é fortalecer a gestão para que atendam seus objetivos, possibilitando ao cooperado dirigente usufruir dos benefícios oferecidos”, explicou o Analista de Monitoramento e Desenvolvimento de Cooperativas do Sistema OCB/PA e Coordenador do Programa FORMACRED, Jamerson Carvalho.

 

A intenção é que a formação se torne um Programa a ser aplicado anualmente, possibilitando a qualificação dos outros dirigentes de cooperativas. A capilaridade do Programa já será ampliada em 2019, criando-se pelo menos duas turmas. A informação será repassada no II Encontro das Cooperativas do Crédito para que as cooperativas demandem as inscrições prévias.

 

“Esse é o nosso pensamento sistêmico, trazendo uma formação em um formato participativo. Não foi apenas uma iniciativa do Sescoop, mas as cooperativas demandaram e deram a sua contribuição. Infelizmente, não foi possível formar os 81 inscritos inicialmente por conta das agendas apertadas dos dirigentes, mas estamos com o planejamento de organizar cursos itinerantes, contemplando as mais diversas regiões do Estado, a partir do formato presencial e semi-presencial”, explicou o presidente do Sistema OCB/PA, Ernandes Raiol.

Cooperativas apresentam suas prioridades a candidatos

Cooperativas apresentam suas prioridades a candidatos

 

O lançamento da Agenda Política do Cooperativismo Paraense ocorrerá na próxima quarta (26), a partir das 15h, no auditório do Sistema OCB/PA. Participarão candidatos a cargos públicos nestas eleições e representantes de todos os ramos que, no total, envolvem direta e indiretamente mais de 200mil paraenses em todas as regiões do Pará. Será um momento de deliberação, com espaço de fala para apresentação das demandas das cooperativas e das possíveis propostas dos candidatos.

 

A Agenda Política do setor evidencia o cenário, potencialidades e principais demandas das singulares na busca pelo desenvolvimento das suas atividades. O objetivo é aprimorar a atuação de deputados estaduais, federais, senadores e, em especial, do governador a ser eleito pelo voto popular com a finalidade de aplicar políticas públicas assertivas, de acordo com as reais necessidades das cooperativas.

 

No Pará, existem 11 ramos produtivos: Agropecuário, Saúde, Crédito, Educação, Consumo, Trabalho, Mineral, Turismo e Lazer, Infraestrutura, Transporte e Produção. Ao longo de aproximadamente cinco décadas de atuação, o cooperativismo paraense chegou a um patamar de considerável expressividade econômica, conseguindo caminhar com autonomia.

 

“A perspectiva de futuro é bastante favorável. O agronegócio desponta no nordeste paraense, com o cooperativismo liderando na produção de Paragominas com vistas à verticalização e ampliação para outros nichos de negócio com maior valor agregado. Na região metropolitana, o destaque são as cooperativas do ramo saúde, que geram, no total, mais de 4mil empregos diretos. As cooperativas de crédito são outro destaque, com o diferencial de ter maior capilaridade em municípios onde o sistema financeiro convencional possui dificuldade de alcançar, como a região da Transamazônica”, afirmou o presidente do Sistema OCB/PA, Ernandes Raiol.

 

A Agenda Política foi construída a partir das demandas levantadas pelos conselheiros da entidade que atuam como representantes dos ramos presentes no Estado. Foram elencadas as necessidades de cada ramo específico e sete prioridades gerais do setor, que são: Ampliação de Diretorias do Cooperativismo para aumentar a atuação das políticas públicas junto à gestão estadual e, consequentemente, obter uma melhor autonomia; Aplicação dos Dispositivos Constitucionais que beneficiam o segmento; Incentivo às Cooperativas de crédito através de provação da lei que garante o direito das cooperativas de crédito de participar do sistema de consignação para servidores ativos e inativos do Pará.

 

“No ápice da crise, em 2015, o setor manteve determinada estabilidade e obteve o crescimento de 1,65% no número de empregos gerados. Apesar dessa autonomia, as cooperativas compreendem a necessidade de caminhar em sintonia com o poder público. Se os setores público e privado seguem a mesma direção de contribuir para o crescimento da economia do Estado, gerando um desenvolvimento integrado a todos os paraenses, a cooperação destes esforços fará com que os resultados sejam obtidos com maior facilidade”, enfatiza Raiol.

 

Outras prioridades são promover diferimento de impostos e taxas, tais como SEMMA, ARCON, ITERPA, JUCEPA, DETRAN, SESPA, AUTARQUIAS, IDEFLOR, relativos à administração direta e indireta do Estado e regular o funcionamento, por ser empresa social, sem fins lucrativos. Disponibilizar por meio de políticas públicas linhas de crédito específicas para as cooperativas; Promover tratamento diferenciado na análise e concessão de autorização; Por meio de Políticas Públicas de incentivo promover o fortalecimento da organização e a profissionalização das cooperativas agropecuárias, similar ao Plano Safra, só que para as cooperativas; Aprovação da lei que garante o direito das cooperativas de crédito de participar do sistema de consignação para servidores ativos e inativos do Pará.

 

“Somos um segmento econômico que não para de crescer. Portanto, o cooperativismo deve ter espaço destacável nos planos de Governo dos candidatos com propostas que realmente atendam às necessidades das cooperativas. O Sistema OCB/PA também assume o compromisso de participar ativamente da construção deste ciclo de políticas públicas, estabelecendo prioridades e estando aberto ao diálogo, independentemente de bandeiras partidárias. Contamos com o seu apoio para a construção de um Pará maior e cada vez mais cooperativo”, conclui o presidente.

 

Serviço: O documento completo pode ser acessado no site paracooperativo.coop.br

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