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CEAC inaugura Biblioteca Dr. Erivaldo de Jesus

CEAC inaugura Biblioteca Dr. Erivaldo de Jesus

 

Melhoria no aprendizado, vocabulário, memória e compreensão. Esses são alguns dos benefícios gerados pela leitura, prática que a cooperativa CEAC busca estimular entre crianças e adolescentes de Castanhal, retomando a valorização do livro físico. A biblioteca da cooperativa leva o nome do Dr. Erivaldo de Jesus, ex-presidente do Sistema OCB/PA e, acima de tudo, amante da leitura.

 

A cerimônia de inauguração da biblioteca ocorreu no último dia 23 de novembro, dia em que se comemoraria os 90 anos do Dr. Erivaldo. Participaram alunos, professores, a diretoria da cooperativa e empresários locais. A família do ex-presidente da OCB/PA também participou do momento por vídeo-chamada.

 

Durante a cerimônia solene, foi feita a apresentação de atividades com os alunos, declamação de poesias e a leitura da bibliografia do homenageado, feita por um aluno da cooperativa.

 

A biblioteca é um desdobramento do Projeto Educacional Cooperativo (PEC) desenvolvido pela Cooperativa dos Educadores Autônomos de Castanhal (CEAC). Os PECs são implementados após a aplicação dos módulos do COOPERJOVEM, programa nacional que estimula a inclusão do cooperativismo na grade de ensino regular de escolas públicas e privadas.  

 

A ideia amadureceu durante a campanha do Dia de Cooperar em Castanhal, em 2019. Na ocasião, a família do Dr. Erivaldo contribuiu com o evento e comprou a ideia de apoiar na organização da biblioteca. Foram doados alguns livros pertencentes ao ex-presidente da OCB/PA. A cooperativa também uniu os livros do seu próprio acervo.  

 

A biblioteca possui cerca de 500 livros paradidáticos, infantis e juvenis, algumas leituras específicas de coleção para jovem cientistas, folclore brasileiro, corpo humano, enciclopédia geográfica, entre outros. O espaço ainda receberá doações de empresários locais e está aberto a todos que quiserem contribuir para completar o acervo. O Sistema OCB/PA também fará a doação de mais de 700 livros.

 

A intenção é que seja um projeto continuado e não apenas uma biblioteca estática. A cooperativa promoverá regularmente uma série de atividades com os alunos envolvendo a leitura coletiva, apresentações culturais e oficinas criativas. O espaço fica na escola da cooperativa que também leva o nome do Dr. Erivaldo de Jesus, no centro de Castanhal.

 

“Já mandei convite a autores e escritores da nossa região para fazermos algumas atividades com os alunos. Não queremos que os livros fiquem apenas nas estantes. Pelo contrário, queremos que nossas crianças e adolescentes tenham carinho por esse espaço e, assim, aproveitem da melhor maneira aquilo que os livros podem nos oferecer”, reiterou a presidente da CEAC, Kátia Cilene.

 

Um dos objetivos do PEC é mostrar a importância do livro em comparação com outras plataformas de leitura digital que a tecnologia proporciona. Um estudo conduzido pela Universidade da Califórnia (EUA) mostrou que leitores de livros de papel assimilaram 50% mais palavras novas do que os leitores das mesmas obras em e-book. Paralelamente, observou que as crianças que têm o interesse por livros infantis estimulado pelos pais conseguem construir frases completas mais cedo que as crianças que só veem TV.

 

“Hoje em dia, vemos poucas pessoas com o livro físico. Ele está sendo perdido com os meios tecnológicos. Isso é muito prejudicial. A finalidade da biblioteca é lutar para que os livros não se acabem, incentivar cada vez mais a leitura de modo que seja um hábito do nosso dia a dia. Não podemos deixar de ter esse costume”, enfatizou Kátia.

 

 

O Homenageado

O doutor Erivaldo de Jesus Araújo foi um dos presidentes da Organização das Cooperativas Brasileiras no Estado do Pará (OCB/PA). Chamava a atenção pela pessoa que era, seu conhecimento e caráter. A cooperativa CEAC pôde homenageá-lo ainda em vida, colocando o seu nome em uma de suas escolas.

 

“Ficou muito contente, enviou-nos até uma carta de agradecimento. Gostava muito da parte de educação e acreditava que isso poderia mudar o mundo. Ficou muito lisonjeado em ter seu nome em uma escola, principalmente uma instituição de ensino baseada no cooperativismo”, completou Kátia.

 

A CEAC

A cooperativa CEAC atende atualmente 466 alunos, divididos em sete escolas localizadas dentro de Castanhal, nos bairros do Jaderlândia, Ianetama, Milagre, Pirapora e Americano. No total, são 23 professores cooperados e 3 funcionários. Já é uma escola tradicional no município com 20 anos de atuação na educação infantil, de 4 a 5 anos, e fundamental do 1º ao 5º ano.

 

Um dos seus diferenciais é formar crianças com base nos princípios cooperativistas e no empreendedorismo coletivo. “Sempre levamos o nome da CEAC como um dos grandes exemplos de cooperativa no ramo educacional que deu certo. Agradeço também a homenagem feita ao nosso antigo presidente Erivaldo, o que mostra o carinho que a cooperativa sempre teve para com a instituição. A recíproca também é verdadeira. Continuaremos apoiando no que for possível para o desenvolvimento da CEAC”, enfatizou o presidente do Sistema OCB/PA, Ernandes Raiol.

 

Rede CataPará realiza encontro para discutir futuro dos resíduos na RBM

Rede CataPará realiza encontro para discutir futuro dos resíduos na RBM

O mercado da reciclagem ajuda o meio  ambiente, a sociedade e milhares de famílias em todo o Estado.

 

 O aterro sanitário de Marituba está com os dias contados e - apesar disso - ainda não se tem a clareza de como será após o fechamento do aterro, marcado para maio de 2021. Para discutir e levantar alternativas, a Rede realiza nesta sexta (27) o Grande Encontro de Cooperativas e Associações da Rede CataPará com o tema: “Na Busca de Soluções para o Destino Final dos Resíduos Sólidos na Região Metropolitana de Belém”, no Auditório Jerônimo Rodrigues, no Escritório Central do Grupo Líder, que apoia o evento junto com o Sistema OCB-PA.

A Rede CataPará atua há 5 anos de forma a representar, dialogar e se relacionar com as empresas e poder público em relação às atividades do segmento da economia solidária de cooperativas e associações da reciclagem de materiais reutilizáveis. Atualmente, são 40 instituições de todo o Estado a comporem a Rede. “O nosso objetivo maior é promover esse diálogo entre as instituições para que possamos chegar a melhor alternativas para todos. Por isso, convidamos os prefeitos eleitos, candidatos e demais interessados nesse debate para que juntos possamos traçar ações factíveis para a Região Metropolitana de Belém, que hoje vive uma situação dramática com relação ao tratamento de resíduos sólidos”, afirma a diretora da Rede CataPará e presidente da Cooperativa COCAVIP, Nádia Luz.

Na Grande Belém, existem quatro cooperativas regulares pelo Sistema OCB-PA: COCAVIP, CONCAVES, Filhos do Sol e COOTPA. “Uma das nossas preocupações e apoiar essas cooperativas no sentido da estruturação do negócio dentro da maturidade de gestão em que ela se encontra neste momento. Por exemplo, há cooperativas que ainda precisam organizar a operação e há cooperativas que já estão organizando a gestão. São diferentes níveis de negócio, mas que estão ligados pelo mesmo eixo da cooperação e união. E elas estão cientes do seu papel e importância para a vida dos municípios”, enfatiza o presidente do Sistema OCB-PA, Ernandes Raiol.

Para se ter uma ideia do quanto essa discussão é essencial, em média, cerca de 1.300 toneladas de resíduo são descartados por dia no Aterro de Marituba, com uma média de 40 tonelada por mês. A operação é tão intensa que é necessário o processamento durante 24 horas em 6 dias por semana. Aos domingos, a operação encerra às 16h.

“Agora, imagine para onde vai todo esse resíduo se ainda em novembro ainda não se decidiu alternativas?”, enfatiza Nádia.

As inscrições para o Grande Encontro da Rede CataPará são gratuitas. Para se inscrever clique aqui.

Cooperativas promovem ações de educação financeira

Cooperativas promovem ações de educação financeira

 

 

A 7ª Semana Nacional de Educação Financeira (ENEF) segue entre os dias 23 e 29 de novembro com uma vasta programação promovida pelas cooperativas. São cursos, oficinas e projetos inovadores para estimular boas práticas na utilização do próprio dinheiro. Confira a agenda de ações e participe!

