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Vaga de emprego - COOPERNORTE

Vaga de emprego - COOPERNORTE

A Cooperativa Agroindustrial Paragominense (COOPERNORTE) abriu vaga de emprego para Engenheiro Agrônomo. Para se habilitar, é preciso ser registrado no Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Pará (CREA/PA), ter experiência de venda e campo, conhecimento acerca dos insumos e ter facilidade em atendimento ao público. Os interessados devem enviar currículo até o dia 06 de abril para o e-mail: Este endereço de e-mail está sendo protegido de spambots. Você precisa habilitar o JavaScript para visualizá-lo.. Não perca esta oportunidade!

 

Cooperativa portuguesa assina Protocolo de Cooperação Técnica com a Coober

Cooperativa portuguesa assina Protocolo de Cooperação Técnica com a Coober

 

Durante o 2º Seminário de Energia Renovável realizado na última sexta-feira (23) em Paragominas, as cooperativas Copérnico, a primeira de produção energética em Portugal, e a Coober, pioneira no Brasil, assinaram um Protocolo de Cooperação Técnica com os objetivos de ajuda mútua para o desenvolvimento do cooperativismo de energia renovável, assim como de realizar a promoção dos Objetivos para o Desenvolvimento Sustentável da Organização das Nações Unidas (ONU). A iniciativa é inédita no mundo e representa um grande avanço para o segmento.

 

Fundada em 2013, com apenas 16 cooperados, a Copérnico hoje possui mais de 900 cooperados e comercializa energia para todo Portugal continental. A Coober, primeira cooperativa brasileira de energia renovável, fundada em 2016 em Paragominas, possui 23 cooperados e produz energia na modalidade de compensação e geração distribuída.

 

Para Nuno Jorge, presidente da Copérnico, o Brasil possui uma grande oportunidade que é a geração de energia renovável. “A legislação é a grande diferença. Está claro que em Portugal o cenário está mais maduro, sobretudo na questão da energia solar, mas a legislação brasileira em outros aspectos é muito melhor e muito mais amiga do consumidor final ao permitir produzir energia e abater da conta dos cooperados. Em Portugal isso não é possível. A Copérnico investe, produz energia e recebe diretamente do consumidor final. Na Coober, o cooperado recebe o benefício diretamente na sua conta doméstica. É o sonho lá em Portugal”, explicou.

 

Em novembro de 2015, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) alterou a Resolução 687, permitindo a formação de cooperativas para atuar em sistema de geração distribuída e de compensação de energia renovável, injetando energia direto na rede elétrica. Em 2016, a Coober inaugurou uma usina solar fotovoltaica com capacidade de 75KWp, que beneficia diretamente cooperados com energia limpa, ilimitada e de baixo custo de produção.

 

 “Este Seminário nos deu uma dimensão do quanto o assunto acerca das energias renováveis estão em voga. As pessoas querem saber disso, querem uma energia limpa e de qualidade”, enfatizou Raphael Vale, presidente da Coober.

 

Participaram do evento mais de 200 pessoas de vários estados, como Amazonas, Minas Gerais, Tocantins e Mato Grosso. Representando as cooperativas de Belém, estiveram a Cooperdoca, Sicoob CrediJustra, Transpordutor. Já a representante de Parauapebas foi a Cooper e, de Paragominas, a Coompag e Sicredi Verde, que foi um dos apoiadores do evento.

 

No Amazonas, por exemplo, há 63 municípios dos quais mais de 70% são praticamente isolados. É considerada um dos maiores sistemas isolados do mundo. “Eu vim saber mesmo sobre o aspecto da geração de energia solar porque nas comunidades isoladas o que se utiliza é a geração à diesel. Não queremos mais isso. Queremos limpar esse rastro de combustível fóssil”, disse Carlos Negreiros, diretor de uma empresa de energia em Maués (AM).

 

 

Paragominas

 

Depois das crises da década de 2000, o município de Paragominas se reinventou e recebeu o título de “Município Verde”. Foi o primeiro no Estado do Pará a receber este título tão significativo. Desde então, toda a cidade, poder público e cidadãos assumiram um papel de responsabilidade socioambiental com orgulho. “Aqui em Paragominas há uma diferença muito grande de consciência com relação ao restante do país: primeiro sobre cooperativismo e segundo sobre cooperativismo de energia renovável. Não me impressiona que aqui em Paragominas tenha surgido a primeira cooperativa de energia renovável por todo o contexto histórico, político e social da cidade. É muito impressionante”, afirmou Ana Gimenes, pesquisadora.

 

Durante o evento, a Prefeitura de Paragominas aproveitou para lançar o “Pacote de Sustentabilidade”, em que apresentou a campanha de coleta seletiva e assinou o Termo de Referência para implantação de Sistemas de Energia voltados às escolas municipais. Também apresentou projetos de lei para o Polo Industrial e para autorização da criação de espécies exóticas da aquicultura.

 

“Para nós é um orgulho muito grande poder continuar contribuindo com o desenvolvimento social e econômico por meio do cooperativismo. É uma alternativa real e plenamente factível para todos. Prova disso é a Coober que abraçou essa oportunidade e vem abrindo grandes fronteiras”, ressaltou Ernandes Raiol, presidente do Sistema OCB/PA (Sindicato e Organização das Cooperativas Brasileiras do Estado do Pará e Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo do Estado do Pará).

 

O 2º Seminário de Energia Renovável foi realizado pela Coober e pelo Sistema OCB/PA com apoio do MundoCoop, Camta, Sicredi, Absolar, Aneel, Moura, Paranoá Energia, Gasgrid, Copérnico e Prefeitura de Paragominas.

Cooperativa de transporte de Marabá tem sobra de R$525mil

Cooperativa de transporte de Marabá tem sobra de R$525mil

 

Do total de 1,5milhão de toneladas do minério manganês exportados pelo Brasil em 2017, a Cooperativa Mista de Caçambeiros e Proprietários de Máquinas de Marabá (COOMISCAMAR) transportou aproximadamente 164,7 toneladas. O resultado gerou um faturamento bruto de R$ 11,5milhões para a singular e um valor de sobras na faixa de R$525mil. Cada cooperado recebeu R$11,7mil. A prestação de contas completa foi apresentada em Assembleia Geral Ordinária (AGO) ocorrida na última semana no hotel São Bento, Nova Marabá. O presidente do Sistema OCB/PA, Ernandes Raiol e o gerente regional do Sebrae em Marabá, Marcelo Araújo, prestigiaram a programação.

 

A cooperativa disponibiliza serviços de transporte de minérios e aterro, terraplanagem e locação de máquinas para a atividade mineradora. Possui 34 cooperados e 80 caminhões que atuam diariamente no transporte do que é produzido na mina da vila União, estrada do Rio Preto. A condução do minério de manganês in natura é feita dentro da própria mina, dos britadores aos silos, assim como da mina para o depósito de Marabá, de onde o minério é direcionado para São Luís do Maranhão. “Temos vários equipamentos trabalhando dentro da mina, máquinas locadas e caminhões de associados, que são veículos traçados e mais resistentes. O trajeto é montanhoso e exige que sejam caminhões bastante fortes”, explica o presidente da COOMISCAMAR, Neivaldo Nunes.

 

De acordo com o Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, a exportação brasileira de manganês apresentou um crescimento de 27,1% nos primeiros oito meses de 2017 em comparação ao mesmo período de 2016. Os dados também apontam que, no período, o Brasil gerou uma maior receita com os embarques da commodity em virtude da alta no preço médio da tonelada do manganês.

