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Unir pessoas para compartilhar resultados é o que move a Feira de Negócios do Cooperativismo (FENCOOP). Tal finalidade será alcançada pelo apoio de parceiros que vivem, apoiam e acreditam no cooperativismo: UNIMED Belém, SEBRAE/PA, SICREDI, SICOOB e UNIODONTO Belém. As cooperativas e entidades serão presença confirmada na Feira que ocorre no período de 24 a 26 deste mês na Estação das Docas. A expectativa é que participem aproximadamente 10mil pessoas ao longo dos três dias.

UNIMED Belém
A cooperativa tem a missão de cuidar de vidas, com qualidade e segurança. Possui pronto-atendimentos, laboratórios, ambulâncias e hospitais credenciados para garantir qualidade na assistência médica, hospitalar e de diagnóstico complementar. A Unimed Belém tem 1.852 cooperados e 2.079 colaboradores, que atendem 276 mil clientes da capital e 36 mil de outros Estados em intercâmbio. A cooperativa faz parte do Sistema Unimed, a maior cooperativa na área de saúde do mundo. Conta atualmente com 114 mil médicos cooperados.
“Nossa expectativa é grande em participar da FENCOOP como um dos representantes do ramo Saúde no Pará, mostrando para a população paraense que somos uma cooperativa que contribui para o desenvolvimento da nossa sociedade”, reiterou o presidente da Unimed Belém, Wilson Niwa.

UNIODONTO Belém
A cooperativa é líder de mercado e possui, hoje, 596 cirurgiões-dentistas em todas as especialidades odontológicas. Atua no estado do Pará atendendo cerca de 130 mil usuários de 445 empresas, planos individuais e familiares. Na UNIODONTO Belém, o dentista é sócio da cooperativa com o compromisso de prestar assistência odontológica a todos os seus usuários, com excelente nível de qualidade e menor custo. O modelo contratual é baseado nas exigências da Agência Nacional de Saúde Suplementar (A.N.S.).
SICOOB e SICREDI
Os sistemas de crédito SICOOB e SICREDI também serão parceiros da FENCOOP. As cooperativas financeiras oferecem todos os serviços de uma rede bancária tradicional, tais como conta corrente, poupança, financiamentos, convênios (arrecadações), consórcios, seguros, câmbio, cartões de crédito, caixas eletrônicos. O diferencial das singulares é que, ao invés de um único dono, os clientes das cooperativas também se tornam donos do negócio ao se associarem. É um empreendimento coletivo regido de forma democrática por assembleias gerais dos sócios-clientes que decidem, por exemplo, as taxas de juros, os integrantes da diretoria e ainda dividem o “lucro” anual para todos proporcionalmente.
O resultado do último exercício financeiro do Sicredi, por exemplo, chegou a R$ 2,7 bilhões. Mais da metade retornará para os associados ao Sistema no Brasil. Em terras paraenses, as sobras chegaram a R$10 milhões. A projeção é que esse número dobre em 2019 com as sete agências a serem inauguradas no Estado em seis municípios. Já o Sicoob registrou “lucro” líquido nas cooperativas de R$ 3,121 bilhões em 2018, uma alta de 12,2% ante o ano anterior. O resultado bruto da intermediação financeira subiu 9,7%, a R$ 7,202 bilhões. O Sistema terminou 2018 com 4,4 milhões de cooperados e 2,9 mil pontos de atendimento.

SEBRAE/PA
Outro parceiro estratégico da FENCOOP e do cooperativismo é o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas no Estado do Pará (Sebrae/PA). A missão institucional do Sebrae é promover o desenvolvimento sustentável, a competitividade das micro e pequenas empresas e o fomento ao empreendedorismo nos municípios paraenses. A instituição atua junto ao cooperativismo paraense por meio de apoio ao cooperativismo de crédito com o objetivo de financiar micro e pequenas empresas atendidas pelo Sebrae, além de executar ferramentas como o SebraeTec.
“Agradecemos o apoio da UNIMED Belém, SEBRAE/PA, SICREDI, SICOOB e UNIODONTO Belém por acreditarem nessa causa e tornarem a Feira de Negócios do Cooperativismo uma realidade. Nosso objetivo é mantê-la como agenda fixa no calendário anual da capital paraense para que o nosso povo reconheça o que somos”, afirmou o presidente do Sistema OCB/PA, Ernandes Raiol.
Serviço: A abertura da Feira de Negócios do Cooperativismo (FENCOOP) ocorre no dia 24 de abril às 19h. A exposição das cooperativas inicia logo após a cerimônia, seguindo até 22h. Nos dias 25 e 26, a exposição inicia às 14h.

Iniciou-se uma nova etapa para o cooperativismo paraense com a aula inaugural do Mestrado Profissional. Representantes de diversos municípios e ramos econômicos participam deste momento histórico para o setor no Pará, que será um dos poucos Estados no Brasil a ter um grupo seleto de mestres com foco no cooperativismo. De acordo com a Diretoria Geral do IFPA, a parceria com o Sistema OCB/PA se estenderá para o âmbito do ensino técnico, graduação e pós-graduação.
A aula inaugural ocorreu na última segunda (08), na sede do Sistema OCB/PA. Na mesa oficial, se pronunciaram o presidente Ernandes Raiol, o diretor da pró-reitoria de pesquisa e pós-graduação do IFPA, Saulo Silva, o diretor geral do IFPA, Adebaro Reis, a Coordenadora do curso, Marina Regina e o professor doutor da UFRA, José Romano. Ao longo da semana, os alunos já iniciaram a grade curricular com a disciplina de metodologia aplicada.
“Estamos felizes em poder contribuir e aprender junto com todas as cooperativas. A oferta de qualificação e produção de tecnologias sociais é uma das nossas finalidades alcançadas através de parcerias. Tenho certeza que esta turma não busca apenas um título acadêmico, mas sim a qualificação necessária para desenvolver e melhorar o meio em que estamos inseridos”, afirmou o Diretor Saulo Silva.
O curso de Mestrado Profissional em Desenvolvimento Rural e Gestão de Empreendimentos Agroalimentares tem como objetivo geral formar profissionais, visando o desenvolvimento rural sustentável com base em sistemas integrados de produção agropecuária, extrativista e agroindustrial. Neste sentido, o projeto do curso está voltado para a atuação no meio rural, a partir da compreensão da dinâmica e do manejo de agroecossistemas e da gestão de empreendimentos agro com ênfase no processo histórico, cultural e ambiental.
Uma das grandes novidades apresentadas pelo Diretor Geral do IFPA, Adebaro Reis, foi a continuidade da parceria com a oferta de cursos técnico e tecnólogo em curto e médio prazo, assim como de doutorado a ser planejado a longo prazo.
“Queremos, já neste primeiro semestre, ofertar uma turma em tecnólogo em cooperativismo e iremos propor uma turma de técnico na modalidade proeja para contribuir ainda mais com a qualificação do quadro social das cooperativas. Iremos trabalhar nas três modalidades de ensino que estão ao nosso alcance: ensino técnico, graduação e pós-graduação. São laços fraternos que estamos construindo e que se unem cada vez mais”.

