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Camta planeja ampliar verticalização

Camta planeja ampliar verticalização

 

 

O Cacau de Tomé-Açu foi a primeira Indicação Geográfica de um produto agrícola com cunho na sustentabilidade do Pará. O próximo passo das cooperativas, Sistema OCB/PA e Sebrae/PA  é potencializar a capilaridade de mercado, agregando valor à produção do cacau através da verticalização. As entidades discutiram sobre o planejamento futuro do setor com o presidente da Cooperativa Agrícola Mista de Tomé-Açu (CAMTA), Alberto Oppata, em reunião ocorrida ontem (04) na Casa do Cooperativismo. A singular pretende estruturar uma fábrica de chocolate.

 

Além do presidente Oppata, participaram o diretor técnico do Sebrae/PA, Hugo Suenaga, o presidente do Sistema OCB/PA, Ernandes Raiol, o superintendente Júnior Serra e o presidente da Sicoob Unidas, Carlos Edilson. Tratou-se sobre o processo de conquista da Identidade Geográfica do cacau, a futura fábrica de chocolate da CAMTA, a grade de capacitação para os cooperados, empregados e dirigentes, assim como a aplicação do Cooperjovem no município.

 

A indicação de procedência "Tomé-Açu" aponta e garante a legitimidade do cacau produzido em sistemas agroflorestais desenvolvidos desde 1930 pelos imigrantes japoneses. A contemplação foi divulgada pelo Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) em outubro.

 

“Ficamos muito orgulhosos com a conquista, encabeçada pelo Sebrae/PA da qual sou conselheiro.  Essa IG identifica o local de origem do produto e lhe atribui boa reputação, diferenciando nosso cacau dos seus similares disponíveis no mercado. Disponibilizamo-nos para auxiliar na canalização desse potencial para verticalizarmos o fruto e agregarmos valor com chocolate de excelente qualidade. A cooperativa tem potencial para isso”, reiterou o presidente Ernandes Raiol.

 

 

 

CAMTA

A Camta é a primeira cooperativa paraense com 85 anos de existência, pioneira e referência internacional em SAFs.  A capacidade fabril gira em torno de 6.000 toneladas de polpas por ano e a venda em torno de 5mil a 5,5mil toneladas. Deste total, 50% é destinado para a exportação e outros 50% mercado interno. A CAMTA possui, para alguns produtos, o selo internacional Organic, que possibilita a exportação. 

 

A cooperativa conta com uma variedade de culturas e consórcios de várias espécies como maracujá, acerola, açaí, cupuaçu, Camu Camu, seringa, castanha do Brasil, bacuri, uxi, entre outros. Mais de 800 famílias de pequenos agricultores são beneficiados com projeto de responsabilidade social da cooperativa que incentiva a prática de SAFs.

Sicoob Transamazônica pretende atuar em mais 6 municípios

Sicoob Transamazônica pretende atuar em mais 6 municípios

 

Consolidando-se no interior do Pará, a cooperativa Sicoob Transamazônica também planeja expandir para a Região Metropolitana de Belém já em 2019, além de mais cinco municípios do Sul e Sudeste paraense. O ousado plano de expansão foi apresentado no Workshop de Planejamento Estratégico da cooperativa, ocorrido no último sábado (01) em Marabá. Participaram dirigentes, colaboradores e representantes do Sistema OCB/PA.


A área de expansão será Paragominas,  Parauapebas, Canaã dos Carajás,  Floresta do Araguaia, Santana do Araguaia e Belém. O projeto já foi aprovado pelo Conselho de Administração da singular e está sendo encaminhado para a análise do Banco Central (BC).


“Mudamos a estratégia de fomento para chegarmos nesses novos municípios. Contrataremos gerentes de relacionamento em cada localidade para viabilizar negócios nas praças antes de inaugurarmos as agências, abrindo caminho para iniciarmos empreendimentos que já sejam viáveis. Queremos assegurar um crescimento que proporcione sustentabilidade e sobras para os nossos associados. Para tanto, abrimos 14 vagas para contratação de bons profissionais com o perfil necessário”, explicou o Diretor presidente da cooperativa, Lucas Gelain.

 

 

 



Segunda maior cooperativa do Sistema Sicoob, a Transamazônica foi inaugurada  em julho de 2015 com 12 fundadores, capital social de R$ 25mil e recursos administrados de  R$ 1,2 milhão.  Hoje, são 1.900 cooperados, capital social de R$ 7 milhões e R$ 26 milhões de recursos administrados.


Para 2019, a proposta é alcançar o número de 3mil associados, sete pontos de atendimento, R$ 60 milhões de ativos e sobra de R$ 2 milhões. Em uma visão a longo prazo até 2027, a proposta é ter 10mil associados, 25 pontos de atendimento, R$ 300 milhões e R$ 10 milhões de sobras.