 

Do serviço de transporte de cargas da COOMISCAMAR, o faturamento bruto foi de R$7,5 milhões no último ano. Juntando-se à locação de máquinas, chegou a R$ 11,5 milhões. As despesas com combustível, custos administrativos, pagamento aos cooperados e terceirizados chegaram a R$ 10,9 milhões. Como qualquer empreendimento cooperativo que não visa lucro, o excedente foi rateado entre todos os sócios. No total, as sobras foram de R$524mil696, mas apenas R$ 400 mil foi distribuído. O restante de R$124,7 mil foi incorporado ao exercício de 2018 para ser utilizado como capital de giro, mantendo-se principalmente o combustível comprado.

 

Todas as informações constaram na prestação de contas da AGO, que foi aprovada pela assembleia de associados. “Todos ficaram bastante satisfeitos. No início, tivemos muitas dificuldades. Constituímos a cooperativa em 2009, mas não conseguimos serviço e permanecemos parados durante quase 4 anos. Em 2013, retornamos a fazer nossas assembleias, renovando a diretora, mas ainda não conseguíamos o minério pelo fato de muitas empresas de transporte terem contrato vigente. Só no final de 2015 conseguimos parceiros e empresas para as quais pudemos desenvolver nossos serviços”, arremata Neivaldo.

 

Na AGO, também foi feita a eleição para composição do Conselho Fiscal. Foram eleitos os cooperados Marcos Valadares, Adalto Rodrigues, Josenildo Ferreira, Emerson Diacomin, William Abidala e Antônio Flávio.

 

Atualmente, a Mineração Buritirama S.A., que faz a extração do manganês, é o principal cliente da COOMISCAMAR. Entretanto, a cooperativa busca outras logísticas de transporte para dar prosseguimento à evolução experimentada nos últimos anos. A meta é conseguir firmar parceria com a Prefeitura de Marabá para o serviço de transporte de cargas, em especial aterro, e terraplanagem. “Conversamos com o presidente Ernandes e com o Marcelo para fazer um planejamento e, através dessas parcerias, conseguirmos nos aproximar do prefeito. Nos sentimos bastante honrados em ter a participação do Sistema OCB/PA, através do qual temos sido muito bem atendidos. É um orgulho fazer parte do Sistema e ter nossa cooperativa cadastrada em um ente tão importante e com tanta responsabilidade. O presidente e sua equipe vêm demonstrando um mandato exemplar”, completa Neivaldo.

 

Para Raiol, a cooperativa é um case de sucesso que mostra o potencial do ramo transporte no Estado. “Os cooperados tiveram um resultado incrível e iremos apoiá-los para alavancar ainda mais o negócio na região. Começaremos a articulação política, viabilizando a parceria com a gestão municipal. Sem dúvida, concretizando-se a comercialização institucional, as riquezas permanecerão girando dentro do próprio município, que arrecadará mais e, por sua vez, investirá no desenvolvimento de Marabá”.

Agenda Semanal

Agenda Semanal

Do Nordeste ao Sudeste do Pará, o Sistema OCB/PA está executando diversas ações em prol do desenvolvimento das cooperativas ao longo desta semana. Fique por dentro das nossas atividades. Veja a programação do seu município!

#ocbsescooppa #capacitandoparacrescer

 

 

Cooperativas irão definir presidência da OCB/PA em AGO

Cooperativas irão definir presidência da OCB/PA em AGO

O Sistema OCB/PA fará eleição para os Conselhos Diretor, Fiscal e de Ética

 

 

Os investimentos feitos pelo Sistema OCB/PA nas cooperativas cresceram 1.032% nos últimos cinco anos, número que mostra a evolução e relevância da entidade para o desenvolvimento do cooperativismo paraense. As Assembleias Gerais Ordinária (AGO) e Extraordinária (AGE), que ocorrem no dia 17 de abril, serão um momento decisivo para se definir os rumos que o setor seguirá nos próximos quatro anos. Uma das pautas da Assembleia é a eleição dos conselhos Diretor, Fiscal e Ética. No total, 84 singulares estão aptas a participar das deliberações que ocorrem no novo endereço da Casa do Cooperativismo, a sede própria do Sistema OCB/PA.

 

De acordo com edital do Comitê Eleitoral formado para organizar o processo, apenas as cooperativas registradas e adimplentes no Sistema terão direito a voto, não se levando em consideração a contribuição sindical facultada em lei. A primeira convocação ocorre às 08h e se iniciará com maioria dos representantes que possuem direito ao voto. A 2ª convocação será feita no intervalo de uma hora com o número mínimo de 10 representantes para deliberarem sobre a ordem do dia. Na AGE, será feita alteração no estatuto social em relação ao período mínimo de constituição das cooperativas para votarem e serem votadas, que hoje corresponde a três anos.

 

Na ocasião, também se fará a ratificação da compra da sede própria do Sistema OCB/PA, antes já aprovada pelos Conselhos representativos das singulares. Ao longo de quase 40 anos, a entidade precisou realizar diversas mudanças, o que impedia a criação de uma identidade própria. A sede comportará todas as atividades de rotina, compreendendo as ações da área meio, atendimentos na área finalística, reuniões estratégicas da diretoria executiva, assim como as aulas teóricas do Programa Aprendiz Cooperativo. Para isso, a estrutura possui três andares, conta com espaço para estacionamento, amplo auditório e mais de 10 salas.

 

Na AGO, será feita eleição para composição do Conselho Diretor, Conselho Fiscal e Conselho de Ética da OCB/PA. Também será feita a validação do regimento eleitoral. A chapa do Conselho Diretor deve conter o presidente e representantes dos ramos ativos e aptos. Já o Conselho Fiscal deve conter candidaturas individuais para 6 vagas e, o de Ética, para cinco.

 

Em seguida, será feita a prestação de contas do exercício 2018 e a apresentação do relatório de gestão, seguindo-se do parecer do Conselho Fiscal e auditoria. Dentro do plano de ações estratégicas previstas para 2017, o Sistema OCB/PA conseguiu superar 90% das metas do seu eixo tríplice de atuação: Formação Profissional, Monitoramento e Promoção Social. No total, foram realizadas 1.117 ações nas cooperativas paraenses, um crescimento de aproximadamente 15% em relação ao ano anterior. O investimento foi de 2milhões e 200mil em prol do desenvolvimento do cooperativismo no Estado.

 

Outros assuntos a serem discutidos serão a proposta e aprovação orçamentária anual, as alterações previstas com o caráter facultativo da contribuição sindical e a concessão de isenção da taxa de manutenção para as cooperativas de catadores de materiais recicláveis e especiais.

 

"É muito importante que as cooperativas participem e deixem sua contribuição, vislumbrando o futuro do setor que vem se apresentando como muito promissor. Estamos aumentando o percentual de influência no PIB do Estado, gerando emprego e renda para a população, assim como desenvolvendo as comunidades nas quais estamos inseridos. No entanto, os desafios ainda são muitos e precisamos estar preparados para todos eles. Como todo empreendimento, o Sistema necessita planejar e executar ações estratégicas. Todas as singulares estão inclusas neste processo”, afirmou o presidente do Sistema OCB/PA, Ernandes Raiol.