O CURSO
Em julho de 2018, o Instituto Federal do Pará (IFPA) do Campus Castanhal assinou convênio de cooperação técnica com o Sistema OCB/PA. A partir da parceria, foi lançado o edital do Processo Seletivo do Curso de Mestrado Profissional em Desenvolvimento Rural e Gestão de Empreendimentos Agroalimentares. Será possibilitada, ao egresso, a capacidade de disseminar e construir tecnologias e inovações numa perspectiva integrada, envolvendo os sistemas de cultivo, criação, agroextrativista e agroindustrial.
O Mestrado está estruturado com as disciplinas obrigatórias: Desenvolvimento Rural, Territorialidade e Políticas Públicas; Fundamentos dos agroecossistemas; Fundamentos em Gestão de Empreendimentos Agroalimentares; Metodologia de Pesquisa Aplicada; Seminários Temáticos.
Já, como optativas, estão disponíveis as disciplinas Agricultura Familiar Camponesa e Agroecologia, Economia Solidária e Cooperativismo; Inovação Tecnológica; Estatística Aplicada; Tecnologias Agroalimentares; História, Cultura e Meio Ambiente da Amazônia; Instrumentos e Ferramentas de Gestão; Geotecnologia Aplicada a Produção Sustentável; Tecnologias Sustentáveis em sistemas integrados produtivos.
“Para nós, é algo inédito, um sonho realizado. É mais um legado que será extremamente útil ao desenvolvimento do cooperativismo. Nosso desafio é não continuar apenas pensando na pós-graduação. Precisamos também tornar realidade um curso de graduação para o Estado tendo em vista o quanto as grades regulares do nosso ensino preterem o cooperativismo. O IFPA é a instituição pioneira neste sentido, pelo que somos muito agradecidos. Estamos construindo um marco institucional histórico com base na ajuda mútua e na cooperação”, reiterou o presidente do Sistema OCB/PA, Ernandes Raiol.


A personalidade austera de Valdecir Manoel Affonso Palhares escondia um amor intenso que conseguia expressar, como ninguém, na luta incansável por tornar o Pará um Estado mais cooperativo. Sua paixão pelo cooperativismo era nítida, legado que ficou marcado na história e deixou discípulos, hoje responsáveis por fazer seus ensinamentos perdurarem. Nesta terça (09), Palhares nos deixou para compor de vez a galeria dos grandes pioneiros do cooperativismo paraense.
Palhares foi decisivo para a estruturação dos ramos consumo, habitacional e, em especial, de crédito. Escritor de diversas obras sobre cooperativismo, literaturas paraenses como a Cabanagem, poemas escritos e musicalidade. Paulista natural do município de Bebedouro, mas paraense de coração, aqui morou e estabeleceu família.
Na década de 90, funcionários públicos de instituições federais, estaduais e municipais enfrentavam diversas dificuldades nas mãos de agiotas. O cooperativismo foi a solução para o acesso a um crédito mais justo, solidário e aberto muito em função do trabalho desempenhado pelo professor Palhares. Em sua cidade natal, já havia uma grande cooperativa agropecuária chamada CrediCitros. Foi através desse conhecimento que, somado a estudos e pesquisas, começou a se tornar a liderança responsável por transformar o cooperativismo de crédito em uma realidade no Pará.
“Não tínhamos ideia do que era cooperar. Como professor, uma das coisas que mais investiu foi na educação e, através dela, tentava passar para nós mais do que ensinamentos teóricos. Queria que fôssemos, como ele, apaixonados. E, de fato, conseguiu”, enfatizou a antiga diretora financeira e conselheira da Sicoob Central Amazônia, Vera Almeida.
Palhares foi um dos fundadores e primeiro presidente da Sicoob Central Amazônia, constituída por cooperativas de crédito no dia 15 de outubro de 1992. Ocupou a posição ao longo de 18 anos, trazendo o profissionalismo e dinamismo que possibilitaram o momento de expansão das singulares financeiras.
“Foi um homem muito voltado para o que fazia, abraçava o cooperativismo com muita garra. Era rígido, mas sempre coerente no que falava. O Sindicato e Organização das Cooperativas Brasileiras do Estado do Pará (Sistema OCB/PA) agradece por tudo o que fez, expressando profundo pesar pelo seu falecimento. Comprometemo-nos a ser um agente de perpetuação do legado deixado por Palhares”, afirmou o presidente do Sistema OCB/PA, Ernandes Raiol.
O falecimento de Palhares ocorreu na madrugada desta terça (09). A família informa que o horário provável de sepultamento é hoje, às 15h.

A agroecologia irituiense, produzida com o trabalho e esforço de quem faz do campo seu sustento, foi reconhecida nacionalmente em premiação promovida pela Natura. Uma das maiores multinacionais do segmento de cosméticos, a empresa realizou a 15ª edição do prêmio Qlicar. A premiação reconhece os fornecedores estratégicos que tiveram melhor desempenho no ano anterior.
Na categoria “Insumos de biodiversidade”, a Cooperativa Agropecuária dos Produtores Familiares Irituienses (D´Irituia) levou o prêmio de “Maior Evolução”. A singular paraense fornece insumos para a Natura há cinco anos.
No total, foram 22 premiados em diversas áreas como fragrância, branding & design, transporte, tecnologia da informação, entre outras. O Programa Qlicar foi elaborado com o objetivo de estimular uma cadeia de alta competitividade e relações de qualidade com os parceiros. Atualmente, 240 fornecedores participam do Qlicar, distribuídos em sete categorias de acordo com suas áreas de atuação.
Além das premiações por área de fornecimento, há a categoria transversal Destaque Socioambiental, que premia a ação dos fornecedores nesse campo. "Engajamos os principais fornecedores em nossas estratégias, com o objetivo de disseminar as crenças e os valores da empresa, principalmente a busca por impacto positivo em todas as nossas áreas de atuação", diz Josie Romero, vice-presidente de operações e logística da Natura.
Com nove anos de fundação, a D’Irituia reuniu 20 produtores familiares que não eram atendidos por políticas de âmbito federal, municipal ou estadual para que juntos constituíssem uma organização comercial mais competitiva. Hoje já são mais de 60 cooperados. Os principais produtos da cooperativa são polpas de frutas, farinha, goma, tucupi, leite, queijo, iogurte, hortaliças e oleaginosas.
“Temos imenso orgulho e satisfação em estar presente junto à D'Irituia, acompanhando esse processo desde o início. Parabenizo a todos os cooperados e cooperadas que a compõem, garantindo a continuidade da parceria o sistema OCB-SESCOOP/PA em vista de um horizonte socioeconômico ainda mais promissor. Afinal, nosso objetivo é promover o crescimento do cooperativismo”, afirmou o presidente do Sistema OCB/PA, Ernandes Raiol.