 

O Instituto Sicoob produziu a Jornada da Cidadania Financeira com a proposta de apontar caminhos e dicas, ampliando o seu conhecimento sobre educação financeira, de acordo com as recomendações dos órgãos reguladores. São episódios no seu canal no YouTube que falam sobre temas importantes, como orçamento, reserva financeira, planejamento, sonhos, investimento, sistema financeiro, crenças limitantes, entre outros.

 

Também estão sendo realizadas palestras ao vivo. Nesta terça (24), o Instituto SICOOB promove a palestra online “Educação Securitária, reduz o impacto diante do imprevisto” com Daniely Ferreira. O evento ocorre de 14h as 15h e será voltado para jovens e adultos. O link para participação será: https://bit.ly/35Krymj

 

 

SICREDI

 

Em 2020, a Semana ENEF marca o lançamento do Programa “Cooperação na Ponta do Lápis”, do Sistema SICREDI. Composto por ações planejadas de modo que atendam necessidades de jovens, crianças e adultos, a iniciativa busca levar educação financeira para as regiões em que a instituição financeira cooperativa atua, apoiando diretamente os associados e as comunidades locais.

 

O Programa foi criado e está sendo implementado de maneira conjunta entre as cooperativas, centrais e a Fundação Sicredi, aproveitando todo o conhecimento e experiência dos profissionais da instituição sobre o tema. Por meio de uma metodologia própria, a iniciativa fornece subsídio para nortear a realização de ações de educação financeira em toda a área de atuação do Sicredi, que hoje está presente em mais de 1,4 mil municípios em 23 estados e no Distrito Federal.

 

O evento ocorre virtualmente ente os dias 23 e 29 de novembro, com o tema “Resiliência Financeira: Como atravessar a crise?”. Durante a semana, todas as agências da Cooperativa Sicredi Sudoeste MT/PA realizarão ações com este tema. Confira a programação com sua agência e participe!

Parauapebas busca desenvolver cadeia de gemas e joias

Parauapebas busca desenvolver cadeia de gemas e joias

 

O valor agregado na verticalização de gemas orgânicas pode chegar até a 500% do valor original, benefício que trará ainda mais desenvolvimento para Parauapebas e região. A Prefeitura municipal, por meio da SEDEN, e o Governo do Estado, via SEDEME, buscam fomentar a atividade. Uma das opções, apresentadas em Encontro Setorial ocorrido no último dia 18, é a organização dos produtores em cooperativas.  

 

O encontro setorial trouxe o tema “Gemas e Joias: Parauapebas em Foco”, com a intenção de desenvolver a cadeia produtiva por meio da verticalização na região de integração Carajás. A organização foi feita pela Diretoria de Geologia, Mineração e Transformação Mineral (DIGEM), da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico, Mineração e Energia (SEDEME).

 

A mineração é o principal motor da economia de Parauapebas, em especial do ferro. No entanto, a cidade também é rica em outras vertentes minerais, como o ouro e pedras preciosas, hoje retiradas e exportadas para fora do município. A proposta da SEDEN e da SEDEME é incentivar essa comercialização, mas com o beneficiamento trabalhado em Parauapebas.

 

Para isso, estão sendo desenvolvidas políticas públicas de fomento. O primeiro passo foi a oferta do curso de Lapidação de Pedras Preciosas, ocorrido na Agrovila de Palmares Sul. Também já está sendo planejada outra turma. Concomitante à qualificação, articula-se a organização social dos produtores. Já existe um grupo de lapidários que têm interesse em constituir cooperativa para organizar a produção e a comercialização.

 

“Nosso papel, como representantes do Sistema OCB/PA, é orientar os produtores sobre o modelo cooperativista de empreendedorismo e apoiar a constituição dessas iniciativas. É um ramo muito promissor. No Estado, somente Belém, Parauapebas e Itaituba realizam esse trabalho com joias. Parauapebas é a única que tem, além do ouro, as pedras preciosas”, explicou a técnica de operações do Sistema OCB/PA, Flávia Gil.

 

O Encontro Setorial foi uma oportunidade para conhecer melhor os produtores, mostrar as possiblidades e instituições que podem apoiá-los. Também foram apresentadas as ofertas de crédito pessoal do Banpará, Banco da Amazônia e Banco do Povo.

 

“Tivemos um salto bastante positivo, inspirando alguns empreendedores a exercer suas funções de ourives, lapidários com excelência e incentivando o aperfeiçoamento e contínuo crescimento da atividade econômica. A OCB/PA é um parceiro de fundamental importância nesse processo, já que é necessário estimular a potencialização da cadeia produtiva e melhores condições de crédito no mercado”, reiterou a coordenadora de gemas e metais preciosos, Beatriz Oliveira.

 

Dentro das programações, também foram feitas visitas técnicas de representantes da Diretoria de Indústria, Comércio e Serviço da SEDEME às cooperativas Mulheres de Barro e COOPERTURE. O objetivo foi conhecer as singulares e levantar informações sobre suas necessidades para o fortalecimento das atividades e verticalização da produção.

 

O SETOR

Além de estar dentro do cenário internacional da mineração, Parauapebas apresenta em seu entorno grande oferta de quartzo gemológico, significativa produção de ouro de garimpo e ainda produção de gemas orgânicas, que poderão ser usadas na fabricação de quartzo através de irradiação comercial. Isso, para intensificar a cor original da pedra ou até mesmo dar uma nova cor a ela, e assim agregar um valor que pode chegar a, no mínimo, 500% em relação ao valor original.

 

Um dos planos de Governo da Prefeitura é a implantação do Polo Joalheiro de Parauapebas, que transformará o município num grande centro gerador de renda e mão-de-obra joalheira com uso de riquezas da região. Também se prevê a criação do Polo Tecnológico de Gemas e Joias, para formar profissionais em diferentes especialidades da indústria joalheira, tais como: Gemologia e geologia de Gemas, CAD Designers voltados para a produção de joias e acessórios amazônicos, especialistas em fundição em cera perdida, entre outros.

 

“Nosso plano de trabalho é estimular o design de joias e principalmente a lapidação. O que vai gerar emprego, renda, ocupação, imposto e vai transformar nossa cidade em um ponto turístico comercial. Acompanhando também esse processo, queremos transformar a parte de ourivesaria em produção industrial, produzindo foleados. Temos todas as matérias primas necessárias para fazer isso”, explicou o diretor de desenvolvimento econômico da SEDEN, Raimundo Matias.

CAMPPAX recebe visita da Nuts BR

CAMPPAX recebe visita da Nuts BR

Objetivo da visita foi de conhecer a produção de castanha do Pará.

 

Do Espírito Santo a São Félix do Xingu. Esse foi o trajeto percorrido pela parceria entre a empresa Nuts BR e a CAMPPAX. A Nuts faz a captação em todo o Brasil de produtos com potencial para comercialização nos mercados interno e externo. Já a CAMPPAX é uma cooperativa que está investindo na verticalização e no desenvolvimento de São Félix do Xingu, em especial dos seus 226 cooperados.

 

Foi por meio do Sistema OCB-PA que esse elo se construiu. “Entramos em contato com o Sistema OCB-PA para nos apresentar, contar sobre o nosso trabalho e – se possível – estabelecer uma ponte entre a Nuts BR e as cooperativas paraenses e dentro de todo o processo fomos muito bem recebidos e esclarecidos. A CAMPPAX é uma cooperativa que tem muito potencial de produtos e mercados. Estamos certos de que vamos conseguir estabelecer um relacionamento daqui para frente”, conta Welton do Nascimento, sócio da Nuts BR.

 

A visita ocorreu no dia 11 de novembro. Welton foi acompanhado pelo técnico em cooperativismo do Sistema OCB-PA, Deivison Pinheiro, que o apresentou um pouco do cooperativismo paraense. “As cooperativas paraenses tem muito potencial e estão investimento em gestão, qualificação e melhores formas de acessar os mercados. A CAMPPAX é uma das que mais crescem no Estado, com capacidade e visão de mercado”, afirma Deivison.

 

Esse processo de expansão pode ser visto na prática pelo investimento na nova fábrica da cooperativa, que deve ficar pronta ainda este ano. Em números, as amêndoas de cacau ainda lideram a produção com média de 350 toneladas por ano. Em segundo lugar, fica a castanha do Pará, com uma faixa entre 96 e 120 toneladas por ano. “Mas temos capacidade para produzir muito mais do que isso. Só de cacau, podemos aumentar até 3 mil toneladas e de castanha pelo menos 4x mais. Ainda não estamos operando nessa capacidade porque ainda nos falta mercado”, explica Ilson Martins Silva, coordenador Comercial da CAMPPAX.

