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Cooperativa de transporte de Marabá tem sobra de R$525mil

Cooperativa de transporte de Marabá tem sobra de R$525mil

 

Do total de 1,5milhão de toneladas do minério manganês exportados pelo Brasil em 2017, a Cooperativa Mista de Caçambeiros e Proprietários de Máquinas de Marabá (COOMISCAMAR) transportou aproximadamente 164,7 toneladas. O resultado gerou um faturamento bruto de R$ 11,5milhões para a singular e um valor de sobras na faixa de R$525mil. Cada cooperado recebeu R$11,7mil. A prestação de contas completa foi apresentada em Assembleia Geral Ordinária (AGO) ocorrida na última semana no hotel São Bento, Nova Marabá. O presidente do Sistema OCB/PA, Ernandes Raiol e o gerente regional do Sebrae em Marabá, Marcelo Araújo, prestigiaram a programação.

 

A cooperativa disponibiliza serviços de transporte de minérios e aterro, terraplanagem e locação de máquinas para a atividade mineradora. Possui 34 cooperados e 80 caminhões que atuam diariamente no transporte do que é produzido na mina da vila União, estrada do Rio Preto. A condução do minério de manganês in natura é feita dentro da própria mina, dos britadores aos silos, assim como da mina para o depósito de Marabá, de onde o minério é direcionado para São Luís do Maranhão. “Temos vários equipamentos trabalhando dentro da mina, máquinas locadas e caminhões de associados, que são veículos traçados e mais resistentes. O trajeto é montanhoso e exige que sejam caminhões bastante fortes”, explica o presidente da COOMISCAMAR, Neivaldo Nunes.

 

De acordo com o Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, a exportação brasileira de manganês apresentou um crescimento de 27,1% nos primeiros oito meses de 2017 em comparação ao mesmo período de 2016. Os dados também apontam que, no período, o Brasil gerou uma maior receita com os embarques da commodity em virtude da alta no preço médio da tonelada do manganês.

 

Do serviço de transporte de cargas da COOMISCAMAR, o faturamento bruto foi de R$7,5 milhões no último ano. Juntando-se à locação de máquinas, chegou a R$ 11,5 milhões. As despesas com combustível, custos administrativos, pagamento aos cooperados e terceirizados chegaram a R$ 10,9 milhões. Como qualquer empreendimento cooperativo que não visa lucro, o excedente foi rateado entre todos os sócios. No total, as sobras foram de R$524mil696, mas apenas R$ 400 mil foi distribuído. O restante de R$124,7 mil foi incorporado ao exercício de 2018 para ser utilizado como capital de giro, mantendo-se principalmente o combustível comprado.

 

Todas as informações constaram na prestação de contas da AGO, que foi aprovada pela assembleia de associados. “Todos ficaram bastante satisfeitos. No início, tivemos muitas dificuldades. Constituímos a cooperativa em 2009, mas não conseguimos serviço e permanecemos parados durante quase 4 anos. Em 2013, retornamos a fazer nossas assembleias, renovando a diretora, mas ainda não conseguíamos o minério pelo fato de muitas empresas de transporte terem contrato vigente. Só no final de 2015 conseguimos parceiros e empresas para as quais pudemos desenvolver nossos serviços”, arremata Neivaldo.

 

Na AGO, também foi feita a eleição para composição do Conselho Fiscal. Foram eleitos os cooperados Marcos Valadares, Adalto Rodrigues, Josenildo Ferreira, Emerson Diacomin, William Abidala e Antônio Flávio.

 

Atualmente, a Mineração Buritirama S.A., que faz a extração do manganês, é o principal cliente da COOMISCAMAR. Entretanto, a cooperativa busca outras logísticas de transporte para dar prosseguimento à evolução experimentada nos últimos anos. A meta é conseguir firmar parceria com a Prefeitura de Marabá para o serviço de transporte de cargas, em especial aterro, e terraplanagem. “Conversamos com o presidente Ernandes e com o Marcelo para fazer um planejamento e, através dessas parcerias, conseguirmos nos aproximar do prefeito. Nos sentimos bastante honrados em ter a participação do Sistema OCB/PA, através do qual temos sido muito bem atendidos. É um orgulho fazer parte do Sistema e ter nossa cooperativa cadastrada em um ente tão importante e com tanta responsabilidade. O presidente e sua equipe vêm demonstrando um mandato exemplar”, completa Neivaldo.

