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Workshop apresentará proposta para transporte complementar

Workshop apresentará proposta para transporte complementar

 

 

A regulamentação efetiva do transporte complementar é um objetivo que as cooperativas buscam há anos na Região Metropolitana de Belém. Após a legitimação na esfera municipal, o setor discute meios viáveis de contribuir com a mobilidade urbana na capital. Algumas dessas estratégias serão apresentadas amanhã para cooperativas do ramo em workshop promovido pelo Sistema OCB/PA a partir das 09h na Casa do Cooperativismo. A ex-diretora da Semob, Maísa Tobias, fará exposição da proposta de planejamento viário com as alternativas para a inserção das singulares. Está confirmada a presença do Senador eleito, Zequinha Marinho.

 

Com a experiência na Secretaria de Mobilidade Urbana, Maísa possui uma leitura geral do transporte no Estado. Ela trará uma minuta de proposta de trabalho a ser discutida entre as cooperativas e apresentada pelo Sistema OCB/PA ao Governo e prefeitos da Região Metropolitana. Com a implantação do BRT, serão disponibilizados espaços e corredores para que as cooperativas possam realizar o complemento do transporte regular na região.

 

“Maísa tem estudos nesse sentido na Universidade Federal do Pará (UFPA) e já vem abordando cases de mobilidade com base na experiência que tem no Brasil. Essa proposta apresentará a viabilidade e onde será inserido o transporte complementar de passageiros. O objetivo não é competir com o transporte regularizado, mas realmente abranger as áreas onde este não consegue alcançar”, explicou o Gerente de Desenvolvimento do Sistema OCB/PA, Vanderlande Rodrigues.

 

De acordo com a Federação dos Trabalhadores do Transporte Alternativo do Pará, 1.200 vans trafegam atualmente na RMB. Estes veículos fazem parte de 18 cooperativas e, segundo a federação, abrangem 5 mil pessoas, entre motoristas e cobradores. Espera-se a participação de pelo menos 10 cooperativas no Workshop desta terça.

 

“Queremos dialogar com os governos, mas é necessário apresentar viabilidade antes de qualquer argumento. A partir de então, desdobraremos em outras ações. Apresentada essa proposta, competirá às cooperativas acatarem-na e se regularizarem para que, em uma possível licitação ou chamada pública, estejam aptas para competir”, afirmou o presidente do Sistema OCB/PA, Ernandes Raiol.

 

Serviço: Workshop do Ramo Transporte (Complementar) – Nesta terça (27), Às 09h. Casa do Cooperativismo: Avenida Conselheiro Furtado, 1693 – Nazaré.

Diagnóstico do Cooperativismo Paraense está sendo produzido

Diagnóstico do Cooperativismo Paraense está sendo produzido

 

 

Com investimentos em formação profissional, monitoramento e adoção de boas práticas de gestão, a expressividade socioeconômica das cooperativas cresceu consideravelmente desde 2016. A atualização do Diagnóstico do Cooperativismo Paraense, que está sendo produzido pelo Sistema OCB/PA, apresentará o cenário de evolução das cooperativas durante esse período e norteará os próximos passos do setor. A equipe da Unidade Estadual e da Nós Consultoria está contactando as cooperativas por telefone para a obtenção das informações.

 

As singulares devem estar preparadas para obter dados sobre: Quadro administrativo, com os conselheiros, diretores, número de cooperados ativos e inativos e número de empregados; Participação nos projetos e programas do SESCOOP/PA, tais como PAGC, PDGC, Gescoop ou mesmo apoio em participação de feiras e eventos; Produção, com a descrição de quais os produtos e serviços oferece; Canal de distribuição do produto, seja na esfera estadual, municipal ou federal; Legalizações ou certificações; Nível de acesso ao crédito.

 

“Seguiremos a mesmo métrica de questionário e avaliação do primeiro produto elaborado em 2016 para obtermos um gráfico histórico de evolução. Faremos uma análise comparativa para identificarmos os resultados obtidos e o grau de maturidade das singulares após a aplicação dos nossos programas de acompanhamento, monitoramento e aprimoramento das cooperativas”, afirmou o superintendente do Sistema OCB/PA, Júnior Serra.

 

Ao longo deste mês, a equipe técnica do Sistema OCB/PA e da Nós Consultoria está obtendo os dados via ligação telefônica. A etapa de coleta de dados segue até o início de dezembro. O prazo para a entrega final, com os números consolidados e tabulados é 15 de dezembro.