 

“O nosso papel quanto um sistema voltado para as cooperativas é também de abrir esse caminho, estreitar mercados e atores estratégicos – como a Nuts Br – para assim fazer com que esse grande movimento cooperativista ganhe cada vez mais espaço”, esclarece Ernandes Raiol, presidente do Sistema OCB-PA.

 

Welton do Nascimento é um cooperativista de raiz. Conheceu o cooperativismo em 2004, foi técnico de cooperativismo do SESCOOP Espírito Santo e se apaixonou pelas possibilidades que o cooperativismo pode representar na vida das pessoas. “Apesar de ter saído do SESCOOP, a minha paixão pelo cooperativismo, por esse modo de fazer negócio em cooperação, de forma ética e transparente, é que hoje orienta todo o nosso negócio. A Nuts sempre faz essa ponte com as unidades estaduais como forma de preservar e criar relacionamentos de confiança e de forma duradoura. O nosso objetivo é fazer negócio em todos possamos ganhar valores justos, de maneira clara e permanente”, enfatiza Welton.

 

Na bagagem, o sócio da Nuts Br levou amostras de produtos para já começar sondar mercado e colocar em prática essa parceria, que está só no começo. “Mesmo que demore um pouco para conseguirmos celebrar a comercialização da castanha junto com a Nuts, estamos certos de que já estabelecemos uma parceria que pode nos ajudar muito a superar fatores que eles já estão consolidados. Isso pode nos dá velocidade, porque o fato é que nós somos produtos, ainda estamos aprendendo a ser gestores com a prática e no dia a dia”, finaliza o coordenador Comercial da CAMPPAX.

 

Simpósio Marajoara discute fortalecimento de cooperativas agro

Simpósio Marajoara discute fortalecimento de cooperativas agro

 

As cooperativas têm se mostrado como uma alternativa eficaz para o desenvolvimento socioeconômico das regiões do Estado, inclusive nos municípios do Marajó. Dentro das programações do SIMECT 2020, promovido pelo IFPA Campus Breves, o tema será discutido em mesa redonda com a participação do SESCOOP/PA. Será nesta sexta (20), às 16h, em sala virtual disponibilizada apenas aos participantes do evento. Participe!

 

O Simpósio Marajoara de Educação, Cultura, Ciência e Tecnologia (SIMECT 2020) é um evento multidisciplinar realizado pelo Instituto Federal do Pará - IFPA Campus Breves, com o objetivo de despertar, nos jovens, o interesse pela ciência, tecnologia, inovação e educação como elementos desencadeadores de desenvolvimento regional e pessoal, através de diversas atividades como exposições, oficinas, palestras, apresentações culturais, dentre outras.

 

O SESCOOP/PA participará da mesa redonda “Incubação de Empreendimentos Econômicos Solidários e Cooperativas: Ações de Fortalecimento do Setor Agropecuário na Amazônia Paraense”. O objetivo da atividade é apresentar ações de Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária voltadas a atender Empreendimentos Econômicos Solidários e Cooperativas Agropecuárias no Estado do Pará.

 

“Iremos apresentar o que já temos desenvolvido no ramo agropecuário ao longo do Estado e como podemos replicar esse modelo na região marajoara. Onde há iniciativas cooperativistas, comprovadamente, há melhores índices de desenvolvimento humano pela inclusão socioeconômica que proporciona”, explicou o superintendente do SESCOOP/PA, Júnior Serra.

 

Serão apresentadas possibilidades voltadas à formação de novos agentes de Assistência Técnica e Extensão Rural (ATER) em regiões Paraense, com perspectivas para a Região do Marajó.

 

“É importante provocar em docentes e discentes a necessidade de se implementar ações voltadas à incubação de cooperativas no Arquipélago do Marajó, assim como repensar formas, métodos e metodologias utilizadas para formação de novos Profissionais a serem formados pelo IFPA-Campus Breves”, explicou o professor mestre do IFPA Campus Breves, Wagner Nascimento.

 

Inscreva-se: https://doity.com.br/simect2020

BNDES oferece linha para modernizar frotas

BNDES oferece linha para modernizar frotas

 

O Governo Federal, por meio da linha Moderforta do BNDES, está oferecendo um montante adicional de R$ 740 milhões para suprir a demanda de financiamentos ao setor agropecuário. Cooperativas e produtores rurais podem solicitar financiamento para aquisição de tratores, colheitadeiras, plataformas de corte, pulverizadores, plantadeiras, semeadoras e equipamentos para beneficiamento de café.

 

O BNDES não limita valor máximo de financiamento e admite a concessão de mais de um crédito para o mesmo cliente final por Ano Safra, quando a atividade assistida requerer e ficar comprovada a capacidade de pagamento do cliente. Produtores rurais (pessoas físicas ou jurídicas) e cooperativas de crédito com faturamento até R$ 45 milhões podem solicitar o crédito diretamente ao Banco ou por meio dos agentes financeiros credenciados.

 

Pode ser financiado, de forma isolada ou associada a um projeto de investimento, os itens: Tratores e implementos associados; colheitadeiras e suas plataformas de corte; equipamentos para preparo, secagem e beneficiamento de café; máquinas agrícolas autopropelidas para pulverização e adubação. Os bens devem ser credenciados pelo BNDES ou importados sem similar nacional, com a devida comprovação.

 

Também é possível financiar Itens usados, desde que revisados e com certificado de garantia emitido por Concessionário Autorizado: Tratores e colheitadeiras com idade máxima de 8 e 10 anos, respectivamente, isolados ou associados com sua plataforma de corte; máquinas agrícolas autopropelidas para pulverização e adubação, plantadeiras e semeadoras com idade máxima de cinco anos.

 

Para solicitar, basta procurar uma instituição financeira credenciada (agente financeiro) que informará a documentação necessária, analisará a possibilidade de concessão do crédito e negociará as garantias. Após aprovada, a operação será encaminhada ao protocolo do BNDES para homologação e posterior liberação dos recursos.

 

Para empresas que faturem acima de R$ 40 milhões e pedidos de financiamento acima de R$ 10 milhões, é necessário, Antes do envio da solicitação de apoio direto, que o cliente possua habilitação junto ao BNDES. Para isso, é necessário acessar o Portal do Cliente. O sistema realiza diversas análises automáticas e o pleito poderá ser redirecionado para outros canais.

 

Após a conclusão dessa etapa, basta acessar o mesmo Portal do Cliente e protocolar o seu pedido de financiamento, na parte de Solicitações de Financiamento.

 

Para mais informações: (91) 99346-9466 - Edilson Oliveira
(Analista de Desenvolvimento do SESCOOP/PA)

Declaração de Aptidão é a porta de entrada de pequenos produtores às políticas Públicas

Declaração de Aptidão é a porta de entrada de pequenos produtores às políticas Públicas

Representantes SEDAP, SISTEMA OCB-SESCOOP/PA, EMATER/PA e SENAR/PA

 

É por meio dela que se acessa desde o Pronaf à aposentadoria rural.

 

A Declaração de Aptidão ao Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (DAP) é gratuita e é um dos documentos mais importante para a vida do agricultor familiar. É por meio dela que as famílias podem acessar diferentes políticas públicas, como: crédito à reforma agrária (assentamentos do Governo Federal), programa de habitação rural, certificações e comercialização de alimentos para a merenda escolar.

 

A DAP é direcionada para os agricultores familiares tradicionais, pescadores artesanais, aquicultores, silvicultores, extrativistas, quilombolas, indígenas, assentados da reforma agrária e do Programa Nacional de Crédito Fundiário (PNCF) (esses públicos estão definidos pela Lei 11.326, de 24 de julho de 2006). É um documento que funciona como o RG do agricultor familiar. É expedido pela Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado do Pará (Emater), Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (INCRA), Superintendência do Patrimônio da União (SPU) e sindicatos rurais. Pode ser obtida tanto pela agricultora e agricultor familiar (pessoa física) quanto pelo empreendimento familiar rural como associações, cooperativas e agroindústrias (pessoa jurídica).