Às vésperas da 1ª Feira de Negócios do Cooperativismo (FENCOOP), as singulares agro adiantarão os debates acerca da consolidação no mercado com o Seminário Internacional sobre o Cooperativismo Agropecuário Paraense. A programação ocorre entre os dias 22 e 23 de abril no IFPA, campus Castanhal. Participam palestrantes da Universidade de Alicante (Espanha), universidades locais, SEDAP, OCB Nacional, MDS, FECOAGRO e instituições financeiras.
Será uma semana intensa para as cooperativas do ramo atuantes nos 144 municípios paraenses. A temática da programação é uma continuidade do planejamento desenvolvido para o segmento, contemplando a organização produtiva, estratégias para ampliação de competitividade e, consequentemente, consolidação de mercado.
Na abertura do evento (22), o representante do ramo no Sistema OCB/PA, Ivan Saiki, apresenta o cenário das cooperativas paraenses, seguido pelo titular da Secretaria de Estado e Desenvolvimento Agropecuário e Pesca (SEDAP), Hugo Suenaga. O Secretário apresentará o Plano que está sendo desenvolvido para fomento da agricultura familiar. No mesmo dia, o reitor da UFRA, Marcel Botelho, e o diretor geral do IFPA, Adebaro Reis, discutem sobre como a academia vêm contribuindo na preparação das cooperativas para o mercado.
Seguindo demandas das próprias singulares que buscam financiamento para aquisição de infraestrutura logística, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) terá oportunidade para apresentar seus programas e linhas de crédito. “Será uma ação pontual e assertiva com base na necessidade que já levantamos junto às cooperativas. Nossa intenção é que efetivem operações de crédito para colhermos resultados concretos nas nossas tratativas”, explicou o superintendente do Sistema OCB/PA, Júnior Serra.
Outro destaque no primeiro dia será a palestra do Diretor Executivo da Federação das Cooperativas Agropecuárias de Santa Catarina (FECOAGRO), Ivan Ramos. A Federação reúne, além da Central Aurora Alimentos, mais 10 cooperativas singulares e presta serviços nas áreas de compras conjuntas. Os principais insumos e produtos de abastecimento são distribuídos pelas filiadas aos seus associados.
Já no segundo dia (23), o destaque é a apresentação da Coordenação de Aquisição e Distribuição de Alimentos, ligada ao Ministério da Cidadania, sobre o Cenário das Compras Públicas no Pará. Fechando o evento, a gerente da cooperativa COOPEGRO de Alicante, Maria Morell Frau e o professor da universidade na mesma província espanhola, Daniel Goméz, falam sobre experiências de êxito, cenários e percepções através de palestras e oficinas.
“O evento foi estruturado com base em cada necessidade identificada através das nossas ferramentas: Diagnóstico, PAGC, PDGC e GESCOOP. Chegou o momento de realmente nos posicionarmos como protagonistas que somos e assumir a liderança no mercado regional. Temos potencial para isso, sim. Basta colocarmos em prática o princípio que nos define em essência: a cooperação. Juntos somos mais fortes e chegamos mais longe”, enfatizou o presidente do Sistema OCB/PA, Ernandes Raiol.
Confira a programação completa:



Em reunião com o presidente do Sistema OCB/PA, Ernandes Raiol, a deputada estadual professora Nilse confirmou participação na Feira de Negócios do Cooperativismo (FENCOOP), que ocorre do dia 24 a 26 deste mês. A parlamentar visitou a sede do Sistema para conhecer melhor o segmento, entender como está estruturado no Estado e como pode auxiliá-lo através da sua atuação na Assembleia Legislativa.
A deputada esteve presente no Café do Sistema S, evento promovido pelo Sebrae/PA que reuniu as entidades e integrantes da bancada federal, estadual e do Governo. Na ocasião, a FENCOOP foi apresentada e, de imediato, Nilse demonstrou interesse em participar e contribuir para o crescimento do setor.
“Fiquei impressionada com o desempenho econômico demonstrado pelas cooperativas no último ano. Temos mais de 88 mil pessoas trabalhando coletivamente através do modelo que, sem dúvida, precisa ser visto com maior cuidado pelos poderes executivo e legislativo. Como tenho uma atuação voltada para a valorização da mulher, também não pude deixar de perceber o quanto o cooperativismo tem contribuído para o desenvolvimento socioeconômico das nossas paraenses. Iremos apoiar essas iniciativas”, enfatizou a deputada.
Um dos cases apresentados na reunião foi a Cooperativa Social de Trabalho Arte Feminina Empreendedora (Coostafe). Criada através de uma portaria interministerial do Governo Federal, é a primeira cooperativa do país formada exclusivamente por mulheres presas.
“A conversa foi extremamente positiva e a perspectiva é que tenhamos mais uma representante do cooperativismo na Assembleia Legislativa do Estado. Estamos sempre abertos para dialogar sem bandeiras partidárias, afinal, nosso único objetivo é fazer com que as cooperativas cresçam. Não tenho dúvidas que a FENCOOP será um divisor de águas neste sentido”, explicou Raiol.

Continuando a série de posts sobre os segmentos econômicos que estarão representados na Feira de Negócios do Cooperativismo, iniciamos a semana com as cooperativas do ramo saúde, as que mais contratam no Estado!
Correspondendo a 84,33% do total de empregos gerados, as singulares atuam com planos de saúde, urgência e emergência, ambulatorial, consultas e cirurgias. São essenciais para a busca de soluções adequadas na assistência à saúde da população paraense.
Confira todos os produtos e serviços das cooperativas durante os dias 24 e 26 na FENCOOP, que ocorre na Estação das Docas!
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O segmento agropecuário, base da economia estadual, também estará presente na Feira de Negócios do Cooperativismo. Será uma semana intensa para as cooperativas do ramo atuantes nos 144 municípios paraenses???.
Do dia 22 a 23, as singulares participam do Seminário Internacional sobre o Cooperativismo Agropecuário Paraense. Do dia 24 ao 26 será a nossa FENCOOP. Estarão expondo cooperativas que trabalham com derivados do cacau, grãos, fruticultura, horticultura, laticínios, extrativismo e derivados da mandioca.
Confira o convite dos associados à Cooperativa Agropecuária dos Produtores Familiares Irituienses (D’Irituia), que confirmou participação na FENCOOP!
#ONegócioéAgro
#Faltamenosde1mês
#Fencoop2019

Para aumentar a expectativa pela nossa 1ª FENCOOP, produziremos uma série de publicações falando sobre cada stand que irá expor na Feira. Começamos pelo ramo mais numeroso: O Transporte! ???
Agregando cerca de 35% do total de singulares no Pará, o segmento estará representado por cooperativas de transporte de carga e passageiro nas categorias individual, coletivo e escolar. O modelo garante melhores condições para pequenos e médios transportadores que buscam exercer a profissão de forma digna e economicamente viável!