 

 

O SISTEMA

 

O Sindicato e Organização das Cooperativas Brasileiras do Estado do Pará (Sistema OCB-SESCOOP/PA) é a entidade máxima de representação, organização e difusão do cooperativismo paraense. É dividido em duas casas, cada uma com sua função específica e todas sempre trabalhando juntas pelo segmento. A OCB/PA promove o setor junto aos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário e lidera o movimento dentro e fora do Estado. Representa as necessidades dos cooperados, proporcionando os benefícios que o segmento é capaz de trazer para as pessoas, para a economia e para o planeta.

 

Já o Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo no Estado do Pará (SESCOOP/PA) foca no desenvolvimento das pessoas e dos negócios para fortalecer o setor, formulando e oferecendo cursos de capacitação com foco na formação profissional, educação cooperativista, gestão e liderança cooperativa, entre outros.

OCB/PA amplia apoio à pesca cooperativista na região de Santarém

OCB/PA amplia apoio à pesca cooperativista na região de Santarém


Às vésperas da Semana Santa, período em que a demanda por pescado aumenta, a Cooperativa dos Pescadores e Pescadoras Artesanais de Santarém (COOPSAN) ganhou mais um aliado para o aprimoramento da sua produtividade. O Sistema OCB/PA, em pareceria com o Ministério da Agricultura, conseguiu aumentar a amplitude da execução do projeto "Apoio à Economia Solidária da Pesca e Aquicultura no Território do Baixo Amazonas" para atender à singular. Serão executadas capacitações, planos de negócio, organização social, plano de acesso à merenda escolar, além de consultorias estratégicas voltadas para gestão e mercado. A Cooperativa dos Aquicultores do Tapajós (COOPATA) já está sendo beneficiada com o Projeto desde 2017 e os resultados foram apresentados para o técnico do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), Wilson Pickina, de Brasília, que esteve em Santarém nesta semana para acompanhar o andamento das ações. A previsão de vendas para a COOPATA no período prévio à Semana Santa é de 32 toneladas de Tambaqui e Tambatinga.


No total, 4,5mil pescadores de cooperativas e associações serão beneficiados com recursos provenientes do Departamento de Cooperativismo e Associativismo da Secretaria de Desenvolvimento Agropecuário e Cooperativismo (DENACOOP), do MAPA. Através de projeto estruturador, o Sistema OCB/PA conseguiu captar R$246mil do Governo Federal e ainda investirá mais R$ 52mil. Ao longo do último ano, consolidou-se parcerias importantes, como o SEBRAE regional e a Prefeitura de Santarém para fortalecimento das cooperativas. Também foi feita diagnose para análise do estado real da gestão, mapeamento logístico e espacial das comunidades contempladas, planos de intervenção de melhoria e mapeamento dos processos, no sentido de dar um redirecionamento geral na gestão.


Além de conhecer a realidade local dos contemplados com o convênio, o técnico  do MAPA de Brasília teve reuniões com parceiros institucionais do projeto  como o SEBRAE representado pelo Gerente regional Michel Martins e da Secretaria Municipal de Agricultura e Pesca (SEMAP) representada pelo Secretário Bruno Costa. Estes produtivos encontros contaram também com a presença dos técnicos do MAPA de Belém, Rubens Velasco, e de Santarém, Kepler Braum. Representando o Sistema OCB/PA, estiveram Andreos Leite e Camille Benchimol da Nós Soluções Consultoria. “Como parceiro, o MAPA veio acompanhar o convênio com a OCB, conhecer a região, o andamento do projeto e a condição dos beneficiários. Mostramos como as ações estão sendo executadas. Também identificou-se a situação de uma associação que estava prevista receber ações do projeto que não está mais em atividade. O Dr. Wilson Pickina foi pragmático e rapidamente sugeriu a inclusão de outra singular que estivesse devidamente organizada, regular e com potencial de crescimento, mantendo o objetivo de fortalecer a região. Indicamos a COOPSAN, que também tem um sério trabalho na psicultura da região”, explica Andreos.

 


A COOPSAN está em um momento de reorganização estrutural e de mercado, ampliando o quadro de sócios. Os cooperados atuam com a pesca artesanal e a cooperativa já possui fábrica de gelo para recebimento da produção, mas ainda aguarda os procedimentos burocráticos para a liberação da sede. Com apoio da OCB e do SEBRAE, a diretoria está articulando a elaboração do plano de gestão para atuação no espaço. A expectativa é que as atividades se iniciem em três meses.


“O projeto é ambicioso. O Potencial pesqueiro no Oeste paraense é um dos maiores do Brasil, principalmente, em relação a peixes de pele. Os processos estão fluindo e temos certeza de que tudo vai funcionar normalmente, ainda mais com a parceria da OCB/PA, Sebrae/PA, MAPA de Brasília e de Belém. Acredito que no máximo 3 meses já estaremos operando. Agradecemos ao presidente da OCB/PA, Ernandes Raiol, que nos proporcionou isso e confiou em nossa gestão para receber esses investimentos”, afirma o presidente da COOPSAN, Cloverson Gomes.


Atualmente, são 28 cooperados, mas a projeção é que se associem à COOPSAN mais de 200 pescadores. As principais espécies capturadas da extensa cadeia regional são o surubin, dourado, filhote, jaú, piramutaba, curimita, tambaqui, pirarucu, pacu e jarati. Além de Santarém, serão beneficiados os municípios de Almeirim, Belterra, Monte Alegre e Prainha. O objetivo é investir na capacitação da produção, indústria e difusão dos processos organizacionais e produtivos do setor pesqueiro no formato cooperativo. 

 

“Já existem cerca de 10 cooperativas na região trabalhando com selo de qualidade, o que mostra a força do cooperativismo. Os pescadores estão compreendendo que a melhor forma de trabalhar é cooperando, é unindo-se. Estamos intensificando esse acompanhamento justamente para proporcionar as condições políticas, técnicas e organizacionais necessárias para o desenvolvimento da atividade”, concluiu o presidente do Sistema OCB/PA, Ernandes Raiol.

 

2º Seminário de Energia ocorre nesta sexta (23)

2º Seminário de Energia ocorre nesta sexta (23)

 

Até 2008, Paragominas havia perdido 43% de sua área de floresta por conta das atividades locais, o que a tornou sinônimo de desmatamento. Os munícipes assumiram o desafio de produzir riquezas sem degradação e, depois de ser reconhecida por um dos maiores índices de desmatamento no Brasil, a cidade se tornou referência de responsabilidade ambiental. Dela surgiu a Cooperativa Brasileira de Energia Renovável (COOBER), a primeira do ramo em todo o território nacional e que, durante esta semana, promove a segunda edição do Seminário de Energias Renováveis. A programação celebra o “Dia do Município Verde” e é direcionada a consumidores, profissionais da área, cooperativistas e universitários. O Seminário também é promovido pelo Sistema OCB/PA e pela Prefeitura Municipal na próxima sexta (23), no Teatro Reinaldo Castanheira.

 

O objetivo é discutir as possibilidades de energias alternativas na geração distribuída. Para a ocasião, foram convidados os principais atores envolvidos nesse cenário, como a  Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), responsável pela regulação da atividade; A Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (ABSOLAR), que congrega empresas de toda a cadeia produtiva do setor fotovoltaico (FV) com operações no Brasil, coordenando, representando e defendendo os interesses de seus associados quanto ao desenvolvimento do setor; A GASGRID, empresa que apresenta soluções completas de geração distribuída , seja no gás natural renovável ou na energia elétrica; A Moura, empresa que desenvolve e fornece baterias há 60 anos; COOPÉRNICO, cooperativa de energia renovável com operações em Portugal e a Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), responsável pela regulação das singulares.