“Nesta semana, inauguramos agência em Conceição do Araguaia. Também encaminhamos inauguração em Marabá e Redenção e iniciamos contagem regressiva para a viabilização financeira das demais cidades. Queremos ser a maior cooperativa financeira do Estado. Crescemos em uma velocidade superior à media de mercado”, reiterou o presidente da cooperativa, Antônio Henrique.

 

 


A cooperativa trabalha com um portfólio completo de produtos e serviços financeiros. São mais de 100 produtos em expansão. Ela já foi constituída no regime de livre admissão dos associados, podendo associar qualquer pessoa física ou jurídica em qualquer segmento. A carteira é variada com linha de crédito rural, linha de credito pessoal, comercial, cartões, seguridade, previdência, produtos de investimento como poupança, capital social e RDC. São ofertados todos os serviços de um banco tradicional.



“Temos muitos gargalos a serem superados no estado do Pará. Estamos acompanhando cooperativas agropecuárias da Região com ampla necessidade de capital de giro para as quais será muito importante a chega da cooperativa. Contem conosco para auxiliar na gestão desses empreendimento”, afirmou o superintendente do Sistema OCB/PA, Júnior Serra.

Cooper chega à Xinguara

Cooper chega à Xinguara

 

Há 21 anos, pequenos produtores de Parauapebas que atuavam isoladamente decidiram se unir. Fruto por fruto, os associados à Cooperativa dos Produtores Rurais da Região de Carajás (COOPER) provaram que vários pequenos podem ser grandes.  A cooperativa já inaugurou o terceiro Centro de Distribuição da Tentação Amazônica, marca de polpas de frutas com qualidade e preço diferenciados no mercado. Para celebrar a abertura em Xinguara, a cooperativa abriu as portas em cerimônia que recebeu a população do município no último domingo (02).

 

 

Participaram da cerimônia de inauguração o superintendente do Sistema OCB/PA, Júnior Serra, o secretário de desenvolvimento econômico e rural de Xinguara, Fabio Queiroz, o vice-prefeito de Canaã dos Carajás, Alexandre Pereira, o presidente da COOPERLIMPA, Antônio da Silva, além de cooperados, antigos presidentes da COOPER e vereadores do município. Na ocasião, o galpão de recebimento da produção foi aberto para distribuição de amostras de sucos, açaí e aperitivos.   

 

 

 

“São produtos competitivos e que, em especial, dialogam com a questão ambiental. As polpas são produzidas a partir do princípio de preocupação com a natureza e fomentam a geração de empregos locais. Será um processo de fortalecimento regional a partir também da inclusão dos produtores. Estamos muito felizes em ver a evolução da agricultura familiar no Estado e nos colocamos à disposição para auxiliar nesse desenvolvimento”, afirmou o superintendente do Sistema OCB/PA, Júnior Serra.

 

 

A cooperativa processa 12 tipos de frutas que, agora, também estarão disponíveis para a população de Xinguara: Açaí, abacaxi, acerola, cajá, caju, cupuaçu, goiaba, graviola, manga, maracujá, murici e tamarindo. O Centro de distribuição funcionará com vendas no atacado e varejo com preços acessíveis. A partir de 10kg, a cooperativa fará entrega na cidade.

 

 

 

 

A Cooper fez uma promoção especial na abertura do ponto, vendendo todas as polpas a partir de R$ 7. “Mesmo sem promoção, já trabalhamos com o melhor preço de mercado, sem falar na qualidade. É uma marca já conhecida nos outros municípios com selo de garantia, SIF e todas as fiscalizações exigidas pelos órgãos reguladores. Nossa expectativa em Xinguara é fazer bons negócios, seguindo o ritmo de crescimento obtido em outras cidades. Também iremos entrar em contato com os produtores para alavancar a agricultura familiar e fomentar o crescimento da região”, enfatizou o presidente da COOPER, Mauro Melo.

 

 

Com objetivo de fortalecer a produção dos pequenos agricultores, a Cooper foi criada em 1997. A cooperativa busca dar uma destinação do que é produzido no campo com a reunião de 130 sócios. Atualmente, utiliza a produção de hortifrúti de mais de 300 pequenos produtores rurais dos municípios de Parauapebas, Curionópolis, Canaã dos Carajás, Xinguara e Marabá. Cerca de 30 pessoas são empregadas na fábrica e na distribuidora das polpas de frutas e bombons regionais.  A  Cooper conta com 70 revendas dos produtos em Parauapebas, Canaã dos Carajás, e,  agora, em Xinguara.