 

Para Raiol, a cooperativa é um case de sucesso que mostra o potencial do ramo transporte no Estado. “Os cooperados tiveram um resultado incrível e iremos apoiá-los para alavancar ainda mais o negócio na região. Começaremos a articulação política, viabilizando a parceria com a gestão municipal. Sem dúvida, concretizando-se a comercialização institucional, as riquezas permanecerão girando dentro do próprio município, que arrecadará mais e, por sua vez, investirá no desenvolvimento de Marabá”.

Agenda Semanal

Agenda Semanal

Do Nordeste ao Sudeste do Pará, o Sistema OCB/PA está executando diversas ações em prol do desenvolvimento das cooperativas ao longo desta semana. Fique por dentro das nossas atividades. Veja a programação do seu município!

#ocbsescooppa #capacitandoparacrescer

 

 

Cooperativas irão definir presidência da OCB/PA em AGO

Cooperativas irão definir presidência da OCB/PA em AGO

O Sistema OCB/PA fará eleição para os Conselhos Diretor, Fiscal e de Ética

 

 

Os investimentos feitos pelo Sistema OCB/PA nas cooperativas cresceram 1.032% nos últimos cinco anos, número que mostra a evolução e relevância da entidade para o desenvolvimento do cooperativismo paraense. As Assembleias Gerais Ordinária (AGO) e Extraordinária (AGE), que ocorrem no dia 17 de abril, serão um momento decisivo para se definir os rumos que o setor seguirá nos próximos quatro anos. Uma das pautas da Assembleia é a eleição dos conselhos Diretor, Fiscal e Ética. No total, 84 singulares estão aptas a participar das deliberações que ocorrem no novo endereço da Casa do Cooperativismo, a sede própria do Sistema OCB/PA.

 

De acordo com edital do Comitê Eleitoral formado para organizar o processo, apenas as cooperativas registradas e adimplentes no Sistema terão direito a voto, não se levando em consideração a contribuição sindical facultada em lei. A primeira convocação ocorre às 08h e se iniciará com maioria dos representantes que possuem direito ao voto. A 2ª convocação será feita no intervalo de uma hora com o número mínimo de 10 representantes para deliberarem sobre a ordem do dia. Na AGE, será feita alteração no estatuto social em relação ao período mínimo de constituição das cooperativas para votarem e serem votadas, que hoje corresponde a três anos.

 

Na ocasião, também se fará a ratificação da compra da sede própria do Sistema OCB/PA, antes já aprovada pelos Conselhos representativos das singulares. Ao longo de quase 40 anos, a entidade precisou realizar diversas mudanças, o que impedia a criação de uma identidade própria. A sede comportará todas as atividades de rotina, compreendendo as ações da área meio, atendimentos na área finalística, reuniões estratégicas da diretoria executiva, assim como as aulas teóricas do Programa Aprendiz Cooperativo. Para isso, a estrutura possui três andares, conta com espaço para estacionamento, amplo auditório e mais de 10 salas.

 

Na AGO, será feita eleição para composição do Conselho Diretor, Conselho Fiscal e Conselho de Ética da OCB/PA. Também será feita a validação do regimento eleitoral. A chapa do Conselho Diretor deve conter o presidente e representantes dos ramos ativos e aptos. Já o Conselho Fiscal deve conter candidaturas individuais para 6 vagas e, o de Ética, para cinco.

 

Em seguida, será feita a prestação de contas do exercício 2018 e a apresentação do relatório de gestão, seguindo-se do parecer do Conselho Fiscal e auditoria. Dentro do plano de ações estratégicas previstas para 2017, o Sistema OCB/PA conseguiu superar 90% das metas do seu eixo tríplice de atuação: Formação Profissional, Monitoramento e Promoção Social. No total, foram realizadas 1.117 ações nas cooperativas paraenses, um crescimento de aproximadamente 15% em relação ao ano anterior. O investimento foi de 2milhões e 200mil em prol do desenvolvimento do cooperativismo no Estado.

 

Outros assuntos a serem discutidos serão a proposta e aprovação orçamentária anual, as alterações previstas com o caráter facultativo da contribuição sindical e a concessão de isenção da taxa de manutenção para as cooperativas de catadores de materiais recicláveis e especiais.

 

"É muito importante que as cooperativas participem e deixem sua contribuição, vislumbrando o futuro do setor que vem se apresentando como muito promissor. Estamos aumentando o percentual de influência no PIB do Estado, gerando emprego e renda para a população, assim como desenvolvendo as comunidades nas quais estamos inseridos. No entanto, os desafios ainda são muitos e precisamos estar preparados para todos eles. Como todo empreendimento, o Sistema necessita planejar e executar ações estratégicas. Todas as singulares estão inclusas neste processo”, afirmou o presidente do Sistema OCB/PA, Ernandes Raiol.