 

“Convocamos nossas cooperativas para participarem e contribuírem com a organização desses dados, afinal, é um produto estratégico para o posicionamento das singulares frente o cenário da economia regional. Isso posto, teremos uma noção do ponto de maturidade alcançado pelo setor e as necessidades de adequação e melhoria a serem trabalhadas assertivamente nos próximos anos. O Diagnóstico é a nossa carta náutica rumo a patamares mais competitivos do cooperativismo paraense”, afirmou o presidente do Sistema OCB/PA, Ernandes Raiol.

Cooperativistas participam do 15º Congresso de Gestão de Pessoas

Cooperativistas participam do 15º Congresso de Gestão de Pessoas

 

Promover o bem-estar de cooperados e colaboradores é garantir que eles também cuidarão dos clientes e, consequentemente, do negócio. Com a atual revolução tecnológica do mundo 4.0, os desafios para a Gestão de Pessoas são ainda maiores para as cooperativas que precisam se alinhar às novas dinâmicas e diretrizes. O 15° Congresso de Gestão de Pessoas da Associação Brasileira de Recursos Humanos (ABRH/PA) traz esse olhar para o futuro.

 

Representando o cooperativismo, participam a Sicoob Unidas, Sicoob Cooesa, Unimed Belém, Coopernorte, Sicredi Verde, Sicredi Norte MT/PA, Unimed Oeste do Pará e o Sistema OCB/PA. O evento inicia nesta sexta (23) e segue até amanhã no Hotel Princesa Louçã.

 

O tema deste ano é “Organizações do futuro e o lado humano da tecnologia”. Ocorrerão palestras voltadas para trabalhar as empresas e cooperativas com as perspectivas do futuro, inteligência emocional, comunicação não violenta, a relação do ser humano e as tecnologias para buscar a excelência. Também haverá temáticas acerca de legislação, em especial sobre a área de recursos humanos após a reforma trabalhistas e sobre as minúcias do e-social.

 

“O objetivo é proporcionar às cooperativas uma ampliação do olhar voltado para as pessoas que nelas atuam, agregando a tecnologia na gestão de pessoas. Existem sistemas e processos que envolvem a área e que podem ser aproveitados para o desenvolvimento da atividade. No contexto do mundo 4.0 e da revolução tecnológica, é preciso se adaptar para se manter no mercado”, afirmou o analista de desenvolvimento de cooperativas, Diego Andrade.

 

O Congresso de Gestão de Pessoas é considerado o maior evento da área na Região Norte. Ocorre anualmente e contempla uma extensa programação, com 30 horas de atividades e os mais renomados profissionais: especialistas e doutores nas áreas de gestão de pessoas e tecnologia, permitindo upgrade dos participantes para aplicação imediata tanto na vida pessoal quanto nos ambientes corporativos.

 

“Falamos de desenvolvimento das cooperativas, geração de emprego e renda, mas é importante que qualifiquemos a área de recursos humanos para estarmos alinhados nesse processo. As pessoas são os maiores recursos de um empreendimento. Se não houver colaboradores e cooperados engajados na visão, missão e planejamento, o negócio tenderá a não ter sucesso”, afirmou o presidente do Sistema OCB/PA, Ernandes Raiol.

Formação é o caminho para aprimoramento dos Ramos

Formação é o caminho para aprimoramento dos Ramos

Encontro de ramos cooperativistas discutiu tendências do setor, sustentabilidade e observância às legislações

 

 

Manter um diálogo claro com entidades reguladoras, como o Ministério Público do Trabalho, é vital para a regulamentação das leis cooperativistas. Entretanto, a sintonia com esses entes terá pouco resultado se não houver formação do quadro social, que foi a demanda mais urgente ressaltada no Encontro dos ramos Educação, Trabalho, Produção e Turismo e Lazer. A programação que se encerrou nesta quinta (22) discutiu sobre a sustentabilidade dos segmentos.

 

Na quarta (21), após a apresentação do cenário destes segmentos, representantes de cooperativas participaram de mesa redonda sobre a diversificação e dificuldades de entendimento acerca das legislações existentes. Estiveram presentes cooperativas de diversos municípios do Estado. Santarém, Oriximiná, Xinguara, Parauapebas, Castanhal, Ananindeua, Belém.