 

“Estamos organizando uma programação bastante consistente para analisarmos o panorama das energias renováveis em suas diversas vertentes, sempre focando no papel do cooperativismo neste contexto, que tem se mostrado como decisivo para abertura de fronteiras. Esperamos que todos participem e contribuam para divulgação desse evento formidável”, afirmou o presidente do Sistema OCB/PA, Ernandes Raiol.

 

Alguns dos assuntos a serem tratados são a Geração Distribuída no Sistema Elétrico Brasileiro, o papel do armazenamento de energia nessa Geração, Usos dos Recursos Energéticos Distribuídos (Red), O papel indutor da energia solar nos Recursos Energéticos, o seu uso, modelos e possibilidades, Cooperativismo e as Energias Renováveis, A importância das Cooperativas de Energia no Brasil, uma comparação entre Brasil e Alemanha e a experiência da Coopérnico, em Portugal.

 

 

 

 

SHALLON busca ampliar serviços de transporte em Mosqueiro

SHALLON busca ampliar serviços de transporte em Mosqueiro

 

Atuando com validador eletrônico, veículos de 42 assentos e acessibilidade para portadores de deficiência em Mosqueiro, a SHALLON inova o conceito de transporte com um atendimento diferenciado e adoção de práticas que proporcionam um serviço de maior qualidade para os munícipes. Na última quinta (15), o presidente do Sistema OCB/PA, Ernandes Raiol esteve na sede da singular para discutir sobre as demandas do setor. O principal desafio é a regularização junto à Prefeitura de Belém do transporte por ônibus.

 

Constituída há 4 anos, mas contando com a experiência de quase 15 anos no cooperativismo de alguns dos seus 22 sócios, a SHALLON atua no serviço de transporte suplementar de passageiros e com o turismo no distrito de Mosqueiro. Todos os dias, cerca de 3 mil pessoas rodam nos veículos da cooperativa, aproximadamente 90mil pessoas por mês. A linha única inicia da Vila e segue até a comunidade Baía do Sol das 06h às 22h. No total, são 8 vans, 2 micro-ônibus e 4 ônibus.

 

"O mercado é muito bom e buscamos nos adequar da melhor forma possível, pensando nas necessidades de transporte dos moradores de Mosqueiro. Em um contexto conturbado de governança neste setor específico, buscamos atuar de modo extremamente organizado e profissionalizado", explica o presidente da SHALLON, Amarildo Carreira.

 

Embora tenha estrutura para fornecer o serviço de ônibus, a cooperativa esbarra em decreto municipal sancionado pela Prefeitura de Belém que impede especificamente o setor cooperativista de atuar com veículos de mais de 32 assentos. "Já temos autorização da Agência Nacional de Transporte Terrestre (ANTT) e da Agência de Regulação e Controle de Serviços Públicos do Estado (ARCON-PA), mas não podemos atuar apenas por uma decisão municipal que pode facilmente ser modificada. A população solicitou que tivéssemos carros maiores e conseguimos comprá-los, mas o decreto está barrando. É uma viagem longa de quase uma hora e no ônibus é bem mais confortável. Nós e o Distrito de Mosqueiro esperamos por isso", explica a Diretora Financeira da SHALLON, Leocádia Souza.

 

O presidente do Sistema OCB/PA, Ernandes Raiol, recebeu a demanda e já está articulando meios políticos para auxiliar os cooperados. “Pude ver de perto a estrutura da SHALLON e o nível de interesse dos seus gestores em desenvolver um trabalho sério, de domingo a domingo, sem descanso. É certo que a gestão pública também deve pensar neste mesmo sentido. Estamos articulando uma reunião com o Prefeito Zenaldo Coutinho para conversarmos e discutirmos sobre a possibilidade de revogar esse decreto, permitindo, assim, condições dignas de transporte à população”.

 

Congresso discute soluções para produção da mandioca

Congresso discute soluções para produção da mandioca

 

 

A mandioca é a cultura básica da agricultura familiar do Estado, mas diversas regiões estão sofrendo com a proliferação de doenças que comprometem a produtividade, como a fusariose e o apodrecimento de raízes. O conhecimento obtido no Congresso Brasileiro de Mandioca, realizado junto ao II Congresso Latino Americano e Caribenho, será determinante para a adoção de boas práticas e tecnologias necessárias para mitigar esses efeitos negativos. O evento segue até esta sexta (16), em Belém, com a participação de produtores de todo o Pará. Participam as cooperativas COOPRUSAN, COOPROMUBEL, D'IRITUIA, COAPEMI, COAFAM, COOPBOA, COOFARJUR e CAAM. A promoção é da Sociedade Brasileira da Mandioca (SBM), Secretaria de Desenvolvimento Agropecuário e da Pesca (SEDAP) e  Corporación CLAYUCA com o apoio do Sistema OCB/PA.

 

Estão ocorrendo vários minicursos com diversos temas, entre eles melhoramento genético de mandioca, condução de áreas para produção de manivas, manejo de solo, processamento de mandioca e outros.  A programação faz parte do principal fórum de integração dos agentes da cadeia produtiva da mandioca, representados por instituições de ensino, pesquisa, fomento, extensão rural, defesa vegetal, produtores e empresários. Especialistas de sete Unidades da Embrapa no Brasil apresentam palestras e mediam mesas de debate sobre diferentes temas.

 

“A partir desse seminário tomamos conhecimento técnico do aparecimento das doenças que vinham ocorrendo na região. Precisamos buscar uma força coletiva. Em Santarém, por exemplo, já conseguimos montar um laboratório com a Universidade Federal do Oeste do Pará (UFOPA), Instituto Federal do Pará (IFPA), Governo, Município e com o apoio das instituições locais. Buscamos a micro propagação do material resistente para introduzir no plantio de novas áreas e retomar a competitividade”, afirmou o presidente da COOPRUSAN, Cidinei Nunes.

 

De acordo com Cidinei, a safra 2019 estará comprometida devido o aparecimento generalizado das doenças em Santarém, Belterra e Mojuí dos Campos. Para Mauricio Julião, diretor financeiro da COOPROMUBEL, os números são preocupantes. A mandioca representa 70% da produção, que é o carro chefe da cooperativa. Atualmente, os cooperados estão produzindo em torno de 3.500 kg por mês, que resulta em 240 sacos. Em condições normais de produção, os cooperados produzem 40 sacos de farinha por dia que somam 480 sacos por mês. A produção teve uma queda de aproximadamente 50%.

 

 

“O processo de legalização da nossa casa de farinha mecanizada está bem avançado. Porém, ainda enfrentamos a dificuldade de pragas e doenças que não conhecíamos. Com o congresso, descobrimos essa variedade e estamos nos capacitando na expectativa de encontrar a solução”, explica Maurício.

 

Maior produtor brasileiro, com cinco milhões de toneladas por ano, em uma área plantada de 300 mil hectares. A produção está presente nos 144 municípios paraenses e serve, basicamente, para a subsistência. Uma cadeia produtiva que envolve, do plantio à comercialização, cerca de 300 mil pessoas. São agricultores, atravessadores e comerciantes, que juntos movimentam R$ 1 bilhão na economia local por ano.