 

 

O SISTEMA

 

O Sindicato e Organização das Cooperativas Brasileiras do Estado do Pará (Sistema OCB-SESCOOP/PA) é a entidade máxima de representação, organização e difusão do cooperativismo paraense. É dividido em duas casas, cada uma com sua função específica e todas sempre trabalhando juntas pelo segmento. A OCB/PA promove o setor junto aos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário e lidera o movimento dentro e fora do Estado. Representa as necessidades dos cooperados, proporcionando os benefícios que o segmento é capaz de trazer para as pessoas, para a economia e para o planeta.

 

Já o Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo no Estado do Pará (SESCOOP/PA) foca no desenvolvimento das pessoas e dos negócios para fortalecer o setor, formulando e oferecendo cursos de capacitação com foco na formação profissional, educação cooperativista, gestão e liderança cooperativa, entre outros.

OCB/PA amplia apoio à pesca cooperativista na região de Santarém

OCB/PA amplia apoio à pesca cooperativista na região de Santarém


Às vésperas da Semana Santa, período em que a demanda por pescado aumenta, a Cooperativa dos Pescadores e Pescadoras Artesanais de Santarém (COOPSAN) ganhou mais um aliado para o aprimoramento da sua produtividade. O Sistema OCB/PA, em pareceria com o Ministério da Agricultura, conseguiu aumentar a amplitude da execução do projeto "Apoio à Economia Solidária da Pesca e Aquicultura no Território do Baixo Amazonas" para atender à singular. Serão executadas capacitações, planos de negócio, organização social, plano de acesso à merenda escolar, além de consultorias estratégicas voltadas para gestão e mercado. A Cooperativa dos Aquicultores do Tapajós (COOPATA) já está sendo beneficiada com o Projeto desde 2017 e os resultados foram apresentados para o técnico do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), Wilson Pickina, de Brasília, que esteve em Santarém nesta semana para acompanhar o andamento das ações. A previsão de vendas para a COOPATA no período prévio à Semana Santa é de 32 toneladas de Tambaqui e Tambatinga.


No total, 4,5mil pescadores de cooperativas e associações serão beneficiados com recursos provenientes do Departamento de Cooperativismo e Associativismo da Secretaria de Desenvolvimento Agropecuário e Cooperativismo (DENACOOP), do MAPA. Através de projeto estruturador, o Sistema OCB/PA conseguiu captar R$246mil do Governo Federal e ainda investirá mais R$ 52mil. Ao longo do último ano, consolidou-se parcerias importantes, como o SEBRAE regional e a Prefeitura de Santarém para fortalecimento das cooperativas. Também foi feita diagnose para análise do estado real da gestão, mapeamento logístico e espacial das comunidades contempladas, planos de intervenção de melhoria e mapeamento dos processos, no sentido de dar um redirecionamento geral na gestão.


Além de conhecer a realidade local dos contemplados com o convênio, o técnico  do MAPA de Brasília teve reuniões com parceiros institucionais do projeto  como o SEBRAE representado pelo Gerente regional Michel Martins e da Secretaria Municipal de Agricultura e Pesca (SEMAP) representada pelo Secretário Bruno Costa. Estes produtivos encontros contaram também com a presença dos técnicos do MAPA de Belém, Rubens Velasco, e de Santarém, Kepler Braum. Representando o Sistema OCB/PA, estiveram Andreos Leite e Camille Benchimol da Nós Soluções Consultoria. “Como parceiro, o MAPA veio acompanhar o convênio com a OCB, conhecer a região, o andamento do projeto e a condição dos beneficiários. Mostramos como as ações estão sendo executadas. Também identificou-se a situação de uma associação que estava prevista receber ações do projeto que não está mais em atividade. O Dr. Wilson Pickina foi pragmático e rapidamente sugeriu a inclusão de outra singular que estivesse devidamente organizada, regular e com potencial de crescimento, mantendo o objetivo de fortalecer a região. Indicamos a COOPSAN, que também tem um sério trabalho na psicultura da região”, explica Andreos.