O resultado do último exercício financeiro chegou a R$ 2,7 bilhões, dos quais mais da metade retornará para os associados ao Sicredi no Brasil. Em terras paraenses, as sobras chegaram a R$10 milhões. A projeção é que esse número dobre em 2019 com as sete agências a serem inauguradas no Estado em seis municípios. O planejamento foi apresentado pelo presidente da Central Sicredi Centro Norte, João Carlos Spenthof, em reunião com o presidente e com o superintendente do Sistema OCB/PA em Belém.
O Sicredi é composto por 110 cooperativas singulares no país, dividas em cinco regiões com cinco centrais. No caso da Centro Norte, que abrange o Mato Grosso e o norte do Brasil, estão ligadas 10 cooperativas, entre as quais 3 cooperativas possuem atuação no Pará: Sicredi Sudoeste (Marabá, Redenção e Parauapebas), Sicredi Norte (Novo Progresso, Itaituba, Santarém e Altamira) e Sicredi Verde Pará (Paragominas, Tomé-Açu, Redenção). Já a Sicredi Belém está vinculada à Central Norte/Nordeste.
Em relação aos números nacionais, o Sistema já possui mais de 1.600 agencias no país, mais de 4 milhões de associados, R$ 100 bilhões em ativos, sendo a 11ª força financeira do país. No estado do Pará, já são 21 agências, 40 mil associados, R$ 600 milhões em operações de crédito, R$ 65 milhões em caderneta de poupança, mais de 300 colaboradores diretos e R$10 milhões em resultados.
“Para 2019, pretendemos dobrar essas sobras. Não temos o objetivo do lucro, cobramos taxas e tarifas mais acessíveis que a média financeira tradicional. Porém, mesmo assim, as sobras são importantes, pois se incorporam ao patrimônio e as cooperativas precisam disso para continuar crescendo e trazendo mais benefícios”, explicou o presidente da Central, que também é vice-presidente da Confederação Nacional do Sicredi.
O Sicredi realiza operações de crédito em diversas modalidades, em grande parte investimentos a longo prazo, apoiando diversas atividades produtivas: agricultura, pecuária, pequenos negócios, comércio, profissionais liberais, funcionários públicos e de empresas, crédito consignado e crédito para veículos. Também se planeja iniciar as operações com credito imobiliário.

EXPANSÃO
O processo de inauguração das sete novas agências já está encaminhado nos municípios: Ourilândia e Santana do Araguaia (Sicredi Sudoeste), Brasil Novo, Belterra, Mojuí dos campos e mais duas agências em Santarém (Sicredi Norte MT/PA). Os prédios estão sendo reformados e os funcionários contratados e treinados. Até 2025, projeta-se uma média de no mínimo mais sete por ano.
Para 2019, a projeção é crescer de 15% a 20% em associados no Pará, R$ 20 milhões de sobras e R$1 bilhão em operações de crédito. “Há cidades em que 80% dos munícipes estão associados a uma cooperativa, fazendo com que o movimento financeiro da cidade passe por elas. O Pará pode chegar a esse nível. É só uma questão de tempo. O conhecimento sobre o cooperativismo está aumentando gradativamente, assim como a rede de agências que dão uma visibilidade muito grande, além do boca-boca. Por isso, o crescimento no Estado é muito maior do que a média nacional. Estamos em franca expansão. Em outras regiões estamos consolidados, mas nossa velocidade de abertura é muito maior aqui”, explicou Spenthof.
Na reunião com o presidente do Sistema OCB/PA, Ernandes Raiol, e com o superintendente Júnior Serra, foi apresentado o projeto de expansão e se discutiu como o Sistema pode auxiliar no processo. Busca-se parceiras com outro ramos e identificação de outras oportunidades de negócio. No mesmo dia, por exemplo, o presidente Spenthof aproveitou a ocasião do workshop agro na Casa do Cooperativismo e divulgou os serviços do Sicredi.
“Enquanto os bancos estão fechando agências e demitindo funcionários, o cooperativismo cresce cerca de 5x mais que o sistema financeiro tradicional, abrindo agências contratando novos funcionários. A população paraense começa a entender os benefícios das cooperativas em sua atuação voltada para o desenvolvimento regional. Estamos disponíveis para auxiliar no que for necessário, afinal, o crédito é indispensável para o fomento dos demais ramos”, enfatizou o presidente Ernandes Raiol.


Os servidores da Justiça Federal terão produtos e serviços da cooperativa com condições especiais. A reunião para formalização do contrato aconteceu no último dia 15, na Unidade Administrativa da singular, em Belém. Participaram o presidente do Conselho de Administração do Sicoob Unidas, Carlos Edilson Santana; o diretor superintendente, Manoel de Jesus Martins e o gerente de agência, Michel Fernandes Brito. Representando a Justiça Federal do Pará, estiveram presentes a diretora do Foro da Justiça Federal, Carina Cátia de Senna; o diretor da Secretaria de Administração da Justiça Federal, José Luiz Rodrigues e o diretor do Núcleo de Recursos Humanos da Justiça Federal, Edilson de Jesus.
Benefícios - Com a parceria, além de taxas diferenciadas em produtos como crédito consignado, os servidores da Justiça Federal do Pará que se tornarem cooperados do Sicoob também terão acesso a outros benefícios, como convênio com plano de saúde.
“Ficamos felizes em proporcionar o acesso a um portfólio de produtos e serviços de qualidade e com taxas justas. Queremos que os servidores da Justiça Federal do Pará façam parte do Sicoob e conheçam de perto as vantagens do cooperativismo. Além disso, com essa parceria, queremos alavancar os resultados da cooperativa, tanto em número de cooperados quanto na receita de consignado”, afirma o presidente com Conselho de Administração do Sicoob Unidas, Carlos Edilson Santana.
O Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo do Estado do Pará (SESCOOP/PA) divulgou a relação dos 35 aprovados no Processo Seletivo de MBA. O curso de Pós-Graduação latu sensu é voltado para cooperativistas da região Oeste.
Confira a lista no site: http://paracooperativo.coop.br/images/arquivos/Lista-dos-Classificados-Edital-de-MBA-001_2019.pdf
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Adria Lorena Gouveia Pinto |
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Aline Alves Soares |
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Andréia de Lima Martins |
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Angélica Costa Sousa |
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Arildo Nogueira Carvalho |
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Celinalva Maria da Silva Santos |
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Claudia Maria Ribeiro de Andrade |
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Darley Heverdan Coêlho |
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Eliane Feitosa Araújo |
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Eliene Vale de Castro |
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Elis Rita Ximenes do Nascimento |
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Fabiana Lima Maia |
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Franciellen Tapajos Ribeiro |
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Francisca Aparecida Camilo da Silva |
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Gabriela Castro de Moraes |
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Helder Silva do Monte |
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Ingrid Eriadne Coelho |
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Irineu Grigoletto |
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Izaque Agustini |
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Manuel Afonso Reis da Silva |
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Marcelo Vaz de Lima |
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Marta Rocha Costa |
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Raimunda Sandra Ferreira |
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Rídel Diego da Silva Sousa |
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Rosane Tolentino Gusmão Maia |
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Rosilene Pavão Vieira |
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Samara Lima da Silva |
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Sérgio Rodrigues Ormond |
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Shirlei Santos Vieira da Silva |
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Thais Pires Moraes |
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Thiani da Silva Sousa |
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Vilmar Vesohoski |
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Welen Francisca dos Santos Silva |
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William Soares da Silva |
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Zilma Maria dos Santos Viana |