 

“Nosso município, Juruti, tem um potencial muito grande para produzir mandioca, mas temos dificuldade técnica, porque plantamos rusticamente, de modo não mecanizado. Vou repassar aos cooperados como devemos avançar futuramente se quisermos acompanhar o mercado e a qualidade do produto. Por isso, o congresso está sendo muito útil”, afirmou o Diretor de Comercialização da COOAFARJUR, João Bentes.

 

Na abertura do evento, o presidente do Sistema OCB/PA, Ernandes Raiol, recebeu uma homenagem de reconhecimento pelo apoio à cadeia produtiva da mandioca. “Quase todas, senão todas as cooperativas do ramo agropecuário trabalham com a cultura e é evidente que precisamos apoiar a atividade. Junto às instituições parceiras, buscamos o desenvolvimento de tecnologias que combatam essas problemáticas generalizadas e proporcionem melhores condições aos agricultores”.

 

 

 

Sicoob Credijustra projeta maior expansão no Estado

Sicoob Credijustra projeta maior expansão no Estado

 

Uma cooperativa de crédito voltada para os servidores da Justiça do Trabalho e Eleitoral, a Sicoob Credijustra ampliou as atividades no Pará a partir da união com a Sicoob Bombeiros, em 2015. Hoje, 80% dos servidores do Tribunal Regional do Trabalho – 8ª Região (TRT8) e 50% dos bombeiros estão na Credijustra. Com esses números, a Cooperativa alcançou a marca de 2.100 associados e R$185 milhões de ativos em todo o Brasil. Até 2020, a Cooperativa pretende se tornar referência em atendimento de condomínios e consórcios no Estado, investir na abertura de uma singular produtora de energia renovável e atingir o patamar de 3 mil cooperados em todo o país.

 

Além de prestar serviços para os associados, a Credijustra disponibiliza produtos como consórcios de imóveis, de veículos, poupança, seguros e empréstimos consignados para toda a população, sem a necessidade de ser cooperado. E para os associados, a liberdade de saques na rede 24h, teds e docs sem cobrança de taxas. Até o final do semestre, serão inauguradas um posto de atendimento e uma unidade comercial da Credijustra, ambos no bairro do Umarizal, área nobre de Belém.

 

“Temos um grande carinho por este Estado que representa 54% da nossa carteira de associados, o maior número de associados em uma única unidade, como o TRT8, com 80% e 50% dos Bombeiros. Só no Pará temos essa marca. Por isso, estamos interessados em investir mais aqui para ser a melhor cooperativa de crédito do Estado”, explica o presidente da Credijustra, Alexandre Machado.

 

Qualificação

Outra marca da Credijustra é a qualificação. É a cooperativa de crédito mais certificada, segundo o Banco Central, com 39% do quadro de colaboradores com certificação Anbima. Atualmente, a cooperativa é ligada à Organização das Cooperativas Brasileiras unidade do Distrito Federal (OCB/DF) e irá formalizar uma parceria com o Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo do Estado do Pará para aplicar em Belém a politica de qualificação. “Estamos abertos a todos que nos procurarem para receber qualificação, treinamento, todo o aporte necessário para deslanchar o cooperativismo no nosso Estado”, ressalta o presidente do Sistema OCB/PA, Ernandes Raiol.

 

NOTA DE ESCLARECIMENTO

NOTA DE ESCLARECIMENTO

 

O Sindicato e Organização das Cooperativas Brasileiras do Estado do Pará (OCB/PA) esclarece que a emissão da Guia de Recolhimento da Contribuição Sindical Urbana (GRCSU), cujo vencimento ocorreu no dia 31 de janeiro de 2018, está sendo prejudicada em virtude de instabilidade do site gerador cujo domínio pertence à instituição financeira CAIXA ECONÔMICA FEDERAL. Às singulares que ainda não efetuaram o pagamento, a OCB/PA orienta que estas também podem emitir a guia no portal do contribuinte da CAIXA. Basta acessar o link: http://www.caixa.gov.br/empresa/pagamentos-recebimentos/pagamentos/grcsu/Paginas/default.aspx. Informamos ainda que o código da entidade sindical é 000.563.000.90891-6.

Também é possível entrar em contato com o SUPORTE que instrui acerca do passo a passo da geração do boleto no 3004-1104. O Sistema OCB/PA, prezando pela total transparência dos seus processos, está disponível para demais esclarecimentos.

 

 

Cooperativa paraense receberá investimentos de fundação ligada à ONU

Cooperativa paraense receberá investimentos de fundação ligada à ONU

 

 

 

A Cooperativa Social de Trabalho Arte Feminina Empreendedora (Coostafe), a primeira singular formada apenas por de mulheres presas no país, foi uma das 43 iniciativas sociais de 15 estados brasileiros selecionadas para receber investimentos destinados pela Brazil Foundation. No total será investido R$ 1 milhão de reais por meio de doações diretas. A Brazil Foundation é vinculada à Organização das Nações Unidas (ONU), responsável por mobilizar recursos para ideias e ações transformadoras, a partir do trabalho com líderes e organizações sociais e uma rede global de apoiadores, promovendo igualdade, justiça social e oportunidade para os brasileiros.

 

Foram recebidas 1.189 propostas de todo o Brasil com demandas nas áreas de educação, cultura, direitos humanos, participação cívica, desenvolvimento socioeconômico, saúde e negócios sociais. O edital foi voltado para organizações de pequeno e médio porte e startups sociais, oferecendo investimentos para iniciativas, muitas vezes, fora do radar de investidores sociais e que demonstram um grande potencial de transformação de seus territórios.

 

A Coostafe foi um dos dois projetos selecionados no Pará. A outra iniciativa social foi o “Ame Tucunduba”, projeto de protagonismo juvenil na gestão de recursos hídricos, na área educação e cultura. A startup da Susipe foi selecionada na categoria Direitos Humanos e Participação Cívica.

 

Além de investimento financeiro, as iniciativas contempladas receberão apoio técnico e mentoria, bolsas para participar de workshops de formação em parceria com a Associação Brasileira de Captadores de Recursos (ABCR); acesso aos programas de intercâmbio de liderança e recursos adicionais para projetos de compartilhamento de metodologias.

 

Para a diretora do Centro de Recuperação Feminino (CRF), em Ananindeua, Carmen Botelho, idealizadora da startup social com a cooperativa de presas, a seleção do projeto é uma conquista para o sistema prisional paraense. “Fiquei sabendo do resultado do edital pela internet porque um amigo de São Paulo também teve um projeto selecionado e divulgou em sua rede social. Estamos muito felizes pela Coostafe ter sido contemplada”, destacou a diretora do CRF.

 

Os recursos para esse investimento vieram de jantares beneficentes realizados em Nova York, Belo Horizonte, São Paulo e Rio de Janeiro; campanha Vivo à Beira; e parcerias programáticas com a Garcia Family, a Hees Foundation e E. M. Fund.

 

Os investimentos destinados à Coostafe serão utilizados na melhoria do ambiente de trabalho das detentas, compra de novos equipamentos e capacitação profissional das cooperadas, entre outros. “Nós já apresentamos um planejamento de gastos para a Brazil Foundation e vamos investir o recurso, primeiramente, para melhorar a estrutura do ateliê da Coostafe dentro do presídio, além de comprar novos equipamentos, capacitação profissional das cooperadas para profissionalizar o negócio e também publicidade da marca”, elencou Carmen.

Para conferir a relação completa de projetos selecionados no edital 2018 acesse: brazilfoundation.org/edital-2018-projetos-selecionados/?lang=pt-br

 

Por Timóteo Lopes | Foto: Thiago Gomes (Ascom/ Susipe).