 

 

 

Em média, 70 toneladas de polpas de frutas são processadas na fábrica. São várias etapas, desde a retirada da polpa até a embalagem do produto. No local, há seis câmaras frias para acondicionar o produto in natura, até que possa ser embalado e vendido. Também, na fábrica, é feito o doce da polpa de fruta para ser usado como recheio nos bombons dos chocolates caseiros. Segundo a Cooper, os produtos são os únicos do sul do Pará que têm autorização do Ministério da Agricultura para serem comercializados.

 

Serviço: O Centro de Distribuição está localizado na Av. Brasil esquina com Pontes de Miranda

 

Plano de trabalho com a VALE foi construído coletivamente

Plano de trabalho com a VALE foi construído coletivamente

 

 

Partindo de uma pré-diagnose, as cooperativas da região Sul e Sudeste puderam se enxergar e construir uma agenda de trabalho a ser desenvolvida pela Vale e pelo Sistema OCB/PA, junto a demais parceiros. Os principais eixos serão Gestão, Organização Social, Mercado e Verticalização Produtiva. As propostas constituem uma Matriz da Cooperação, documento assinado pelos gestores no Workshop de Governança Cooperativa ocorrida no último dia 29, em Marabá.

 

Na avaliação de cenário, foram entrevistadas 14 cooperativas as quais abrangem 1.900 cooperados. Destas, nove estão filiadas à Central das Cooperativas de Produção Familiar da Região Amazônica (CUIA), a primeira do ramo no Estado. São cerca de 670 cooperados dos municípios de Marabá, Conceição do Araguaia, Redenção, São Félix do Xingu, Ourilândia do Norte, São João do Araguaia, Itupiranga, Parauapebas, Nova Ipixuna e Tailândia.

 

Sobre a estrutura de verticalização, identificou-se que 35% das cooperativas possui produção individualizada, o que não agrega valor para a própria cooperativa, nem escala expressiva. Destes, 15% terceiriza a verticalização e 15% possui unidades simplificadas.  A Cooper, por exemplo, possui duas unidades de beneficiamento. A de Parauapebas utiliza 90% de sua capacidade com a produção de 400t de polpas e, a de Maraba, 50%. Sobre certificação, 44% não possui qualquer tipo de registro com órgãos fiscalizadores, 22% possuem selos estaduais e, 22%, federais.

 

 

“Em relação à produção orgânica, 56% usa defensivos agrícolas. O perfil do mercado sobre a preocupação com meio ambiente valoriza a certificação orgânica. No PNAE, por exemplo, produtos certificados agregam um valor 30% maior. É uma tendência que nossas cooperativas precisam se adequar”, afirmou Andreos Leite, gestor da NÓS consultoria, responsável pela diagnose.

 

Sobre a participação em programas de aquisição de alimentos, 78% trabalha com o PNAE, 11% com o PAA e 11% nunca participou de qualquer um. Deste total, 67% acessam o mercado institucional, 22% feiras e eventos locais, 22% supermercados locais e 11% empresas regionais e nacionais. Em relação às principais dificuldades que desafiam o trabalho das cooperativas, 56% destas apontou a gestão como a maior demanda, 22% apontou a necessidade de verticalização da cadeia produtiva e, 11%, organização social.

 

Sobre a variedade de produção, 60% trabalha com fruticultura, 45% com horticultura, 25% com lácteos, 15% com grãos, 15% com derivados da mandioca, 10% com derivados do cacau, 10% com produtos de origem animal, 5% com produtos da biodiversidade e 5% com insumos.

 

 

 

 

Plano de Trabalho

Após a apresentação das dificuldades, o Sistema OCB/PA elencou soluções alternativas. Em relação ao mercado, Vale e Sistema OCB/PA farão o diálogo com as prefeituras municipais para sensibilização acerca da obrigatoriedade de compras da agricultura familiar.  Sobre capital de giro, a alternativa é a aproximação com as cooperativas de crédito para concessão de empréstimos e financiamentos.

 

“As cooperativas farão o levantamento das necessidades de capital de giro de cada singular e das garantias que possuem. A partir disso, marcaremos agenda com as cooperativas Sicredi, Sicoob e com o Banco da Amazônia. Já a Vale articulará reunião com o Banco Internacional para Reconstrução e Desenvolvimento (BIRD)”, afirmou o superintendente do Sistema OCB/PA, Júnior Serra.

 

Sobre ampliação dos canais de distribuição, o Sistema OCB/PA e a VALE articularão com a Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará (UNIFESSPA). Serão elaboradas estratégias de estudo de mercado com potenciais canais para escoamento em cima dos produtos das cooperativas, como polpa de frutas, mel, chocolate e castanha. As singulares farão um diagnóstico produtivo com cada cooperado para se ter noção de potencial para apresentar ao mercado.