 

Em média, são emitidas 20 mil declarações pela Emater por ano. O prazo é de até 30 dias para a emissão do documento. Em via de regra, há algumas exigências para que o produtor acesse a declaração: a propriedade deve ter até quatro módulos fiscais, a renda bruta familiar deve ser 51% proveniente da propriedade, a mão de obra deve ser na maioria composta de membros da família e – sobretudo – o negócio deve ser conduzido pela família. É realizada uma vistoria na propriedade para validar todas as informações.

 

“Quando a DAP foi criada nos anos de 1990, a principal finalidade dela é o crédito rural (Pronaf), mas isso mudou, amadureceu. Hoje, são 15 políticas públicas disponíveis, como eletrificação rural, aposentadoria rural, Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE). São diversas políticas públicas ao alcance dos pequenos produtores que, sem a DAP, eles não vão conseguir acessá-las”, esclarece Thiago Leão, coordenador do Núcleo de Supervisão Estadual II da Emater Pará.

 

Por toda essa importância e como forma de proteger as famílias, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), por meio da Secretaria de Agricultura Familiar e Cooperativismo (SAF), prorrogou o prazo de validade das DAPs devido à pandemia do novo coronavírus. A Portaria n° 129, publicada no Diário da União, no dia 24 de setembro, estabelece que será prorrogada por 6 meses a vigência das declarações com vencimento entre os dias 24 de setembro e 31 de dezembro de 2020. Já as declarações que expiram entre os dias 1º de janeiro de 31 de março de 2021 terão a validade estendida por 3 meses.

 

As alterações serão realizadas diretamente nas DAPs, de forma automática, e poderão ser consultadas no "Extrato DAP" que está disponível no endereço eletrônico http://smap14.mda.gov.br/extratodap/. Em março, o Mapa já havia feito uma primeira prorrogação da validade das DAPs por causa da pandemia.

 

A medida ocorre com o objetivo de evitar a locomoção de agricultores até os órgãos e entidades emissoras de DAP na busca pela renovação do documento e para garantir aos beneficiários a continuidade do acesso às políticas públicas da agricultura familiar. A decisão leva em consideração o estado de calamidade pública, reconhecido pelo Decreto Legislativo nº 6, de 20 de março de 2020, do Congresso Nacional, decorrente da pandemia da Covid-19 causada pelo Coronavírus.

 

Levantamento realizado pela Coordenação do Cadastro da Agricultura Familiar da SAF aponta que, com a iniciativa, mais de 846 mil DAPs terão sua vigência prorrogada, garantindo que milhares de agricultores familiares continuem acessando programas e projetos executados pelo Mapa.

 

No Pará, as DAPs de Pessoa Física, o número de DAPs expiradas (fora da validade) é de 256.508 (75%), canceladas 11.152 (3%), suspensas 21.103 (6%) e apenas 55.990 (16%) válidas. De Pessoa Jurídica, ativas 181 (40%), expiradas 232 (51%), canceladas 2 (0,4%), suspensas 42 (9%).

 

“É muito importante que os agricultores estejam cientes do quanto essa DAP é importante e o quanto isso é essencial para a vida deles quanto empreendedores rurais”, enfatiza Ernandes Raiol, presidente do Sindicato e Organização das Cooperativas Brasileiras do Estado do Pará (Sistema OCB-PA).

 

Para melhorar evidenciar a importância desse documento, a Sedap realizou uma reunião com o Sistema OCB-PA, Emater, Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar), Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (SESCOOP/PA), Pará Rural e Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae-PA), no último dia 3, na sede da Secretaria, com o objetivo de apresentar esse cenário das DAPs no Estado.

 

“O nosso objetivo é atuar em parceria com todas as entidades que atuam com a agricultura familiar para que juntas possamos fazer uma campanha de esclarecimento desse público sobre a importância desse documento”, explica Nonato Ferreira, coordenador de planejamento da Sedap.

 

Para obter a DAP são necessários os seguintes documentos:

 

- Carteira de identidade (RG);      
- CPF;   
- Documentos do/a cônjuge: RG e CPF (apenas para as pessoas casadas ou sob regime de união estável).

- Documento que comprove a propriedade ou utilização do imóvel: escritura, contrato, título de posse, entre outros;         
- Comprovante de residência;
- Relatório do rendimento bruto obtido nos últimos 12 meses, relativo à atividade rural.

 

Quando é necessário renovar sua DAP?    

  
A DAP é renovável a partir do momento que a validade chegar ao fim (ao completar dois anos de emissão) ou ocorrer alguma mudança significativa na condição de vida do(a) agricultor(a) familiar:  


- Estado Civil (Ex: separação, casamento etc.)       
- Condição e uso da terra (Ex: mudança de localização do imóvel)
- Endereço do imóvel utilizado ou de residência do agricultor familiar       
- Renda. (Ex: demissão, novo emprego, etc.)

Na Mídia destaque para a COOPERCON/PA

Na Mídia destaque para a COOPERCON/PA

 

O cooperativismo é destaque na mídia nos jornais Diário do Pará e O Liberal.


MBA leva novas perspectivas para o cooperativismo do oeste do Pará

MBA leva novas perspectivas para o cooperativismo do oeste do Pará

Um dos resultados está na consolidação da intercooperação em um dos principais polos da região, a cidade de Santarém.

 

A região oeste do Pará é uma das mais prósperas para a consolidação do cooperativismo. Santarém foi o primeiro município a receber serviços locais, fora da capital paraense, e grandes projetos do Sindicato e Organização das Cooperativas Brasileiras do Estado do Pará e Serviço Nacional de Aprendizado do Cooperativismo do Estado do Pará (Sistema OCB-SESCOOP/PA) como o Dia de Cooperar, em 2014 e o primeiro Escritório do Sistema OCB-SESCOOP/PA. Não à toa a região mostra-se cada vez mais atrativa ao crescimento de negócios cooperativistas e foi por esse motivo que o Sistema iniciou em 2019, em parceria com a Faculdade Unimed, o MBA em Gestão de Cooperativas no município de Santarém. No total, são 35 alunos de nove cooperativas da região.

 

De acordo com a Faculdade Unimed, o MBA em Gestão de Cooperativas visa estimular e contribuir para uma formação crítica, reflexiva e criativa para que os gestores sejam capazes de intervir do negócio cooperativo com uma visão ampla, com maior eficiência nos processos de decisão, formulação de estratégias junto às cooperativas e ao mercado. Para isso, o MBA possui disciplinas que incentivam e facilitam a competência de estruturar, analisar e sintetizar informações relacionadas às áreas da gestão, governança, comunicação, planejamento e liderança com maior compreensão sobre as especificidades das cooperativas, tanto em relação ao referencial teórico-metodológico, quanto à práxis cooperativa e sua realidade organizacional.

 

A carga horária total do curso é de 370 horas, com encontros mensais. Dentro da grade curricular, são trabalhadas as disciplinas: Pensamento Econômico Cooperativo, Introdução à Economia Brasileira, Planejamento Estratégico, Direito das cooperativas, Governança corporativa: gestão e direção nas sociedades cooperativas, Plano de negócios, Contabilidade e análise do desempenho das empresas, Técnica de negociação, Estratégias e marketing, Gestão de pessoas e equipes, Gestão financeira, Sistemas de informação gerencial e processos decisórios, Investimentos e planejamento financeiro, entre outras previstas em edital.

 

De acordo com a plataforma SOU.COOP, que reúne dados atualizados das cooperativas registradas no Sistema OCB/PA, o cooperativismo está presente em dez municípios na região oeste: Santarém, Óbidos, Oriximiná, Belterra, Alenquer, Mojuí dos Campos, Monte Alegre, Uruará, Rurópolis e Juruti. No total, são 33 cooperativas que congregam 24.369 cooperados e 384 empregados.

 

Desse total, Santarém congrega 22 cooperativas ativas e regulares com o Sistema OCB-SESCOOP/PA, sendo que, aproximadamente, 50% são do ramo agropecuário, que também possui o maior número de cooperados: 727. Outro destaque é o ramo da Educação, que congrega 60% do total das cooperativas desse segmento no Estado. Em geração de empregos, o ramo Saúde lidera com 190 empregados. A Unimed Oeste possui 92% deste total. Isso significa que sozinha, a Pérola do Tapajós possui 6.125 cooperados e 206 empregados.

 

Irineu Grigoletto, gerente regional de Desenvolvimento da SICREDI Grandes Rios.