Por entre 1,2 milhões de hectares de floresta, a Flona Carajás acolhe riquezas como o jaborandi, arbusto que não passa de 1,50m, mas com um potencial enorme para o mundo inteiro. A planta nativa possui uma substância que dá origem a vários medicamentos, como os utilizados no tratamento do Glaucoma e câncer de esôfago. Em Parauapebas, a Cooperativa dos Extrativistas da Floresta Nacional de Carajás (COEX) é responsável pela extração da folha há quase 40 anos.
A cooperativa iniciou suas atividades tendo como principal prática a coleta e venda de folhas de jaborandi a indústrias farmacêuticas. A folha possui alta concentração de pilocarpina, substância que é extraída e utilizada para tratar ressecamento dos olhos, boca, pele e tratamento de glaucoma. Posteriormente, é enviada para uma fábrica em Parnaíba para ser processada e exportada para a Alemanha.
A COEX é pioneira na coleta de sementes nativas na região, atuante desde os anos 80. Atualmente são mais de 350 espécies comercializadas por ano, todas com Registro Nacional de Sementes e Mudas (RENASEM) e inspecionadas por um profissional da área. As sementes são destinadas principalmente para produção de mudas utilizadas em programas de recuperação de áreas degradadas.

“No início, a atividade não era regularizada. Éramos vistos como vilões. Os nossos produtores eram humilhados, maltratados e presos. Foi uma luta constante. Até que o Ibama, a Vale e o grupo decidiram formalizar a cooperativa. Também tivemos apoio do governo municipal, estadual e do Icmbio”, explicou o presidente da COEX, Gilson Moraes Lima.
Foi executado também o Projeto de Aceleração da COEX, incluindo na parceria, o Instituto de Socioeconomia Solidária (ISES). Durante dois anos, foram promovidas capacitações para melhoria da gestão e da infraestrutura física e técnica, com a construção também de uma primeira sede, composta por galpão para armazenamento das folhas recolhidas, sala de armazenagem de sementes e escritório. O convênio possibilitou ainda que a Cooperativa adquirisse uma caminhonete.
Como a coleta da folha do jaborandi é uma atividade que ocorre somente em seis meses do ano, existia a necessidade de criar mecanismos de geração de renda nos demais meses. Assim, foi firmado um convênio entre a Vale e a COEX que permite a compra direta de sementes de plantas nativas para uso no desenvolvimento de mudas, recuperação de áreas e conservação das espécies. Essa parceria também é muito importante para o aumento da diversidade de espécies e para a conservação daquelas ameaçadas de extinção.
“Atualmente, 44 cooperados atuam no trabalho de coleta e fornecimento da folha, para a indústria farmacêutica. Eles passam de 20 a 30 dias dentro da mata com estrutura de acampamento. Chegamos a produzir cerca de 60 toneladas de folha de jaborandi, mas nosso plano de manejo permite 100 toneladas. As condições geográficas de extração dificultam esse aumento da produção”, explica a diretora financeira, Ana Paula Ferreira, Diretora Secretária.
Registro na OCB/PA
Ainda por ocasião da OCB/PA Itinerante em Parauapebas, o superintendente da entidade, Júnior Serra visitou a sede da cooperativa, conheceu o trabalho feito e tratou sobre o procedimento de filiação. Após o deferimento, serão aplicadas ferramentas de monitoramento, formação profissional e promoção social em prol do desenvolvimento da cooperativa.
“Fiquei encantado com que vi, com o trabalho realizado. É incrível como, dos recônditos mais afastados dos grandes centros, é cooperativismo consegue contribuir para a transformação social. A saúde de pessoas em todas as partes do planeta está relacionada com o trabalho desempenhado pela COEX em Parauapebas. Nosso intuito é apenas canalizar esse potencial para promover um crescimento ainda maior aos produtores”, enfatizou Júnior.



Até o fim deste mês devem ser assinados os acordos de cooperação técnica entre o Ministério da Cidadania e as entidades que integram o chamado Sistema S. Este é o resultado de uma reunião ocorrida nesta quinta-feira, em Brasília, entre o ministro Osmar Terra e os representantes dos S, que tentam encontrar uma forma de minimizar os riscos da possível redução dos recursos, já anunciada pelo governo federal. O Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop) faz parte do rol dessas entidades.
De acordo com a proposta do Ministério da Cidadania, a ideia é que as entidades do Sistema S promovam iniciativas de desenvolvimento profissional, focados em dois aspectos: empregabilidade e geração de renda. O público-alvo preferencial, segundo Terra, são pessoas com idades entre 18 e 29 anos, que nem estudam nem trabalham e cujas famílias estejam inscritas no programa Bolsa Família.
O governo tem estruturado um programa de desenvolvimento profissional com a intenção de alavancar os indicadores socioeconômicos das regiões Norte e Nordeste. Por enquanto, o nome dessa política pública é Programa Juventude S, considerando que as ações serão desenvolvidas por entidades como o Senai, Sesi, Sesc, Senac, Sest, Senat, Sebrae, Senar e, claro, Sescoop.
Estima-se que os S ofertem 5,7 milhões de vagas. Apenas o Sescoop, por exemplo, deverá assumir o desenvolvimento profissional de quase 100 mil pessoas durante os quatro anos do programa.
OPORTUNIDADE
Segundo o superintendente do Sescoop, Renato Nobile, a assinatura desse acordo de cooperação representa uma oportunidade, já que o cooperativismo é um modelo de negócio que busca equilibrar as dimensões econômica e social, nascido da vontade das pessoas em transformar a própria realidade.
“O Sescoop faz parte de um sistema que engloba a Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) e sua preocupação com o desenvolvimento socioeconômico dos estados do Norte e do Nordeste do país sempre fez parte do nosso planejamento. Não tenho dúvidas de que, com o envolvimento das unidades estaduais do Sistema OCB, juntamente com as nossas cooperativas, será possível contribuir com a geração de emprego, trabalho e renda”, avalia.
AGRICULTURA FAMILIAR
Nobile destaca, também, que uma das iniciativas do Sistema OCB que prevê o desenvolvimento das regiões Norte e Nordeste, por exemplo, é o Plano de Desenvolvimento Cooperativo do Semiárido Brasileiro, entregue ao Ministério da Agricultura, em meados de fevereiro. “Além de apresentar objetivos estratégicos e eixos estruturantes, esse documento sugere o modelo de negócio cooperativo como meio de organização social dos agricultores familiares, para que, coletivamente, consigam impulsionar os processos que vão desde a produção até a comercialização”, exemplifica.
Além disso, esse plano, segundo o superintendente, possui a educação como um de seus pilares, seja ela uma educação em nível básico, profissional, antropológico, para o educando ou para o educador. “A adequada capacitação, observando-se a real necessidade e a melhor forma de transferência do conhecimento, é fundamental para que os envolvidos em qualquer projeto possam aprimorar suas atividades e funções”, declara.
DESENVOLVIMENTO
Nobile frisou ainda que o cooperativismo é uma ferramenta capaz de gerar muito mais que emprego, trabalho e renda. “O Sescoop e o Banco Central desenvolveram um programa de Educação Financeira que já é uma realidade em muitas partes do país. Tem também uma parceria muito importante com a Fundação Nacional da Qualidade que avalia o processo de gestão nas cooperativas do país, contribuindo com o seu crescimento sustentável. Contudo, todas as ações do Sescoop são voltadas a cooperados e empregados de cooperativas. Agora, com esse acordo de cooperação, poderemos oferecer essas e muitas outras ações de desenvolvimento profissional a mais brasileiros”, argumenta o superintendente.
ESTRATÉGIAS
Mesmo sem um panorama claramente definido pelo governo federal, o Sescoop já está trançando estratégias para colocar o Programa Juventude S em prática. “Já fizemos um alinhamento com as nossas unidades estaduais a respeito da proposta do governo, solicitamos um levantamento de vagas a serem ofertadas em cada estado e estamos, no momento, prospectando parcerias com cooperativas, por exemplo, para utilizarmos seus espaços nos municípios contemplados com o programa. A ideia é que trabalhemos com cursos, palestras e orientações profissionais majoritariamente presenciais”, informa Nobile.
NÚMEROS
O Brasil conta hoje com 7.063 cooperativas, representando diversos setores econômicos, reunindo cerca de 14 milhões de pessoas e gerando mais de 400 mil empregos diretos. As cooperativas estão presentes em todos os estados e contribuem diretamente com a economia de 1.715 cidades brasileiras, das quais 700 estão presentes nas regiões Norte e Nordeste. Vale destacar, por exemplo, que em 620 municípios as cooperativas de crédito são as únicas instituições financeiras presentes.