 

 

 

“Precisamos de produtos com valor agregado, assim como os da Camppax, para ganhar mercado.  Faremos esforço enorme neste sentido, pois a produção das cooperativas precisar ser conhecida pelo mundo inteiro. Temos orgulho do que é produzido aqui e estamos à disposição para apoiar essas iniciativas. O Workshop foi um grande início”, afirmou a analista de sustentabilidade da Vale, Renata Veloso.

 

Sobre a legalização das cooperativas, será feita consultoria para orientar sobre as adequações necessárias exigidas pelos órgãos reguladores. Uma possível proposta é estabelecer relação com universidades para auxílio de empresas junior, como a Ufra e a própria Unifesspa.

 

Sobre organização social, as cooperativas não filiadas à OCB/PA oficializarão registro para se promover cursos de sensibilização acerca do cooperativismo. Sobre o eixo Gestão, Vale, Sistema OCB/PA e Uniefesspa farão a profissionalização dos dirigentes. Será uma formação continuada de lideranças dividida em seis módulos: Organização social - seus desafios e conquistas; Modelos de desenvolvimento do Agronegócio e Cooperativismo; Gestão dos empreendimentos, contabilidade controle e viabilidade econômica; Mercados - acessibilidade/licitação, organização, marca única e desafios; Procedimentos para registro da agroindústria de beneficiamento dos produtos.

 

“Finalizada essa primeira etapa, ficou evidente que precisamos aliar dois fatores essenciais para o crescimento das cooperativas: trabalhar a gestão e as pessoas. Os associados precisam acreditar que a cooperação pode mudar sua realidade, assim como os gestores precisam dar segurança para os sócios de que o negócio está sendo conduzido com visão. Ambos os objetivos serão alcançados apenas com formação profissional. Esse será o nosso foco”, reiterou o presidente do Sistema OCB/PA, Ernandes Raiol.

 

 

Sicoob avança no Sul e Sudeste paraense

Sicoob avança no Sul e Sudeste paraense

 

 

Marabá, cidade polo do Sul paraense, terá uma nova alternativa de crédito. A cooperativa Sicoob Transamazônica está viabilizando a inauguração de uma agência no município. Para marcar a chegada da cooperativa, o Sistema Sicoob reuniu autoridades e empresários em evento ocorrido nesta sexta (30), no Centro de Convenções Carajás. A Associação Comercial e Industrial de Marabá (ACIM) já garantiu aporte de R$ 900mil.



Na mesa oficial de abertura, participaram o Presidente do Conselho de Administração   da Sicoob Transamazônica, Antônio Henrique, o diretor presidente da Central Sicoob Unicoob, Marino Delgado, o superintendente do Instituto Sicoob Edson Feltrin, o superintendente do Sistema OCB/PA, Júnior Serra, o presidente do conselho de administração Central Sicoob Unicoob, Jeferson Nogaroli e o vice prefeito de Marabá, Tony Cunha.



Foram apresentadas palestras sobre o cenário do mercado financeiro, a participação das cooperativas nesse cenário e como contribuem  de forma protagonista no comportamento do mercado.  “Preço, propósito social de pessoas, mercado, portfólio são alguns dos argumentos que comprovam nossa importância. É uma economia compartilhada com as localidades. Em 250 municípios, apenas o Sicoob está presente", reiterou o presidente do Conselho da Central Sicoob Unicoob, Jefferson Nogaroli.

 



Também foram apresentados os números do Sicoob. A Central está presente em 6 Estados, com 262 pontos de atendimentos e 307mil cooperados. Em 2018, foram movimentados 3 bilhões de operações de créditos, ativos de 6 bilhões de ativos, resultado de 150 milhões de sobras.



“O Pará é um projeto de várias mãos. É uma região riquíssima formada por um povo trabalhador e que precisa de estrutura de capital para fomentar seus negócios. Queremos proporcionar essas soluções financeiras aos marabaenses. Começamos na Transamazônica e estamos expandindo para as demais regiões. Chegamos para ficar”, enfatizou Antônio Henrique Gripp.

 

 

 



Na ocasião, foi feita a assinatura de um termo de cooperação comercial com a ACIM. O Sicoob destinará um valor inicial de R$ 3milhões para capital de giro voltado a micro e pequenas empresas com taxas e créditos facilitados. Foi criada uma linha de crédito especial com taxas a menos de 1% com 24 meses para pagar. A associação fará o aporte de R$ 900 mil.


“Esses são os diferenciais práticos do cooperativismo. Além de vantagens financeiras, as cooperativas cumprem a função social de aplicar o capital integralmente na Região onde estão, gerando desenvolvimento econômico e social. Estamos muito orgulhosos da evolução que a cooperativa obteve. Disponibilizamo-nos a auxiliar no que for necessário para a continuidade desse processo", concluiu o presidente do Sistema OCB/PA, Ernandes Raiol.

 

 

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