 

“O maior ganho deste MBA é a possibilidade que as cooperativas tiveram em olhar para dentro das próprias estruturas e avaliar quais mudanças deveriam realizar para que o processo de governança evolua e também possa estruturar a sua atividade para estar de forma competitiva no mercado e por esse MBA ser regionalizado possibilita tratar de assuntos relacionados ao dia a dia das cooperativas daqui. Isso é muito mais assertivo. Esse envolvimento com todas as cooperativas de todos os segmentos enriquece a dinamicidade e o aprofundamento dos temas abordados por meio das disciplinas apresentadas pela Faculdade Unimed”, comentou Irineu Grigoletto, gerente regional de Desenvolvimento da SICREDI Grandes Rios.

 

Segundo o presidente do Sistema OCB-SESCOOP/PA, Ernandes Raiol, essa primeira turma já demonstra um bom resultado no fortalecimento do cooperativismo na região. “Já percebemos melhorias na adoção de novas práticas, na demonstração de um grau de profissionalismo, ousadia e inovação, sobretudo com os movimentos que temos visto, desde a participação dos alunos na campanha do Dia de Cooperar 2020 e – mais recentemente – no “InterCoopera Santarém”, organizado pela Unimed Oeste”, comenta Raiol.

 

Este ano, a já tradicional campanha nacional de voluntariado cooperativista precisou ser reformulada e aplicar o princípio mais importante do cooperativismo: a ajuda mútua. Com a crise provocada pela pandemia, dezenas de pessoas de cooperativas ficaram em situação de vulnerabilidade social e econômica. Para amenizar esses efeitos, a campanha do Dia de Cooperar 2020 se voltou para a arrecadação de cestas básicas e produtos de higiene. Em Santarém, esse movimento foi liderado pela professora do MBA de Gestão de Cooperativas, Carmem Andrade, que incentivou os alunos a realizaram uma campanha singular para ajudar esse público. Resultado: surgiu a campanha “Convide-19”, em que cada aluno se comprometia em convidar pelo menos 19 pessoas para participar ou fazer alguma doação.

No total, foram arrecadas 360 cestas básicas e 153 itens de higiene e mais cestas com frutas, hortaliças e legumes, tudo entregue para quatro cooperativas e instituições beneficentes de Santarém.

 

Ainda dentro das ações do Dia de Cooperar, as cooperativas Coopsostenes e Unimed Oeste do Pará realizaram uma ação de intercooperação para disponibilizar serviços de saúde e de teleatendimento para a população, tudo de maneira gratuita. A ação ocorreu no Colégio Batista, mantido pela Coopsostenes, no Dia Internacional do Cooperativismo.

 

No último dia 6, a Unimed Oeste do Pará realizou mais um evento de intercooperação: o InterCoopera Santarém, que abordou temas essenciais para o crescimento do setor, como gestão financeira, marketing digital e contabilidade para cooperativas, tudo de maneira gratuita na sede da cooperativa.

 

“A Unimed Oeste é um grande exemplo de que o cooperativismo dá certo. Por isso, essas iniciativas evidenciam as excelentes oportunidades para colocarmos em prática o princípio da intercooperação, de trabalharmos juntos em prol de um cooperativismo mais forte”, enfatiza Raiol.

OCB/PA beneficiou mais de 4 mil pessoas em outubro

OCB/PA beneficiou mais de 4 mil pessoas em outubro

 

Em outubro, foram beneficiadas 4.707 pessoas em ações como fomento a mercado, monitoramento e formação profissional. Um dos destaques foi a apresentação da Agenda Política do Cooperativismo Paraense 2020 aos candidatos a vereador e prefeito. As 122 ações do Sistema OCB/PA no mês atenderam diretamente 1.154 pessoas em diversos municípios do Pará.

 

Na área de representação política, o Sistema OCB/PA realizou o lançamento oficial da “Agenda Política”. Para o evento foram convidados os candidatos aos cargos majoritários e proporcionais. Participaram o candidato à Prefeitura de Belém Delegado Federal Eguchi (Patriota) e o candidato a vice-prefeito na chapa de Vavá Martins (Republicanos), Sargento Gonçalves.  José Priante (MDB), que havia confirmado presença, não compareceu.

 

“O nosso objetivo com esse documento é deixar claro que nós sabemos quem somos, sabemos onde podemos chegar e de que forma precisamos chegar. Nós queremos levar essa experiência da Frencoop estadual para a esfera municipal porque já estamos tendo resultado e queremos levar para mais perto das cooperativas. Por isso, fizemos esse documento com o foco nos municípios”, explicou o presidente do Sistema OCB/PA, Ernandes Raiol.

 

Na área de formação profissional, foram realizadas 28 ações com 532 pessoas atendidas diretamente e 842 beneficiadas de 43 cooperativas. Alguns deles foram o Curso de Análise de Crédito para cooperativas financeiras; Curso de Atualização de Técnicos de Cooperativas no Sistema de Produção de Soja; Módulo de Empreendedorismo do Programa Aprendiz Cooperativo; Curso de Desenho Institucional (6DS + DI); entre outros.

 

Na área de monitoramento, foram realizadas 37 ações com 126 pessoas atendidas diretamente e 1915 pessoas beneficiadas. As orientações para cadastramento na plataforma SOUCOOP foi o destaque. O objetivo da plataforma é poder congregar dados das cooperativas para diagnóstico nacional. Também foi feita participação em assembleias gerais ordinárias e extraordinárias de cooperativas, como a COOPSAN, UNIFARMA, COOPERBELÉM e na constituição da Cooperativa de Serviços de Refrigeração.

 

Já o Programa de Orientação Cooperativista (POC) beneficiou 590 pessoas de 21 grupos, entre os quais: Cooperativa Agropecuária de Uruará; Quilombo no Moju; Comunidade Santo Antônio de Ulindeua; Cooperativa COOPERMARÓ de Santarém; Cooperativa COOAMA; Grupo de extrativistas vegetais de Belterra; Cooperativa de Engenheiros Civis COOPERCON; Cooperativa CEMTA

 

Na área de fomento a mercado, foi feito um teste de lançamento do aplicativo ComprasCoopPa em Belém, na Feira do Produtor Rural do SEBRAE/PA. Também foi feita visita técnica na D’IRITUIA para apresentação do projeto de verticalização à SEDEME. A singular busca projeto de extração e beneficiamento de óleo tucumã.

 

“Os números do relatório mostram que, embora seja um ano difícil, o Sistema OCB/PA e as cooperativas continuam na missão de desenvolver o cooperativismo no Estado. Esse é o caminho, por meio da formação profissional, organização produtiva e aprimoramento da gestão”, reiterou Raiol.

 

Veja o relatório na íntegra

OCB e BC realizam Semana da Educação Financeira

OCB e BC realizam Semana da Educação Financeira

 

 

Vem aí a Semana Nacional de Educação Financeira!

 

Para ir entrando no clima, participe do webinário “Histórias de vida e ideias para a Semana Enef 2020”,  uma parceria do Sistema OCB com o Banco Central do Brasil.

 

Vamos discutir temas como finanças pessoais e endividamento.

 

‍ O encontro é parte do Programa de Formação de Facilitadores em Gestão de Finanças Pessoais (PFFGFP), do SESCOOP, mas a participação é aberta ao público em geral.

 

Data: 13/11

Horário: de 14h às 15h30

 

Participe! Para se inscrever, é só clicar aqui.

 

#educaçãofinanceira

#somoscoop

 

InterCoopera: Unimed Oeste do Pará fará mentoria de cooperativas

InterCoopera: Unimed Oeste do Pará fará mentoria de cooperativas

 

Em iniciativa inovadora e pioneira de intercooperação, a Unimed Oeste do Pará fará o acompanhamento da gestão de cooperativas de menor porte da região. Durante a programação do InterCoopera Santarém foi feito um sorteio entre as cooperativas presentes e a selecionada foi a CoopSóstenes, que receberá seis meses de mentoria de profissionais especialistas da singular médica. A programação ocorreu na última sexta (06), com a participação de 11 cooperativas.

 

O evento foi totalmente gratuito e teve o objetivo de fomentar conhecimento técnico e prático para o crescimento das cooperativas. Na Programação, houve palestras sobre Gestão de Cooperativas, Sustentabilidade, Gestão Financeira, Marketing Digital e Contabilidade para Cooperativas. A equipe de palestrantes é formada por especialistas da própria Unimed Oeste do Pará.

 

“Por sermos um setor muito auditado, passamos por muitas fiscalizações e, consequentemente, por diversas atualizações profissionais. No entanto, era um conhecimento que até então estava restrito a quatro paredes. Por isso sentimos a necessidade de nos aproximar das cooperativas e fazer com que todos cresçam juntos”, explicou o gerente da Unimed Oeste do Pará, Carlos Eduardo Miléo.