Antônio Henrique Gripp permanecerá à frente da cooperativa de Crédito de Livre Admissão de Pacajá e Região (SICOOB Transamazônica) até 2023. O atual presidente e mais três membros do Conselho de Administração foram eleitos por aclamação em Assembleia Geral Ordinária (AGO) que contou com mais de 300 associados. Também foi feita prestação de contas e eleição do Conselho Fiscal.
O Conselho de Administração é formado, além de Tunico, pelo vice-presidente Jahyr Seixas e os conselheiros efetivos Deuslirio Cardoso, Carlos Xavier, Antonio de Oliveira, Adriano Santos, Arcilio Odoricio e os suplentes, Elias Ralim e Clarudio Zamperline. Já o Conselho Fiscal, com gestão até 2021, estão os efetivos Adão Sobrinho, Jesana Mota, Wendell Reis, Valdeci Filho e os suplentes Nilo Penna e José Rosildo.
“O ano de 2018 foi de muitas vitórias e pudemos alcançar números históricos, prova disso foi o resultado alcançado. A participação dos nossos Conselhos de Administração e Fiscal, juntamente com a Diretoria Executiva e nossos funcionários teve um papel decisivo para o início do grande passo que o Sicoob Transamazônica deu para seu crescimento. Agradeço a todos que nos ajudaram nessas vitórias”, enfatizou o presidente Antonio Gripp.
Segunda maior cooperativa do Sistema Sicoob, a Transamazônica foi inaugurada em julho de 2015 com 12 fundadores, capital social de R$ 25mil e recursos administrados de R$ 1,2 milhão. De acordo com dados do último ano, são 1.900 cooperados, capital social de R$ 7 milhões e R$ 26 milhões de recursos administrados. Para 2019, a proposta é alcançar o número de 3mil associados, sete pontos de atendimento, R$ 60 milhões de ativos e sobra de R$ 2 milhões. Em uma visão a longo prazo até 2027, a proposta é ter 10mil associados, 25 pontos de atendimento, R$ 300 milhões e R$ 10 milhões de sobras.
“Para os próximos quatro anos, uma nova jornada se inicia, muitos números estão previstos e com a participação desse novo grupo, temos certeza, que alcançaremos posições de destaque no Sistema Unicoob e Nacional. A expectativa é que os novos conselheiros continuem o imenso projeto que temos para o Sicoob Transamazônica. As metas já foram definidas e as equipes estão imbuídas em produzir em grande escala, como pode ser vislumbrado nos dois primeiros meses desse ano”, completou Tunico.
Em abril, as cooperativas estarão no palco principal da Estação das Docas, expondo para toda a população paraense seus produtos e serviços. Diversas atividades estão sendo preparadas para os três dias de programação, como palestras, orientações e rodadas de negócio. Na abertura, o Diagnóstico do Cooperativismo Paraense 2018 será apresentado e os concluintes da pós-graduação em Gestão de Cooperativas serão certificados.
A abertura da Feira de Negócios do Cooperativismo (FENCOOP) ocorre no dia 24 de abril às 19h, com a participação de todas as cooperativas, lideranças do setor, autoridades políticas e de instituições estratégicas. Na ocasião, será feito o lançamento do Diagnóstico com os dados obtidos ao longo do último ano e já consolidados com as próximas diretrizes para o cooperativismo.
A exposição das cooperativas inicia logo após a cerimônia de abertura, seguindo até 22h. Nos dias 25 e 26, a exposição inicia às 14h. O objetivo é trazer ao conhecimento do público em geral como o cooperativismo está presente no dia a dia do paraense, desde os produtos que consome aos serviços que utiliza. Para as cooperativas, também será uma oportunidade de fazer novos negócios.
Nas laterais do espaço, ficarão os corredores do ramo agropecuário, com nove singulares representando as mais de 60 registradas no Sistema OCB/PA, e do ramo crédito, com os 3 sistemas presentes no Pará. Já no centro do espaço, estarão os stands dos ramos trabalho, mineral, produção, consumo, infraestrutura, educação, transporte e saúde. A OCB/PA também terá stand onde prestará atendimentos a interessados em conhecer melhor o cooperativismo, o passo a passo para constituir cooperativas ou como regularizá-las.
“Pela primeira vez na história do Estado, mostraremos o nosso potencial de uma forma mais expressiva através da Feira de Negócios do Cooperativismo (FENCOOP). O paraense já se alimenta conosco, é transportado, atendido e beneficiado pelo trabalho das cooperativas. Porém, a maioria não sabe disso. Chegou o momento de toda a população conhecer quem somos e como podemos transformar a realidade socioeconômica do Pará por meio da cooperação”, explicou o presidente do Sistema OCB/PA, Ernandes Raiol.
No dia 25, a partir das 09h, a FENCOOP promoverá curso acerca das atualizações sobre o E-Social. A plataforma exige um novo posicionamento em relação às documentações legais que devem ser entregues ao Governo Federal. As empresas e cooperativas precisam se adequar às mudanças nas áreas financeira, jurídica, contábil, recursos humanos e segurança do trabalho. Pela parte da tarde, às 14h, as singulares registradas e adimplentes se reunirão em Assembleia Geral Ordinária (AGO) para deliberar sobre os rumos do cooperativismo paraense.
Já no dia 26, último dia da Fencoop, a programação será voltada para a gestão de cooperativas com palestra sobre vendas e liderança. A partir das 09h, será ministrada a palestra “Venda de Sucesso - Negócio Fechado em Venda” e a partir das 14h, a palestra “Liderança Inspiradora de Resultados”.