Cooperdoca renovará frota com crédito cooperativista

Cooperdoca renovará frota com crédito cooperativista




Depois de um arrastado 2017, uma das cooperativas mais tradicionais de Belém com 19 anos de operação e 170 cooperados em atividade, a COOPERDOCA superou boa parte das dificuldades e começa a colocar em prática o plano de expansão da cooperativa. Entre as principais ações estão a renovação da frota de carros que estejam acima de 5 anos, redução do número de veículos alugados e, consequentemente, aumentar o retorno financeiro para os cooperados. Pensando nisso, representantes da COOPERDOCA se reuniram nesta quinta-feira (08/03) com as cooperativas de crédito SICREDI Belém e SICOOB Unidas para conhecer as soluções em financiamento que cada uma pode disponibilizar. O presidente do Sistema OCB/PA, Ernandes Raiol, também participou das discussões como um grande entusiasta da intercooperação.

 



“Precisamos estreitar o relacionamento dento do segmento cooperativista para fortalecê-lo e usufruir das vantagens que a intercooperação pode trazer para todos nós, como por exemplo, taxas de juros mais interessantes, possibilidade de negociação direta, coletiva e o fortalecimento financeiro das próprias cooperativas envolvidas”, ressaltou o Ernandes Raiol.



Dados Aliança Cooperativista Internacional, apontam que no mundo, mais de 1 bilhão de pessoas tem como renda principal as cooperativas. No Brasil, 51,6 milhões de pessoas são beneficiadas direta ou indiretamente pelo cooperativismo. As cooperativas de táxi transportam cerca de 2 bilhões de passageiros por ano, com média 5,5 mil pessoas por dia. Hoje, a Cooperdoca mantém um faturamento mensal de cerca de R$200 mil e pretende aumentar esse valor ao otimizar os recursos da cooperativa.

 


“Por falta de desconhecimento mesmo, por vezes acabamos por não utilizar os recursos que o cooperativismo nos disponibiliza. Por isso, estamos procurando conhecer as cooperativas de crédito para beneficiar a nossa cooperativa e a vida dos cooperados”, contou o presidente da Cooperdoca, Ewerton Lobado.



As taxas de juros de uma cooperativa de crédito são menores em cerca de 40% em relação às praticadas por bancos convencionais, com a vantagem de o associado ser dono e cliente ao mesmo. “Isso faz toda a diferença. Nós presamos pelo encantamento dos nossos associados e mostramos para eles todas as vantagens na ponta lápis”, enfatizou o diretor administrativo do Sicredi Belém, Amaury Dantas.



Na Sicoob Unidas, o diretor superintendente Manoel de Jesus Martins apresentou o sistema Sicoob e disponibilizou um atendimento diferenciado para a Cooperdoca a fim de vislumbrar a melhor solução financeira para a Cooperativa. “Aqui, prezamos pelo relacionamento. Esse é o maior bem de toda a cooperativa de crédito. Estejam certos que teremos o maior prazer em satisfazer as demandas de vocês”, afirmou.

 



Superação

Em todo Brasil, o segmento de taxi passou por forte abalo após a entrada de vários aplicativos. No Pará, não foi diferente, mas a postura de gestão da Cooperdoca fez com que a cooperativa se reposicionasse ao incrementar uma série de ações. “O ano de 2017 foi um ano de arrumar a casa. Saímos de uma caótica inadimplência de 80% para 10% já primeiro trimestre de 2018. Alavancamos o nosso aplicativo e nos reposicionamos no mercado com atendimento diferenciado, carros tops de linha e segurança para os nossos clientes. Hoje, o cliente Cooperdoca sabe exatamente o que é ser ‘o’ cliente Cooperdoca”, explicou o contador da Cooperdoca, Marcelo Baena.

OCB debate pautas estratégicas com o presidente Temer

OCB debate pautas estratégicas com o presidente Temer

 

O reconhecimento do adequado tratamento tributário ao ato cooperativo, a reforma do PIS/Cofins e a manutenção da desoneração da folha de pagamentos das empresas e cooperativas foram os principais pontos debatidos na última quarta-feira pelo presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas, com o presidente da República, Michel Temer.  O secretário da Receita Federal, Jorge Antonio Deher Rachid, e o ministro-chefe da Casa Civil, Eliseu Padilha, também participaram da audiência. A OCB Nacional apresentou as demandas de todas as Unidades Estaduais e respectivas cooperativas representadas.

 

Outras questões como a abertura de novos mercados para a cadeia de aves e suínos da setor cooperativista, e os problemas das barreiras internacionais impostas ao produto made in Brazil, a revitalização do sistema de fiscalização sanitária do Ministério da Agricultura e a revisão de normativos relativos à sanidade agropecuária, com vistas a acelerar o processo de exportação também estiveram na pauta da audiência, ocorrida em Brasília.

 

O presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas, defendeu o modelo tributário aplicado ao setor cooperativista, ressaltando a necessidade de se regulamentar o adequado tratamento tributário ao ato cooperativo previsto na Constituição Federal. Sobre a questão do PIS/Cofins, o líder cooperativista fez questão de reforçar que a revisão da legislação não pode prejudicar as exclusões de bases de cálculo já conquistadas nos normativos vigentes.

 

Márcio Freitas destacou, ainda, o trabalho que vem sendo realizado pelo ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Blairo Maggi, e pediu a atenção da Presidência da República para as políticas públicas implementadas e a serem desenvolvidas pela pasta.

 

Os presidentes das cooperativas também manifestaram suas considerações a respeito das dificuldades enfrentadas pelo setor produtivo da cadeia de aves e suínos do setor cooperativista em diversos níveis, tais como produção, exportação, legislação etc.

 

PRESIDÊNCIA

Em sua fala, o presidente Michel Temer deixou clara a intenção do governo em tratar das questões apresentadas pelos cooperativistas. “O que o governo quer é cooperar com o cooperativismo”, comenta, reafirmando, contudo, seu compromisso em equilibrar as contas públicas e em analisar todos pleitos apresentados pelas lideranças. Ao final, Temer reconheceu o trabalho ministro Blairo Maggi, pelo desenvolvimento do setor produtivo brasileiro.

 

RECEITA FEDERAL

O secretário Jorge Rachid destacou que o texto da reforma do PIS/Cofins está em fase de elaboração, no âmbito da Receita Federal, mas antecipou que o ato cooperativo será integralmente preservado na nova legislação. Registrou, também, que a intenção da reforma é tornar ambas as contribuições muito mais simples com características de imposto de valor agregado.

Fonte: ASCOM OCB

PARTICIPANTES

O superintendente do Sistema OCB, Renato Nobile, a gerente geral da OCB, Tânia Zanella, a assessora jurídica da Organização, Ana Paula Andrade Ramos Rodrigues também participaram da reunião, que contou ainda com as seguintes presenças: o deputado federal Osmar Serraglio, presidente da Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop), o superintendente da Fecoopar, Nelson Costa, e os presidentes das cooperativas C.Vale, Alfredo Lang, da Castrolanda, Frans Borg, da Lar, Irineo da Costa Rodrigues, da Copacol, Valter Pitol, da Copagril, Ricardo Silvio Chapla, da Frimesa, Valter Vanzella e da Cooperativa Central Aurora Alimentos, de Santa Catarina, Mário Lanznaster.