 

Uma das principais demandas que desafiam a sustentabilidade dos negócios cooperativos é o encargo tributário e ações ajuizadas por irregularidade. Diversas singulares apontaram o mesmo problema. Para minimizar situações de risco trabalhista, o Encontro apresentou os Programas de Desenvolvimento e Acompanhamento promovidos pelo Sistema OCB/PA. As ferramentas proporcionam o nível de organização pretendido.

 

A Catarina Huber de Santarém, por exemplo, foi notificada pelo Ministério Público do Trabalho (MPT). Após o trabalho de aplicação dos Programas, a cooperativa apresentou farto relatório documental chegando a um índice geral de conformidade cooperativista de 90,30%.  “O Ministério queria que assinássemos as carteiras dos cooperados por julgar que os cooperados se identificavam como funcionários. O que nos protegeu foi a ligação com a OCB em relação aos Programas e cursos. Um dos resultados foi o projeto de adequação às normativas no qual reunimos os documentos necessários e provamos que somos cooperativa. Arrumamos a casa e o Ministério Publico arquivou o processo”, afirmou a presidente da Catarina Huber, Cleoma Pantoja.

 

 

Na parte da tarde, o conselheiro do ramo Trabalho, Fabiano Oliveira, apresentou os principais cuidados a serem observados em relação às Leis 5.764/71 e 12.690/12 que regulamentam o setor. Abrindo o segundo dia de discussões do Encontro, o assessor jurídico da OCB/RJ, Ronaldo Gaudio, e a analista advogada da assessoria jurídica da OCB Nacional, Milena César trataram sobre o processo de evolução da relação de trabalho no cooperativismo.

“O modelo de negócio cooperativista vem atraindo profissionais autônomos de diversos ramos da economia pelas vantagens que apresenta, como maior competitividade no mercado e gestão democrática. Porém, as cooperativas precisam estar atentas para as relações de trabalho que regulamentam o setor”, enfatizou Ronaldo Gaudio. 

 

 

 

Ramos

 

As cooperativas dos ramos compreendem grupos de farmacêuticos, reciclagem, educacionais, Turismo e Lazer, proprietários de metalurgia, instrutores, costureiras e serviços gerais. Apesar de o processo de discussão sobre a fusão dos ramos ainda estar no início, a probabilidade é grande que seja efetivado. A Unidade Estadual da OCB está acompanhando de perto o andamento dos grupos de trabalho nacionais.

 

No Pará, existem 27 cooperativas do ramo trabalho com 1.067 cooperados e outros 25 empregos diretos. No ramo produção são 4 cooperativas com 100 cooperados e outros 24 empregos diretos. Já o ramo educacional, que desempenha importante função social de agregação de valor ao trabalho dos professores, possui 7 cooperativas com 224 cooperados e outros 13 empregos diretos.

 

“Nossa proposta é regulamentar a Lei 12.690 para mudar o cooperativismo de patamar. Porém, existe resistência das próprias cooperativas por não atenderem a legislação na plenitude. Continuaremos esse trabalho de base e sensibilização para assemelhá-las às cooperativas de crédito que chegaram a um nível de maturidade ideal exatamente por serem bastante fiscalizadas pelos órgãos de controle. Dessa forma, acreditamos que a expressividade desses segmentos aumentará ”, afirmou o presidente do Sistema OCB/PA, Ernandes Raiol.

 

Ferramenta auxilia cooperativas a participar de compras públicas

Ferramenta auxilia cooperativas a participar de compras públicas

 

A Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) acaba de lançar mais um serviço destinado apoiar as cooperativas na sua inserção em mercados. Trata-se do portal “Cooperativas nas Compras Públicas”, ambiente desenvolvido pelas gerências Técnica e Econômica e de Relações Institucionais, por meio do qual será possível receber informações a respeito dos editais de licitação e chamadas públicas para aquisição de produtos e serviços pelos governos nos níveis federal, estadual e municipal. A gerente de Relações Institucionais da OCB, Fabíola Nader Motta, explica que o objetivo do portal é informar em tempo real as oportunidades de comercializar com o governo e dar todo o suporte para que as cooperativas acessem esse mercado. Confira.

 

 

Qual é a importância do portal para as cooperativas?