O Setor
Atualmente, 88mil pessoas estão cooperando através do cooperativismo, além de quase 5mil empregados. Em 2018, o número de profissionais autônomos que decidiram apostar no cooperativismo cresceu 25%. Os resultados obtidos pelo setor comprovam a cooperação como o modelo socioeconômico mais promissor no atual horizonte econômico, justificando-se a temática escolhida para esta primeira edição: “Tendências de Empreendedorismo Coletivo”.
O cooperativismo apresenta inúmeras vantagens obtidas através da coletivização e união em prol de interesses econômicos comuns, tais como o posicionamento mais competitivo dentro do mercado, ampliação de escala produtiva, divisão de despesas, aumento do poder de barganha, uso comum de sistemas e infraestrutura, acesso a mercados maiores e ganhos proporcionais. A Feira de Negócios cumprirá a missão de apresentar todas essas vantagens.
A expectativa é que a Feira receba aproximadamente 10mil pessoas ao longo dos três dias. “Nosso objetivo é promover, através da Feira de exposições, o reconhecimento do quanto este influencia positivamente a economia estadual, seguindo a visão institucional da OCB: Fazer o setor conhecido por sua competividade, integridade e pela felicidade que gera aos envolvidos”, completa Raiol.
Serviços: 1ª Feira de Negócios do Cooperativismo Paraense (FENCOOP) – De 24 a 26 de abril na Estação das Docas.

Mulheres da zona rural, ilhas e ramais do município ganharão maior competitividade e organização profissional através da cooperação. O grupo de artesãs está recebendo capacitações com o objetivo de formar a primeira cooperativa do ramo produção constituída exclusivamente por mulheres. Na última segunda (18), o Sistema OCB/PA, Instituto Sicoob e a APAE promoveram formação básica em Cooperativismo.
O projeto Mulheres Empreendedoras de Abaetetuba, “fazendo a diferença” é uma iniciativa da Prefeitura Municipal de Abaetetuba, por meio da Secretaria Municipal de Administração. O projeto surgiu através da vontade de se realizar um trabalho com as mulheres abaetetubenses, na perspectiva de promover a inclusão produtiva, a autonomia financeira, bem como prever a realização de oficinas de capacitação com vista a melhoria da renda familiar.
Na ocasião, a voluntária do Instituto Sicoob Belém, Selma e o instrutor do Sistema OCB/PA, Francisco Pessoa, ministraram o Curso. “Foi um momento de muita formação, informação e aprendizado em vista da constituição da primeira cooperativa de produção voltada as mulheres. Vamos lutar sempre pelo melhor e pelo bem do projeto! Juntas somos mais fortes”, enfatizou a coordenadora do Instituto Sicoob, Karlene Vasconcelos.
Em abril e maio, o grupo finalizará o processo de constituição e fará o lançamento da cooperativa. A produção das artesãs já está disponível em espaço do projeto dentro do terminal rodoviário de Abaetetuba. Localiza-se dentro do Terminal Rodoviário de Abaetetuba de segunda a sábado, das 8h às 18h. “Queremos sempre fomentar o empreendedorismo responsável, além do fortalecimento de movimento de mulheres em busca de direitos e cidadania, respeito e na implantação de políticas públicas. Sem dúvida, o cooperativismo é o caminho”, afirmou o presidente do Sistema OCB/PA, Ernandes Raiol.


A Feira de Negócios do Cooperativismo foi tema de conversa entre integrantes da bancada federal, estadual, Governo e órgãos de fomento. O evento promovido pelo Sebrae/PA na última segunda (18) reuniu todos os integrantes do Sistema S. A finalidade foi apresentar a importância das entidades e números que subsidiarão os representantes políticos frente ao cenário de austeridade para o setor.
Estiveram presentes o Governador do Pará, Helder Barbalho, e seu vice, Lúcio Vale. Zequinha Marinho foi o representante do Senado. Já os deputados federais Éder Mauro, Joaquim Passarinho e Cássio Andrade foram os nomes do Pará no congresso nacional, assim como os deputados estaduais Fábio Freitas e professora Nilce.
Cada integrante do Sistema S teve oportunidade de expor quais são suas atribuições, os dados atualizados de suas ações e dos segmentos econômicos envolvidos. O assessor político/parlamentar do Sistema OCB/PA, Haelton Costa, expôs a expressividade do cooperativismo no Estado, com dados obtidos através do Diagnóstico Paraense. Na oportunidade, Haelton apresentou a FENCOOP e foram entregues convites para cada participante.
“O resultado foi bastante positivo. Já tivemos sinalização de alguns deputados interessados em participar, conhecer melhor as cooperativas e poder auxiliar em seu desenvolvimento. Este é o nosso objetivo em cada ação, especialmente com a FENCOOP”, explicou Haelton.
A primeira Feira de Negócios do Cooperativismo (FENCOOP) ocorre entre os dias 24 e 26 de abril na Estação das Docas. O objetivo é difundir para a população paraense os produtos e serviços das cooperativas, os segmentos econômicos em que atuam, assim como orientar em quais destes os profissionais autônomos podem empreender. A promoção é do Sindicato e Organização das Cooperativas Brasileiras do Estado do Pará (Sistema OCB/PA).
Cooperativas de todos os ramos de atividades econômicas presentes no Pará estarão representadas na Feira: A região nordeste, com os seus produtores de soja; a região metropolitana, reconhecida por suas singulares de saúde e crédito; o oeste e seus agricultores familiares; o sul e sudeste que concentram garimpeiros da baixa mineração são alguns dos exemplos. No total, são mais de 220 cooperativas dispostas nos ramos trabalho, infraestrutura, educacional, agropecuário, crédito, consumo, mineração, saúde, transporte e produção.
Cortes no Sistema S
O ministro da economia, Paulo Guedes, já anunciou a intenção de aplicar cortes expressivos na contribuição do Sistema, composto por nove entidades corporativas: Sesi, Senai, Sesc, Senac, Sest, Senat, Senar, Sescoop e Sebrae. Aproximadamente 12 milhões de pessoas no Brasil são beneficiadas com ensino, cursos profissionalizantes e oportunidades de lazer e cultura.
Parte da receita do Sistema S é oriunda da contribuição compulsória (variável entre 0,2% e 2,5%) sobre a folha de pagamento das empresas e cooperativas brasileiras. Os recursos são recolhidos junto com os tributos do INSS, passam pelo Ministério da Previdência e seguem para as Confederações Nacionais que os repassam às entidades.
Como a contribuição é embutida pelas empresas no preço de seus produtos, ela é repassada ao consumidor. Por isso, também pode ser considerada um recurso público, o que justifica a gratuidade em muitos cursos técnicos, atividades culturais e serviços de educação ofertados. Em 2017, o valor total da receita orçamentária, via arrecadação indireta, das 11 entidades que formam o sistema, foi de R$ 17 bilhões.
“Somos a favor de seguir a linha de austeridade coletiva, fazendo ajustes necessários para equilibrar as contas do país. Todos os segmentos econômicos e a própria sociedade precisam contribuir para elevarmos a economia brasileira novamente. Porém, entendemos que o desenvolvimento também depende de entidades responsáveis por fomentar a economia. Somos a favor de ajustes, mas que não comprometam os investimentos em áreas estratégicas. O Sistema S é uma destas”, explicou o presidente do Sistema OCB/PA, Ernandes Raiol.