Foto: Marcos Corrêa / Palácio do Planalto

Mulheres cooperativistas são homenageadas pelo Sistema OCB/PA

Mães, profissionais, guerreiras.  As mulheres cumprem, sozinhas, várias missões e toda esta versatilidade ganha um destaque especial no cooperativismo. Nesta quinta (08), o Sistema OCB/PA realizou uma cerimônia especial de homenagem ao Dia Internacional da Mulher. Participaram representantes de singulares paraenses e as colaboradoras da Unidade Estadual. Confira o depoimento gravado de algumas destas aguerridas que lutam por um Pará cada dia mais cooperativo:

 

 

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Intercooperação: Sicoob Coimppa irá incentivar uso de energia renovável

Intercooperação: Sicoob Coimppa irá incentivar uso de energia renovável

 

O Sicoob Coimppa está com um projeto para beneficiar os mais de 2 mil cooperados por meio do incentivo da produção de energia renovável. A ideia é criar uma nova cooperativa que irá fornecer energia por meio de placas fotovoltaicas. Os estudos ainda estão em fase inicial. Por conta disso, na tarde desta quarta-feira (07/03), o presidente do Sicoob Coimppa, José Melo da Rocha, reuniu com Raphael Vale, presidente da primeira cooperativa de energia renovável do Brasil, a Coober, e com Ernandes Raiol, presidente do Sistema OCB/PA, que representa as cooperativas no Estado.

 

Há mais de 20 anos, José Melo da Rocha, utiliza placas fotovoltaicas na Ilha do Marajó. À época, era algo impensável expandir a produção de energia a mais pessoas por conta do alto custo. Hoje, o cenário é mais favorável. O cooperativismo voltado para a produção de energia conquistou alguns benefícios, a tecnologia está melhor, mais acessível, e há muito mais interessados.

 

“Penso que melhorar a vida das pessoas deve ser uma constante que devemos ter como foco para melhorar o nosso trabalho. A questão da produção de energia pode facilitar e colaborar tanto com uma mentalidade genuinamente sustentável como acelerar o processo de desenvolvimento do nosso Estado”, afirmou José Melo da Rocha.

 

Em novembro de 2015, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) alterou a Resolução 687, permitindo a formação de cooperativas para atuar em sistema de geração distribuída e de compensação de energia renovável injetando energia direto na rede elétrica. Em 2016, a Coober inaugurou em Paragominas uma usina solar fotovoltaica com capacidade de 75KWp, que beneficia diretamente 23 cooperados com energia limpa, ilimitada e de baixo custo de produção.

 

“Hoje nossos cooperados da Coober são ‘prosumidores’ de energia renovável em geração distribuída, que significa ser produtor e consumidor de energia ao mesmo tempo. Isso está mudando a visão do consumidor residencial que antes tinha papel passivo de apenas receber e consumir a energia. O setor elétrico brasileiro está passando por mudanças o que também traz muitas oportunidades”, enfatizou Raphael Vale.

 

Gargalo

Apesar dos avanços, a legislação ainda estabelece de maneira inflexível o pagamento de demanda contratada de usinas puras (aquelas que apenas produzem energia, injetam energia na rede para e compensação e sem carga instalada) igual a de uma usina com carga instalada para abastecer e manter uma indústria ou um comércio.

 

“Esse é uma discussão que precisamos levar em frente porque pode mudar para melhor a nossa relação com a geração de energia e abastecer vários setores cooperativistas ou não. O mundo já acordou para isso. É preciso que nos apropriemos disso e façamos aqui, no Pará, na Amazônia, o exemplo todo o Brasil”, finalizou Ernandes Raiol.

Dia de Cooperar: oportunidade para multiplicar o bem

Dia de Cooperar: oportunidade para multiplicar o bem

 

As cooperativas surgiram da necessidade de se unir, de se cooperar e contribuir para um bem comum. A razão de ser do cooperativismo é promover estes valores, que devem ser multiplicados para toda a sociedade ao entorno. O Dia de Cooperar, movimento de voluntariado promovido pelo Sistema OCB/PA, é a grande oportunidade para as cooperativas mostrarem o seu diferencial, que é fazer negócios e crescer juntos. Reúna os cooperados de sua singular e articule uma ação alusiva à campanha com o compromisso de promover responsabilidade socioambiental. As comunidades paraenses esperam por nossa cooperação!

 

O grande desafio do Dia C continua sendo estimular o desenvolvimento de projetos contínuos que possam gerar benefícios constantes para as comunidades onde as cooperativas estão inseridas. Para isto, o programa vai buscar abraçar integralmente os ODS, que são 17 propostas e 169 metas com o objetivo de melhorar a vida ao redor do planeta. As cooperativas, como agentes de transformação social, podem se alinhar a esta agenda, por meios de ações e projetos transformadores.

 

“Convocamos, desde já, todas as singulares do Estado a aderirem à essa corrente do bem. Não existe sensação melhor do que estender a mão e contribuir para fazer alguém feliz. Esse é o espírito que nos move todos os dias. Se queremos mudar o mundo, só conseguiremos quando começarmos a olhar para as pequenas realidades ao nosso redor. Se cada um fizer a sua parte, tornaremos o Pará em um lugar melhor para se viver”, reitera o presidente do Sistema OCB/PA, Ernandes Raiol.

 

Mais informações:
(91) 32264140 / 993604665
E-mail: Este endereço de e-mail está sendo protegido de spambots. Você precisa habilitar o JavaScript para visualizá-lo.
Site: diac.somoscooperativismo.coop.br

Casa do Cooperativismo já tem endereço próprio

Casa do Cooperativismo já tem endereço próprio

 
 
Depois de 30 anos de atuação do Sistema OCB no Pará, as cooperativas paraenses terão um espaço exclusivo dedicado ao fortalecimento do setor. A entidade oficializou acordo para a aquisição da nova Casa do Cooperativismo junto ao Sicoob Central Unicoob, que vendeu sua antiga sede para a operacionalização das atividades cooperativistas. O negócio foi confirmado no final de 2017 e a inauguração ocorre no dia 16 de abril com a participação de todas as singulares do Estado. O novo endereço é na Avenida Conselheiro Furtado, número 1693
 
 
Após o processo de reorganização administrativa do Sistema OCB/PA, uma das metas estipuladas no segundo mandato do presidente Ernandes Raiol foi a compra da nova sede. Ao longo desses 30 anos, a entidade precisou realizar diversas mudanças, o que impedia a criação de uma identidade própria. “Nossas cooperativas mereciam ter um local fixo, onde pudessem recorrer à entidade que é a representação máxima do setor, de acordo com a Lei Estadual 7.780. Por isso, eu e minha equipe trabalhamos bastante para concretizar esse sonho”, afirmou o presidente Ernandes Raiol.
 
 
O resultado veio após negociações com a Sicoob Central Unicoob, que já pretendia vender a sua sede. As singulares pertencentes ao Sistema foram incorporadas à Central do Paraná em 2015 e o espaço ultrapassou as demandas estruturais necessárias com o compartilhamento das atividades. “Conversamos com os membros das cooperativas de crédito que compõem a Central no Pará e entramos em acordo que o prédio deveria permanecer a serviço do cooperativismo. Foi uma conquista muito grande de cada singular e não gostaríamos que fosse simplesmente vendido. Por isso, as lideranças do SICOOB se mobilizaram para que a representante de todas as cooperativas do Pará, a OCB, fosse o comprador.  Também deliberamos com a Central no Paraná que aprovou a transação”, afirmou o presidente da cooperativa SICOOB UNIDAS, Carlos Edilson.
 