 

Participaram as cooperativas COOPSÓSTENTES, COOPAFS, COOPBOA, TURIARTE, MUIRAQUITÃ COOP, CRISTÃ CATARINA UBER, COOPERATALAIA, COOPERAMAZON, COOPERCAT, COOPRESAN, COOPSOL. O superintendente do Sistema OCB/PA, Júnior Serra, também este presente.

 

“A COOPBOA agradece pelo incentivo e a parceria da Unimed Oeste do Pará, em se importar com o crescimento do cooperativismo santareno. Parabenizamos a todos os diretoria da cooperativa pela grande iniciativa e que venham outros eventos como o Intercoopera”, comentou o presidente da COOPBOA, Francisco Tarcísio.

 

Um dos diferenciais do Intercoopera foi a praticidade dos conteúdos trabalhos. Discutiram-se questões práticas de como fazer e, posteriormente, todos os materiais foram repassados por e-mail aos participantes. Na palestra sobre Gestão Financeira, por exemplo, a gestora comentou sobre renegociação e passou técnicas de como o setor de atendimento deve falar e fazer essa renegociação.

 

“Identificamos, anteriormente, quais os principais assuntos que as cooperativas queriam tratar. Buscamos trabalha-los da maneira mais prática possível, para que as técnicas e tecnologias ensinadas pudessem ser utilizadas no dia a dia dos participantes. Também entregamos essas ferramentas prontas para que deem andamento ao que aprenderam no Intercoopera”, enfatizou a gestora de marketing da Unimed Oeste do Pará, Andressa Aguiar.

 

Dentro do planejamento da cooperativa, pretende-se realizar 3 edições do InterCoopera Santarém por ano, sempre desenvolvendo temas de interesse das cooperativas. No próximo, também participarão com palestras o setor de Qualidade e do RH da Unimed Oeste do Pará, tratando especificamente sobre selos e certificações às cooperativas. O cronograma de eventos está sendo construído e deve ser divulgado em dezembro.

 

 

MENTORIA

Como resultado do InterCoopera, a Unimed Oeste do Pará fará a execução do Projeto de Mentoria de Cooperativas. Será feito o assessoramento técnico dos especialistas do setor financeiro, de gestão, sustentabilidade, contabilidade e marketing digital. Os profissionais irão construir diagnóstico analítico da cooperativa para, então, desdobrar em planos de trabalho a serem implementados durante seis meses.

 

“Ainda é um projeto piloto, mas tem tudo para dar certo. A intenção é que, a cada ano, uma cooperativa seja escolhida para receber esse trabalho de mentoria e, assim, beneficiarmos o maior número de singulares possível”, reiterou o presidente da Unimed Oeste do Pará, Alberto Tolentino.

 

Estarão envolvidos na mentoria cerca de 20 colaboradores da Unimed Oeste do Pará. No final do período, será feito um relatório para análise dos ganhos em crescimento gerado pelas ações. A intenção é que seja um projeto continuado, beneficiando também outras cooperativas de Santarém.

 

Outra iniciativa de Intercooperação a ser desenvolvida pela Unimed Oeste do Pará é a priorização de compras por meio de cooperativas, especialmente as do ramo agropecuário, para fornecimento de alimentos, e das cooperativas de Trabalho, Produção de Bens e Serviços, para execução de serviços terceirizados.

 

“É algo inovador no Estado e na região Norte. Sintetiza bem o que entendemos pelo sexto princípio do cooperativismo: a intercooperação. Queremos ver também outras cooperativas grandes apoiando cooperativas menores a crescer, tanto na questão comercial quanto na troca de conhecimentos”, explicou o presidente do Sistema OCB/PA, Ernandes Raiol.

 

 

OCB fará o Diagnóstico Nacional do Ramo Saúde

OCB fará o Diagnóstico Nacional do Ramo Saúde

O prazo para que as cooperativas respondam aos questionários vai até o dia 13 de novembro.

 

No atual contexto, o mercado de saúde vem sendo pautado pelas medidas mundiais de contenção fitossanitárias do novo coronavírus. Com isso, as atividades econômicas das cooperativas – sobretudo – das que atuam nesse segmento foram diretamente impactadas. Para conhecer melhor de que forma essas cooperativas foram afetadas, a Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) iniciou a primeira etapa de elaboração do Diagnóstico Nacional do Ramo Saúde, com a aplicação do questionário para o levantamento de dados. O prazo para o preenchimento segue até o dia 13 de novembro.

 

O objetivo dessa primeira etapa é conhecer mais e melhor os modelos cooperativos atuantes no Ramo Saúde, em especial as cooperativas de especialidades médicas, as de trabalho médico e as constituídas por outros profissionais da saúde (fisioterapeutas, enfermeiros, psicólogos, dentre outros).  O diagnóstico foi sugerido na mais recente reunião do Conselho Consultivo do Ramo Saúde, ocorrida em 21 de agosto. A consolidação das informações dará parâmetro para a atuação junto ao poder público e auxiliará na construção de uma agenda decisória positiva para o cooperativismo de saúde.

 

“Mais do que nunca precisamos dessas informações porque só com informações da realidade das cooperativas é possível atuar de maneira assertiva. Por isso, é muito importante que as cooperativas respondam e nos enviem as informações”, explica Ernandes Raiol, presidente do Sistema OCB-PA.

 

Serviço: Para acessar o questionário, basta clicar aqui. 

 

Mais informações: Este endereço de e-mail está sendo protegido de spambots. Você precisa habilitar o JavaScript para visualizá-lo.

Seminário Online reúne cooperativas do Ramo Transporte

Seminário Online reúne cooperativas do Ramo Transporte

O Cenário Econômico e Financeiro das Cooperativas de Transporte no Norte do Brasil será discutido em seminário online promovido pelo Sistema OCB. O objetivo é construir alinhar medidas para o fortalecimento do setor pós pandemia. Será no dia 17 de novembro, a partir das 16h pela plataforma Zoom. Faça já sua inscrição!

 

Apesar das medidas de segurança adotadas durante a pandemia, as cooperativas sentiram os efeitos da crise provocada pelo isolamento social e consequente diminuição da circulação de pessoas. A Central das Cooperativas de Transporte do Estado do Pará (CENCOPA), que atua com o transporte intermunicipal, chegou a funcionar com 10% da sua frota.  O número de usuários diminuiu cerca de 90%, o que também gerou diminuição do quadro de funcionários.

 

Já em cooperativas que atuam com o transporte complementar de passageiros na região metropolitana de Belém, houve uma queda de 50% no número de usuários de transporte. Chegou-se a estudar a possibilidade de adotar um sistema de revezamento de veículos nas ruas para diminuir os custos.

 

“Com o relaxamento das medidas restritivas, o setor do transporte conseguiu respirar melhor e iniciar a volta às atividades. Isso foi muito importante para retomarmos a normalidade. No entanto, a pandemia mostrou que nossas cooperativas precisam de um maior planejamento de gestão e organização documental e contábil, que foram barreiras à tomada de medidas como acesso ao crédito”, explicou o presidente do Sistema OCB/PA, Ernandes Raiol.

 

Atualmente, no Pará, o Transporte é o ramo com maior número de cooperativas de acordo com o Diagnóstico do Cooperativismo de 2019. Está representando por 75 Cooperativas, correspondendo ao percentual de 34,88% de todo o universo de Cooperativas ativas registradas no Sistema da OCB/PA.

 

O Seminário Online terá como tema “Perspectivas e Fortalecimento do Ramo Transporte”. Na programação, estão previstas palestras com apresentação do cenário econômico, oportunidades de mercado, linhas de crédito e cases de sucesso de cooperativas.  

 

Confira a Programação:

COOPERCON|PA garante vantagens em compra coletiva de construtoras

COOPERCON|PA garante vantagens em compra coletiva de construtoras

A cooperativa garante melhores preços e condições comerciais, em virtude do maior volume de compra ofertado
Em reunião com o SESCOOP/PA, foram definidas ações em conjunto para desenvolvimento da cooperativa

 

Em quase 6 anos de constituição, a Cooperativa da Construção Civil do Estado do Pará (COOPERCON|PA) já movimentou aproximadamente R$ 111 milhões em negócios gerados. O principal objetivo é garantir melhores condições comerciais a construtoras que se unem em torno da compra de insumos e serviços.

 

A cooperativa permite que seus associados obtenham melhores preços e demais condições comerciais, em virtude do maior volume de compra ofertado. Apesar das vantagens financeiras obtida pela cooperativa, também por meio dela, é possível conseguir os insumos com várias condições diferenciadas no relacionamento com os fornecedores, como: prazos de entrega, atendimento diferenciado e maior garantia de compra em situações de aumento no consumo e restrição de matéria-prima.