Paragominas, Marabá, Belterra, Altamira e Tucuruí foram alguns dos diversos municípios beneficiados com as ações do Sistema OCB/PA. O grande destaque foi o Projeto OCB/PA Itinerante em Parauapebas, que levou todos os serviços da Unidade Estadual para a região.
A capacitação profissional, um dos pilares institucionais da entidade, beneficiou cooperativistas de todas as mesorregiões do Pará. A COOPERNORTE, por exemplo, recebeu treinamento Contábil e Tributário no Setor de Grãos em Paragominas. Já na COOPERATALAIA em Santarém, aplicou-se a 2ª Etapa do GESCOOP.
“Cumprindo o princípio da transparência, base da administração pública, objetivamos mensurar o resultado das nossas ações, muito embora os ganhos sejam bem superiores ao que números possam indicar. Nosso foco é aplicar os recursos investidos pelas cooperativas nas próprias cooperativas, fomentando a economia paraense”, explica o presidente do Sistema OCB/PA, Ernandes Raiol.
Clique aqui para acessar o documento na íntegra: http://paracooperativo.coop.br/images/arquivos/relatorio-fevereiro-2019.pdf
Readequação realizada na agência resultou em melhorias que vão garantir mais conforto e comodidade aos associados

A agência do Sicredi em Rondon do Pará (538 km de Belém) foi reaberta à comunidade nesta segunda-feira (11) e está apta a realizar todas as operações. Depois de funcionar por dois meses, sem transações com dinheiro em espécie, as atividades voltam à normalidade na agência, que oferece mais conforto e comodidade aos associados.
Readequação realizada na agência resultou em melhorias, como na bancada de atendimento, que foi ampliada e uma nova sistemática para caixas foi implementada, o que dá mais privacidade aos associados que vão à agência para utilizar esse serviço. Também houve melhorias nas salas de reuniões e de arquivos. Além disso, estão disponíveis dois terminais de autoatendimento, para os usuários que não necessitam de atendimento presencial.
O gerente da agência, Messias Longo, afirma que as melhorias realizadas na unidade vão proporcionar mais conforto e comodidade aos 1.250 associados. Segundo ele, do total de cooperados, 190 são produtores rurais, 180 são empresas e o restante é formado por pessoas físicas urbanas. “O Sicredi é uma instituição financeira comprometida com a comunidade, e nossa agência volta a operar em sua plenitude para oferecer produtos e serviços aos associados conforme suas necessidades”, afirma.
Entre os associados que vão usufruir das melhorias executadas está a empresária do setor fitness, Deise Cristina Tuto Raimam, que prestigiou a solenidade de reinauguração da agência na manhã de segunda-feira (11). Ela foi uma das primeiras associadas da agência de Rondon do Pará e mantém conta pessoa física e jurídica. Destaca que a principal diferença do Sicredi é o atendimento. “Temos um relacionamento muito próximo com os colaboradores, que estão sempre disponíveis para nos atender no que precisamos. Estamos sempre na agência”, diz ao comentar que o Sicredi é parceiro dela na realização de eventos esportivos pela academia, que tem 14 anos de existência, o que tornou ela e a empresa ainda mais próximas da instituição financeira cooperativa.
Com a reinauguração, Messias Longo conta que os trabalhos se concentrarão na busca de novos associados e no aumento da presença do cooperativismo de crédito na região. “O município tem cerca de 50 mil habitantes, o que demonstra um grande potencial para ampliarmos o número de associados, levando nossos produtos e serviços para atender as necessidades dos cooperados e proporcionar melhoria na qualidade de vida das pessoas e da comunidade”.
O presidente da cooperativa Verde Pará, Claudio Reis, reafirma que o Sicredi busca estar próximo às comunidades onde atua, oferecendo mais que produtos e serviços financeiros aos seus associados, pois contribui com o desenvolvimento local. 
“Para nós do Sicredi, o associado é a nossa razão de existir. Pois o associado é ao mesmo tempo o dono e o usuário da Cooperativa de Crédito. Atuamos em nossa região com o intuito de atender às expectativas e as necessidades de nossos associados, com um atendimento diferenciado, qualificado e com o diferencial de pensar nas pessoas, pois somos feitos de pessoas para pessoas. E quanto mais nos desenvolvermos na região onde atuamos, mais recursos ficarão à disposição dos nossos associados, mais fortes ficaremos e haverá mais desenvolvimento de nossa sociedade em geral. Um exemplo foi a reinauguração da nossa agência de Rondon do Pará em tempo recorde, enquanto os bancos ainda nem começaram a restaurar as duas agências atingidas”.
A agência Rondon do Pará está situada na rua 1º de Maio, número 88, no Centro. Foi inaugurada em 2015 e contabiliza R$ 28 milhões em operações de crédito.
Sobre a Cooperativa
A Cooperativa Sicredi Verde Pará conta com quatro agencias, sendo elas nas cidades de Dom Eliseu, Rondon do Pará, Tomé-Açu/ Quatro Bocas e Paragominas, onde está situada a sede administrativa. Fundada em 2009, a Verde Pará possui mais de 9 mil associados.
Sobre o Sicredi
O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão valoriza a participação dos mais de 4 milhões de associados, os quais exercem um papel de dono do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 22 estados* e no Distrito Federal, com mais de 1.600 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros. Mais informações estão disponíveis em www.sicredi.com.br.
*Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.
O Sicredi Centro Norte, composto pelos estados de Mato Grosso, Rondônia, Pará e Acre, tem aproximadamente de 422 mil associados, com 169 agências em 140 municípios.