 
A sede comportará todas as atividades de rotina do Sistema OCB/PA, compreendendo as ações da área meio, atendimentos na área finalística, reuniões estratégicas da diretoria executiva, assim como as aulas teóricas do Programa Aprendiz Cooperativo. Para isso, a estrutura possui três andares, conta com espaço para estacionamento, amplo auditório e mais de 10 salas. O lugar estava avaliado inicialmente em R$ 4,3 milhões, valor acima da viabilidade de aquisição do Sistema OCB/PA. Entretanto, a Central reavaliou e ajustou para R$1,8 milhões. 
 
 
“Agradecemos a consciência que o Paraná teve neste sentido em valorizar a permanência da sede e ajustar o valor para a realidade do Sistema.  Destacamos o esforço do Diretor Presidente, Marino Delgado e do presidente do Conselho de Administração, Jefferson Nogaroli que tiveram vontade política para manter esse empreendimento do SICOOB com as cooperativas, não só do ramo crédito, mas de todo o setor”, explicou a Diretora da OCB/PA, Vera Almeida, que também faz parte do Sistema SICOOB.
COOPMASP recebe monitoramento do Sistema OCB/PA

COOPMASP recebe monitoramento do Sistema OCB/PA

 

Apresentando conformidade nos aspectos contábeis e tributários, assim como todas as certificações necessárias para operar com madeira de origem legal, a Cooperativa da Indústria Moveleira e Serradores de Parauapebas (COOPMASP) recebeu monitoramento do Sistema OCB/PA. O objetivo é aprimorar os processos internos de gestão e governança. Uma das ações de desdobramento do diagnóstico é a realização da Assembleia Geral Ordinária (AGO), que ocorre no próximo dia 28.

 

Na visita técnica para aplicar o monitoramento, se verificou as formas que o Sistema pode contribuir no processo de reorganização social da COOPMASP. Um dos aspectos positivos é a estrutura de negócio da cooperativa que, por ter a experiência de 20 anos no mercado, já conhece o cenário em que atua. Também possui todas as certificações referentes ao desenvolvimento da atividade, como a da Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Sustentabilidade (SEMAS) e do IBAMA.

 

“Toda a matéria prima que passa pela cooperativa, no caso a madeira, vem através das áreas de manejo da Vale, que explora as áreas e, por não utilizar madeira, faz o repasse para beneficiamento. É tudo documentado para que se possa ter o controle legal da madeira e liberação dos demais órgãos competentes que regularizam a atividade. Os cooperados estão totalmente aptos para comercializar com segurança”, afirmou o analista de desenvolvimento de cooperativas do Sistema OCB/PA, Jamerson Carvalho.

 

No último mês, a cooperativa completou 20 anos. É a única singular que trabalha no ramo dentro da Região Norte. Através dela, se criou o polo moveleiro de Parauapebas com os cooperados que formam 96 movelarias instaladas em uma área de 250mil metros. A cooperativa presta serviços na parte de gerência do polo, garantindo acesso a infraestruturas básicas e organizando o licenciamento dos cooperados. O principal produto é a serragem da madeira para o moveleiro a preço de custo. Os cooperados produzem móveis rústicos e coloniais.

 

No aspecto fiscal, a COOPMASP adquiriu um sistema contábil próprio para ter um controle econômico e financeiro de suas operações. “A prestação de contas que não possui informações elaboradas por equipe de contabilidade pode fragilizar a administração da cooperativa. Portanto, essa aquisição permite que cumpram a legalidade e se direcionem ao mercado da melhor maneira possível”, completa Jamerson.

 

Por ter passado um período inadimplente e sem o amparo do Sistema OCB/PA, a cooperativa ainda precisa realizar alguns ajustes para se regularizar como organização social coletiva nos moldes do cooperativismo. Com o apoio em monitoramento, a partir do Programa de Acompanhamento da Gestão das Cooperativas (PAGC), se gerou um índice de conformidade geral cooperativista e um diagnóstico com informações para se elaborar um plano de melhorias. A medida permitirá que a COOPMASP tenha o cumprimento pleno da legislação e se regularize documental e organizacionalmente.

 

“O primeiro passo após a aplicação da ferramenta é a realização da AGO. A principal pauta será a prestação de contas e eleição do Conselho Fiscal.  Será um trabalho contínuo, por isso, também participaremos da Assembleia, contribuindo no direcionamento legal e na elaboração da ata de acordo com o que a legislação exige. É importante para garantirmos a prática democrática da cooperativa por ocasião da AGO, também deixando encaminhado o próximo passo de arquivamento para homologação e validação na Junta Comercial do Pará”, afirmou o presidente do Sistema OCB/PA, Ernandes Raiol.

 

"Foi fundamental o diagnóstico para conhecermos nossa realidade para, a partir dai, estabelecer uma meta e fazer com que a cooperativa possa andar legalmente, não somente em relação a documentos, mas também ao cooperativismo e suas leis", conclui o presidente da COOPMASP, Sérgio Neto.

Aprendizes da CAMTA visitam a SICREDI Verde

Aprendizes da CAMTA visitam a SICREDI Verde

 

O cooperativismo é uma rede de negócios que congrega vários ramos. Os aprendizes da Cooperativa Agrícola Mista de Tomé-Açu (CAMTA), por exemplo, recebem os salários através da conta que possuem na cooperativa de crédito SICREDI VERDE. Na última semana, eles visitaram a sede da singular sediada em Quatro Bocas com o objetivo de promover um intercâmbio de informações. A iniciativa foi promovida pelo Sistema OCB/PA.

 

A finalidade da programação foi proporcionar ao aluno, acostumado com as atividades que envolvem o setor agropecuário, uma melhor compreensão do funcionamento, dinâmica de trabalho e da realidade de uma cooperativa de outro ramo.  A SICREDI foi escolhida para representar o cooperativismo financeiro. “É uma singular que atua bem próximo à CAMTA, o que facilitou o deslocamento dos alunos. Além disso, é uma das grandes referências no Estado no que tange a boas práticas de gestão”, afirmou a coordenadora do Programa Aprendiz Cooperativo, Rafaela Menezes.

 

No total, participaram 12 jovens aprendizes que puderam visitar todos os setores da SICREDI, até a parte administrativa.  Os alunos tiraram todas as suas dúvidas acerca das diferenças do empreendimento em relação aos bancos convencionais. Ainda receberam palestra sobre como funciona o Sistema Sicredi em âmbito nacional.

 

Um dos assuntos ressaltados na oportunidade foi a intercooperação e como é operacionalizada, em especial nas linhas de financiamento para o produtor rural que pode recorrer às singulares de crédito. A CAMTA, inclusive, já buscou o apoio financeiro do Sicredi em muitos negócios. Os próprios aprendizes recebem pela conta que a cooperativa possui na cooperativa de crédito.

 

Outra característica que chamou a atenção dos participantes foi o modelo de gestão da cooperativa que valoriza a preservação do meio ambiente. “Ficou evidente que eles priorizam práticas de educação ambiental, de modo que os funcionários a exercem tanto no ambiente interno de trabalho como na sua própria casa. Alguns dos projetos implementados é o recolhimento de pilhas, de papeis que podem reutilizar, além de não gastarem papeis desnecessariamente e de confeccionarem os copos dos funcionários para não se usar copos descartáveis. Enfim, foi uma experiência muito positiva”, explicou a professora do Programa, Alessandra Souza.

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