 

De acordo com dados apurados até setembro de 2020, a COOPERCON|PA já obteve consumos expressivos, com 152 mil toneladas de cimento em aproximadamente 6 anos. Os principais insumos adquiridos são, além do cimento, aço, argamassa, portas, cabos elétricos, elevadores, concreto, blocos cerâmicos, tintas, cerâmicas, tubulações e conexões, cubas inox, metais sanitários, serviços de fundação e sondagem, louças sanitárias, ferramentas para construção civil, entre outros.

 

A média dos descontos barganhados como vantagem nas compras coletivas da COOPERCON varia conforme o insumo. No entanto, há compras em que a cooperativa consegue percentuais de redução entre 10% e 15%. Deste percentual, a receita da singular é obtida no valor de 2% em cima da operação realizada.

 

“A COOPERCON|PA traz uma importância muito grande para o segmento da construção civil na cidade de Belém e no Pará, visto que esse modelo cooperativista é uma realidade e representa uma inovação tecnológica e a diminuição do custo na aquisição de insumos e serviços aplicados no processo de edificação de moradias e de obras infraestruturas”, explicou o presidente da cooperativa, Fabrizio Gonçalves.

 

Presidente da cooperativa, Fabrizio Gonçalves.

 

Durante todo esse período de atuação, a cooperativa gerou sobras aos seus cooperados. O faturamento da COOPERCON|PA chegou a R$ 23 milhões em 2018 e a previsão em 2020 é chegar a casa de R$ 25 milhões, mesmo com os efeitos da pandemia. Em outubro, por exemplo, a cooperativa atingiu o melhor resultado do ano, tanto em receita quanto em operação. O fluxo de caixa também teve a menor inadimplência.

 

“A princípio, nossa avaliação é que este ano será melhor do que 2019, mesmo com a pandemia. Recentemente participamos da maior compra nacional pela Coopercon Brasil para aquisição de elevadores. Alguns deles, inclusive, serão utilizados na construção do novo hospital da cooperativa Unimed Belém”, explicou o diretor executivo da COOPERCON|PA, Cláudio Rogério Costa.

 

A singular possui relacionamento comercial com diversos dos principais fornecedores na área da construção civil, como Nassau, Apodi, Votorantim, Concrem Wood, Alubar, Thyssenkrupp, Tramontina, Coral, Tabalmix, Arcelor Mittal, Weg, Fortlev, Icatil, Docol, Elizabeth, Ibratim, Geonort, Ceramica Vermelha e Cordeiro Cabos Elétricos.

 

Atualmente, a cooperativa está em 4º lugar no ranking nacional das singulares vinculadas à COOPERCON Brasil. Reúne como cooperados várias pessoas jurídicas tradicionais no ramo da construção civil, como a ACM,MARKO, QUADRA ENGA, QUANTA ENGA, GM ENGA , ENGEFIX, ATAN ENGA, CONSTR. BRUNO MILEO; KARAJAS , FREIRE MELLO, LAJE Construções, LEST,LUIZ MAIA CONSTRUÇÕES, MAPE, MODENA, NEO, PREMAZON, ROMA, SANTA RITA ENGA, SENENGE, SERVIC, STATUS, ATAN, MD CONSTRUTORA, CIRIO, LEAL MOREIRA, MULTISUL, CITY, MDS, POLIENGE, SERVMIX, BRT CONSTRUTORA, SOTEARE, RBH CONSTRUÇÕES, TOPO ENGA , PLANCON PLAN E CONSTRUÇÕES.

 

Diretor executivo da COOPERCON|PA, Cláudio Rogério Costa

 

Dentro do planejamento estratégico, que está sendo construído em parceria com o Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo no Pará (SESCOOP/PA), a COOPERCON/PA vislumbra várias metas, como retornar para o posto de 3ª cooperativa do setor a nível nacional em 2020; Realizar a importação do aço para os cooperados, e assim reduzir o custo de consumo do insumo; Implementar o sistema de gestão e controle; realizar o workshop da construção civil para até julho/2021; entre outros.

 

“Enxergamos a cooperativa como estratégica dentro do Estado, tanto pelo cenário da construção civil no Pará quanto pela possibilidade de ampliarmos a intercooperação no segmento. Iremos acompanhar o desenvolvimento da singular, auxiliando no aprimoramento da gestão e na formação profissional de cooperados e colaboradores”, explicou o presidente do Sistema OCB/PA, Ernandes Raiol.

 

HISTÓRIA
A COOPERCON Pará foi fundada em dezembro de 2014 com a presença de 22 associados. Em maio de 2015 iniciou suas atividades, trazendo em sua missão a implementação na gestão de negócios comuns e representativos ao setor da Industria da Construção Civil, possibilitando a melhoria da qualidade dos serviços, ampla e saudável competitividade empresarial dos associados. Atualmente a COOPERCON|PA possui 37 cooperados e 2 em negociação para adesão.

Amazônia tem a primeira Sociedade Garantidora de Crédito

Amazônia tem a primeira Sociedade Garantidora de Crédito

 Ela é paraense e nasceu em berço cooperativista

 

Estabelecida no estado do Pará, a Sociedade Garantidora de Crédito Amazônia (SGC Amazônia) é a primeira nesse modelo a atuar na região amazônica e traz o conceito moderno inspirado no mercado de europeu de complementariedade e afiança garantias para tomadores de crédito. No Brasil, são ao todo 17 sociedades garantidoras de crédito. Atualmente, a SCG Amazônia é a maior em termos de cobertura de território no mundo.

A SGC Amazônia é uma Sociedade Garantidora de Crédito criada em 2016, que tem a finalidade é prestar garantia complementar para quem pretende tomar crédito na rede bancária. A ideia nasceu em berço cooperativista na cooperativa de crédito Sicoob Transamazônica, uma das cooperativas que mais crescem no Estado. A Sociedade possui um Conselho de Administração, cujo presidente é Antônio Henrique Gripp, formada pelas Federações da Agricultura e Pecuária do Pará, do Comércio, da Indústria, pelo Sindicato e Organização das Cooperativas Brasileiras do Estado do Pará (OCB-PA), Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar) e Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Pará (Sebrae-PA).

Além do Sicoob Transamazônica, a Sociedade possui convênio com a Sicoob Cooesa e com a Sicoob Unidas. Em âmbito nacional, mantém convênio com o Sistema Cressol. Também mantém tratativas com o Banco do Brasil, Banco da Amazônia e Banpará. Esses últimos – em especial, participaram da criação da Sociedade.

Lacuna Fundiária

No Pará, principalmente no interior, há uma grande falta de documentação de imóveis rurais e urbanos e isso dificulta – não raro impede – que essas pessoas deem esses bens como garantia nas operações de crédito. “Isso é um importante parâmetro que mostra o porquê de o empresário rural e urbano paraense tomar pouco crédito no sistema financeiro nacional por conta da ausência de garantias. A SGC Amazônia nasce nesse sentido para preencher essa lacuna. É uma Sociedade que vai poder contribuir para o desenvolvimento do Pará”, explica Lucas Gelain, diretor executivo da SGC Amazônia.

Assembleia de Constituição da SGC Amazônia

 

Além de diretor executivo da SGC Amazônia, Gelain é diretor executivo da Sicoob Transamazônica, uma das cooperativas de crédito que mais crescem no Estado, também criada em 2016. Para se ter uma ideia da velocidade de expansão da Sicoob Transamazônica, em janeiro, a singular possuía 5 mil associados e R$50 milhões em ativos. Em seis meses, dobrou o número de ativos e ultrapassou o dobro de cooperados. A meta é associar mais 4 mil até dezembro. Para 2021, mais ousadia: 30 mil cooperados.

Recentemente, a Transamazônica foi autorizada a repassar recursos do Fundo Constitucional de Financiamento do Norte (FNO), modalidade Emergencial à totalidade dos municípios paraenses, criada para ajudar na recuperação econômica da região, com taxa de 2,5% ao ano. O FNO pode financiar investimentos de longo prazo, capital de giro ou custeio. É destinado aos segmentos agropecuário, agroindustrial, industrial, comércio, serviços, turismo, cultural e infraestrutura.