De acordo com os levantamentos da Gerência de Relações Institucionais da OCB, todos os anos os governos (federal, estadual e municipal) destinam cerca de R$ 500 bilhões para o atendimento das necessidades de seus programas especiais. Essas compras, tanto de produtos quanto de serviços, obedecem a um rigoroso sistema, baseado em pilares importantes como preços competitivos e qualidade.

Por isso, para atender a esse que é maior cliente do país, o Sistema OCB lança essa plataforma digital, pois quando se fala em qualidade e preço justo, as cooperativas têm muito a mostrar e a contribuir.

O Sistema OCB, além de criar esse site essencialmente para as cooperativas interessadas participarem das compras públicas, também disponibilizou um serviço especial de acompanhamento de todos os editais lançados pelos governos (municipal, estadual e federal), pois nossa expectativa é de que esse portal seja uma espécie de ponto de partida para quem tem interesse em negociar e vender para o Poder Público.

Muitas de nossas cooperativas já participam desse mercado, porém a rotina de monitoramento das oportunidades é muito complexa e demorada, pois os órgãos divulgam seus editais em plataformas, dias e formatos diferentes, o que muitas vezes dificulta o acesso. Assim, decidimos oferecer um sistema onde elas poderão encontrar todas os editais em um só lugar, diariamente, poupando tempo e trabalho para focarem naquilo que é a sua maior especialidade, atender e gerar oportunidades de negócios para seus cooperados.

 

 

Como as cooperativas interessadas podem utilizar a plataforma digital?

É muito simples. As cooperativas precisam apenas acessar o site e preencher cadastro especificando quais produtos ou serviços deseja oferecer ao governo. É importante que a cooperativa indique se vai quer participar dos processos de compras públicas em nível local, regional ou nacional. Após preencher essas informações, um consultor da OCB irá entrar em contato para finalizar o cadastro e explicar o funcionamento do serviço. E a partir daí as cooperativas irão receber, por e-mail, alertas com as indicações dos editais, segmentados por região e ramos de atividades de interesse da cooperativa e com base nos produtos e serviços que ela oferece. Também é possível acompanhar as oportunidades através de área específica do portal para cooperativas cadastradas.

 

 

Como as cooperativas podem saber que tipo de produto ou serviço devem cadastrar no portal?

O governo é o maior comprador do país e isso dificilmente mudará nos próximos anos. Anualmente, são comprados produtos e contratados serviços dos mais diversos tipos e setores, para atender órgãos do governo e políticas públicas as mais diversas possíveis. Dessa forma, todas as cooperativas que produzem desde os itens da cesta básica, até carnes in natura (aves, peixes, suínos e bovinos), alimentos industrializados, frutas e grãos podem se cadastrar.

Também encontram muitas oportunidades cooperativas que prestadores de serviços. Aliás, em muitas cidades brasileiras, elas são responsáveis por prestarem serviços nas áreas de tecnologia da informação, médica, odontológica, infraestrutura, financeira, limpeza e conservação, dentre outros. Essas mesmas áreas também constituem a lista de serviços demandados pelo governo e, portanto, podem ser cadastrados no portal.

 

 

Quais as condições para se cadastrar?

Todas as cooperativas ativas e regulares no Sistema OCB podem se cadastrar no serviço que lançamos nesta semana e que é fruto do trabalho das gerências de Relações Institucionais e Técnica e Econômica. O benefício é gratuito e disponível para todos os ramos, basta acessar o portal realizar o cadastro.

 

 

E para ser contratado pelo governo, o que deve ser levado em conta?

É fundamental que as cooperativas interessadas em comercializar com o governo estejam atentas aos dispositivos de cada edital. Vale analisar o volume de produtos requeridos, o tempo de entrega, a viabilidade de produção e a lista de documentos exigidos. Alguns editais requerem certidões específicas e, por isso, o Sistema OCB teve o cuidado de preparar um passo a passo explicando tudo que a cooperativa vai precisar saber antes de se inscrever no processo de compra. Também serão disponibilizadas em breve cartilhas sobre modalidades e programas específicos de compras públicas, como é o caso dos programas de compras da agricultura familiar.

E, se ainda tiver alguma dúvida, o representante da cooperativa pode entrar em contato com a OCB para obter mais informações sobre como participar de cada processo. Assim, esperamos ajudar o setor crescer e a gerar mais renda para milhares de brasileiros.

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