 


A COOPSAN está em um momento de reorganização estrutural e de mercado, ampliando o quadro de sócios. Os cooperados atuam com a pesca artesanal e a cooperativa já possui fábrica de gelo para recebimento da produção, mas ainda aguarda os procedimentos burocráticos para a liberação da sede. Com apoio da OCB e do SEBRAE, a diretoria está articulando a elaboração do plano de gestão para atuação no espaço. A expectativa é que as atividades se iniciem em três meses.


“O projeto é ambicioso. O Potencial pesqueiro no Oeste paraense é um dos maiores do Brasil, principalmente, em relação a peixes de pele. Os processos estão fluindo e temos certeza de que tudo vai funcionar normalmente, ainda mais com a parceria da OCB/PA, Sebrae/PA, MAPA de Brasília e de Belém. Acredito que no máximo 3 meses já estaremos operando. Agradecemos ao presidente da OCB/PA, Ernandes Raiol, que nos proporcionou isso e confiou em nossa gestão para receber esses investimentos”, afirma o presidente da COOPSAN, Cloverson Gomes.


Atualmente, são 28 cooperados, mas a projeção é que se associem à COOPSAN mais de 200 pescadores. As principais espécies capturadas da extensa cadeia regional são o surubin, dourado, filhote, jaú, piramutaba, curimita, tambaqui, pirarucu, pacu e jarati. Além de Santarém, serão beneficiados os municípios de Almeirim, Belterra, Monte Alegre e Prainha. O objetivo é investir na capacitação da produção, indústria e difusão dos processos organizacionais e produtivos do setor pesqueiro no formato cooperativo. 

 

“Já existem cerca de 10 cooperativas na região trabalhando com selo de qualidade, o que mostra a força do cooperativismo. Os pescadores estão compreendendo que a melhor forma de trabalhar é cooperando, é unindo-se. Estamos intensificando esse acompanhamento justamente para proporcionar as condições políticas, técnicas e organizacionais necessárias para o desenvolvimento da atividade”, concluiu o presidente do Sistema OCB/PA, Ernandes Raiol.

 

2º Seminário de Energia ocorre nesta sexta (23)

2º Seminário de Energia ocorre nesta sexta (23)

 

Até 2008, Paragominas havia perdido 43% de sua área de floresta por conta das atividades locais, o que a tornou sinônimo de desmatamento. Os munícipes assumiram o desafio de produzir riquezas sem degradação e, depois de ser reconhecida por um dos maiores índices de desmatamento no Brasil, a cidade se tornou referência de responsabilidade ambiental. Dela surgiu a Cooperativa Brasileira de Energia Renovável (COOBER), a primeira do ramo em todo o território nacional e que, durante esta semana, promove a segunda edição do Seminário de Energias Renováveis. A programação celebra o “Dia do Município Verde” e é direcionada a consumidores, profissionais da área, cooperativistas e universitários. O Seminário também é promovido pelo Sistema OCB/PA e pela Prefeitura Municipal na próxima sexta (23), no Teatro Reinaldo Castanheira.

 

O objetivo é discutir as possibilidades de energias alternativas na geração distribuída. Para a ocasião, foram convidados os principais atores envolvidos nesse cenário, como a  Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), responsável pela regulação da atividade; A Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (ABSOLAR), que congrega empresas de toda a cadeia produtiva do setor fotovoltaico (FV) com operações no Brasil, coordenando, representando e defendendo os interesses de seus associados quanto ao desenvolvimento do setor; A GASGRID, empresa que apresenta soluções completas de geração distribuída , seja no gás natural renovável ou na energia elétrica; A Moura, empresa que desenvolve e fornece baterias há 60 anos; COOPÉRNICO, cooperativa de energia renovável com operações em Portugal e a Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), responsável pela regulação das singulares.

 

“Estamos organizando uma programação bastante consistente para analisarmos o panorama das energias renováveis em suas diversas vertentes, sempre focando no papel do cooperativismo neste contexto, que tem se mostrado como decisivo para abertura de fronteiras. Esperamos que todos participem e contribuam para divulgação desse evento formidável”, afirmou o presidente do Sistema OCB/PA, Ernandes Raiol.

 

Alguns dos assuntos a serem tratados são a Geração Distribuída no Sistema Elétrico Brasileiro, o papel do armazenamento de energia nessa Geração, Usos dos Recursos Energéticos Distribuídos (Red), O papel indutor da energia solar nos Recursos Energéticos, o seu uso, modelos e possibilidades, Cooperativismo e as Energias Renováveis, A importância das Cooperativas de Energia no Brasil, uma comparação entre Brasil e Alemanha e a experiência da Coopérnico, em Portugal.

 

 

 

 

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