Como funciona

A SGC Amazônia faz uma análise de crédito, emite a fiança, o associado de posse dessa fiança vai à instituição financeira – cooperativista ou não – a fim de tomar o crédito. Em caso de inadimplência, a SGC Amazônia garante essa operação. “Estamos em contato com o Sebrae-PA para aporte de recursos para esse fundo de risco, que garante as operações. O Sebrae Nacional foi apoiador na constituição das demais SGCs do país”, acrescenta Antônio Henrique Gripp, presidente do Conselho de Administração da SGC Amazônia.

A instituição é filiada à Central das Sociedades Garantidoras, com sede no Paraná, em que toda a área contábil, recursos humanos, análises é realizada nessa Central e – no Pará – as áreas operacionais e de comercial junto às cooperativas. “Estamos à disposição para credenciar com os demais sistemas de cooperativas e à disposição do Estado do Pará nesse sentido de contribuir para o desenvolvimento, no tocante à concessão de crédito”, enfatiza o diretor executivo.

Dados

O segmento cooperativista de crédito é um dos principais no Estado. Dados do Diagnóstico do Cooperativismo do Estado do Pará 2019, da OCB-PA, apontam o setor como o segundo maior em número de cooperados (associados), com 30.136 mil pessoas, o que corresponde a 32,22% do número total de cooperados no Pará.

As cooperativas financeiras disponibilizam serviços bancários devidamente autorizados pelo Banco Central, como conta corrente, poupança, consórcio, financiamentos, capital de giro, cheque especial, cartão de crédito, de débito, crédito pessoal, investimentos, aplicativo e internet bank. Tudo com taxas e juros, em média, até 30% mais baixos que as instituições bancárias convencionais.

“Ver uma iniciativa dessas, que permite desburocratizar o acesso ao crédito, tendo a SGC como avaliadora e garantindo o cumprimento dos requisitos estabelecidos pelo Banco Central, nos faz perceber a inovação e os benefícios reais e concretos para o nosso mercado e ainda sendo feito por uma cooperativa, é a evidência que podemos chegar muito mais longe cooperando e tendo a visão de futuro promissor para o Estado”, finaliza Ernandes Raiol, presidente do Sistema OCB-PA.

Agenda Política e ações em parcerias são o destaque na mídia

Agenda Política e ações em parcerias são o destaque na mídia

 

No nosso radar do Na Mídia, desta semana, muita notícia boa sobre os avanços do cooperativismo, lançamento da Agenda Política para as eleições 2020, parcerias com a Sedeme, Sedap, Jucepa, Ufra, Unimed Belém, Sebrae/PA, e muito mais.

 

É a força do cooperativismo mostrando para a sociedade a sua importância e o seu jeito único de trabalhar.

 

#namidia 

#cooperativismo

COOPERARUIM realiza 1ª entrega de alimentos para IFPA Paragominas

COOPERARUIM realiza 1ª entrega de alimentos para IFPA Paragominas

A feira da COOPERARUIM é toda quinta e sábado em Paragominas.

 

Por meio de uma Chamada Pública, a cooperativa COOPERARUIM realizou no último dia 13 a entrega dos primeiros kits de alimentos de merenda escolar destinados aos alunos do Instituto Federal do Pará Campus Paragominas (IFPA Paragominas). Ainda estão previstas mais duas entregas, uma em novembro e a última em dezembro. No total, foram 120 cestas de alimentos entregues.

 

A cooperativa possui 9 anos de mercado, com a produção da agricultura familiar de 38 cooperados. Os alimentos são variados, desde frutas, hortaliças e polpa de frutas. Segundo a responsável técnica, Samara Costa, o momento exigiu muito mais da cooperativa e conseguir essa Chamada Pública, dentro do contexto da pandemia, significou muito mais do que trabalho. “A palavra é união. Foi um período muito difícil para todos os cooperados e fomos nos ajudando o tempo todo. Estamos trabalhando com a feira, toda quinta e sábado, estamos no app Compras.COOP.PA, tudo para facilitar o nosso fluxo no mercado”, explicou Samara.

 

Segundo o Censo Agropecuário, divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em 2017, 85% da produção agropecuária paraense é proveniente da agricultura família e é responsável por 38,65% do valor total da produção do Estado. No cenário cooperativista, a maioria das cooperativas agro também é de produção familiar.

 

Para o presidente do Sistema OCB/PA, Ernandes Raiol, esse é um exemplo de ação e cooperação verdadeiramente cooperativista. “Estamos investindo nos mercados institucionais porque eles se mostraram mais estáveis e também se abrir para uma nova forma de estar no mercado, com o foco no cliente, nos consumidores, estabelecendo parcerias, tudo isso reflete no bom andamento da cooperativa, na confiança do cooperado e na saúde econômica de todos. Parabéns a todos da COOPERARUIM por fazem da cooperação uma estratégia de acolhimento e de mercado”, congratulou Raiol.

 

 

Aplicativo

 

A COOPERARUIM foi a primeira cooperativa a utilizar o aplicativo Compras.COOP.PA, desenvolvido pelo Sistema OCB/PA e a Universidade Federal Rural da Amazônia. No app, é possível ver a agenda de feiras, os produtos disponíveis com a retirada em sistema de drive thru, seguindo todas as recomendações estabelecidas pelos órgãos sanitaristas de saúde pública. Dá para comprar frutas, legumes e hortaliças, escolher as quantidades e fechar as compras no carrinho. Ao chegar ao local, efetuar o pagamento e pegar os produtos. Tudo de maneira prática e segura.

 

 

Serviço: Feira da Agricultura Familiar da COOPERARUIM ocorre todos os sábados, na Av. Teresina, em frente à Agência da Calimã.  

COOPERNORTE comemora 9 anos de atuação em Paragominas

COOPERNORTE comemora 9 anos de atuação em Paragominas

A COOPERNORTE é a maior cooperativa de grão do Pará.

 

Fundada em 2011, por um grupo de 33 produtores rurais, a Cooperativa Agroindustrial Paragominense (COOPERNORTE) completou nove anos de atuação com a produção de grãos, sendo o milho, a soja, o milheto e o sorgo as principais culturas. A cooperativa é uma das maiores empresas do agronegócio paraense, presente em sete municípios e responsável por 30% da produção dos polos agrícola do sudeste e do nordeste paraense e mais 50% da produção total de Paragominas.


A comemoração foi na unidade 1 da cooperativa, localizada no KM 15 de Paragominas, no último dia 16. Estiverem presentes cooperados, colaboradores e parceiros. Segundo o presidente da COOPERNORTE, Basílio Carloto, o momento é mais que especial. “Esse dia é para nós muito especial porque é uma história de muito trabalho, muita dedicação, muita persistência, muito coração. Começamos do nada e hoje é um em que nos reunimos para relembrar esse início, valorizar o que já foi conquistado para continuar o trabalho rumo a mais vitórias”, contou.


Além da produção de grãos, a cooperativa está investindo em estudos para verticalizar a produção, agregar valor e ampliar mercados. “Hoje, estamos plantando as sementes da verticalização para que no futuro tenhamos produtos com maior valor agregado no produto do produtor lá da fazenda, transformado o grão ração, por exemplo”, adiantou Carloto.

 

 

É também uma das cooperativas que mais gera empregos na região.



A cooperativa também é reconhecida pelo trabalho social e pela valorização da mulher no ambiente do agronegócio. Não à toa, a cooperativa mantém o Núcleo de Mulheres Cooperativistas, coordenada pela cooperada Cirede Carloto, que incentiva a participação das mulheres no agronegócio, agregando as esposas dos associados ao processo de desenvolvimento da cooperativa, por meio de palestras, capacitações e de atividades de cunho social.

A cooperada Olinda Machado é está na COOPERNORTE há mais de sete anos. Para ela, é um  momento ímpar para todos que fazem parte da cooperativa. “A COOPERNORTE é um marco. Um divisor de águas na nossa região. Tem uma época da agricultura antes da cooperativa e tem a época da agricultura após cooperativa. Nós viemos aqui para somar, para agregar, para tornar o nosso negócio viável, mostrar a nossa competência  e que estamos aqui para vencer”, enfatizou a cooperada.

“A COOPERNORTE é um modelo de empreendimento cooperativista, que inspira e une espírito de empreendedorismo coletivo, profissionalismo e responsabilidade. O Sistema OCB/PA parabeniza a COOPERNORTE pelos 9 anos de crescimento e desenvolvimento do nosso Estado, sobretudo, por manter a cultura do cooperativismo presente no dia a dia da cooperativa. Isso também é prova de uma nova mentalidade de sucesso”, enfatizou Ernandes Raiol, presidente do Sistema OCB/Pará.

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